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“Nem todo mundo deveria aprender a programar”, diz criador do Linux

Lógica, contudo, pode ser algo legal de ensinar desde pequeno

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Nos últimos tempos, empreendedorismo e tecnologia têm sido levianamente usados como disciplinas básicas para salvar qualquer situação da pindaíba. Foi demitido? Não gosta do seu trabalho? Seja empreendedor. Quer ter uma carreira de sucesso? Pois você deveria aprender a programar.

Sou formada técnica em informática e posso dizer a vocês: tem atividades que não são para todo mundo. Quando se levanta a bandeira de que todas as pessoas deveriam aprender a programar na escola, assim como aprendem português ou matemática, há uma boa intenção, mas a mensagem que se passa está um pouquinho distorcida.

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Por sorte minha, Linus Torvalds, criador do Linux, concorda comigo. Tido como um dos mais influentes especialistas em computação ainda vivo, Linus deu uma polêmica opinião em entrevista para o Business Insider: “Eu não acredito que todo mundo deva, necessariamente, tentar aprender a programar. Eu acho que essa é uma atividade razoavelmente especializada, e ninguém realmente espera que a maioria das pessoas saiba fazê-lo”, disse ele.

É importante notar, contudo, a diferença entre saber programar e “entender programação”, por assim dizer. Entender os processos lógicos, como os códigos funcionam e como podem ser criados continua sendo um aprendizado bastante importante. Quem sabe, em vez de cursos que ensinam uma determinada linguagem, as escolas pudessem ter aulas que coloquem as crianças em contato com noções de lógica de programação.

“Eu acho que as pessoas deveriam ser expostas [a códigos], apenas para que aquelas que por ventura descubram que gostam daquilo, possam ter a possibilidade de desenvolver essa habilidade. Nesse sentido, eu acho que cursos de programação nas salas de aula são uma ótima ideia, ainda que nem todos precisem aprender a programar”, detalhou Linus.

Quer um exemplo bacana de como isso pode ser possível? Com jogos como o Code Monkey Island, que acaba de ser financiado no Kickstarter. É um jogo de tabuleiro tradicional, mas que traz regras que explicam de forma simples conceitos mais complexos de programação, como funções lógicas, condicionais e operadores booleanos. O VentureBeat também tem uma lista com uma série de outros joguinhos com o mesmo propósito.

Afinal, talvez o real objetivo seja o de colocar as crianças em contato com a tecnologia, para que elas aprendam como cada coisa funciona e, quem sabe, possam desenvolver processos ainda melhores no futuro. Ou seja, em vez de achar que aprender uma determinada linguagem de programação devesse ser ementa no currículo escolar das crianças, seria mais útil deixar claro que o importante é fazê-las entender como as coisas funcionam - e boa parte das coisas, hoje em dia, roda um código por trás da interface.

Como seria o cenário ideal dessa interação entre pequeninos e tecnologia? Deixo vocês com a sugestão do próprio criador do Linux: “Cresça com a tecnologia, brinque com qualquer aparato técnico que puder. Desmonte as coisas, veja se você consegue montá-las de novo”.

Basicamente o que qualquer criança curiosa já iria fazer. Basta um mínimo de incentivo.

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Renan Rosostolato
O Brasileiro não tem o perfil disso, querendo ou não é um fato. É até aceitável que possa ter isso na Coreia do Norte, afinal quase todo território tem internet de alta velocidade - e praticamente já nascem com um celular na mão. Eu acho importante é o aluno sair da escola sabendo ler e escrever com perícia, é o aluno sair da escola sabendo sobre cidadania e seus direitos e deveres. Depois que concluirmos tudo isso com exito em ao menso 70% do território ai, quem sabe, podemos especular linguagem básica de programação nas escolas.
Michael Felipe
Acho importante que fosse adotado no ensino fundamental os fundamentos de linguagem de programação, digo a lógica, condições como o "se" e "else"...
Pedro Luiz
Concordo contigo. Eu troquei o windows, pelo linux, e no linux usei três versões, até chegar aquela mais direta...e preciso transmitir recados, desnhar rapido , e fazer contas rápido....acho a informatica hoje, muito , muito bordada !
Rubens Takiguti Ribeiro
Talvez o mundo fosse muito mais produtivo se as pessoas soubessem programar algo básico e usassem isso a seu favor no trabalho. Mas talvez o mundo não precise disso.
Jesulino Alves
A nova inclusão digital: Incluir para a sociedade da informação e do Conhecimento.
http://www.trezentos.blog.br/?p=8420&preview=true&preview_id=8420&preview_nonce=d45ff57e1c
Juliano Ramos
Sempre gostei de atuar na área de segurança de rede o que consequentemente inspirou-me a estudar programação. Concordo com Linus Torvalds - "Nem todo mundo deve necessariamente saber programar" Qualquer um pode ser expert em Redes, Administração de Servidores entre outras coisas, possuindo apenas o básico da lógica de programação.
Aproveito o comentário para convidá-los para uma comunidade de linuxers (usuários Linux), é uma rede social com interface similar ao facebook:
www.rede.tux4.com.br
Ivan Carvalho Carli
Acho mais importante as escolas ensinarem os pais a serem pais e as crianças a serem crianças.
Vagner Alexandre Abreu
Arthur Franco Ferreira Eu gosto de regulamentação onde precisa de regulamentação. Ou seja, em lugares que necessitem de controle restrito MESMO. Exército, forças policiais, grupos de pesquisa, serviços ligados a algum governo ou sociedade.

Para atividades pessoa-a-pessoa, burocracias e regulamentações são desnecessárias. O cara não quer saber se o cara fez o curso de corte de cabelereiro no Jassa ou a faculdade de TI em Havard. As pessoas simplesmente querem algo, na mão, pronto e feito. Só.

