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Google, Facebook e outros se unem contra fake news sobre coronavírus

As empresas anunciaram um esforço conjunto para evitar desinformação sobre a COVID-19

Victor Hugo Silva Por

Algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo se juntaram para combater fake news ligadas ao novo coronavírus. Em perfis nas redes sociais, Google, YouTube, Facebook, Twitter, Microsoft, LinkedIn e Reddit publicaram um comunicado sobre a iniciativa.

Google, Facebook e outras empresas se uniram para combater fake news sobre coronavírus (Foto: Max Pixel)

As empresas estão trabalhando para ajudar as pessoas a seguirem conectadas e para combater fraudes e desinformação sobre o coronavírus. A ação inclui o compartilhamento de dados oficiais publicados por agências de governo e autoridades de saúde pública de todo o mundo.

"Convidamos outras empresas a se juntarem a nós enquanto trabalhamos para manter as nossas comunidades saudáveis e seguras", diz o comunicado. Os esforços começaram após a videoconferência realizada na semana passada entre empresas e representantes do governo dos Estados Unidos.

Na reunião, o secretário de Tecnologia dos EUA, Michael Kratsios, pediu o apoio de Google, Facebook, Amazon, Microsoft, Apple, IBM, Cisco e Twitter no combate à desinformação. A ideia é aproveitas as plataformas para conscientizar usuários sobre a COVID-19, doença causada pelo coronavírus.

Ainda não há muitos detalhes sobre o que será feito a partir do esforço coordenado. As empresas, porém, tem adotado medidas há algumas semanas. O Facebook, por exemplo, proibiu anúncios sobre máscaras e supostas curas para o coronavírus.

Em seu blog, a empresa também anunciou a criação de um programa com a International Fact-Checking Network (IFCN) que destinará US$ 1 milhão para a checagem de fatos ligada à pandemia. O Facebook Journalism Project destinará mais US$ 1 milhão para a imprensa local nos EUA e no Canadá.

Já o Twitter tem removido dezenas de tweets com fake news sobre o coronavírus. Em buscas no Brasil sobre a pandemia, a rede social passou a exibir um link que leva os usuários a informações oficiais no site do Ministério da Saúde.

Ao TechCrunch, o Twitter afirmou que não descarta revisar suas políticas para adequá-las ao contexto da COVID-19, "levando em consideração as maneiras pelas quais elas podem evoluir para dar conta de novos comportamentos".

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