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Moto Z3 Play: é tudo uma questão de tendência

Smartphone modular da Motorola tem mais tela, câmera dupla e acabamento em vidro, mas "sacrifica" a praticidade

Emerson Alecrim Por
Nota Final 8.3

Os smartphones modulares da Motorola chegaram à terceira geração. O Moto Z3 Play foi lançado em junho de 2018 como o primeiro representante da nova linha. Entre as novidades estão uma tela maior, de 6 polegadas, câmera dupla de 5 + 12 megapixels na traseira e acabamento premium.

É claro que o suporte aos Moto Snaps — módulos de bateria, alto-falante, gamepad e outros — foi mantido. Em contrapartida, não houve avanços no custo-benefício: o Moto Z3 Play foi anunciado com preço inicial de R$ 2.299.

Aí surgem as perguntas: o conjunto da obra compensa esse valor? Vale a pena trocar um Moto Z Play ou um Moto Z2 Play pelo novo modelo? Como o aparelho se comporta no dia a dia?

Eu testei a novidade por duas semanas e conto todas as minhas impressões sobre ela a partir de agora.

Em vídeo

Design

O Moto Z3 Play é fisicamente parecido com o Moto Z2 Play, que é fisicamente parecido com o Moto Z Play. Tem que ser assim: a Motorola precisa manter o padrão de design para haver compatibilidade com os Snaps. O efeito disso? Aquele calombo da câmera continua ali atrás e as dimensões mudam muito pouco de um modelo para o outro. Basicamente, o Moto Z3 Play só é pouca coisa mais espesso que o Z2 Play: são 6,8 mm contra 6 mm do antecessor.

Moto Z2 Play (abaixo) e Moto Z3 Play

Moto Z2 Play (abaixo) e Moto Z3 Play

Para diferenciar o novo modelo, a Motorola deu a ele um ar de sofisticação: a moldura é de metal enquanto a traseira é de vidro. É uma combinação que causa uma boa impressão.

Mas, sinceramente, eu prefiro a traseira de metal do Moto Z2 Play. O vidro dá efeito de brilho e sensação de produto bem-acabado, mas é um chamariz para marcas de dedos. Além disso, eu tenho impressão de que nem mesmo uma capinha será capaz de evitar que esse painel se estraçalhe caso o aparelho caia no chão.

Moto Z2 Play (esquerda) e Moto Z3 Play

Moto Z2 Play (esquerda) e Moto Z3 Play

Mas a maior mudança está na frente: a tela de 5,5 polegadas das gerações anteriores deu lugar a um painel de 6 polegadas. O aproveitamento da área frontal melhorou, portanto. Mas não sem alguns sacrifícios: a câmera frontal perdeu o flash LED; já o leitor de impressões digitais teve que ser movido para a lateral direita, pouco abaixo dos controles de volume.

Moto Z3 Play

Não daria para a Motorola levar o sensor para a traseira. Se o fizesse, o componente iria ser bloqueado pelos Snaps. De todo modo, essa não é uma posição nova. Alguns smartphones da Sony, como o Xperia XA1 Plus e o XZ Premium, contam com um leitor em posição semelhante.

Mas há uma diferença gritante aqui: o leitor de impressões da Sony também faz as vezes de botão Liga / Desliga; já no Moto Z3 Play, esse botão foi jogado lá para a lateral esquerda. Por que não ter feito uma coisa só, como nos modelos da Sony? Suspeito de algum problema com patentes.

Moto Z3 Play

Ao menos o desbloqueio via impressão digital funciona mesmo se a tela estiver desligada. A posição não chega a ser ruim, pois o polegar alcança fácil o leitor. Mas isso se você for destro. Canhotos provavelmente terão que usar o indicador da mão esquerda, que passa por trás do aparelho e, assim, faz o desbloqueio não ser lá muito prático.

