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Google Voice expande para fora dos EUA, mas não diz para onde

Rafael Silva
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Em março desse ano o Google Voice começou a aparecer para alguns usuários brasileiros, algo que os sagazes leitores do TB notaram e nós julgamos se tratar de uma falha temporária, que foi confirmado pelo Google Brasil. Ainda assim, alguns deles conseguiram realizar chamadas pelo serviço antes dele ser desativado, já que por padrão ele dá 10 centavos de dólar a novos usuários. Agora o Google decidiu finalmente expandir o serviço para além das fronteiras americanas.

Assim como o incidente em março, o único componente do Google Voice que está sendo ativado internacionalmente é a habilidade de fazer ligações para números de telefone, seja fixo ou de celular. Então não espere que você consiga enviar mensagens SMS ou configurar um número para desvio de chamadas e caixa postal, ao menos por enquanto.

Só há um porém no anúncio de hoje: o Google diz que está expandindo o serviço para 38 idiomas, vai poder ligar para números em 150 localidades e passou a aceitar compra de créditos em 4 moedas diferentes (dólar americano e canadense, euro e libras esterlinas). Mas em momento algum ele diz em quais países exatamente o serviço vai passar a funcionar.

A única palavra da empresa é de que o Google Voice vai estar disponível fora dos EUA, pelo Gmail e se a sua conta estiver em um dos 38 idiomas, você verá um ícone de chamada verde no campo de bate-papo do Gmail. Isso é o equivalente a dizer que você só vai poder almoçar hoje se gostar de um dos 38 pratos servidos, sendo que o Google sequer diz quais são os pratos. Ok, estiquei a analogia um pouco, mas a essência é essa.

Podemos assumir que o Brasil está incluído na lista de países com o Google Voice por causa da falha em março e por estar listado na página que mostra o preço cobrado por minuto de chamada. Mas por via das dúvidas enviei uma mensagem à assessoria do Google Brasil perguntando e atualizarei o post assim que receber uma resposta.

Rafael Silva

Rafael Silva tem 27 anos, estudou Tecnologia de Redes de Computadores e mora em São Paulo. Tem uma queda pela Apple na área de dispositivos móveis, mas sempre usou Windows em todos os seus notebooks e desktops. Vez ou outra fala alguma coisa interessante no Twitter: @rafacst. [Envie um email]

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