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Amazon Prime chega a 150 milhões de membros após estreia no Brasil

Segundo a Amazon, o quarto trimestre de 2019 foi o de maior adesão ao seu serviço de assinatura

Victor Hugo Silva Por

A Amazon divulgou seu balanço do quarto trimestre de 2019 e deu mais detalhes sobre o seu serviço de assinatura. Segundo a empresa, o período entre outubro e dezembro foi o de maior adesão ao Amazon Prime, que alcançou 150 milhões de usuários em todo o mundo.

Caixa da Amazon

Até então, os números só haviam sido revelados em abril de 2018, quando eram 100 milhões de usuários no mundo. Coincidentemente, este é o primeiro trimestre completo do Amazon Prime no Brasil, depois de seu lançamento em setembro de 2019.

O serviço é oferecido no Brasil por R$ 9,90 ao mês ou R$ 89 ao ano. Ele garante frete grátis nos pedidos da loja, além de acesso ao Prime Video, a dois milhões de faixas no Prime Music, ao serviço de ebooks Prime Reading e ao Twitch Prime.

Nos Estados Unidos, o Amazon Prime garante a entrega de alguns pedidos no mesmo dia ou até mesmo num intervalo de duas horas. De acordo com o CEO da Amazon, Jeff Bezos, as compras com estes prazos quadruplicaram no quarto trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Ele também destacou o serviço de streaming de vídeo da empresa. “Os membros do Prime assistiram ao dobro de horas de filmes e programas no Prime Video neste trimestre em comparação ao ano passado e as produções Amazon Originals receberam 88 indicações e 26 vitórias nas principais premiações”.

O Amazon Prime e outros serviços da empresa, como o Amazon Music Unlimited, tiveram faturamento de US$ 5,23 bilhões no quarto trimestre de 2019. O resultado é 32% melhor do que o registrado no mesmo período de 2018.

A plataforma de computação em nuvem Amazon Web Services (AWS) teve faturamento de US$ 9,95 bilhões e cresceu 34% em relação ao último trimestre do ano anterior. A área de anúncios da empresa, por sua vez, foi a que mais cresceu (41%) e registrou faturamento de US$ 4,78 bilhões.

O faturamento total da Amazon no quarto trimestre de 2019  ficou em US$ 87,4 bilhões, 21% a mais do que nos últimos três meses do ano anterior. A empresa teve lucro de US$ 3,26 bilhões, com crescimento anual de 8%.

Com informações: VentureBeat, CNET.

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 • 令和 • Ward'z de Souza 🇯🇵🎌🦊🔥 - Risonho e Límpido (@Wardz_de_souzA)

Tá explicado como a Amazon subsidia os preços.

Paulo (@GOP_Florida)

Serviço incrível por um preço que cabe no bolso do brasileiro. Não utilizo mais Spotify, Netflix e assinaturas de certas revistas por causa do Prime. Além da twitch que tem certos jogos, brindes em jogos de varias plataformas. Por esses serviços dentro da assinatura já vale o preço (sem contar com a lista de frete gratuito dentro da amazon.com.br)

Só tende a crescer a gigante de Seattle…

Tiago Jeronimo (@TiagoJL)

Assinei no primeiro dia que ficou disponível aqui no Brasil e não me arrependo, o serviço é muito bom, os preços é extremamente barato e o frete grátis, aliado ao preços dos livros oferecidos pela Amazon, deixa o pacote irresistível.

Espero que a Amazon traga logo os demais dispositivos Echo e inaugure o centro de distribuição no nordeste.

🤷‍♀️ (@xavier)

Eu praticamente nem pesquiso mais coisas em outros sites, só na Amazon. O tempo de entrega deles tá excepcional (pelo menos pro interior de SP).
Comprei no dia do lançamento e já tá mais que pago, do tanto de itens de casa que passei a comprar lá. E ainda tem o Meliuz com um dos maiores retornos.

@ksio89

Enquanto isso, a B2W piora o Prime a cada dia e não unifica a assinatura para que valha nas três lojas do grupo. Depois do Amazon Prime mandei abraços pro Mercado Livre e seus PACs de 30 contos num produto de 10.

Eduardo Alvim (@Eduardo_Alvim)

Eu assinei também e já comecei a comprar coisas que nem o Higa: sabão em pó, desinfetante, etc. Entregam rápido e, de quebra, ainda comecei a assistir Star Trek: Picard.