Para ser franco, acho que teria sido mais digno por parte da Motorola ter feito um esforço de engenharia (é, eu sei, falar é fácil) para colocar aquele leitor de impressões digitais "achatado" do Moto G6 logo abaixo da tela do Z3 Play. Do jeito que está, fica parecendo gambiarra.

A lateral superior continua abrigando apenas a gaveta. Mas há um retrocesso aqui em relação ao Z2 Play e Z Play: enquanto estes suportam dois SIM cards e um microSD, no Z3 Play você só pode usar dois SIM cards ou combinar um SIM card com um microSD (de até 400 GB). Não dá para instalar os três chips de uma vez só.

Moto Z3 Play

Na parte inferior está a porta USB-C e... só. Ao contrário dos antecessores, o Moto Z3 Play não traz conexão de 3,5 mm para fones de ouvido. O aparelho vem com um adaptador USB para esses acessórios. Paciência.

Tela

A tela é, certamente, a característica de maior destaque do Moto Z3 Play: o modelo tem um painel Super AMOLED de 6 polegadas, proporção 18:9 e resolução de 2160×1080 pixels contra o visor AMOLED de 5,5 polegadas e 1920x1080 pixels do Moto Z2 Play.

Basicamente, o que a Motorola fez foi deixar a tela mais esticada na nova geração avançando sobre as áreas acima e abaixo do visor. O aproveitamento de espaço é de 78%. Note, porém, que as bordas nas laterais esquerda e direita ainda são um pouquinho avantajadas.

Moto Z3 Play (esquerda) e Moto Z2 Play

Moto Z3 Play (esquerda) e Moto Z2 Play

Assistir a vídeos ou jogar é sempre uma experiência mais interessante em telas grandes. Aqui, a experiência melhora pelo fato de o painel Super AMOLED do Moto Z3 Play ter cores mais vívidas na comparação com o Z2 Play (apesar de a foto acima sugerir o contrário). A diferença não é grande, mas é suficiente para você distinguir objetos e formas com mais facilidade nas imagens. Sério, assisti a uns quatro ou cinco episódios de seriados aqui numa boa.

O brilho máximo também é bem forte e o ajuste automático não foi esquecido: o aparelho consegue deixar o brilho na intensidade mais adequada para cada situação de um modo mais rápido que no Z2 Play — bem mais rápido. Você vai ter pouca ou nenhuma dificuldade para enxergar o conteúdo da tela quando estiver na rua em um dia ensolarado.

Moto Z3 Play

Se mais de uma pessoa estiver olhando para a tela, não se preocupe: a visualização é satisfatória sob vários ângulos.

Software

O Moto Z3 Play vem de fábrica com o Android 8.1 e poucas modificações funcionais na interface. Esteticamente, há alguns ícones personalizados, o widget redondo na tela inicial que exibe horas e status da bateria, e efeitos de transição discretos.

Felizmente, a Motorola continua com a prática de não encher o aparelho com apps de terceiros, com exceção óbvia para os do Google. Em contrapartida, há uma quantidade considerável de recursos próprios, a exemplo do que acontece no Moto Z2 Play, como Loja Moto Z, gerenciador de arquivos, além ferramentas de suporte e notificações (para receber notícias da Motorola).

Moto Z3 Play

O aplicativo Moto é o mais importante. Ele concentra algumas funções que não existem em aparelhos de outras marcas, com destaque para o Moto Ações, que permite configurar gestos (agitar o smartphone duas vezes para ativar a lanterna, por exemplo) e o utilíssimo modo de navegação em um toque.

Aqui eu preciso dar uma explicação mais aprofundada. No Moto Z2 Play e outros modelos da Motorola, a navegação em um toque permite que você use o leitor de digitais no lugar dos botões de navegação do Android: dê um toque rápido no sensor para ir à tela inicial; arraste o dedo para esquerda para voltar; deslize para a direita para alternar entre os aplicativos abertos.