Complique demais, e a sociedade se torna maçante e travada, inclusive na inovação (vide o caso de patentes e direitos autorais).

Quanto mais cabresto você coloca, mais você cria divisões negativas em uma sociedade.
Arthur Franco Ferreira
Vagner Alexandre Abreu faz todo sentido o que disse. Mas chegamos num ponto que é questão de opinião. Eu prefiro confiar em algumas estatísticas. Geralmente eu pesquiso a empresa, procuro saber e se for um assunto que não está tão em evidência ou seja impactante, não tenho porque desconfiar. Outra questão é que eu prefiro uma regulamentação a que deixar livre. Prefiro que haja sim um piso, uma base. Um cálculo justo baseado na economia.

O problema é que, no Brasil (não sei de outros países), tudo é maior e mais complicado. Burocracia demais, valores absurdos demais. Nisso eu concordo. Eu acho que é válida a regulamentação, mas da maneira mais simples possível e com valores justos para todos, tanto para os profissionais, quanto para os consumidores.
Arthur Franco Ferreira
Vagner Alexandre Abreu faz todo sentido o que disse. Mas chegamos num ponto que é questão de opinião. Eu prefiro confiar em algumas estatísticas. Geralmente eu pesquiso a empresa, procuro saber e se for um assunto que não está tão em evidência ou seja impactante, não tenho porque desconfiar. Outra questão é que eu prefiro uma regulamentação a que deixar livre. Prefiro que haja sim um piso, uma base. Um cálculo justo baseado na economia.

O problema é que, no Brasil (não sei de outros países), tudo é maior e mais complicado. Burocracia demais, valores absurdos demais. Nisso eu concordo. Eu acho que é válida a regulamentação, mas da maneira mais simples possível e com valores justos para todos, tanto para os profissionais, quanto para os consumidores.
Vagner Alexandre Abreu
Arthur Franco Ferreira cara, eu não confio em estatísticas. Ponto. Não use este argumento para provar sua tese, pois como eu disse, há tantas possibilidades e necessidades por aí que só números de uma estatística (provavelmente encomendada, e provavelmente enviesada) não vão provar este ponto.

Entenda: regras demais em uma situação profissional gera problemas, desde possibilidade de péssimos profissionais trabalhando só porque conseguiram de alguma forma entrar dentro das regras, e bons profissionais ficarem de fora pois não atendem alguma condição das regras impostas. Já mencionei médicos, posso citar advogados, engenheiros...

Eu tinha lido uma reportagem sobre um problema que vem acontecendo nos Estados Unidos, onde lá parece que em alguns lugares, muitas profissões simples estão pedindo nos currículos o curso específico. Garis, manicures, mecânicos, padeiros... Não que não seja ruim ter um curso no currículo, mas sim que isso está limitando o mercado de trabalho, e está causando escassez de profissionais, e no caso de profissionais já na área e certificados, uma inflação nos salários e na própria economia.

Eu não deveria, mas vou fazer o mesmo uso de recurso que você fez:

Imagine a seguinte situação: amanhã baixa uma portaria no governo e todo cabeleireiro tem que ter certificação, pagar taxa na ANIVSA e participar da CCB (Conselho de Cabeleireiros Brasileiros).

Profissionais que nunca fizeram cursos na vida, mas são reconhecidos pelo seu profissionalismo, automaticamente são marginalizados, exceto se atenderem as regras do governo. O valor de um corte de quem trabalha na área e "está tudo certinho perante a lei", que era 5 reais, aumenta para 45 reais, baseado na tablea minha do CCB, contando impostos.

Como eu disse quando confrontei seu exemplo, existem diversas nuances e situações que podem acontecer. Desde todos aceitarem o fato e atenderem o requerimento, e pessoas até gostarem, até alguma manifestação contra a lei colocada. Algumas das consequências com o aumento de preços dos profissionais gera inflação, já que com o aumento de alguns profissionais, outros também começam a movimentar-se para pedir aumento.

Enfim, tudo pode ser possível. Mas com regularização de algumas profissões, podem surgir diversos cenários, inclusive desfavoráveis aos próprios profissionais que pediram a regulação.

"Todos os animais são iguais, alguns mais iguais que os outros". Pense nisso.
Vagner Alexandre Abreu
Arthur Franco Ferreira cara, eu não confio em estatísticas. Ponto. Não use este argumento para provar sua tese, pois como eu disse, há tantas possibilidades e necessidades por aí que só números de uma estatística (provavelmente encomendada, e provavelmente enviesada) não vão provar este ponto.

Entenda: regras demais em uma situação profissional gera problemas, desde possibilidade de péssimos profissionais trabalhando só porque conseguiram de alguma forma entrar dentro das regras, e bons profissionais ficarem de fora pois não atendem alguma condição das regras impostas. Já mencionei médicos, posso citar advogados, engenheiros...

Eu tinha lido uma reportagem sobre um problema que vem acontecendo nos Estados Unidos, onde lá parece que em alguns lugares, muitas profissões simples estão pedindo nos currículos o curso específico. Garis, manicures, mecânicos, padeiros... Não que não seja ruim ter um curso no currículo, mas sim que isso está limitando o mercado de trabalho, e está causando escassez de profissionais, e no caso de profissionais já na área e certificados, uma inflação nos salários e na própria economia.

Eu não deveria, mas vou fazer o mesmo uso de recurso que você fez:

Imagine a seguinte situação: amanhã baixa uma portaria no governo e todo cabeleireiro tem que ter certificação, pagar taxa na ANIVSA e participar da CCB (Conselho de Cabeleireiros Brasileiros).

Profissionais que nunca fizeram cursos na vida, mas são reconhecidos pelo seu profissionalismo, automaticamente são marginalizados, exceto se atenderem as regras do governo. O valor de um corte de quem trabalha na área e "está tudo certinho perante a lei", que era 5 reais, aumenta para 45 reais, baseado na tablea minha do CCB, contando impostos.