Arthur Silva Vicentini (@ArthurVX)

Provavelmente a B2W só vai unificar os seus serviços Prime quando (ou se) unificar suas três lojas não-outlet (Americanas, Submarino e Shoptime) em uma só (provavelmente com a marca Americanas, de alguma forma).
A mesma coisa vale para os cartões de crédito (um para cada marca, inclusive para o outlet Sou Barato - mesmo ele tendo a chancela da Americanas), e além dos cartões da B2W (emitidos pela Cetelem), tem ainda o cartão da Americanas física (emitido pela Bradescard). O que complica mais agora que tanto as Lojas Americanas físicas quanto a Americanas.com passaram a atender por “Americanas” (mas com logos um pouquinho diferentes entre si: AMERICANAS física com logo em maísculas, americanas online com logo em minúsculas)!

@ksio89

Imho acho bobagem esse negócio de um grupo ter várias lojas, sendo que os produtos, preços e logística são idênticos. No Via Varejo é a mesma coisa, Casas Bahia, Extra e Pontofrio vendendo os mesmos produtos pelos mesmos preços e cobrando o mesmo valor de frete. Talvez façam isso pra criar a ilusão de concorrência no consumidor desavisado, pois não considero isso segmentação de mercado.

Netshoes e Zattini idem, quase todo item que está à venda em uma das lojas, está na outra também.

Zanac_Compile (@Zanac_Compile)

A anos que falo, finalmente um concorrente a altura. Amazon é a Apple da década passada, Bezos é o novo Jobs

Eduardo (@esmori)

É uma proposta de valor boa para o consumidor, com frete grátis em produtos selecionados e o serviço de vídeo (que era mais caro sozinho) incluso, mas eles parecem estar se mexendo para tentar controlar os custos. Na minha região trocaram de transportadora e não estão mais honrando a entrega expressa em D+2 (“48 horas”), mesmo com o CEP ainda incluso na região de cobertura da propaganda.

Lucas Blassioli (@olucaslab)

Olha… desde que assinei ninguém aqui em casa abriu o site do Submarino, Americanas ou qualquer outro site da B2W… ¯_(ツ)_/¯

@Rogerio.Neves

Estou gostando bastante de assinar o Prime. O frete geralmente é absurdo pra minha cidade (às vezes sai mais caro que o produto). O único serviço que acho meia-boca é o Music. O Music Prime é bastante limitado, mesmo com 2 milhões de músicas. E o Music Prime Unlimited tem problemas como falta de álbuns de artistas conhecidos (presentes no Spotify e Deezer), playlists questionáveis (a Top Rock deveria ser chamar Imagine Dragons), artistas homônimos cadastrados como se fossem um só, etc. Assinei a Music Unlimited na promoção de R$ 1,99 por 4 meses, mas não devo renovar.

João Eduardo Medeiros (@joaomedeiros95)

Meu sonho seria se o Amazon Prime Brasileiro fosse a mesma assinatura do Amazon Prime dos Estados Unidos, quando viajo pra lá o prime é uma mão na roda, same-day e next-day delivery de graça são mágicos.

Mas já seria abusar demais da bondade do Bezos kkkkk.

Otávio (@otaviopa)

Então… Essa também é a única reclamação que tenho. Assino o Prime mas a cada compra que faço é uma torcida pra que seja entregue via Correios. Porque quando é pela TEX Courier (Total Express) é uma lentidão sem fim, ao menos aqui no Sul de MG. Até o PAC é mais rápido que a entrega expressa da TEX aqui. Quando é Sedex então, 3 dias é o máximo que demora.

Arthur Silva Vicentini (@ArthurVX)

Sobre as marcas da Via Varejo (Casas Bahia, Pontofrio e Extra.com.br - marca licenciada do GPA, não confundir com o site do Clube Extra, do GPA), Casas Bahia e Pontofrio se diferenciam pelos seus formatos, localização majoritária e público-alvo principal: Casas Bahia majoritariamente em lojas de rua, atingindo as chamadas classes C e D; Pontofrio na sua maioria em shoppings (e muitos comerciais do Pontofrio usavam a frase “passa no shopping!”), com as classes A e B como seu público-alvo (tanto que eu gosto de chamar o Pontofrio de “Casas Bahia gourmet”). Agora, o destino do Extra.com.br (ênfase no “.com.br”) é incerto. Alguns dizem que a Via Varejo vai manter a marca, outros dizem que vai vender de volta pro GPA.

Quanto à Zattini, a marca foi criada pela Netshoes (a varejista online de artigos esportivos) para ser sua loja de moda (os produtos em comum são de marketplace ou vendidos diretamente pela Netshoes/Zattini, agora parte do Magalu?).

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