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LG G Flex 2: o esbelto smartphone de tela curva

Por 3.299 reais, G Flex 2 é o primeiro smartphone com Snapdragon 810 a chegar ao Brasil.
Design curvo e tela de alta resolução agradam, mas desempenho inconstante atrapalha.

Por
3 anos atrás
7.9

Prós

  • Design curvo e atraente.
  • Tela de alta resolução, muito melhor que a do antecessor.

Contras

  • Apenas 16 GB de armazenamento interno na versão brasileira.
  • Desempenho inconsistente e lentidão excessiva em momentos aleatórios.
  • Personalização da LG não evoluiu com o Android.

As telas curvas seguem firmes nos eletrônicos. Além das TVs, o mercado de smartphones já possui alguns modelos que fogem dos tradicionais displays planos. Um deles é o G Flex 2, segunda geração do aparelho topo de linha da LG com painel curvo de 5,5 polegadas, que segue a mesma ideia do antecessor, mas traz uma série de avanços tecnológicos.

Com processador octa-core Snapdragon 810, tela P-OLED com resolução de 1920×1080 pixels e preço sugerido de 3.299 reais, o G Flex 2 é uma boa opção de compra? Depois de uma semana usando o lançamento da LG como aparelho principal, deixo minhas impressões nos próximos parágrafos.

Design e tela

Um dos primeiros questionamentos das cinco pessoas a quem mostrei o G Flex 2 foi: “para que serve essa tela curva?” ou “mas isso faz alguma diferença?”.

Na verdade, não há nenhum recurso de software que realmente faça uso da tela curva. E não há problema nisso: como citei no Tecnocast sobre telas curvas, nós estamos acostumados a procurar utilidades em inovações tecnológicas, para tentar justificar a existência delas. No caso do G Flex 2, a tela curva existe apenas por uma questão de design, e está difícil negar que o aparelho ficou muito bonito.

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É claro que o G Flex 2 segue o contorno do rosto e fica mais confortável dentro do bolso, mas essas vantagens não são suficientes para justificar a utilidade de uma tela curva. Do ponto de vista da ergonomia, também não existe diferença relevante: com tela de 5,5 polegadas e 75,3 mm de largura, ele exige algumas esticadas de dedo para alcançar os cantos da tela, como todos os smartphones da mesma categoria.

Já em relação ao design, o G Flex 2 me agrada. Embora o aparelho seja feito predominantemente de plástico, as curvas são bonitas e saem do convencional. A traseira, com um acabamento brilhante, tem um revestimento que se cura automaticamente de pequenos arranhões, o que deixa o visual do aparelho com cara de novo por mais tempo.

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A traseira é removível, mas a bateria é selada. Ao remover a tampa, temos acesso ao slot para o chip Micro-SIM da operadora e uma entrada para cartões de memória, item que está se tornando cada vez mais raro nos smartphones mais avançados. No caso do G Flex 2, essa entrada é especialmente importante porque a LG decidiu trazer apenas o modelo com 16 GB de armazenamento ao Brasil. Falarei sobre isso adiante.

Como de costume, a LG colocou todos os botões físicos na parte traseira. O posicionamento diferenciado exige uma certa curva de aprendizagem, mas não causa nenhum incômodo. Como o software da LG permite ligar a tela com dois toques, acabei usando pouco o liga/desliga. Mas o botão de diminuir volume foi bastante requisitado, já que funciona como um atalho para a câmera (basta segurá-lo por um segundo quando a tela estiver bloqueada, e ele estará pronto para tirar uma foto).

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A tela, provavelmente o principal ponto negativo do primeiro G Flex, é muito boa. O painel P-OLED de 5,5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels exibe uma imagem limpa, sem aqueles problemas de granulação do display de 6 polegadas da geração anterior. Todas as vantagens do OLED estão aqui: os pretos são reais (e consequentemente o contraste é ótimo), as cores são vivas e o brilho é alto.