Como eu disse quando confrontei seu exemplo, existem diversas nuances e situações que podem acontecer. Desde todos aceitarem o fato e atenderem o requerimento, e pessoas até gostarem, até alguma manifestação contra a lei colocada. Algumas das consequências com o aumento de preços dos profissionais gera inflação, já que com o aumento de alguns profissionais, outros também começam a movimentar-se para pedir aumento.

Enfim, tudo pode ser possível. Mas com regularização de algumas profissões, podem surgir diversos cenários, inclusive desfavoráveis aos próprios profissionais que pediram a regulação.

"Todos os animais são iguais, alguns mais iguais que os outros". Pense nisso.
Arthur Franco Ferreira
Vagner Alexandre Abreu note que esse é um cenário que, apesar de hipotético, já foi comprovado por relatos e pesquisas de mercado que acontece esse tipo de coisa com esses parâmetros que eu utilizei. É pq, no momento, eu não tenho as fontes para te passar, mas garanto que não estou inventando.

Todas as três opções que você deu eu citei. Lógico que o jovem poderia fazer melhor que os amigos, que os amigos podem não dar uma manutenção decente ou que o jovem faça melhor. Isso também contém números e dados comprovados. Acontece sim, mas é minoria. O caso mais comum foi o que eu citei.

Quando esse cenário de minoria acontece é praticamente uma questão de sorte / azar.
Vagner Alexandre Abreu
Arthur Franco Ferreira agora, usando de sua analogia, podemos considerar:

- E se o cara que fez sozinho se comprometer a corrigir o programa com o tempo, pelo mesmo valor cobrado?

- E se os três amigos deixarem o programa que eles criaram sem manutenção e totalmente travado para outros mexerem?

- E se o sistema que o cara fez sozinho fez melhor?

Por favor, entenda que analogias muitas vezes tem falhas pois só veem um dos viés, existem tantas nuances e possibilidades nesta história... Os três amigos no final podem ser muquiranas e enganadores. Não que o cara solitário também não possa ser também, mas em dias atuais, é difícil confiar em alguém.

Não existe só este fator como colocado por você. E o mundo não pode ser regido por "regras feitas por 'amigos'". O melhor exemplo disto é a situação atual da política brasileira: todos são "amigos" e as regras os favorecem apenas.

Detalhes extras a serem pensados: uma coisa que não noto é uma discussão em cima de quem trabalha com "Open Source". Afinal de contas, os caras ganham dinheiro no open source com seus trabalhos diretos, não com programas produzidos.

Não defendo uma "anomia" exatamente, mas sim uma espécie de "anarquia": faça o que quiser, mas saiba o que está fazendo e se responsabilize pelas consequências de suas atitudes.

A partir do momento que você faz uma regulação em setores que não precisam deles, o resultado é burrocracia, "colegismo" e "cartel". Vide a questão da medicina, hoje com problemas sérios de falta de pessoal por causa deste tipo de coisa.

E o verdadeiro profissional não é aquele que tem diploma e carteira de sócio em entidade de classe. Isso tem gente que compra ou consegue de alguma forma.

O verdadeiro profissional é aquele que o atende prontamente e lhe respeita como cliente, como uma pessoa que necessita de seus serviços e confia em você para fazer algo, desde trocar uma tomada até fazer o programa de uma bomba nuclear. Profissionalismo não precisa de regras, de lei. Precisa de ação própria de cada profissional. Se as pessoas entenderem isso, aí as coisas mudam em um país. :)

Pois infelizmente tem muita gente por aí que se diz profissional, e o que mais faz é destratar clientes ou seus empregadores :

Pense nisso por favor.
Vagner Alexandre Abreu
Arthur Franco Ferreira agora, usando de sua analogia, podemos considerar:

- E se o cara que fez sozinho se comprometer a corrigir o programa com o tempo, pelo mesmo valor cobrado?

- E se os três amigos deixarem o programa que eles criaram sem manutenção e totalmente travado para outros mexerem?

- E se o sistema que o cara fez sozinho fez melhor?

Por favor, entenda que analogias muitas vezes tem falhas pois só veem um dos viés, existem tantas nuances e possibilidades nesta história... Os três amigos no final podem ser muquiranas e enganadores. Não que o cara solitário também não possa ser também, mas em dias atuais, é difícil confiar em alguém.

Não existe só este fator como colocado por você. E o mundo não pode ser regido por "regras feitas por 'amigos'". O melhor exemplo disto é a situação atual da política brasileira: todos são "amigos" e as regras os favorecem apenas.

Detalhes extras a serem pensados: uma coisa que não noto é uma discussão em cima de quem trabalha com "Open Source". Afinal de contas, os caras ganham dinheiro no open source com seus trabalhos diretos, não com programas produzidos.

Não defendo uma "anomia" exatamente, mas sim uma espécie de "anarquia": faça o que quiser, mas saiba o que está fazendo e se responsabilize pelas consequências de suas atitudes.

A partir do momento que você faz uma regulação em setores que não precisam deles, o resultado é burrocracia, "colegismo" e "cartel". Vide a questão da medicina, hoje com problemas sérios de falta de pessoal por causa deste tipo de coisa.

E o verdadeiro profissional não é aquele que tem diploma e carteira de sócio em entidade de classe. Isso tem gente que compra ou consegue de alguma forma.