Funciona muito bem. Provavelmente você vai se atrapalhar um pouco no começo, mas rapidinho pega o jeito. Só que, relembrando, o Z3 Play não tem leitor na frente. A solução da Motorola foi colocar uma barrinha na parte inferior que permite que você ative os mesmos gestos, mas na tela (nenhuma relação com a barrinha do iPhone X, portanto).

É uma solução interessante porque funciona tão bem quanto com o leitor de digitais. Mas há uma pequena inconveniência: se você estiver visualizando algo em tela cheia, precisará dar um toque adicional no visor para a barrinha aparecer.

Moto Z3 Play

O Moto Voz também está aqui, mas continua limitado. Ele reconhece comandos como "ativar o modo avião" ou "desativar o Wi-Fi", mas exibe resultados de busca se você disser "abra o YouTube", por exemplo. Além disso, ruídos no entorno fazem o reconhecimento de voz falhar, mesmo se você deixar o smartphone próximo da boca. Sem contar que barulhos externos fazem o recurso ser acionado do nada.

Bom, a gente precisa levar em conta que própria Motorola avisa que o recurso está em beta.

Câmeras

Na traseira, a câmera de 12 megapixels e abertura f/1,7 da geração anterior continua por aqui, mas agora é acompanhada de um sensor de 5 megapixels com lente de abertura f/2,2. Como você deve ter imaginado, o objetivo principal dessa dupla é facilitar o registro de fotos com fundo desfocado.

Moto Z3 Play

A desfocagem no fundo é precisa e, na maioria das vezes, rápida. Se o foco automático sobre o objeto não funcionar ou ficar oscilando, basta tocar na tela sobre o ponto de foco e a câmera se reajusta.

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Foto registrada com o Moto Z3 Play

A qualidade das fotos não chega a impressionar, mas agrada. Em condições favoráveis de iluminação, as cores são fortes, mas sem excesso na saturação, e os níveis de ruído são baixos como devem ser.

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Repare, no entanto, que nas áreas mais escuras das fotos pode haver perda significativa de definição. Nessas circunstâncias, a dica é deixar o HDR ativado ou em automático. Esse modo consegue amenizar a falta de iluminação em alguns pontos e, assim, ressaltar mais os detalhes.

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Com HDR

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Com HDR

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Com HDR

Fotos noturnas ou registradas em ambientes com iluminação artificial é que preocupam. Nessas condições, o Moto Z3 Play tem mais dificuldade para focar, pode exibir muito ruído nas fotos e, frequentemente, deixa a definição em níveis sofríveis.

O problema me pareceu ser a quantidade de luz que a câmera tenta capturar para não deixar a imagem excessivamente escura. Fazendo um ajuste manual antes do disparo, a situação fica "menos pior".

Foto registrada com o Moto Z3 Play

Foto registrada com o Moto Z3 Play

A câmera frontal tem 8 megapixels e abertura f/2,0. É um bom conjunto. Em geral, as fotos têm boa coloração e baixo nível de ruído, e o pós-processamento não detona a definição.

Novamente, esses parâmetros ficam todos bagunçados quando a luz é reduzida. No Z2 Play é possível amenizar esse problema com o flash LED frontal, mas esse componente perdeu espaço no Z3 Play, como já dito.

Selfie registrada com o Moto Z3 Play

Sim, aquele negócio ali no canto direito inferior é o meu dedo :B

Selfie registrada com o Moto Z3 Play

De modo geral, as fotos feitas com o smartphone são melhores que as das gerações anteriores, mas as diferenças não são expressivas. Creio que a Motorola se preocupou mais em adicionar recursos, como a segunda câmera na traseira.

Outros complementos incluem o Cinemagraph, que gera fotos com movimentos nos pontos que você definir e as salva como GIF, o modo de câmera lenta e a integração com o Google Lens. São funcionalidades interessantes, mas não essenciais. Tive até impressão de que elas deixaram o app de câmera pesado: várias vezes ele fechou sozinho durante o uso.

