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HBO Go chegará a mais clientes sem exigir TV por assinatura

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46 semanas atrás
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O HBO Go é um serviço que pode ser comparado à Netflix: trata-se de um catálogo com séries exclusivas — incluindo Game of Thrones, Westworld e Veep — além de filmes para streaming. Desde o ano passado, ele deixou de exigir uma assinatura de TV paga… mas sob condições bem específicas.

O site descubrahbogo.com.br diz que, “em breve, você vai conhecer um novo jeito de ter HBO”

Como um serviço independente, o HBO Go teve um lançamento estranho no Brasil; mas ele chegará em breve a mais pessoas. Clientes de banda larga da Vivo poderão adquiri-lo por R$ 29,90 mensais; enquanto assinantes da Oi pagam R$ 34,90 por mês.

Em comunicado ao IDG Now, a HBO Latin America diz que “está trabalhando em uma nova maneira de oferecer a HBO Go ao mercado brasileiro. Muito em breve, revelaremos detalhes do serviço”.

HBO Go na Vivo

HBO Go na Oi

O HBO Go estava disponível desde dezembro de 2016 para clientes de internet fixa da Oi nos estados da Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul. Além disso, ele foi embutido no plano Oi Total Play Top, lançado em julho.

O serviço não oferece programação ao vivo, apenas um acervo; mas coloca os episódios das séries no mesmo momento em que estreiam na TV. Quem assina determinados pacotes da NET, Oi, Sky, Vivo ou Cabo tem acesso sem custo adicional. É possível usar o HBO Go na web e em vários dispositivos, incluindo Android, iOS, Apple TV, Android TV, Google Chromecast e Xbox 360.

Claro, o serviço é relativamente caro. A Netflix cobra entre R$ 19,90 e R$ 37,90 mensais, enquanto o Amazon Prime Video é ainda mais barato: entre R$ 7,90 e R$ 14,90 ao mês.

Com informações: IDG Now. Atualizado em 30/11.

Tecnocast 078 – Um bundle de bundles

Hoje existe uma fragmentação do streaming. As empresas de mídia, como HBO, Disney e Sony, decidiram criar seus próprios concorrentes da Netflix, com conteúdo exclusivo. E as empresas de tecnologia, como Netflix, Apple e Google, também acharam que seria uma boa ideia investir em produções próprias. O resultado é um monte de conteúdo de qualidade espalhado entre diversos serviços pagos.

Como resolver isso? Vamos ter que pagar uma taxa para cada serviço? As empresas vão se juntar para lançar “pacotes” de serviços de streaming, como acontece na TV por assinatura? Dá o play e vem discutir com a gente!

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