Por padrão, a tela exibe cores bastante naturais, sem exagerar na saturação. Quem quiser, pode ativar um modo vívido nas configurações do sistema, que basicamente estoura tudo o que você imaginar: os vermelhos passam a doer nos olhos e tudo fica excessivamente colorido. É uma configuração que particularmente não me agrada e era quase um padrão em telas OLED antigas.

Um ponto interessante da tela do G Flex 2 é que, por ter um formato curvado, os reflexos ficam distorcidos — eles ficam mais altos e estreitos. Em alguns casos, fica mais fácil se esquivar das fontes de luz que atrapalham a visualização da tela. Particularmente, não enfrentei nenhum problema ao usar o G Flex 2 em locais muito claros ou sob a luz do sol.

Software e multimídia

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O Android 5.0 Lollipop do G Flex 2 é basicamente igual ao Android 4.4 KitKat do G3, por mais estranho que isso possa parecer. Há algumas alterações sutis, como na central de notificações e na barra inferior de botões, mas a LG não fez quase nada para se adaptar ao Material Design e a experiência continua a mesma. Essa ainda não é a LG UX 4.0 do G4, que trouxe modificações mais profundas.

O que dizer da interface do G Flex 2? Resumidamente, é uma mistureba de interface flat com skeumorfismo. De longe, ela possui um visual sóbrio, com cores sólidas e botões planos. Vendo mais de perto, encontramos estranhas linhas de caderno no aplicativo de SMS, medidor de VU no gravador de voz e um tuner analógico no rádio FM. Bem frankenstein.

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A LG tentou implantar alguns recursos para valorizar o display grande, como a função de colocar dois aplicativos dividindo a tela, mas eles são pouco práticos e beiram a inutilidade. Você precisa acessar a tela de apps recentes, tocar no botão Janela Dupla, arrastar um ícone de um aplicativo para cima, outro para baixo… Os apps estão numa lista pré-definida e poucos possuem suporte ao recurso da LG.

Os alto-falantes emitem áudio claro e não distorcem facilmente, mesmo no volume máximo, sendo praticamente iguais aos do G3. Na caixa, a LG envia os fones de ouvido intra-auriculares QuadBeat 2, que devem agradar a maioria dos usuários, com bons graves, controles embutidos, borrachinhas adicionais de outros tamanhos e um cabo flat que não enrosca facilmente.

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Câmera

A LG melhorou bastante a qualidade de suas câmeras nos últimos anos. O G Flex 2 possui um conjunto bem similar ao G3: sensor com resolução de 13 megapixels, lente de abertura f/2,4 e estabilização óptica de imagem, que ajuda em condições de baixa iluminação. Também há um foco automático auxiliado por laser, mais rápido em ambientes escuros.

As fotos do G Flex 2 agradam. O nível de ruído é muito baixo, inclusive em fotos noturnas, ao mesmo tempo em que os detalhes da imagem se mantêm. A nitidez está dentro do que esperamos para um sensor de celular, mas o alcance dinâmico é um pouco limitado — o azul dos céus estoura com bastante facilidade, ou os objetos em áreas de sombra ficam escuros demais.

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Como a abertura da lente do G Flex 2 (f/2,4) é pequena em comparação com os smartphones mais recentes (que chegam a f/2,0 ou f/1,8 no G4) e a LG decidiu manter o ISO baixo no modo automático para reduzir o ruído, o aparelho constantemente escolhe tempos de exposição mais longos. Isso pode borrar objetos mesmo quando as condições de iluminações estão boas, então vale dar uma olhada na foto logo depois do clique para garantir que ela saiu como esperado.

Hardware e bateria

Este é o ponto mais crítico do G Flex 2.

O modelo brasileiro tem o novíssimo processador Snapdragon 810, da Qualcomm, que suporta instruções de 64 bits e traz oito núcleos de processamento na configuração big.LITTLE, sendo quatro Cortex-A57 de 2,0 GHz (alto desempenho) e quatro Cortex-A53 de 1,5 GHz (baixo consumo de energia).