Cinemagraph

Cinemagraph

A câmera frontal tem mais uma funcionalidade: você pode usá-la para desbloquear o aparelho via reconhecimento facial. Nos meus testes, funcionou até quando eu tirava os óculos e em ambientes com iluminação reduzida. No entanto, o processo todo é mais demorado que o desbloqueio via impressão digital.

Desempenho e bateria

O hardware básico do Moto Z3 Play é um processador Snapdragon 636 de 1,8 GHz com GPU Adreno 509 e 4 GB de RAM. É um conjunto que rodou todos os aplicativos testados sem instabilidades. Algumas vezes, porém, o multitarefa apresentou ligeiros engasgos na alternância entre apps.

Nos jogos, Real Racing 3 rodou bem, tendo apenas algumas quedas nas taxas de frames. Já Dead Trigger 2 deu pequenas travadas com as configurações gráficas em alto ou médio. Não me pareceu ser nada que atrapalhe, mas é melhor deixar o jogo decidir a configuração mais apropriada (quando possível).

Desempenho no AnTuTu 7.0.9, 3DMark 2.0 e Geekbench 4.2.3

Desempenho no AnTuTu 7.0.9, 3DMark 2.0 e Geekbench 4.2.3

Não há mais conexão para fones de ouvido e o aparelho ficou ligeiramente mais grosso. A Motorola deve então ter colocado uma bateria mais generosa aqui, certo? Sinto dizer que não: os mesmos 3.000 mAh da geração anterior continuam aqui.

Para testar a bateria, executei as seguintes tarefas ao longo de um dia: filme O Poderoso Chefão (2h57min) via Netflix e tela com brilho médio, meia hora de Dead Trigger 2, 20 minutos de Real Racing 3, uma hora de música via Deezer, cerca de uma hora de redes sociais e navegação via Chrome, e uma chamada de 10 minutos. No final do dia, a carga da bateria estava em 43% (de 100%).

Não impressiona, mas está longe de ser ruim. Apesar da tela maior, o Snapdragon 636 aparentemente consegue fazer um bom trabalho de gerenciamento de consumo. Resta saber se essa boa performance vai perdurar no decorrer dos meses.

Na recarga, o aparelho precisou de 1h13min para ir de 15% para 100% com o carregador rápido que acompanha o dispositivo.

Snap de bateria

Snap de bateria

O alto-falante, localizado acima da tela, tem volume máximo alto. O som sai com clareza e, pelo menos nos meus testes, não distorceu nenhuma vez. Mas, você sabe, a experiência é sempre melhor com fones de ouvido. Para isso, o adaptador para USB-C que acompanha o Moto Z3 Play funciona como deve funcionar.

Reforçando o que a própria Motorola destaca, o Moto Z3 Play também é compatível com os Snaps lançados nas gerações anteriores. Eu coloquei nele um módulo de bateria que veio junto com o Z2 Play que aparece nas imagens deste review. Tudo funcionou como o esperado.

Conclusão

Tecnicamente, o Moto Z3 Play é um bom smartphone. Mas a impressão que eu tenho é a de que ele não vai muito além de um Moto Z2 Play melhorado para seguir as tendências das telas quase sem bordas, das câmeras duplas e até dos smartphones que não têm entrada para fones de ouvido.

O problema dessa abordagem é que, para manter a compatibilidade com os Snaps, a Motorola não pôde mexer muito na estrutura física do aparelho. É por isso que o leitor de digitais teve que ser movido para a lateral. A Motorola poderia pelo menos ter combinado o sensor com o botão Power para ajudar na praticidade, mas não o fez.

Para dar uma renovada no visual e transmitir uma noção de produto premium, a companhia colocou um vidro na traseira que deixa o celular bem bonito (“ao vivo”, pelo menos), mas as marcas de dedos não demoram para aparecer e o risco de a coisa ficar feia na primeira queda não meu pareceu pequeno.