O verdadeiro profissional é aquele que o atende prontamente e lhe respeita como cliente, como uma pessoa que necessita de seus serviços e confia em você para fazer algo, desde trocar uma tomada até fazer o programa de uma bomba nuclear. Profissionalismo não precisa de regras, de lei. Precisa de ação própria de cada profissional. Se as pessoas entenderem isso, aí as coisas mudam em um país. :)

Pois infelizmente tem muita gente por aí que se diz profissional, e o que mais faz é destratar clientes ou seus empregadores :

Pense nisso por favor.
Chinnon Santos
Quis dizer no modo menos impactante que nem todo mundo é capaz de criar aplicações funcionais em computadores... (que em meu ponto de vista é algum complexo, dependendo da aplicação... realmente não é pra qualquer um...)
Arthur Franco Ferreira
Vagner Alexandre Abreu , apesar de entender a ideia que o Diego tenha dado, acho que foi mal colocada, pois você respondeu muito bem. O problema que ele quer citar tem a ver com talvez a sua falta de conhecimento específico na área. No seu primeiro comentário você disse que não é programador, não sei se conhece, mas vou tentar explicar aqui com um cenário que é muito comum atualmente.

Suponha que você é o dono de uma loja de sapatos e quer criar um site para vender sapatos online. Aparecem dois profissionais para lhe dar o orçamento e uma demonstração funcional da aplicação.

Um deles foi feito por um rapaz jovem. Fez sozinho e aprendeu sozinho. Fez tudo. Banco de dados, site, integração com a aplicação de cobrança de cartão, envio de email, relatórios, etc. O outro foi feito por uma equipe de amigos. Um administrador de banco de dados, um programador e um designer. Os três fizeram tudo que o jovem fez. A diferença entre os dois, inicialmente, é que o jovem fez a aplicação em menos tempo e ele cobra menos da metade que a equipe dos três cobra.

Você, dono da loja, vai e testa a aplicação. As duas são, inicialmente, exatamente iguais. Se são exatamente iguais e uma delas é feita em menos tempo e por menos da metade do preço, o que você paga? Por lógica, a opção do jovem, certo?

Mas, é aí começam a acontecer os problemas. O jovem não considerou a aplicação ter vários acessos simultaneamente, não considerou o volume de dados no banco de dados, não considerou dos seus clientes quererem utilizar a aplicação num smartphone, etc. Quando começam esses problemas, você vai pedir para o jovem corrigir. E aí somam problemas de manutenção, dores de cabeça, etc, onde, provavelmente, o dinheiro que você gastou nisso foi por água abaixo.

Se você tivesse optado pelo produto da equipe de amigos, cada um sabe o que é melhor a ser feito em cada área e você tem um produto garantido e, mesmo havendo problemas, eles vão saber resolver muito melhor.

Há jovens que sabem fazer o que essa equipe de amigos fazem? Sim, há. Mas já foi garantido com pesquisas (até mesmo por aqui no tecnoblog) que é uma minoria quase insignificante.

Concordo que há um elitismo na profissão, o que é ruim, fato. Mas também não dá para ignorar esses exemplos que são dados aí. Por isso a necessidade da profissionalização e da valorização do profissional. Para evitar que esse cenário dito acima ocorra. É desanimador quando isso acontece.
Arthur Franco Ferreira
Vagner Alexandre Abreu , apesar de entender a ideia que o Diego tenha dado, acho que foi mal colocada, pois você respondeu muito bem. O problema que ele quer citar tem a ver com talvez a sua falta de conhecimento específico na área. No seu primeiro comentário você disse que não é programador, não sei se conhece, mas vou tentar explicar aqui com um cenário que é muito comum atualmente.

Suponha que você é o dono de uma loja de sapatos e quer criar um site para vender sapatos online. Aparecem dois profissionais para lhe dar o orçamento e uma demonstração funcional da aplicação.

Um deles foi feito por um rapaz jovem. Fez sozinho e aprendeu sozinho. Fez tudo. Banco de dados, site, integração com a aplicação de cobrança de cartão, envio de email, relatórios, etc. O outro foi feito por uma equipe de amigos. Um administrador de banco de dados, um programador e um designer. Os três fizeram tudo que o jovem fez. A diferença entre os dois, inicialmente, é que o jovem fez a aplicação em menos tempo e ele cobra menos da metade que a equipe dos três cobra.

Você, dono da loja, vai e testa a aplicação. As duas são, inicialmente, exatamente iguais. Se são exatamente iguais e uma delas é feita em menos tempo e por menos da metade do preço, o que você paga? Por lógica, a opção do jovem, certo?

Mas, é aí começam a acontecer os problemas. O jovem não considerou a aplicação ter vários acessos simultaneamente, não considerou o volume de dados no banco de dados, não considerou dos seus clientes quererem utilizar a aplicação num smartphone, etc. Quando começam esses problemas, você vai pedir para o jovem corrigir. E aí somam problemas de manutenção, dores de cabeça, etc, onde, provavelmente, o dinheiro que você gastou nisso foi por água abaixo.

Se você tivesse optado pelo produto da equipe de amigos, cada um sabe o que é melhor a ser feito em cada área e você tem um produto garantido e, mesmo havendo problemas, eles vão saber resolver muito melhor.

Há jovens que sabem fazer o que essa equipe de amigos fazem? Sim, há. Mas já foi garantido com pesquisas (até mesmo por aqui no tecnoblog) que é uma minoria quase insignificante.

Concordo que há um elitismo na profissão, o que é ruim, fato. Mas também não dá para ignorar esses exemplos que são dados aí. Por isso a necessidade da profissionalização e da valorização do profissional. Para evitar que esse cenário dito acima ocorra. É desanimador quando isso acontece.
Vagner Alexandre Abreu
Diego Roldão Moura valorização do jeito que fazem é elitismo.

Eu sinceramente, nas condições financeiras que estou, prefiro o cara que aprendeu na esquina e "me dá um jeito", pagando 30 reais. Não posso fazer nada, porque infelizmente no Brasil, educação é mercadoria, não forma de mudar as coisas em um lugar. Lembrando que no caso do Brasil, há médicos pagos com os impostos gerados.

No caso dos médicos, há uma discussão pelo fato que aqui a educação para a medicina é "fechada" por grupos e limitando o número de médicos, com isso gerando a condição para o Governo criar o "Mais Médicos".

