YouTube Kids

Como usar o YouTube Kids offline [sem internet]

27/11/2018 às 13h45 por

Usar o YouTube Kids sem internet requer que o dono do aparelho (no caso, os pais) seja assinante do YouTube Premium. Sendo assim, o primeiro passo é assinar o serviço pago do YouTube — sem anúncios e com conteúdo exclusivo — e assista vídeos offline no celular ou tablet. Se você já é assinante, basta gerenciar as suas configurações. Qual a diferença entre YouTube Music e YouTube Premium?

O que as crianças buscam na Internet?

13/07/2018 às 11h10 por

Crianças usam a Internet, nos computadores de casa e do colégio, nos celulares e também nos tablets. Elas, que já nasceram em um mundo conectado, estão completamente em casa no espaço digital. O mercado de produtos e aplicativos infantis é vasto, incluindo recursos de controle de pais e bloqueio de sites inadequados. O que você deve saber sobre a lei de proteção de dados pessoais do Brasil

Associações acusam YouTube de coletar dados de crianças ilegalmente

09/04/2018 às 14h57 por

Uma coalisão formada por 23 organizações sociais dos Estados Unidos denunciou o YouTube à Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) sob acusação de que o serviço coleta, sem aviso ou autorização, dados de crianças com menos de 13 anos para fins publicitários, prática que é considerada ilegal no país. O grupo é formado por entidades que lidam com direitos do consumidor, privacidade e, principalmente, proteção à criança, com destaque para a CCFC, organização que promove campanhas

Organizações acusam YouTube Kids de exibir propaganda “disfarçada”

07/04/2015 às 19h50 por

O YouTube Kids surgiu em fevereiro para atender à demanda de pais preocupados com a exposição dos filhos a vídeos inadequados para o público infantil. Mas o encanto parece ter durado pouco: um grupo de organizações está acusando o Google de explorar comercialmente o serviço de maneira excessiva e desleal. Entre essas entidades estão a Consumer Watchdog (que defende direitos do consumidor) e a Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente. O grupo enviou uma carta à Comissão Federal de Comércio dos Estado

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