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As baterias de íons de lítio, que certamente estão dentro do seu smartphone ou tablet, têm uma característica bastante conhecida: à medida que você completa ciclos de carga e descarga, elas vão perdendo capacidade. É por isso que a duração da bateria do seu aparelho piora com o tempo. Mas quão grande é essa perda depois de dois anos de uso?

A Proteste testou a bateria de sete smartphones e cinco tablets para descobrir a taxa de diminuição da vida útil das baterias. O experimento consistia em exibir um vídeo de alta definição por streaming, pelo Wi-Fi, usando o navegador padrão do dispositivo. Quando a bateria do pior smartphone chegava a 20%, todos os dispositivos eram recarregados novamente.

É claro que os smartphones não foram testados por dois anos — o Galaxy S5, por exemplo, não tem sequer um ano de mercado brasileiro.

Para simular o tempo, foram completados 365 ciclos de carga no pior smartphone, ou seja, a Proteste considerou que um usuário médio faria uma carga a cada dois dias. No caso dos tablets, foram 244 ciclos (uma carga a cada três dias). Um ciclo de carga é completado quando você recarrega o equivalente a 100% — se você recarregou de 60% a 90% num dia (30%) e depois de 10% a 80% no outro (70%), isso é contado como apenas um ciclo.

Entre os smartphones, quem se saiu pior foi o iPhone 5s: no primeiro dia, o smartphone chegava a 5h50min de duração no streaming de vídeo; no último dia, esse tempo caiu para 5h03min. Isso significa que, depois de dois anos, 86,6% dos 1.560 mAh da bateria do iPhone 5s poderiam ser usados por uma pessoa comum.

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Na outra ponta da tabela ficou o LG G Flex, que manteve 100% da carga após o término dos testes. Como o smartphone de tela curvada possui autonomia longa (8h19min), ele passou por menos ciclos de carga que a maioria dos concorrentes.

Por isso, em relação à qualidade da bateria, me chamou a atenção o bom desempenho do Moto G, que conseguiu manter 97% da capacidade mesmo passando por mais ciclos de carga (autonomia de apenas 5h31min), e o desempenho abaixo da média do Galaxy S5 — que teve a maior autonomia (9h31min), mas ficou com apenas 93,3% da capacidade após os testes.

Já entre os tablets, o melhor colocado foi, ironicamente, o iPad (modelo não especificado), que chegou com 95,2% da capacidade original após os testes. Em último lugar ficou o Surface 2, com 87,6% da carga original — apesar disso, o tablet da Microsoft teve a maior autonomia no teste de streaming de vídeo, aguentando 7h23min longe da tomada.

Mesmo com a perda de capacidade de até 13,4% nos aparelhos testados, a Proteste julgou que todas as baterias foram aprovadas, afirmando que elas continuariam “bem conservadas” após dois anos de uso. A associação, no entanto, recomendou que as fabricantes incluam a bateria nos termos da garantia contratual e expliquem melhor aos consumidores o custo da troca do componente.

Você pode ver os detalhes na página da Proteste.

Com informações: Proteste, UOL.

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Maico Andrade
O Castro mostra tb o mesmo skema: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.itemstudio.castro
Breno Ribeiro
No WP, uso o Battery.
Edmilson_Junior
Quem é o ser abençoado que faz 1 carga a cada 2 dias? Se não dormir na tomada não tem carga no dia seguinte.
Diogo

Pode parecer irônico a situação das baterias dos produtos da Apple, mas isso demonstra qual o "valor" dado a este item pela empresa: é mais interessante para ela que os iPads tenham uma bateria melhor (até porque consomem mais) do que os iPhones (são trocados com mais frequência pelos usuários).

Diogo Nóbrega
Pode parecer irônico a situação das baterias dos produtos da Apple, mas isso demonstra qual o "valor" dado a este item pela empresa: é mais interessante para ela que os iPads tenham uma bateria melhor (até porque consomem mais) do que os iPhones (são trocados com mais frequência pelos usuários).
Marcio Neves
Quem no mundo carrega um Samsung de última geração a cada dois dias?
Ed
A do meu iPad está boa, mas a do meu Mac está morrendo... 38,5% :'(
ばか

Mas ai eu pergunto, o que faz o Surface 2 na lista se ele nem vende no brasil?

Bruno
Mas ai eu pergunto, o que faz o Surface 2 na lista se ele nem vende no brasil?
Jamis Casusa
Pior que ele mosta mesmo a capacidade, só que aparece os 2050 mAh originais da bateria. Aí não dá pra saber se é a real ou a designada :P
João Victor
O CPU-Z mostra, não?
Don Ramón

hahahahahahaha
Se não consegue nem diferenciar "muito" de "pouco" e "muito pouco", imagina fazer uma varredura pra determinar o que é vírus do que é um .dll do sistema!

Edinho Kunzler
hahahahahahaha Se não consegue nem diferenciar "muito" de "pouco" e "muito pouco", imagina fazer uma varredura pra determinar o que é vírus do que é um .dll do sistema!
Theus
Pra quem usa Windows é só digitar powercfg /batteryreport no cmd
João Manoel
Meio irrelevante isso aí já que as empresas querem que os usuários "espertos" comprem um celular novo anualmente.
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