Pensamentos como este, de "profissionalizar" uma área, é que acabam gerando inflação, corrupção e grupelhos. Quanto mais você "profissionaliza" uma área, mais ela corre o risco de marginalizar atitudes de uma pessoa comum (imagine a pessoa ter que ser obrigada a ter "crea" só para instalar um OS ou um driver), diplomas falsos.

Claro que educação é necessário para um bom profissional, mas isso vem não só de cursos, mas sim de condições próprias. Muitos técnicos e hackers são autodidatas e se fizeram um curso, no máximo foi um ou dois.

A informática mesmo, nos moldes atuais, não nasceu de cursos específicos em universidades, mas sim do empenho de pessoas que aprenderam por conta própria e geraram um novo mercado com isso. Gates/Allen/Ballmer e Jobs/Wozniak não tinham faculdade de informática por trás, e ainda estavam começando na faculdade quando começaram seus negócios. Trancaram a faculdade e foram meter as caras na área.

Bons profissionais, seja inclusive médicos, não precisam de diploma para comprovar que são bons. Basta saberem trabalhar bem. A recompensa? O justo como todo mundo: o quanto de trabalho eles fazem é o quanto eles vão ganhar.

Se você cobra caro, então você não tem moral nenhuma de reclamar da inflação e dos impostos.
Vagner Alexandre Abreu
Diego Roldão Moura valorização do jeito que fazem é elitismo.

Eu sinceramente, nas condições financeiras que estou, prefiro o cara que aprendeu na esquina e "me dá um jeito", pagando 30 reais. Não posso fazer nada, porque infelizmente no Brasil, educação é mercadoria, não forma de mudar as coisas em um lugar. Lembrando que no caso do Brasil, há médicos pagos com os impostos gerados.

No caso dos médicos, há uma discussão pelo fato que aqui a educação para a medicina é "fechada" por grupos e limitando o número de médicos, com isso gerando a condição para o Governo criar o "Mais Médicos".

Pensamentos como este, de "profissionalizar" uma área, é que acabam gerando inflação, corrupção e grupelhos. Quanto mais você "profissionaliza" uma área, mais ela corre o risco de marginalizar atitudes de uma pessoa comum (imagine a pessoa ter que ser obrigada a ter "crea" só para instalar um OS ou um driver), diplomas falsos.

Claro que educação é necessário para um bom profissional, mas isso vem não só de cursos, mas sim de condições próprias. Muitos técnicos e hackers são autodidatas e se fizeram um curso, no máximo foi um ou dois.

A informática mesmo, nos moldes atuais, não nasceu de cursos específicos em universidades, mas sim do empenho de pessoas que aprenderam por conta própria e geraram um novo mercado com isso. Gates/Allen/Ballmer e Jobs/Wozniak não tinham faculdade de informática por trás, e ainda estavam começando na faculdade quando começaram seus negócios. Trancaram a faculdade e foram meter as caras na área.

Bons profissionais, seja inclusive médicos, não precisam de diploma para comprovar que são bons. Basta saberem trabalhar bem. A recompensa? O justo como todo mundo: o quanto de trabalho eles fazem é o quanto eles vão ganhar.

Se você cobra caro, então você não tem moral nenhuma de reclamar da inflação e dos impostos.
Vagner Alexandre Abreu
Diego Roldão Moura valorização do jeito que fazem é elitismo.

Eu sinceramente, nas condições financeiras que estou, prefiro o cara que aprendeu na esquina e "me dá um jeito", pagando 30 reais. Não posso fazer nada, porque infelizmente no Brasil, educação é mercadoria, não forma de mudar as coisas em um lugar. Lembrando que no caso do Brasil, há médicos pagos com os impostos gerados.

No caso dos médicos, há uma discussão pelo fato que aqui a educação para a medicina é "fechada" por grupos e limitando o número de médicos, com isso gerando a condição para o Governo criar o "Mais Médicos".

Pensamentos como este, de "profissionalizar" uma área, é que acabam gerando inflação, corrupção e grupelhos. Quanto mais você "profissionaliza" uma área, mais ela corre o risco de marginalizar atitudes de uma pessoa comum (imagine a pessoa ter que ser obrigada a ter "crea" só para instalar um OS ou um driver), diplomas falsos.

Claro que educação é necessário para um bom profissional, mas isso vem não só de cursos, mas sim de condições próprias. Muitos técnicos e hackers são autodidatas e se fizeram um curso, no máximo foi um ou dois.

A informática mesmo, nos moldes atuais, não nasceu de cursos específicos em universidades, mas sim do empenho de pessoas que aprenderam por conta própria e geraram um novo mercado com isso. Gates/Allen/Ballmer e Jobs/Wozniak não tinham faculdade de informática por trás, e ainda estavam começando na faculdade quando começaram seus negócios. Trancaram a faculdade e foram meter as caras na área.

Bons profissionais, seja inclusive médicos, não precisam de diploma para comprovar que são bons. Basta saberem trabalhar bem. A recompensa? O justo como todo mundo: o quanto de trabalho eles fazem é o quanto eles vão ganhar.

Se você cobra caro, então você não tem moral nenhuma de reclamar da inflação e dos impostos.
Diego Roldão Moura
Não é elitismos, mas sim, valorização!
O cara estuda, gasta grana em cursos, busca certificações e diplomas para no fim ter que cobrar o mesmo que um "micreiro" de esquina!

Te pergunto:
Tu vai consultar com medico especialista em coluna, que te cobra R$600,00 por 10 a 15 minutos de atendimento, ou vai no conhecido da esquina que aprendeu a endireitar a coluna e "te da um jeito" por R$30,00?

A logica é a mesma, ou seja, valorizar o profissional capacitado e que estudou para lhe prestar o melhor atendimento/serviço.

