Street View é expandido para universidades, incluindo UFRJ

Rafael Silva
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O Google anunciou ontem que adicionou mais uma série de imagens no serviço Street View. Embora a maioria das fotos que já estão por lá sejam de ruas públicas e cidades, a atualização dessa semana contempla uma área mais intelectual: os campi de várias universidades ao redor do mundo. Mais de 150 delas tiveram suas dependências mapeadas, fotografadas e estão agora disponíveis para todos os calouros que ainda não sabem se guiar pelo campus de onde escolheram fazer sua graduação.


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A lista completa das universidades mapeadas está nesse artigo de ajuda do Google Maps. Aqui no Brasil a UFRJ é a única das universidades incluída nas novas imagens. O pessoal do tumblr Ciencia Hoje, que parece que é o mesmo nome de um instituto dentro da UFRJ, capturou em vídeo o momento em que a o triciclo do Street View passava pelas dependências do campus. A captura, aliás, aconteceu em março desse ano e só agora estamos vendo o resultado.

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(Vídeo no YouTube)

Além de novas fotos no Street View, o Google Maps ganhou mais novidades no seu aplicativo para Android – seus usuários na Nova Zelândia poderão fazer rotas de bicicleta, algo que já era possível em outros 10 países desde julho desse ano. Essa funcionalidade ainda não está disponível no Brasil e não tem data para ser liberada ainda, mas pelo menos já é possível ver a mudança de altitude em uma rota a pé.

Atualização às 10:50 | Como observou o leitor Arthur Câmara no Twitter, a UFMG já teve parte das suas dependências mapeadas também. Mas pelo que está no mapa, são rotas que podem ser feitas apenas por carros, diferente do que o Google está oferecendo com a atualização hoje – que é mostrar corredores em que estudantes podem andar a pé.

Rafael Silva

Ex-autor

Rafael Silva estudou Tecnologia de Redes de Computadores e mora em São Paulo. Como redator, produziu textos sobre smartphones, games, notícias e tecnologia, além de participar dos primeiros podcasts do Tecnoblog. Foi redator no B9 e atualmente é analista de redes sociais no Greenpeace, onde desenvolve estratégias de engajamento, produz roteiros e apresenta o podcast “As Árvores Somos Nozes”.

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