Moto Z3 Play

Por dentro, pouco coisa muda. O Snapdragon 636 do Moto Z3 Play é um chip mais evoluído que o Snapdragon 626 do Moto Z2 Play, mas não dá para notar grande diferença entre eles no dia a dia. Na prática, o Snapdragon 636 está ali mais para fazer o smartphone suportar uma tela com 2160×1080 pixels sem necessidade de improvisos.

A tela é um deleite para consumo de conteúdo, as câmeras não são impressionantes, mas evoluíram e há um pouco mais de funcionalidades. Porém, nenhum desses fatores parece ser suficiente para que alguém satisfeito com o Z2 Play ou mesmo com o Z Play troque-o pelo Moto Z3 Play — considerando o conjunto da obra, a troca vai valer a pena para pouca gente, imagino.

Para quem precisa ou quer trocar de smartphone agora, o dispositivo é uma opção intermediária interessante, mas eu olharia outros modelos antes ou esperaria o preço cair: a Motorola sugere R$ 2.299 pelo Moto Z3 Play ou, para quem optar pela versão com 6 GB de RAM e 128 GB de espaço interno, R$ 2.699.

Se eu tivesse que ir às compras hoje, esses valores me fariam considerar seriamente um topo de linha de geração anterior, como o Galaxy S8. E os Snaps? Olha, eles são bem legais, mas também escorregam no custo-benefício, logo, eu não vejo muita vantagem neles.

Moto Z3 Play

PRÓS

  • Tela com cores vívidas e menos bordas
  • As câmeras melhoraram

CONTRAS

  • Não tem mais conexão para fones ouvido
  • Só dá para usar um SIM card se você inserir um microSD
  • Leitor de digitais na lateral separado do botão Power
Nota Final 8.3

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Câmeras: 12 + 5 megapixels (traseira) e 8 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, Bluetooth 5.0, USB-C (via USB 3.1), NFC, rádio FM;
  • Dimensões: 156,5 x 76,5 x 6,8 mm;
  • GPU: Adreno 509;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 400 MB;
  • Memória interna: 64 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 156 gramas;
  • Plataforma: Android 8.1 Oreo;
  • Processador: octa-core Snapdragon 636 de 1,8 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, bússola, giroscópio, impressões digitais;
  • Tela: Super AMOLED de 6 polegadas com resolução de 2160×1080 pixels (402 ppi) e proteção Gorilla Glass 3.