Eu sou um dos que levanto a bandeira para a profissionalização da área de TI, ou seja, para atuar nela tem que ter curso (técnico/superior/certificação), sendo que os projetos e a administração da área tem de ser gerida por pessoas com conhecimento... Em outras palavras alguém com competência comprovada e registrado em algum conselho (tipo OAB da vida) para assinar em baixo de um projeto.
Ramon E. Ritter
Marcelo A R Dias ,
Eu trabalho a 28 anos desenvolvendo sistemas e, apesar de ser mais focado em instituições financeiras, contábeis e tributárias, já trabalhei em várias pequenas empresas também.

Já encontrei profissionais medíocres que se recusavam a compartilhar conhecimentos, com medo de formar concorrentes, como você citou. Entretanto esses são uma minoria e devido ao seu egoísmo acabam relegados ao ostracismo, boicotados pelos seus próprios colegas.

A maioria (e me incluo entre eles) gosta de compartilhar conhecimento e ajudar os seus pares a crescer. Até por que, com a internet, pedaços de códigos prontos para resolver qualquer problema existem aos montes, sendo bobagem acreditar que só você sabe sobre o assunto.

E as próprias empresas valorizam o profissional que colabora com os colegas, já que as áreas de atuação são muitas e é praticamente impossível desenvolver um sistema grande sozinho (pelo menos dentro dos prazos exigidos).

Agora, se você está em um local (faculdade, empresa, etc.) que não incentiva o compartilhamento de informações e onde seus colegas se preocupam em "esconder o jogo", saia daí o quanto antes. Instituições "tóxicas", apesar de exceções, existem e irão atrapalhar seu crescimento profissional e até mesmo pessoal...
Cláudia Silva
“Cresça com a tecnologia, brinque com qualquer aparato técnico que puder. Desmonte as coisas, veja se você consegue montá-las de novo”.
Vagner Alexandre Abreu
Bem, quanto a aprender lógica, isso deveria ser ensinado na escola, para que desde criança se entenda que as coisas obedecem, prioritariamente, a alguma lógica. Conceitos lógicos. Não programação.

Se... então...

Não sou programador, e vejo que até dentro da área de informática, não precisa exatamente saber programação (linha de código). Lembremos que a área de informática é a mistura da eletrônica com o processamento de dados. A base principal da informática é a eletrônica, esta que apesar de ter seus conceitos de lógica também (cada componente tem suas regras de aplicações), para soluções simples de hardware, basta saber apenas qual é o componente defeituoso e retira-lo / troca-lo.

Há dois pontos a serem pensados com a frase de Linus:

1º - TODA PROFISSÃO TEM SEU VALOR. Do cara que trabalha como gari até o cara que trabalha como executivo, prioritariamente todos estão tentando fazer algo nesta roda da vida...

2º - O ELITISMO. "Todos os animais são iguais. Uns são mais iguais que os outros". há um problema com alguns profissionais de ensino superior que pensam que só porque tem faculdade, diploma e horas de estudo significa que o cara é o melhor do mundo.

No caso de informática, vejo um grande elitismo e segregação entre profissionais, além de discrepância, pois enquanto alguns cobram 200 reais para gastar 5 minutos instalando um modem DSL, outros cobram 20 reais para ajudar a tirar um vírus e demora uns 20 minutos. E o pior é que o cara que tirou o vírus e se esforçou para fazer isso ainda é tachado pejorativamente de "prostituto" (já dizia um filósofo que quando trabalhamos para alguém, não importa a profissão, de fato estamos nos prostituindo).

