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Puzzlephone, o smartphone modular concorrente do Ara, chega em 2015

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O campo de celulares modulares ainda não decolou mas já ganhou um novo nome. É o Puzzlephone, invenção cortesia de uma empresa chamada Circular Devices, que foi fundada na mesma cidade que a Nokia surgiu. A diferença do Puzzlephone é que ele é um pouco menos modular do que estamos acostumados a ver no Projeto Ara: são apenas duas partes que podem ser trocadas.

A divisão é simples e, curiosamente, baseada em partes do corpo humano. A "espinha" é o corpo do aparelho, onde ficam a tela e alto-falantes, detre outras estruturas básicas. A bateria fica no "coração", junto com outros componentes secundários. Já o "cérebro" é onde estão o sensor da câmera e o processador do Puzzlephone.

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Como sistema móvel, ele deverá usar inicialmente uma versão alterada do Android, mas a fabricante já disse também que pretende oferecer suporte a mais sistemas no futuro. Além disso, os padrões de modulação do hardware também terão suas especificações abertas, para que qualquer fabricante possa criar e implementar o esquema em dispositivos próprios. Isso é, se a categoria realmente pegar no tranco.

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Por enquanto ele é apenas um bonito e colorido conceito. A Circular Devices está desde 2013 trabalhando no projeto e apenas agora estão prontos para começar a produzir protótipos do aparelho para testes. Os primeiros celulares mesmo só devem chegar ao mercado a partir da segunda metade do ano que vem, com "preço de aparelhos mid-end" segundo a companhia.

O site oficial tem mais detalhes do aparelho, enquanto no vídeo abaixo, publicado em fevereiro deste ano, você pode ver um pouco mais do processo de desenvolvimento dele, além de notar também uma grande mudança no design em relação ao que foi mostrado essa semana.

Pode parecer que ter apenas duas partes modulares deixa o Puzzlephone menos customizável, ao menos em relação ao que usamos como referência hoje, que é o Ara. Mas talvez, e apenas talvez, ele ofereça a dose certa de customização para ser bem recebido no mercado e, com isso, conseguir alavancar a categoria em 2015.

Com informações: The Verge.