No mundo, ele foi lançado com duas opções de armazenamento: 16 GB ou 32 GB. Estranhamente, apenas a versão com menor capacidade chegou ao Brasil, e um dos problemas disso é que ela possui 2 GB de RAM, contra 3 GB do irmão com mais espaço. Com preço nada acessível de 3.299 reais, fica difícil engolir esse corte no hardware da versão brasileira.

Dos 16 GB de armazenamento, apenas 7 GB estão disponíveis na primeira inicialização; os outros 9 GB são tomados pela personalização da LG e joguinhos de demonstração. Para amenizar a deficiência, a LG envia um microSD de 16 GB na caixa. Só que isso não resolve o problema e cria o constante inconveniente de ter que gerenciar onde os apps serão armazenados, o que não deveria existir num topo de linha em pleno ano de 2015.

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Além disso, embora o hardware seja tecnicamente poderoso, o G Flex 2 foi uma enorme decepção no uso diário. Em momentos aleatórios do dia, o desempenho se torna intragável, com aplicativos demorando vários segundos para abrir, respostas ao toque demoradas e animações engasgando constantemente. O launcher frequentemente recarrega todos os widgets.

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Levantei duas hipóteses, mas não cheguei a nenhuma conclusão sobre o desempenho inconsistente do G Flex 2. A primeira era que o Snapdragon 810 possui problemas de superaquecimento, o que prejudicaria a performance. Para diminuir a temperatura, o processador da Qualcomm reduz a frequência de maneira forçada, já que não há ventoinhas.

Mas, no geral, senti que o G Flex 2 simplesmente esquenta tanto quanto qualquer outro smartphone (embora, às vezes, uma mensagem nada amigável me impeça de aumentar o brilho da tela, sob a alegação de que o aparelho está quente). E, olha só: mesmo com clock reduzido, o Snapdragon 810 teoricamente ainda é um ótimo processador.

A outra hipótese seria que o Lollipop tem problemas de desempenho conhecidos, especialmente o vazamento de memória que deixa o aparelho lento com o tempo. No entanto, os soluços do G Flex 2 aparecem mesmo quando ele acabou de ser reinicializado e, de qualquer forma, eu não tive nenhum problema de lentidão com o Android 5.0 no Moto X (2ª geração) ou Moto Maxx.

O mesmo problema foi percebido por diversos proprietários do G Flex 2 ao redor do mundo, mas alguns relataram que uma correção distribuída em abril resolveu a questão. No meu caso, as lentidões aconteceram com o software totalmente atualizado. Contatada, a LG informou que não possui “notificações de problemas de performance notáveis com o G Flex 2” e que todas as atualizações de firmware globais são disponibilizadas aos aparelhos nacionais após adaptações aos parâmetros brasileiros.

O problema continuou mesmo após restaurar o G Flex 2 para as configurações de fábrica. Após este review, o smartphone seguiu para análise pela LG do Brasil. O texto será atualizado caso a empresa se pronuncie sobre o assunto.

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Em relação à bateria, o G Flex 2 traz uma autonomia mediana, diferente do primeiro G Flex, que possuía uma duração acima da média. Faz sentido: o processador é mais potente e a tela possui o dobro da quantidade de pixels, mas a capacidade de 3.000 mAh se manteve.

No dia de testes, tirei o G Flex 2 da tomada às 10h40, ouvi áudio por streaming (Spotify e Pocket Casts) no 4G por 2h30min e naveguei na web (emails, sites e redes sociais) por cerca de 2h. A tela ficou ligada por exatamente 2h21min. A carga chegou a 13% às 19h12, quando coloquei o aparelho no modo de economia de energia até arranjar uma tomada.

O G Flex 2 não tem uma autonomia ruim, mas às vezes pode deixar o usuário no sufoco. Em todos os dias da semana de testes, cheguei em casa com menos de 25% de bateria.