Deveria tirar essa aura de "Profissão de ouro" que TI tem e deixar que as pessoas entre em uma área de trabalho pois tem alguma afinidade por aquilo, não porque os caras ganham "extorquindo" os outros.
Arthur Franco Ferreira
Nunca neguei ajuda a ninguém no trabalho. Principalmente pq, na grande maioria das vezes, o trabalho é realizado em equipe. A empresa cresce não somente por você, mas junto com o time. Quem sai perdendo assim é você. Eu pelo menos não gostaria de trabalhar contigo com você pensando assim. Lamentável
Arthur Luiz Tavares
DESCULPE.
Arthur Luiz Tavares
DESCULPE.
Cassiano Ricardo Geromel
"treino é treino - jogo é jogo" #soosfortes
Marcelo A R Dias
Estou falando de corporativismo caso não tenham entendido, e não de distribuição de informação como alguns falaram aqui.
É claro que existem milhares de sites para estudo, onde pessoas tiram dúvidas, colaboram, etc.... todos sabem disso.
Mas acho que não pegaram a ideia.
Marcelo A R Dias
Estou falando de corporativismo caso não tenham entendido, e não de distribuição de informação como alguns falaram aqui.
É claro que existem milhares de sites para estudo, onde pessoas tiram dúvidas, colaboram, etc.... todos sabem disso.
Mas acho que não pegaram a ideia.
qgustavor
Tirinha do dia do CommitStrip para acrescentar a discussão.
Por mim apoio o Linus: só dar uma olhada nas questões do StackOverflow (as que acabam sendo editadas, excluídas ou levadas ao esquecimento).
Arthur Franco Ferreira
Uma coisa que tb concordo com o João, mas usaria uma palavra diferente, é quanto ao método de ensino. Os cursos extracurriculares que as crianças fazem (pelo menos as que tem dinheiro para pagar) como cursos de idiomas, de instrumento, esportes, entre outros, eu acho que poderia ter na escola. Acho que todas as escolas deveriam ser de tempo integral. De manhã estudam as matérias obrigatórias que temos hoje em dia e, à tarde, poderiam fazer essas atividades extracurriculares À ESCOLHA DO JOVEM. Não importa o que vai fazer, mas vai fazer algo que lhe interesse. Um esporte, estudar música, idiomas, desenho/pintura, teatro, leitura, etc. E, pq não, até mesmo carpintaria, corte e costura, culinária, eletrônica e lógica de programação?
Joao Paulo Santos Silva
Uso o StackOverflow PT desde o início e apesar de ter apenas 1 ano de experiência profissional uma das coisas que mais me da prazer é poder responder alguém lá, compartilhando meu conhecimento e ajudando pessoas menos experientes que eu a crescerem.
Antony Pena
Tah serto. Code Academy, Universidade de Berkeley e tantas outras instituições mandam lembranças. HU3HU3BRBR
Rafael Blink
mano, quando não se tem nada a falar ou não se conhece sobre tal tema(ou acha que sabe), é melhor ficar calado do que simplesmente defecar assim pela boca.
Douglas Siqueira
João Cagnoni Poxa eu adoraria ter tido aulas de culinária, costura, programação na escola xD Criança tem tempo livro logica de programação não vai matar ninguém só tem a contribuir para a melhora do raciocínio logico da gurizada :)
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Concordo, porém o nosso tempo é limitado e não devemos ocupá-lo com aprendizado de menor relevância. Um médico nunca vai precisar saber por que é ruim usar um goto ou o que são testes unitários. Seria melhor ele ocupar seu tempo estudando, por exemplo, medicações. Quem sabe um dia eu consiga reunir as 7 esferas do dragão para me tornar imortal, além de programar eu quero estudar medicina e passar na OAB.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Concordo, porém o nosso tempo é limitado e não devemos ocupá-lo com aprendizado de menor relevância. Um médico nunca vai precisar saber por que é ruim usar um goto ou o que são testes unitários. Seria melhor ele ocupar seu tempo estudando, por exemplo, medicações. Quem sabe um dia eu consiga reunir as 7 esferas do dragão para me tornar imortal, além de programar eu quero estudar medicina e passar na OAB.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Concordo, porém o nosso tempo é limitado e não devemos ocupá-lo com aprendizado de menor relevância. Um médico nunca vai precisar saber por que é ruim usar um goto ou o que são testes unitários. Seria melhor ele ocupar seu tempo estudando, por exemplo, medicações. Quem sabe um dia eu consiga reunir as 7 esferas do dragão para me tornar imortal, além de programar eu quero estudar medicina e passar na OAB.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Concordo, porém o nosso tempo é limitado e não devemos ocupá-lo com aprendizado de menor relevância. Um médico nunca vai precisar saber por que é ruim usar um goto ou o que são testes unitários. Seria melhor ele ocupar seu tempo estudando, por exemplo, medicações. Quem sabe um dia eu consiga reunir as 7 esferas do dragão para me tornar imortal, além de programar eu quero estudar medicina e passar na OAB.
Arthur Franco Ferreira
Então você não deveria ter usado lixo sem importância. Aliás, nenhum conhecimento é. Pelo menos não se você for utilizar. Só é sem importância se não for utilizar ou aplicar aquele conhecimento.

Mas concordo com uma coisa: que não deveria ser obrigatório. Pode ser muito bem uma matéria complementar caso o aluno tenha interesse. Não é todo mundo que tem interesse ou aptidão para lógica de programação.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Há diversos assuntos importantes para serem tratados na escola. Programação é uma especialização e deve ser ensinada para aqueles que tenham interesse ou que estão buscando um futuro nesta área. Se criarem uma matéria "programação", daqui a pouco criam outras de culinária, manicure e por aí vai. Nossos métodos de ensino estão ultrapassados há décadas, e não é com mais conteúdo irrelevante que resolvemos esta situação. Não cuspi no meu prato, apenas acho que programação não deve ser ensinada na escola. Lugar de aprender programação é em um lugar voltado para tal.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Há diversos assuntos importantes para serem tratados na escola. Programação é uma especialização e deve ser ensinada para aqueles que tenham interesse ou que estão buscando um futuro nesta área. Se criarem uma matéria "programação", daqui a pouco criam outras de culinária, manicure e por aí vai. Nossos métodos de ensino estão ultrapassados há décadas, e não é com mais conteúdo irrelevante que resolvemos esta situação. Não cuspi no meu prato, apenas acho que programação não deve ser ensinada na escola. Lugar de aprender programação é em um lugar voltado para tal.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Há diversos assuntos importantes para serem tratados na escola. Programação é uma especialização e deve ser ensinada para aqueles que tenham interesse ou que estão buscando um futuro nesta área. Se criarem uma matéria "programação", daqui a pouco criam outras de culinária, manicure e por aí vai. Nossos métodos de ensino estão ultrapassados há décadas, e não é com mais conteúdo irrelevante que resolvemos esta situação. Não cuspi no meu prato, apenas acho que programação não deve ser ensinada na escola. Lugar de aprender programação é em um lugar voltado para tal.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Há diversos assuntos importantes para serem tratados na escola. Programação é uma especialização e deve ser ensinada para aqueles que tenham interesse ou que estão buscando um futuro nesta área. Se criarem uma matéria "programação", daqui a pouco criam outras de culinária, manicure e por aí vai. Nossos métodos de ensino estão ultrapassados há décadas, e não é com mais conteúdo irrelevante que resolvemos esta situação. Não cuspi no meu prato, apenas acho que programação não deve ser ensinada na escola. Lugar de aprender programação é em um lugar voltado para tal.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Há diversos assuntos importantes para serem tratados na escola. Programação é uma especialização e deve ser ensinada para aqueles que tenham interesse ou que estão buscando um futuro nesta área. Se criarem uma matéria "programação", daqui a pouco criam outras de culinária, manicure e por aí vai. Nossos métodos de ensino estão ultrapassados há décadas, e não é com mais conteúdo irrelevante que resolvemos esta situação. Não cuspi no meu prato, apenas acho que programação não deve ser ensinada na escola. Lugar de aprender programação é em um lugar voltado para tal.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Há diversos assuntos importantes para serem tratados na escola. Programação é uma especialização e deve ser ensinada para aqueles que tenham interesse ou que estão buscando um futuro nesta área. Se criarem uma matéria "programação", daqui a pouco criam outras de culinária, manicure e por aí vai. Nossos métodos de ensino estão ultrapassados há décadas, e não é com mais conteúdo irrelevante que resolvemos esta situação. Não cuspi no meu prato, apenas acho que programação não deve ser ensinada na escola. Lugar de aprender programação é em um lugar voltado para tal.
João Cagnoni
Arthur Franco Ferreira Há diversos assuntos importantes para serem tratados na escola. Programação é uma especialização e deve ser ensinada para aqueles que tenham interesse ou que estão buscando um futuro nesta área. Se criarem uma matéria "programação", daqui a pouco criam outras de culinária, manicure e por aí vai. Nossos métodos de ensino estão ultrapassados há décadas, e não é com mais conteúdo irrelevante que resolvemos esta situação. Não cuspi no meu prato, apenas acho que programação não deve ser ensinada na escola. Lugar de aprender programação é em um lugar voltado para tal.
Lucas Felipe da Cunha
Você não poderia estar mais errado cara. A área de tecnologia compartilha mais conhecimento que muitas outras áreas. É só você acessar StackOverflow, os inúmeros projetos opensource no Github e etc. Trabalho com a linguagem Ruby (rails) e posso dizer que esta comunidade esta repleta de pessoas querendo compartilhar conhecimento.
Arthur Franco Ferreira
Deixa eu ver se eu entendi. Você é programdor e considera lógica de programação como "lixo sem importância"? Se foi isso mesmo que eu entendi tá cuspindo no prato que come bonito hein. E ensinar valores precisa de uma matéria? Isso já tá implícito, além de ser algo que ensina muito mais em casa (na escola é complemento). E como diabos se ensina qualidade de vida? rs
Arthur Franco Ferreira
<sarcasmo>Ah sim, você está absolutamente certo!!!</sarcasmo>

