Início » Internet » Estudo compara “ciclo” de redes sociais com epidemias e prevê declínio do Facebook em breve

Estudo compara “ciclo” de redes sociais com epidemias e prevê declínio do Facebook em breve

Por
5 anos atrás

A gente já falou que o Facebook está perdendo usuários, especialmente os adolescentes. Agora, um estudo feito por dois pesquisadores da Universidade de Princeton aponta que, até 2017, 80% dos usuários será perdido. O peculiar do estudo é que ele utiliza padrões de epidemias para fazer essa previsão.

Segundo a pesquisa feita pelos pesquisadores Joshua Spechler e John Cannarella, as redes sociais seguem padrões semelhantes aos de epidemias para se espalharem pela internet e para saírem da moda (e serem “erradicadas”).

Essa teoria foi adaptada e aplicada ao caso do MySpace, que teve seu auge em 2008 e, em 2011, já era ignorada pelos ex-usuários. Então, utilizando dados públicos de popularidade do Google, eles notaram que o auge do Facebook foi no ano de 2012 e que, nos próximos anos, uma decadência é iminente.

Zuckerberg está boladíssimo e quer que parem de prever o fim da rede social dele

A alarmante pesquisa não parece preocupar o Facebook: um porta-voz da rede social afirmou que se trata de uma “bobagem”. Quando saiu a pesquisa da grande perda de adolescentes para outras redes sociais menos invasivas, a resposta para acionistas foi semelhante, de que não há motivo para pânico já que a amostragem do relatório financeiro não era suficiente para comprovar nada.

Os números também indicam que está tudo bem: ao menos 1,2 bilhão de pessoas acessa a rede social pelo menos uma vez por mês e suas ações atingiram o pico de US$ 58,51 recentemente. A renda obtida por anúncios também vai bem; é esperado que o Facebook consiga 2 bilhões de dólares relativos ao último trimestre de 2013 (os resultados devem sair na semana que vem).

Quanto ao estudo de Spechler e Cannarella, ele aguarda a revisão e validação por outros pesquisadores antes de ser “oficializado”. Os pesquisadores se recusaram a comentar o estudo antes disso.

Com informações: The Wall Street Journal

Mais sobre: ,