Conclusão

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Vale a pena comprar um G Flex 2? Talvez um dia, mas a resposta atual é não.

Não está claro se o problema do G Flex 2 está relacionado ao software ou hardware, mas este foi o smartphone topo de linha com o pior desempenho que testei até o momento. Embora o hardware do aparelho da LG mostre seu poder de fogo em tarefas pesadas (como ao rodar Dead Trigger 2), a performance fica inexplicavelmente ruim em momentos aleatórios do dia, do tipo que me faz sentir saudades do Moto E, de 500 reais. O defeito não é isolado e foi citado em várias análises do aparelho, inclusive em publicações internacionais.

Além disso, o preço sugerido de R$ 3.299 do G Flex 2 ficou muito alto para o que ele oferece, mesmo comparando com produtos da própria LG, como o G3, que foi lançado por R$ 2.299 e hoje pode ser adquirido por cerca de 1,3 mil reais — ou seja, a metade do valor cobrado atualmente pelo G Flex 2 no varejo brasileiro. Pagar dois salários mínimos a mais para ter uma tela curvada e um desempenho pior não me parece uma opção razoável.

Smartphones da LG costumam se desvalorizar rapidamente, o que os tornam uma boa opção de compra para quem não faz questão de adquirir o produto logo no lançamento. Se você estiver lendo este review daqui a alguns meses, se o problema de desempenho tiver sido corrigido, e se o preço estiver no mesmo nível do G3, então o G Flex 2 é uma opção a se considerar. Caso contrário, você será mais feliz com um Moto Maxx, Xperia Z3 ou LG G3.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Câmera: 13 megapixels (traseira) e 2 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, Bluetooth 4.0, USB 2.0, infravermelho;
  • Dimensões: 149,8 x 75,4 x 9,3 mm
  • GPU: Adreno 430;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 2 TB;
  • Memória interna: 16 GB (7,1 GB disponíveis para o usuário; cartão de 16 GB incluso);
  • Memória RAM: 2 GB;
  • Peso: 148 gramas
  • Plataforma: Android 5.0.2 (Lollipop);
  • Processador: octa-core Snapdragon 810 de 2,0 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, luminosidade, infravermelho;
  • Tela: P-OLED de 5,5 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels.

Notas Individuais

Design
9
Tela
9
Câmera
8
Desempenho
5
Software
7
Bateria
7
Conectividade
10
  • [OFF] Gente, eu estava pensando em comprar um aparelho entre 1000 e 1300 reais e pensei em pegar um high-end. Fiquei em dúvida entre três aparelhos: Moto X, Lumia 930 e G3. Qual vocês me recomendariam? A dúvida tá me matando, hahaha. 😛

    • Acho q escolheria Moto X… Bom… Foi a minha escolha quando comprei o meu. rsrs

      • Hahaha 😛 Tô quase comprando ele, é bom? Tiveste algum problema com o aparelho até agora?

        • Fábio

          Só não se empolgue com a bateria do X²…Estou vendendo o meu justamente por causa disso, já que não quero desbloquear o bootloader e colocar ROM alternativa nele.
          E esse problema não é um fato isolado. Todo mundo está reclamando disso.

          • Masoq, como assim? Quanto está durando?

            Agora fiquei preocupado, hahaha :O

          • Fábio

            Em média, com uso normal ( wifi – 3g – brilho da tela em 50% ) ninguém está conseguindo mais de 4 horas de tela com 9 horas de bateria.
            Isso mesmo, em média 9 horas de bateria com 3,5 a 4 horas de tela!

            Por isso muita gente está trocando a ROM stock pela NX ROM, que tem conseguido entregar de 6 a 7 horas de tela com 18 horas de uso….

            Infelizmente a Motorola não conseguiu se acertar no Lollipop….
            A intenção até foi boa em liberar updates “rápidos” ( que não foram nem tão rápidos assim ) para os seus aparelhos, mas faltou critério nessa correria toda.