Afinal de contas, sites como StackOverflow, GUJ, entre tantos outros sites, fóruns, blogs e afins estão falidos, ninguém acessa e ninguém usa justamente para não formar concorrentes. Você só provou ainda mais a teoria do texto de que não é qualquer um que pode ser programador.
Ígor Moreira
Cara você está totalmente errado, com uma mentalidade ridícula e deve estar cercado de sangue sugas, desculpa. Essa não é a realidade em que eu vivo, e nem a das comunidades em que participo. Nós incentivamos sim o estudo, e que deve ser levado as escolas sim, inclusive pude ver iniciativas muito promissoras de projeto com esse fim.

Eu não tenho medo de que tenha mais pessoas na área, sou auto suficiente e sei das minhas capacidades técnicas. Quem teme é quem não esta preparado.
Thales Eduardo Nazatto
Pela experiência que tive no Técnico em Informática e na graduação em Ciências da Computação, sou obrigado a concordar também. Todos podem aprender a programar, mas nem todos irão querer saber o suficiente para poder trabalhar de um modo mais profissional. Muitos colegas que conheci nestes cursos abandonaram o curso ou rumaram para outras áreas do mercado de trabalho. Acredito que de todos eles, chuto que uns 50% rumaram para a área de programação.

Defendo o uso de programação na educação. Ajuda a "organizar a cabeça" de certo modo, visto que o uso dela "lineariza" alguns exercícios aplicados em certas matérias, principalmente matemática e física, podendo facilitar o entendimento graças ao foco que precisamos dar a cada detalhe. Entretanto, isto não significa que todos irão ter a abstração necessária para o entendimento da engenharia de um sistema corporativo ou de algo de mais "baixo nível", como um firmware, onde é preciso entender também a arquitetura do hardware a ser trabalhado. O "programar" que ele fala exige conhecimento técnico e experiência, principalmente este último. Assim como saber fazer arroz e macarrão não te torna um chef de cozinha, aprender a programar apenas não vai te tornar um programador profissional.
João Cagnoni
Querem colocar mais lixo sem importância para as crianças aprenderem na escola? Por que não ensinar sobre política, valores e qualidade de vida? ps.: sou programador.
Marcelo A R Dias
Acha que algum programador vai apoiar que outras pessoas aprendam a programar e com isso sejam seus concorrentes.
No mundo da informatica ninguém passa conhecimento pra ninguém (de graça), conhecimento é poder.
George Carvalho
Curiosidade é o ingrediente essencial. Tenho apenas 17 anos e tenho a habilidade de programar nas linguagens mais usadas no mundo inteiro.
Wagner Albuquerque Filho
André Paul Grandsire De todos, achei mais interessa o do Google Tradutor:

"Na verdade, eu não acredito que todos devem necessariamente tentar aprender a código/programar."

Cá pra nós, dá um sentido bem diferente essas 3 frases.
Wagner Albuquerque Filho
André Paul Grandsire De todos, achei mais interessa o do Google Tradutor:

"Na verdade, eu não acredito que todos devem necessariamente tentar aprender a código/programar."

Cá pra nós, dá um sentido bem diferente essas 3 frases.
André Paul Grandsire
"I actually don't believe that everybody should necessarily try to learn to code."

Read more: http://www.businessinsider.com/linus-torvalds-qa-2014-6#ixzz34GBMR0Tp

Então, acho que nem todo mundo precisa, necessariamente, aprender a programar. Acredito que o Tecnoblog traduziu mais fielmente.
Welington Souza
Concordo com o texto! Não sou programador, apesar de ser fascinado pela área tecnológica e afins...
Wagner Albuquerque Filho
E agora, em outro site Linus disse: "Programação não é para todos". É bem diferente do que o Tecnoblog diz: "Nem todo mundo deveria programar". Qual é a certa?