Boa parte das 30 milhões de músicas no Spotify pertencem a poucas gravadoras; por isso, é essencial obter a autorização delas. O serviço de streaming renovou seu acordo de licenciamento com a Warner Music, a última grande gravadora que faltava.

A Warner fez o anúncio através do Instagram, onde o diretor de música digital Ole Obermann diz: “levou um tempo para chegarmos aqui, mas valeu a pena… com o Spotify, encontramos formas criativas de reforçar o valor da música, criar benefícios adicionais para os artistas, e entusiasmar seus fãs em todo o mundo”.

Acredita-se que o acordo é semelhante ao feito com a Universal Music Group, ou seja, os 60 milhões de assinantes terão acesso a alguns álbuns duas semanas antes que usuários do plano gratuito.

O Spotify já tem acordos com a Universal, Merlin e Sony. Como explica o The Verge, agora a empresa consegue prever seus custos com música para os próximos anos, facilitando sua estreia na bolsa de valores.

Eles estão com pressa para arrecadar dinheiro de investidores, porque têm uma dívida conversível de US$ 1 bilhão — e os juros saem caro. A oferta pública deve ocorrer no final deste ano ou início de 2018.

A pressa é tanta que eles cogitam entrar na bolsa de valores sem um IPO tradicional, vendendo ações para grandes investidores — o Spotify simplesmente estrearia direto na NYSE.

Com informações: The Verge, Engadget.

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Felipe Ventura

Felipe Ventura

Ex-editor

Felipe Ventura fez graduação em Economia pela FEA-USP, e trabalha com jornalismo desde 2009. No Tecnoblog, atuou entre 2017 e 2023 como editor de notícias, ajudando a cobrir os principais fatos de tecnologia. Sua paixão pela comunicação começou em um estágio na editora Axel Springer na Alemanha. Foi repórter e editor-assistente no Gizmodo Brasil.

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