            Temos que exaltá-los que em 2013 eles arrebentaram quando mudou para o 4.4 KK……
            Mas no Lollipop foi sofrível.

          • Credo, que horror! E eu aqui acostumado com meu Nokia que dura quase dois dias… Nossa.

        • Ele é ótimo. Só como o Fábio falou… O problema é a bateria. Mas você pode não atualizar ele pro Lollipop (pelo menos não por enquanto) e acho que q no 4.4 a bateria dura mais. ;D

    • Anayran Pinheiro

      Se quiser tirar fotos, Lumia 930. Se quiser poder de fogo, G3. Se quiser um SO limpo e que funciona bem por um longo tempo, Moto X.

      • Hum… Vi a câmera do 930, fiquei bastante tentado, mas não vi um destaque muito grande além disso entre os 3 e acho que a MS vai lançar um substituto em breve (sem contar que a história do superaquecimento me assustou bastante).

    • Louis

      G3 tem ótima câmera e tela, entrada para cartão sd, infravermelho (tem um app incrível que serve para controlar tv, ar condicionado, blu-ray e etc) e sai mais barato que o Moto X e 930 (fora que se você gostar de usar diferentes ROMs com Android atualizado é o aparelho para isso). Ele vem com um acessório muito legal que é o carregador sem fio.

      O Moto X não tem câmera muito boa, mas tem as atualizações rápidas, já tem 32 gb de memória interna (mas sem suporte a sd). Os modelos fabricados a partir de fevereiro no Brasil vem com um carregador mais potente (importante verificar se esse acéssorio já vem se você for comprá-lo)

      O Lumia 930 tem uma ótima câmera (se você gosta de recursos mais avançados e controles manuais), mas vem com Windows Phone.

      • Começando pelo G3, esse negócio da tela me preocupa. Acho que a partir de um ponto (QHD? Masoq, a TV da sala aqui tem resolução menor), a resolução da tela fica desnecessária – só serve para piorar o desempenho e a bateria do aparelho (PRA QUE 535 PPI, PRA QUE SENHOR). Quanto ao preço, ele está mais caro – é só dar uma olhada no Buscapé e tá 150 reais a mais. E, quanto a essa história das ROMs… Deus me livre. Comprar celular novo pra ter que instalar ROM em seis meses é sofrimento agendado. Isso também me preocupa.

        O Moto X a princípio seria o que eu mais tô a fim de levar. Essa história das atualizações é bem importante pra mim e os 32GB me atraem (tenho um iPod touch com essa capacidade e me tem sido relativamente suficiente). E boa lembrança essa do Turbo Charger, vou me lembrar de ver. 🙂

        Quanto ao 930, ter WP na verdade é uma vantagem pra mim, hahaha. Tenho um 520 há um ano (e três dias :P) e o aparelho é fantástico para o segmento. Tenho gostado bastante do ecossistema da MS, pra te ser bem sincero (sem contar que eu tenho Xbox e meu PC é Windows, então…). Mas o aparelho em si não me atraiu muito. Não vi nenhum destaque além da câmera, e o aparelho está começando a subir de preço. Acho que vão lançar um sucessor muito em breve.

        • Fábio

          Lembre-se que a bateria do X² está sofrível na versão 5.1…..
          Mas quando eu digo ruim, é ruim mesmo!!

        • Anayran Pinheiro

          Então espere um pouco pelo 940. Ele provavelmente sairá no meio de julho, começo de agosto. E com absoluta certeza terá uma câmera ainda mais fantástica.

          Mas caso queira um ótimo custo-desempenho, vá de G2. Este terá atualizações garantidas por um longo tempo através de ROMs extraoficiais por ter a configuração de hardware bem semelhante ao Nexus 5 (igual, se não me engano a não ser a câmera). É um celular bem decente e com um excelente desempenho, e sem problemas de superaquecimento.