Comentários

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John Faber
Eu acho que o diferencial da linha está justamente nessa "limitação" de design que faz com que o hadware melhore a cada geração ocupando o mesmo espaço e usando a criatividade pra polir o design da linha com o tempo.
Red velvet
"um novo padrão de snap e um snap adaptador para o padrão anterior?" kkkkkk espera um pouco kkkkkk Imagina o próximo moto z com um design menor e um snap adaptador para um snap antigo que ficaria maior. Que cabeça de porco que iria ficar!
Vicente Machado
tb não tenho o costume de usar película...mas irei comprar pro Z2 Force...por sinal, a tela do Z Play que eu tinha tava bem arranhada de umas quedas...mesmo sendo Gorilla Glass...mas pelo menos não tava trincada..
Vicente Machado
não foi por opção que me "desfiz"dele...hehe...furtaram o meu Z Play no fim de semana anterior....peguei um Z2 Force que irei receber no final da semana...verei na prática..
Vicente Machado
Bem, como levaram meu Z Play, fui de Z2 Force...chegará no final da semana, parece que a duração da bateria dele tá boa, mesmo não tendo muita capacidade...irei ver na prática..
Vicente Machado
Bem...eu tive meu Z Play furtado há 1 semana...peguei um Z2 Force, que chegará no final da semana...
Luciano Castilho
Eu não vejo a remoção da entrada P2 como retrocesso, mas sim uma necessidade para deixar o aparelho mais fino. Em relacao ao design não mudar por conta do snap, a Motorola não poderia desenvolver um novo padrão de snap e um snap adaptador para o padrão anterior?
Luciano Castilho
Eu tenho Z2 Force. Performance é fantástica, mas a tela é o problema , ela fica marcada com facilidade. Se você não se o importa de usar película, eu recomendo. Mas eu que não gosto, me arrependi de compra ....
Rafael Rocha
Posso estar engando, mas acho que a crítica real está no liga/desliga do lado esquerdo do aparelho e não no leitor de digitais, que nem é um botão de fato. Muita gente está acostumada com o botão do lado direito, daí o fato de ser um pouco chato de se acostumar num primeiro momento.
Abdallah
Fiquei bem tristinho... fico feliz por vc ter tantos aparelhos bons... parabéns.
Peter Bishop
ficou tristinho? eu tenho um iPhone X e tenho um ZPlay, o ios tem seus méritos, mas é cheio de mimimi, parece um Linux. O android é um windows.
Abdallah
Uau.. que utilidade fantástica em um celular...
Peter Bishop
tudo funciona? é? põe um mp3 direto para ser a música dele no toque kkkkk
Peter Bishop
Quase "nunca" porque vc tem um SE, o 5 e o 6 eram belas porcarias nesse quesito, sem contar o problema da bateria que virou escandalo mundial, de entortar, de ter a linha da morte... etc
Peter Bishop
Não me desfaço do meu Z Play por nada, tirando a câmera é em tudo superior ao Z2 Play
Anelise Doria
Onde comprou Marcio!? Estou querendo comprar um desses já que tive o mesmo problema no meu moto Z (entrei no pequenas causas contra a motorola).
Diego Nascimento
Serve sim, em todos os modelos.
Daniel Santos
aguem sabe se esse snap da bateria e tv digital serve no z2 play?
Rafael Rocha
Concordo. Mas era muito confortável de se usar, com uma tela grande para a época sem ser gigante, e na questão desempenho, era o melhor custo benefício de todos.
Pedro Resende
O X 2014 não tinha nada demais. Tela, câmera e bateria péssimas.
Drax
Pegou onde, quanto? Estou de olho nesse.
Filipe Abrão
Antutu... Entao, eu já pensei em benchmarks, mas eles não mostram o uso real, hoje eu uso um telefone que faz 120 mil (Snap 660) só que ele dá um pau em vários Snap 835 de amigos meus..Vc já viu reviews de experiência de uso?
Rafael Rocha
Eu tive um Moto X 2014, um celular fantástico. Mas digo o seguinte: se a bateria do Z3 Play segurar mais a carga e a câmera for melhor (o que certamente é), não me queixo dele não.A galera pode não gostar das mudanças feitas pela Lenovo, mas é assim que é agora, então bola pra frente.
Marcio Gianotti
Esse Lenovo z3 deve ser um lixo como meu moto Z, que deu pau na bateria, tela com efeito burn in, aquece demais, trava pra carvalho... Peguei um Huawei p20 pro e estou sentindo a diferença.
Gustavo Vasconcelos
Nem eu, pelo contrário. Tive um xz premium e foi o melhor leitor de digitais que tive. Na verdade foi a melhor notícia que tive dessa nova geração. É muito pratico na lateral. No uso diário vc vai entender
