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Xperia XZ Premium: novo por dentro, velho por fora

Smartphone de R$ 3.999 da Sony traz boas novidades internas que são ofuscadas pelo design ultrapassado

Por
07/07/2017 às 19h38
8.6

Prós

  • Desempenho impecável
  • Tela de excelente qualidade

Contras

  • Câmera melhorou, mas tem ruídos e distorções
  • Design espelhado é um ímã de impressões digitais
  • Quanta borda você tem!

Desde que a Sony mudou sua estratégia no mercado de smartphones, vem investindo principalmente nos segmentos mais altos. O fruto mais recente é o Xperia XZ Premium, um aparelho que reúne o que a fabricante japonesa pode oferecer de melhor.

O Xperia XZ Premium traz o processador mais potente da Qualcomm, uma tela de 5,5 polegadas com resolução 4K e uma câmera de 19 megapixels com gravação de vídeo em 960 quadros por segundo.

Será que ele é uma boa opção de topo de linha? A câmera é tudo isso mesmo? E a duração de bateria, foi prejudicada pela resolução altíssima do display? Eu utilizei o Xperia XZ Premium como meu smartphone principal na última semana e conto os detalhes nos próximos minutos.

Em vídeo

Design

O Xperia XZ Premium tem um excelente design… se tivesse sido lançado em 2015. Não que ele pareça barato ou seja mal desenhado, mas a Sony aparentemente desaprendeu a fazer aparelhos com bordas compactas justamente no momento em que os concorrentes seguem por esse caminho, caso do Galaxy S8 e LG G6. Mesmo o Xperia ZQ, apresentado em 2013, tinha um aproveitamento de tela bem superior.

É verdade que a Sony segue uma estratégia mais parecida com a da Apple: o design quadradão dos Xperia é icônico, muda pouco ao longo das gerações, e de longe você sabe que está vendo um smartphone da marca. Mas já passou da hora de uma renovação de verdade: ele é desnecessariamente grande, o que acaba prejudicando a ergonomia; e o efeito de vidro espelhado é um ímã de marcas de dedo.

Ainda assim, o design da Sony merece alguns créditos. O alto-falante, que possui boa qualidade de som, é bem posicionado na frente. A empresa também continua colocando um botão de duas fases para a câmera, que facilita na hora de fotografar. Por fim, o sensor de impressões digitais, integrado ao botão liga/desliga, é ergonômico e fica sempre acessível na lateral.

Tela

Um dos destaques do Xperia XZ Premium é a tela IPS LCD de 5,5 polegadas com resolução de 3840×2160 pixels. Assim como o Xperia Z5 Premium, estamos falando de um painel com densidade de 807 pixels por polegada; é uma definição irrepreensível.

Mas vale lembrar que a interface do Android, os jogos, o navegador e a maioria dos aplicativos são executados em 1080p. A tela só chega a 4K em players de vídeo ou na galeria de fotos, por exemplo, quando o display pode ser aproveitado ao máximo. Pena que esses momentos ainda são raros, já que existe pouco conteúdo em 4K — e menos ainda em 4K com HDR.

A qualidade do painel é muito boa, não sofrendo do brilho fraco das primeiras telas 2K em smartphones. O vidro da tela reflete bastante a luz, mas isso não chega a atrapalhar a visualização do conteúdo mesmo sob a luz do sol. A saturação e o contraste são excelentes, com uma profundidade de preto dentro dos limites tecnológicos de um painel LCD.

Um detalhe bacana é que a Sony colocou três modos de cor. O padrão é equilibrado, sem forçar demais a saturação; e também há um modo super-vívido, que transforma sua tela em um carnaval de cores. Eu preferi deixar no modo profissional, que pode dar um aspecto de “lavado” para algumas pessoas, mas as cores naturais tendem a me agradar mais.

É uma das melhores telas que você vai encontrar no mercado.

Software

O Android 7.1.1 Nougat do Xperia XZ Premium roda a interface da Sony que a gente já conhece. Ela mantém algumas características do Android puro, como a central de notificações, e traz um launcher personalizado, com ícones sóbrios, animações rápidas e telas mais limpas.

Há vários aplicativos de fábrica, mas quase todos são desinstaláveis. Além do pacote do Google, a Sony inclui players de mídia próprios; um atalho para o blog da marca; ferramentas de integração com TVs e PlayStation; um aplicativo de notícias com propaganda (?); o Rascunhar, que permite fazer rabiscos (ainda que o Xperia XZ Premium não traga nenhum tipo de caneta); e um trial de antivírus de 180 dias.

