21/06/2010 às 16h35 por João Brunelli Moreno

Em comemoração a seus 25 anos de presença no mercado de computadores portáteis, a japonesa Toshiba (não confundir com a brasileira Semp Toshiba, por favor) mostrou nesta segunda feira o Libretto W100, computador ultraportátil conceitual à lá MS Courier que dispensa teclado e trackpad em troca de duas telas sensíveis ao toque e assim acumula funções de um notebook comum e um tablet.
Equipado com um processador Intel U5400 de 1,2 GHz, 2 GB de RAM DDR3 e um disco de estado sólido de 62 GB, o modelo conta com acelerômetros, bluetooth, webcam de 1 megapixel com software de reconhecimento de face, bateria de oito células e duas telas de sete polegadas com resolução de 1024 x 600 pixels dentro de seu compacto corpo de apenas 810 gramas de peso. Leia mais
06/05/2010 às 11h39 por João Brunelli Moreno
Longe de ser o intem mais popular de sua linha de produtos, o Apple TV, lançado em 2007, não foi a primeira tentativa da empresa da maçã em tentar marcar presença nos televisores de seus clientes. A prova é um antigo protótipo de um produto conhecido como Apple Interactive TV Box, concebido antes da volta de São Jobs aos campos da maçã, que deu as caras no Ebay nos últimos dias.

Apple Interactive TV Box
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08/01/2010 às 18h17 por João Brunelli Moreno

Energia que alimenta... celulares
O lítio largamente utilizado como matéria-prima para a bateria de gadgets de toda espécie não é um material exatamente abundante da Terra. Atualmente suas maiores fontes estão localizadas no leito de lagos secos de sal na Bolívia e no Chile, e sua retirada é um processo complicado que envolve obrigatoriamente enormes quantidades de água.
De olho neste problema a designer Daizi Zheng desenvolveu uma bateria que ela afirma ser “mais durável e barata de produzir” que retira sua energia de – pasme – refrigerante qualquer outro líqüido adocicado.
A criação, que por hora é chamada apenas de biobateria, precisa apenas de açúcar, água e oxigênio para funcionar e a mágica da criação da eletricidade acontece quando as enzimas da bateria reagem com os carboidratos (açúcares) da mistura, e então produzem a tão desejada energia. De acordo com sua criadora, no futuro cada carga da novidade tem potencial de durar até três vezes mais do que as baterias atuais.
Como é de praxe nesses casos que as notícias boas vêm aos montes, a biobateria não tem qualquer previsão de data para chegar ao mercado.