Fones sem fio Sony WF-1000XM4 e WH-1000XM5 são homologados pela Anatel

Dispositivos chegarão ao Brasil por meio da parceria entre a Multi (ex-Multilaser) e a japonesa; empresas ainda não divulgaram quando os fones serão lançados

Yan Avelino Everton Favretto
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Sony WF-1000XM4 (Imagem: divulgação/Sony)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou dois dos fones de ouvido mais premium da Sony: o WF-1000XM4 e o WH-1000XM5. Por mais completos que sejam, os dispositivos são diferentes em seus formatos: ao passo que um é um intra-auricular, o outro é circo-auricular. De acordo com a documentação, no Brasil, os fones deverão ser vendidos pela Multi (ex-Multilaser), mas ainda não há um data cravada.

O primeiro deles, o WF-1000XM4, foi lançado em junho do ano passado e veio para bater de frente com os AirPods Pro e afins. Ele é um fone TWS que conta com um design robusto e isolamento acústico com cancelamento ativo de ruídos.

Nele, a Sony promete uma qualidade superior de áudio comparado aos demais concorrentes, isso porque ela utiliza o codec LDAC em uma taxa de transferência de até 990 Kb/s. Os fones também são compatíveis com a tecnologia de áudio espacial e a DSEE Extreme, que usa inteligência artificial para tentar recuperar informações perdidas quando o áudio é comprimido.

Toda essa potência, segundo a empresa, pode ser usada por até oito horas seguidas com o cancelamento de ruído ativado. Além disso, a Sony também promete duas recargas garantidas quando o estojo estiver completamente carregado. Por outro lado, a autonomia da bateria pode pular para 12 horas caso o isolamento seja desativado.

Fora do Brasil, o WF-1000XM4 está disponível desde o ano passado e custa US$ 279. Ainda que ele tenha sido homologado, o dispositivo não tem uma data certa para ser comercializado em terras brasileiras. A boa notícia, no entanto, é que sua certificação torna esse “sonho” mais perto de se tornar realidade.

WH-1000XM5 é o mais premium dos headphones

Quando falamos do WH-1000XM5, estamos falando do que há de mais premium no portfólio da Sony. Lançados em maio passado, o headphone possui um design discreto e elegante.

O destaque vai para o cancelamento ativo de ruídos que, segundo a Sony, está melhor do que nas versões anteriores — a empresa diz ter equipado com um segundo processador especialmente para o recurso.

Na parte de fora, a movimentação dos fones está na articulação com a alça, que possui um formato mais ergonômico e é revestida por couro sintético para deixar a experiência mais confortável e pressionar menos as orelhas de quem usá-lo.

WH-1000XM5
Sony WH-1000XM5 conta com um design mais confortável que a versão anterior (Imagem: Divulgação/Sony)

De acordo com a Sony, o WH-1000XM5 oferece um som mais natural e graves melhores do que nas versões anteriores. Ao deixar o fone por apenas três minutos na tomada, a empresa promete três horas de uso, desde que não o cancelamento ativo de ruídos não seja ligado. Em uso normal, o aparelho pode ser usado por até 30 horas.

Também temos conexão com múltiplos dispositivos via Bluetooth e controles por toque nas superfícies dos dois fones; a caixa já inclui um estojo de transporte, como de costume.

Nos Estados Unidos, o fone de ouvido mais premium da Sony também já está disponível e custa US$ 399. Assim como o WF-1000XM4, o dispositivo mais caro ainda não tem uma data para ser lançado oficialmente no Brasil, mas resta à Multi decidir quando começará a vendê-los.

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Yan Avelino

Yan Avelino

Ex-autor

Yan Avelino é natural de Recife (PE) e estuda Jornalismo na UNINASSAU. Foi repórter do Portal Tracklist em 2020 e do MacMagazine, onde cobriu a WWDC em 2021. Também passou pela TV Guararapes, emissora afiliada à RecordTV em Pernambuco, atuando como produtor de reportagem da versão local do Cidade Alerta. No Tecnoblog, foi autor em 2022.

Everton Favretto

Everton Favretto

Assistente de Conteúdo

Everton Favretto é bacharel em Tecnologias Digitais pela UCS e caça homologações da Anatel para o Tecnoblog. Gosta de telefones (velhos e novos) e está sempre pronto para falar de aviões. Consegue identificar um modelo de 737 olhando para a fotografia dele e tem um Raspberry Pi Zero W na sacada só para rastrear as aeronaves por ADS-B.

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