É um software que me agrada por ser mais limpo, sem deixar uma festa de cores na tela (e tem melhorado nas últimas versões). Além disso, outro ponto a favor da Sony é que a marca costuma manter seus topos de linha atualizados por mais tempo que a concorrência, o que pode ser atraente para alguns usuários.

Câmera

Quem acompanha meus reviews há mais tempo sabe que eu nunca elogiei muito as câmeras de smartphones da Sony. E isso é curioso, já que a empresa produz sensores de imagem para quase todo mundo, incluindo Samsung e Apple, que muitas vezes conseguem ter resultados melhores em seus smartphones. Isso não mudou no Xperia XZ Premium, infelizmente, mas houve avanços notáveis.

O sensor de 19 megapixels da Sony tem um alcance dinâmico muito bom. À noite, as fotos têm saturação na medida certa e a iluminação é bastante equilibrada, sem estouros em pontos de luz. Em dias nublados, como os últimos que apareceram na capital paulista, o céu continua sendo um céu, sem deixar as áreas de sombra subexpostas.

Mas a câmera apresenta uma leve distorção nas bordas. Isso é um problema conhecido da lente do Xperia XZ Premium e não parece ser uma distorção típica de uma grande angular; você pode observá-la nesta foto. De qualquer forma, não é um defeito que será perceptível em condições normais, a não ser que você seja um fotógrafo de arquitetura.

Além disso, embora a definição das fotos seja satisfatória, o Xperia XZ Premium tira fotos com maior nível de ruído que as melhores câmeras do mercado, como o Galaxy S8, provavelmente devido à lente com abertura menor (f/2,0), que obriga o software a elevar a sensibilidade. O pós-processamento por vezes remove informações de vegetações ou objetos mais detalhados.

Na filmagem, a Sony faz questão de destacar o super slow motion, que permite gravar em 960 quadros por segundo. Mas há dois detalhes a se considerar:

  • A resolução é 720p e a qualidade da imagem não é tão boa, deixando o quadro mais escuro e com nível de ruído maior.
  • A gravação em 960 fps é acionada manualmente e dura menos de um segundo (na verdade, 0,184 segundo). Seria mais interessante se o recurso gravasse continuamente em super slow motion e permitisse que o usuário escolhesse depois o melhor momento (mas isso esbarra em limitações de hardware).

É um recurso legal, mas que precisa melhorar nas próximas gerações para se tornar útil.

Hardware e bateria

O Xperia XZ Premium é o primeiro smartphone do Brasil com processador octa-core Snapdragon 835, o que fez muito bem para o desempenho do aparelho. O software da Sony faz um bom gerenciamento de memória, permitindo abrir e alternar entre vários aplicativos sem o menor sinal de engasgo.

Como praticamente tudo roda em 1080p, não 4K, a GPU Adreno 540 também consegue lidar com jogos pesados com um pé nas costas. Mesmo com os gráficos no máximo, games como Breakneck e Unkilled rodam com taxa de quadros alta e constante.

A autonomia da bateria de 3.230 mAh não foi ruim e ficou dentro da média de um topo de linha, diferente do que eu esperava — vale lembrar que, embora o fato da interface rodar em 1080p dê uma folga para o processador gráfico, a tela ainda continua tendo fisicamente mais de 8 milhões de pixels.

Nos meus testes, com duas horas de streaming de música no 4G e duas horas de navegação, também pela rede móvel, eu sempre cheguei em casa com algo entre 30% e 35% de bateria, dentro do que os concorrentes da mesma faixa de preço entregam. O aparelho ficou com brilho no automático e permaneceu das 9h às 23h longe da tomada.

Conclusão

O Xperia XZ Premium tenta reunir tudo o que a Sony tem de melhor. Ele realmente é o melhor aparelho da marca e, pela primeira vez em anos, parece que a empresa está minimamente disposta a brigar com a concorrência, lançando o aparelho por um preço mais normal, de R$ 3.999. Não é barato, mas pelo menos não está mais caro que outros topos de linha.

O problema é que a competição é bem difícil. Hoje, dá para afirmar que todos os smartphones caros estão mais ou menos no mesmo nível em termos de tela, bateria e desempenho. Tanto o Xperia XZ Premium quanto o Galaxy S8, LG G6 ou iPhone 7 Plus possuem bons displays, uma bateria que normalmente dá conta do recado e um desempenho sensacional.

