140 anos separam o fim da Revolução Francesa e o início da II Guerra Mundial, mas isso é só um detalhe quando você tem a licença poética de um jogo que já traz uma espécie de viagem no tempo como tema.

No trailer de Assassin’s Creed Unity revelado ontem, ocorre essa inesperada mudança no tempo: enquanto o protagonista Arno está correndo pela Paris da Revolução Francesa, ocorre uma “anomalia temporal” e, de repente, ele se vê em uma Paris mais moderna, em meio à II Guerra.

A Ubisoft não deu mais detalhes do que se trata a tal anomalia temporal, mas disse que é um recurso novo que estreará nesse título. Pelo nome, deve ser algum glitch no Animus, a máquina de realidade virtual que permite acessar a memória genética em Assassin’s Creed, que leva o protagonista a uma outra época, que o Assassino sequer viveu. Assim, o personagem do tempo presente não revive as memórias do seu antepassado, que é o que ocorre normalmente na série.

Além da curiosidade que a novidade traz, com ela a publisher atende, no mesmo jogo, dois pedidos antigos dos fãs da série: um jogo que se passe na Revolução Francesa ou na II Guerra Mundial.

Assassin’s Creed Unity será lançado no dia 11 de novembro para PS4, Xbox One e PC.

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Elton Alves Do Nascimento
Espero que a explicação seja muito boa, mas muito boa mesmo, senão não vai colar. Eu lembro da fase no Brasil do Assassin's Creed III que foi ó: lamentável. Agora... Um jogo inteiro ambientado na segunda guerra, mesmo que como spin off, seria bem legal, no Black Flag mesmo já tem uns easter eggs mostrando que na primeira versão do animus a cobaia zero acessou as memórias de um antepassado da segunda guerra.
Gabriel_Queiroz
Ai já acho que com isso tão derrapando na curva, já sou fã de AC, já acho que a Revolução Francesa tem muito material pra se explorar não precisa mais isso. Mas veremos.