          • G2? Pensei nele, mas eu pegaria o G3. Já tá saindo o G4, não faz sentido pegar o G2 por 200 reais a menos Quanto a essa história das ROMs… não quero comprar aparelho novo já me preocupando em fazer mod no celular e depois ter problema com a garantia. Sinceramente, acho isso o cúmulo (é por coisas assim que nunca fui muito com a cara do Android, lol).

            E pensei em esperar pelo 940 também, mas é aquela história… Até baixar para essa faixa de preço, já vão estar lançando um Lumia 950 😛

          • Anayran Pinheiro

            Aí é o seu bolso quem manda. Eu, pelo menos, ainda estou esperando pra ver um G2 a um preço menor que 900 reais (se souber me diga!) para pegar um pra mim. A curva de evolução dos smartphones atualmente não está tão acentuada quanto esteve entre os anos de 2012 até final de 2013. Só perceber por exemplo a Sony e seu Z3 que é nada mais que um Z1 recauchutado.

          • Hum… Andei vendo um G2 por 999, se te interessar.

        • Louis

          Então você não está sabendo procurar, já que o G3 facilmente se encontra por menos de R$ 1.100,00. Sobre as ROMs é justamente o contrário, já que elas te dão possibilidades (o Moto X, por exemplo, teve vários bugs com a atualização da Motorola – algo que está se tornando padrão em quase todas as fabricantes).

          De qualquer forma isso é algo muito pessoal e você precisa avaliar suas necessidades. Boa sorte.

          • Onde você achou um G3 por menos de 1100 reais? O máximo que achei foi 1250 e olhe lá.

    • Luis

      G3. Tenho e gosto.

  • Panino Manino

    A gente já sabe que o Snapdragon 810 é uma falha, mão é apenas questão de baixar o clock. Enquanto ele faz isso é alterna para os outros núcleos menores, essa troca causa lags. Somado a isso tem o problema do Android 5.0 hora enchedo hora limpando a memória… Acredito ué com atualiza vai melhorar.
    3 agora não adianta se não tem mais o aparelho, mas é possível expandir essa Janela Dupla. Só usar o Flex Multiwindow Mod e adicionar qualquer coisa que você quiser na lista.

    • Louis

      Essa função do Multi Window é bem prática e deveria já ser nativa do Android. Fora que tem suporte há muito aplicativos (na Samsung é bem mais limitada).

      • Panino Manino

        Iiiih, não é o contrário? O da Samsung que tem mais? LG me parece bem abandonado, e na real, não sei porque é assim se é questão de incluir uma mera linha em um arquivo de configuração. Nem todos os programas redimensionam da melhor forma mas dá para usar.

        • Louis

          Não. Tenho dispositivos das duas marcas e o da Samsung é bem limitado

          • Panino Manino

            Isso é simplesmente algo que não consigo acreditar assim de ouvir falar. Se tem os dois, tem como contar? Dar exemplo de programa compatível em um e não em outro? E em qual versão de cada sistema está comparando?
            EDIT: descobri agora que não importa quantos aplicativos sejam compatíveis por parte da Samsung, aqueles fantásticos engenheiros coreanos tiveram a maravilhosa ideia de limitar no SDK a lista de programas em 32 aplicativos por vez. Gênios! Não que você precise de muito mais do que isso, mas mesmo assim…

  • Louis

    Duvido muito que essas lentidões sejam fruto do Snapdragon 810. O G3 também sofria disso até usuários do XDA descobrirem que era culpa de configurações de fábrica da própria LG. No XDA existem tutoriais que ensinam a realizar as alterações no gerenciamento de ram e resolvem (incluindo o problema das reinicializações dos widgets cada vez que voltava para a tela inicial).