Nesse cenário, o fator de diferenciação acaba sendo a câmera. E o Galaxy S8 ainda está na frente da concorrência, entregando um conjunto mais ágil, com mais detalhes e menos ruído, acompanhado de um design que certamente chama mais a atenção na prateleira da loja. Ele seria minha opção atual de smartphone topo de linha.

O flagship da Sony é um smartphone poderoso, equilibrado, que dificilmente desaponta e traz boas novidades por dentro. Mas bem que ele poderia ser atualizado por fora também.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 3.230 mAh;
  • Câmera: 19 megapixels (traseira) e 13 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, GLONASS, BDS, Bluetooth 5.0, USB-C 3.1, NFC;
  • Dimensões: 156 x 77 x 7,9 mm;
  • GPU: Adreno 540;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 256 GB;
  • Memória interna: 64 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 191 gramas;
  • Plataforma: Android 7.1.1 (Nougat);
  • Processador: octa-core Snapdragon 835 de 2,45 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, bússola, giroscópio, barômetro, impressões digitais;
  • Tela: IPS LCD de 5,5 polegadas com resolução de 3840×2160 pixels e proteção Gorilla Glass 5.

Notas Individuais

Design
7
Tela
10
Câmera
8
Desempenho
10
Software
8
Bateria
8
Conectividade
9
  • evefavretto

    Eu sou meio contra essa mania de encolher os bezels a todo custo, a ergonomia sofre com isso.
    As vezes eu acabo tocando com partes da minha mão na tela com meu Z Play, que nem é um dos aparelhos com os menores bezels do mundo(mas os laterais até que são finos). Os bezels assimétricos do Moto G original eram esquisitos, mas era ótimo pra descansar o dedo e segurar ele com uma mão.

    Btw, mencionar que o XZ Premium é um aparelho LTE cat 16(no download) e cat 13 no upload ninguém menciona. Tem 4x4MIMO e 256QAM no download e 64QAM no upload, deve render excelentes velocidades. Acho que é o aparelho com LTE mais avançado do Brasil.
    A Nextel tem 4x4MIMO em SP capital, vale a pena testar, viu?

    • Provavelmente ninguém menciona porque LTE Cat 16 só existe em um bairro de Sydney e em algum protótipo de algum prédio de alguma operadora em algum país da Europa.

      E Exynos 8895 é LTE Cat 16 5CA no download e LTE Cat 13 2CA no upload.

      Testei um chip Nextel em maio em SP, mas não consegui encontrar sinal 4G, só HSPA+.

      • evefavretto

        Se não me engano várias outras operadoras(tipo as 4 grandes americanas, a EE no UK e algumas outras) anunciaram ou lançaram redes recentemente. A Qualcomm costuma falar disso usando o nome “Gigabit LTE” por causa da velocidade teórica máxima de 1Gbps.
        E, bem, mesmo sem ter redes que fazem uso completo disso, ainda assim, ajuda. Aonde(isso se já não desmontaram) tiver 4G da Nextel, ele vai fazer uso de 4x4MIMO e aonde tiver 256QAM, idem(se alguém tiver fazendo uso).

        Also, acho que o Exynos tem 5CA mas não tem 256QAM. Uma combinação bizarra pra atingir as velocidades de cat16.

    • Jack Silsan

      Elas poderiam ter alguma utilidade, principalmente a borda inferior

  • Artur Benchimol

    Excelente review como sempre. Mas, sinto falta de falarem dos fones de ouvido, nem que seja só uma frase, mas até entendo, geralmente falam quando ele é muito acima da média. Lembro que optei pelo Optimus G na época, justamente pelos fones.

    • Geralmente só citamos quando é bem acima da média mesmo, mas no caso do Xperia XZ Premium não tive como testar os fones de ouvido (as unidades de teste para a imprensa só vieram com aparelho, carregador e cabo). :-/

  • Jack Silsan
    • Gente, que orro esse monte de borda sobrando sem utilidade.

      Sempre achei o design da Sony muito feio, bem como a UI.

