A quinta geração de tablets dois-em-um da Microsoft se chama apenas Surface Pro. Ele tem um processador mais recente, maior duração de bateria e uma caneta stylus melhorada.

Há poucas mudanças no Surface Pro em relação a seus antecessores — trata-se de um avanço incremental. Em relação ao design, os cantos são mais arredondados, e o kickstand agora tem um ângulo maior de 165 graus.

O Surface Pro usa processadores da geração Kaby Lake da Intel. Você pode escolher entre um Core m3 ou i5 sem ventoinha, ou um Core i7. Graças à maior eficiência desses chips, a Microsoft promete uma autonomia de até 13,5 horas.

O resto permanece o mesmo. A tela mantém suas 12,3 polegadas, resolução 2736 × 1834 e proporção 3:2. Assim como antes, haverá versões com 4 GB, 8 GB ou 16 GB de RAM e 128 GB, 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento.

Ainda há uma câmera traseira de 8 megapixels e uma frontal de 5MP com suporte a biometria por Windows Hello. E o dispositivo roda Windows 10 completo, não a versão 10 S que limita apps de fora da Loja.

Não há porta USB-C aqui. Para conectividade, temos uma porta USB 3.1 e uma mini-DisplayPort, mais o conector proprietário Surface Connect para carregar a bateria e encaixar o dock da Microsoft. Há entrada 3,5 mm para fone de ouvido, e um leitor de cartão microSD escondido atrás do kickstand.

A Surface Pen também foi atualizada, e está bem melhor. A sensibilidade à pressão aumentou para 4.096 níveis, contra 1.024 em versões anteriores. A Microsoft diz que a latência foi reduzida ainda mais, sendo “duas vezes mais sensível” que o Apple Pencil.

Além disso, ela detecta inclinação, tornando-se uma ferramenta artística muito mais flexível. Este recurso estará disponível inicialmente apenas para o Surface Pro, mas será expandido para outros modelos com uma atualização de firmware.

Enquanto isso, os teclados Type Cover foram atualizados com teclas que afundam um pouco mais ao serem pressionadas, fornecendo um feedback melhor. Eles também são compatíveis com o Surface Pro 3 e Pro 4.

O Surface Pro custa entre US$ 799 e US$ 2.699 sem os acessórios, que são vendidos separadamente. O modelo mais simples tem processador Core m3, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A versão mais cara traz um Core i7, 16 GB de RAM e 1 TB de espaço. A capa com teclado custa a partir de US$ 129; a caneta sai por US$ 99.

A pré-venda começa hoje em 26 países; a lista não inclui o Brasil.

Com informações: Ars Technica, The Verge.

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Esperto
Se fazia 13,5 h com esse processador imagina com o Snap845
Jóckisan
Bom, eu acho 3 anos pouco rs Principalmente porque sei que posso durar mais tempo que isso com um notebook comum (acho que entre 5 ou 6 anos, até porque só usaria em casa na tomada e sairia pouco com ele). Mas vejo que o seu caso é específico: você precisa de longa bateria, leveza, portabilidade e poder de hardware. Nesse caso esse tipo 2 em 1 deve lhe atender melhor que um notebook comum.
Carlos Assis
Jókisan, entendo que o seguimento está um pouco mal visto, não por conta de equipamentos como o Surface ou o Switch Alpha 12 (da Acer), mas sim pela enxurrada de tablets com windows 10 (muitos com 1Gb de RAM), para esses pode ter certeza que não valem um centavo, não dou 1 ano de vida útil para esses equipamentos, tanto pelo hardware quanto pela construção. Agora no caso do Switch Alpha 12 que comprei, eu acredito que ele vem a ter sim um bom tempo de vida útil, tanto pelo hardware quanto pela construção, acredito que o grande "se" da questão aqui vai ser quanto tempo a bateria dele vai aguentar no uso do dia-a-dia, não em questão de autonomia, mas em termos de qualidade de retenção de carga. Acredito, que esse tipo de equipamento, quando falamos em algo no nível do Surface e do Acer, tenha uma vida útil satisfatória de 3 anos, por conta do estresse do hardware. Mas respondendo sua real pergunta, sim, acredito que vale a pena, principalmente no meu caso, presto consultoria e faço muito uso de aplicações como MS Visio e Project, e poder ter um equipamento pequeno, leve e fácil de carregar, com o desempenho que o Acer entrega, como uma resolução de tela bem maior que tela HD normal é muito vantajoso. Sem falar que como Hobby eu construo móveis, antes usava um ipad para fazer esboços para os meus clientes, com a Acer eu posso fazer o esboço e no próprio local montar todo projeto em um app próprio para isso e já mostrar ao cliente como deve ficar o trabalho acabado.
Jóckisan
Carlos você acha que vale a pena esses notebooks 2 em 1, como o Surface Pro e esse Acer que você comprou? Apesar de serem divulgados como notebooks, eu vejo eles mais como tablets com bom hardware e um tecladinho. E por ser um tablet a sua vida útil deverá ser menor do que a de um notebook "de verdade". O que você pensa sobre isso?
Cortana ✔

Um iPhone 7 com 256GB de armazamento é caro?
Um Surface é caro?
Sim para todos. São a nata da tecnologia. E na minha opinião, vale mais pagar por um Surface do que por qualquer smartphone destes.

Cortana
Um iPhone 7 com 256GB de armazamento é caro? Um Surface é caro? Sim para todos. São a nata da tecnologia. E na minha opinião, vale mais pagar por um Surface do que por qualquer smartphone destes.
Cortana ✔

A proposta do Surface é acoplar o que há de melhor em tecnologia no menor espaço possível. Neste aspecto, não há concorrentes.

Cortana
A proposta do Surface é acoplar o que há de melhor em tecnologia no menor espaço possível. Neste aspecto, não há concorrentes.
A coisa

Lindão. Só faltou um SO decente.

Leandro
Lindão. Só faltou um SO decente.
e-Chaos from Brazil
É o famoso "tira couro", mas é um aparelho voltado a servir de modelo para OEMs.
Gabriel Arruda
Mas uma eGPU precisaria de Thunderbolt 3.
Julio da Gaita ✔

para um "mobile" sim...

Julio da Gaita
para um "mobile" sim...
João

A verdade é que o foco do aparelho é beeem longe do Brasil. Nem vale mencionar o bananal quando se publica sobre o Surface.

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