    • Luiz Henrique

      Mas o Snapdragon 801 do LG G3 não tem os problemas de superaquecimento do Snapdragon 810

  • Luis Henrique

    Acho grave esses problemas de performance em aparelhos acima de R$1000 (mid-high end). Podem até me criticar, mas não vejo usuários de iPhone reclamando de problemas de lentidão ou quedas de desempenhos nos aparelhos da mesma faixa de preço do GFlex 2(Se existirem, por favor me perdoem a ignorância).

    • iOS em relação ao update de software

      iPhone 6 TOP >> iPhone 5s Razoável >> iPhone 5 Bom >> iPhone 4s Ruim >> iPhone 4 Lixo.

      Então você percebe que as pessoas pagaram fortunas num iphone 5 ou 4s e os telefones viram carroças do dia pra noite (após um update).

      • Jedielson Almeida

        Pagaram isso um dia, né.. não é como se eu comprasse hoje o 4s e quisesse um desempenho tão bom quanto um 6plus! Uso um S4 da samsung e sei que é um aparelho de 2 gerações atrás, independente de quanto custou, sei que o desempenho dele nunca vai acompanhar os mais novos.

        • Mas há uma enorme diferença aí, pois veja. De um dia pro outro seu celular tá “legal”, daí surge um update piscando, pedindo pra ser clicadoe baixado, você não resiste e… ESTRAGA SEU TELEFONE com um update. A discussão não é sobre o hardware, mas sim sobre o software mal projetado para dispositivos antigos (que irão lhe forçar a comprar um modelo mais recente)

          • Jedielson Almeida

            Igual a Motorola fez com o Moto God e o lollipop? sendo que é o modelo mais recente (g 2014).

          • Rafael Rocha

            E o RAZR HD depois de atualizado pro KitKat.
            (Sei que está fora de questão, mas não resisti…)

      • Eu tenho um iPod 5 (hardware do iPhone 4S) e posso te dizer que o desempenho caiu bastante no iOS 8. Não está de todo ruim, mas piorou muito em relação à época do iOS 6.

        • Than Henrique

          Concordo meu ipod5 ta bem lento espero que com o ios9 isso melhore

      • Luis Henrique

        Mas o telefone apresentavam esse problema logo quando compraram? Porque acho essa obrigatoriedade de dar hard resets em aparelhos recém-comprados uma lástima.

  • Anakin

    pelo menos ele é bonito haha

  • Fábio

    Devia ser proibido vender telefone de mais de R$ 1.000,00 com apenas 16 Gb de memória interna.
    LG sendo LG…….Não podia ser diferente

    • Thiago Carvalho Petrolini

      LG sendo LG? Não entendi essa? A LG é a única que vende celulares caros com 16GB internos? tsc tsc

  • Don Ramón

    Bonitinho e ordinário. Aliás, mais ordinário que bonito. Pagar mais de 3 mil pra ganhar problemas de brinde?! Não, obrigado. Se nem os que não dão problemas (pelo menos quando novos) valem isso…

  • Luis

    Gosto da idéia da tela ser curva e oled. Pena o desempenho no geral ter sido ruim. Que bom que a LG não colocou o Snap 810…

  • Ele já possui o novo app de câmera do G4?

    E infelizmente já tive o mesmo problema de desempenho com um G3 (exatamente os mesmos), que no caso não rodava nem o L para ter desculpa de Memory Leak.
    O povo apenas jogava a desculpa que era por conta da resolução+GPU/CPU, mas olhando no site da Qualcomm o mesmo suportava telas 2k….

  • Fernando Melo

    Inacreditável um aparelho desse porte e valor ter 16GB, nojento! Os fabricantes precisam acordar, vide Motorola com Moto X 32GB e Maxx 64GB, isso sim é memoria descente. Os G Flex 2 vendidos no Paraguay custam $530 com 32GB. Tem promoção de passagem por R$450 vale apena ir buscar e voltar. Queria muito esse telefone, mas aqui no Brasil não tem condições de comprar, o que fico mais indignado e q o G3 lançou em um preço razoável, comprei no cissamagazine por R$1500 no lançamento, baita smartphone!