      • Jack Silsan

        Se dessem à borda alguma função, como eu sugeri no tweet, ok, ela seria bem vinda. E a interface da Sony é bonita da tela de bloqueio até a barra de navegação virtual, a partir daí é um show horroroso de incoerências

  • André Cruz de Aguiar

    Interessante o fato de que a abertura da câmera principal do XZ é 2.0, enquanto que em outros tops que utilizam sensores fabricados pela Sony é 1.7, caso do S7 e do Zenfone 3 Zoom. Não entendo o motivo da Sony usar um sensor mais escuro no smartphone que é o top da própria empresa.

  • Maicon Bruisma

    Ele é bem equilibrado, e o que mais me impressionou foi que veio na faixa de preço dos concorrentes, coisa atípica por parte da Sony, e um problema a mais para a LG, que tem um aparelho com chipset de geração passada concorrendo com aparelhos tops, e seu diferencial é nulo, enquanto os adversários possuem display infinito, tela 4k, gravação em 960fps, câmera com grande abertura, a dupla câmera da LG fica abaixo da concorrência e tira 84 pontos no DxoMark, que poderia ser irrelevante se nos pontos mencionados eles não estivessem certos, mas estão.

  • Rod

    Furada comprar Android sem project treble agora.

  • Acho ele feio, não gosto dos detalhes de como ele é montado.
    Pessoalmente ainda acho que o Z3 foi o auge desse design.

  • LeeEdwards2 Reverso

    Só consigo ver bordas, que bisonho! O meu único aparelho da Sony foi um Xperia Z3 que quebrou a tela do nada, nunca vi um aparelho tão frágil quanto aquele e por isso nunca mais passei perto de outro Xperia. Esse daí com esse design horrível pros dias de hoje (na minha opinião claro) não quero nem testar, não me agradou, mas ótimo review.

    • André G

      Eu acho que fui muito sortudo, tive um Xperia Z2, nunca usei capinha e ele durou 3 anos sem trincar a tela ou o vidro traseiro. Mas já vi muita gente falando que teve Z2 e Z3 e trincou do nada, até gente falando que trincou pelo super aquecimento.

      • Gertrudes, a Lhama

        Isso de trincar do nada geralmente é causado por choque térmico no vidro, não? Aconteceria com qualquer celular com traseira de vidro, caso ele estivesse quente e fosse resfriado rápido demais.

        Acredito que tenha acontecido mais com os Xperias por causa dos problemas de aquecimento que eles tinham

    • Laerte Victor

      minha mulher ta com o meu antigo z2, e tenho ele desde o lançamento, comigo nunca caiu, mas com ela cai direto e nunca trincou a tela

  • Fábio Moser

    Por que não falam das bordas do iPhone? PELAMOR QUANTO MIMIMI COM ESSAS BORDAS…
    E o Galaxy S8 lembra mais uma saboneteira do que um smartphone.

    O design dos Xperias é lindo e espero que a Sony não mude.

  • Nilson Barbosa

    Depois de 5 anos comprando os xperia abandonei…. Mandei pra assistência e não arrumaram o aparelho. Na esperança do Nokia 9 por aqui!!!

  • Tive um Sony (Xperia Z5) para nunca mais querer chegar nem perto dessa marca. Foi minha pior experiência possível. Não falo das bordas, pq acho o design bonito e um dos poucos que é diferente, mas diminuir um pouquinho.

    Meu Z5 tinha o pior sensor de digitais que já testei, apesar de ficar na dita “melhor posição”, só acertava na terceira dedada e olhe lá.

    A câmera, apesar de ter uma qualidade agradável, mesmo não sendo a melhor e tendo um nível de ruído elevado me desapontava sempre que eu tentava fazer um vídeo. O aparelho esquenta de forma que não é possível gravar um minuto de vídeo, mesmo na menor resolução, sem que ele pare de gravar.

    Ah, e tantos outros incômodos que prefiro nem lembrar mais.

    Pra mim, Sony nunca mais. Pelo preço que pedem, deviam entregar um aparelho minimamente decente.

    • Gertrudes, a Lhama

      Nunca testei/vi um Z5, mas o ano de 2015 foi um ano maldito mesmo. Todos celulares com o snapdragon 810/808 tinham graves problemas de aquecimento, engasgos, além de ter sido um ano com praticamente nada de interessante.

      A minha experiência com um Z3 compact foi a melhor que tive em smartphones até hoje, mas devido ao preço (e a eu ter criado coragem pra importar um Xiaomi), não tive mais Sony.

    • Laerte Victor

      no caso do leitor de digital, tem que fazer leitura do dedo de diferentes angulos, para o sistema ler com facilidade, mas o contra é ter que aperta o botão uma vez para ligar a tela para enfim fazer a leitura do dedo, isso me deixa meio puto

  • Henrique Ferreira Lima

    A Sony deixou de ser a referência no mercado para se transformar em apenas mais um na concorrência, o que é uma pena, pois é a evidência que a marca se perdeu

  • Rafael

    Mais um excelente review, parabéns. Eu considero os daqui os melhores, de todos os lugares que leio. Reclamar das bordas eu entendo, a tendência atual é reduzi-las e eu acho bonito também, como a maioria das pessoas. Mas uma coisa que eu sempre vejo nos reviews é a insatisfação com as marcas de digitais na superfície do aparelho. No entanto não vejo muitas reclamações de usuários comuns nesse sentido. Será que isso é tão importante assim mesmo?

    • Marcus Araújo

      Eu acho que considerando que 90% utiliza capinhas, é um ponto pouco relevante também. E confesso que isso tem um peso 0 pra mim na hora de decidir por um smartphone novo.

      Mas como o Higa citou, e como o review acaba sendo opinativo, talvez isso seja importante para ele. Não critico ou elogio por estar num review porque eu não levo em consideração, mas talvez outras pessoas levem.

  • Rodrigo

    Essa questão das bordas do aparelho, não deveria ser considerado como se fosse um ponto negativo, é apenas uma questão pessoal, a opinião de quem está fazendo a análise. Não afeta em absolutamente nada o uso do aparelho. É um detalhe cosmético.

  • Leon

    Entra ano e sai ano e os aparelhos da Sony continuam tudo mais do mesmo…

  • Review simples mas bom. Ainda destacaria o audio HI-RES que o XZP tem. Pra mim a decepção é sempre na camera. Deveria ser a melhor de todas, mas parece que o pessoal de desenvolvimento da camera nao são dos melhores.

    • O XZP Compact esta com rumor de ser apresentado na IFA. Se for verdade, vou ter que aposentar meu z1 compact depois de longos 4 anos..

  • Marcus Araújo

    Eu já desconsidero a Sony na briga hoje em dia. Ela não é mais competitiva nos smartphones, e acho uma pena, contrasta muito com o seu passado nos dumbphones quando ainda era Sony Ericsson, com ótimos aparelhos e preços competitivos que chamavam a atenção e despertavam o desejo. Aliás, a marca já perdeu seu encanto faz uns bons anos, não se destacando nem tendo a preferência em absolutamente nada que se lança aqui no Brasil, exceto o PlayStation.

    Hoje em dia não vejo ninguém considerar a compra de um smartphone da Sony. Pra mim, é mais raro de ver nas ruas um smartphone da Sony do que um Windows Phone (sério) ou um dos topos de linha da LG.

    Por R$ 4 mil, ninguém deixaria de preferir o badalado Galaxy S8 ou o cobiçado iPhone pra escolher um Sony. Triste realidade da marca…

  • Digo Meister

    Câmera com efeito aquarela. Sensor de ultima geração não faz milagre se o pós-processamento não for muito bem elaborado e nisso a Sony sempre foi bem relapsa (para não dizer incompetente) em seus smartphones.

    • Everton Duarte

      Sem falar que o próprio app de câmera é bem ridículo. E câmera deveria ser o ponto alto dos smartphones da Sony…

  • Vinícius Machado

    Ótima análise! , olhando as fotos, penso que as fotos do meu S7 Edge são melhores, mas a Sony tira bem também 🙂

  • Mickael Fernandes

    Eu gosto bastante da linha de design da Sony, mesmo com essas bordas. Compraria, não fosse o preço.

  • Laerte Victor

    @paulohiga:disqus

    Pretendo comprar esse celular, tenho duas duvidas sobre, o flash, melhorou, esta mais potente?
    pergunto porque eu ja tive o Z2 e o flash dele eu ja achava fraco, ai peguei o Z5 Premium e parece mais fraco ainda
    e o Leitor de digitais dele, está mais rápido/inteligende? exemplo, nos smartphones da motorola, voce deixa o dedo sobre o leitor e ele automaticamente liga e desbloqueia a tela, o Z5 Premium eu preciso apertar uma vez para ligar a tela e depois repousar o dedo sobre o leitor para enfim liberar o sistema para uso