Valter Cyrino
Acabei de trocar meu iPhone por um Motorola moto x4, e não foi nada difícil me adaptar. O sensor de digital com os atalhos é viciante e me fez esquecer completamente da maçã! É tudo tão pratico e fluído.Falando do moto z3, não acho que a posição do sensor de digital seja estranha, é estrategica e muito melhor do que os sensores na traseira. Quanto ao acabamento em vidro na parte traseira, se for igual ao do Moto X4, tá de boa, não fica com tantas marcas de dedos e é muito bonita. E o que eu mais amo no Android, poder personalizar praticamente tudo e deixá-lo como eu quiser. Em um mundo cada vez mais uniforme, eu gosto dessa possibilidade.Eu sabia que trocar um iPhone por um moto x4 era fazer tipo um downgrade, mas, cara, não estou nem um pouco arrependido. Pelo contrario, nunca deveria ter trocado meu moto X2 por um iPhone. Mas valeu a experiência, que não pretendo repetir.
Maxnoob
Não vi progresso. O aparelho é legal mas não apresenta tanta vantagem assim sobre o seu antecessor.
Alex Edelweiss
Bem, eu tenho os dois. Uso um S8 para as coisas do trabalho, pois na empresa usamos o GSuit e para as coisas pessoais e entretenimento uso o iPhone 6. Não me vejo sem as duas plataformas e ambas tem me atendido muito bem.
Abdallah
Eu tbm fui usuario de android por muito tempo, hoje tenho iphone e por mais que exista defensores de android, eu digo... android nunca mais. O sistema da apple é muito mais fluido e tudo funciona sem aquelas coisas irritantes de apps fechando.
Claudio
Eu tenho um Moto Z Play e uso direto 16h por dia... rede sociais, visualizar Google earh, auto CAD, email e chamadas... meu trabalho exige di mais do celular e computador.. .. e já tive Samsung e iPhone que durava 5h de bateria, ficava o tempo todo no carregador de casa ou do carro...além disso problemas e tive com esses 2.
Jay Silva
Junta mais uns 500 reais e pega um S8 que é melhor em todos os aspectos. Por esse preço não é uma opção boa. Quem sabe quando chegar na casa dos 1700,00 ou menos.
Alyson Rafael
Quebrei a traseira do Z3 na primeira queda, menos de 30 cm foram suficientes pra quebrar.
Alyson Rafael
Também não, tenho é me acostumei bem rápido
Alyson Rafael
Eu já tenho esse Z3, concordo com muita coisa dita, ontem me veio uma tristeza, o telefone caiu menos de 30cm no chão, rachou muito a traseira e a lente da camera, simplesmente foi o grande vacilo que achei nele foi isso, pra que vidro vei? É muito ruim usar ele sem capa, escorrega muito fácil.
xedi
Mais o cara ta certo, sacanagem esse preco aí pelas configuracoes, o galaxy s7 e muito melhor e nao nao esta custando isso.
xedi
Com o preco desse celular eu compro 2 redmi note 5 que a unica coisa que eu vi que o moto z ganha dele e na tela que e super amoled e mais nada e ainda sobra dinheiro, nunca que eu dou 2 mil e poco nesse celular, com esse preco pego ate o one plus 6 em promocao em algum site.
David Barkan
Não entendo pq reclamar do botão lateral. O_o
Henrique Ferreira Lima
Achei o preço muito alto pela proposta, e infelizmente totalmente fora do mundo Motorola de outrora. Aparelhos bons por um preço camarada. O preço do Z3 é abusivo se levar em consideração o hardware dele e o diferencial que pouco chama a atenção e funcionalidade. Por esse preço, insisto, era pra vir com um processador equivalente da linha 700. Tá difícil recomendar o Minionphone ou até mesmo desejar um
Adriano Salvio
Precisei comprar um novo smartphone pois não acho bateria original para o moto X2. Sim, ainda estava nele e feliz, fazia tudo que precisava. Como viajo muito e bateria e essencial optei pelo moto Z2 play por 1640 com o snap incluso. O Z3 além de muito mais caro, sem snap, ainda tem as desvantagens de perder conector de fone, slot limitadot e traseira de vidro frágil. Como canhoto no teste achei bem desagradavel desbloquear com o indicador.
Fernando Debacker
Eu ainda não considero o novo padrão 18:9 um diferencial positivo para a compra, devido a todo conteúdo multimídia ainda estar no 16:9 e o mesmo deverá ficar assim por pelo menos mais uns anos.
Marcus Araújo
Excelente review, gostei bastante. Acho que demonstrou bem que manter a retrocompatibilidade vai custar para a Motorola futuramente, e já custou agora. E os Snaps são uma excelente ideia, só que excelentemente caros também, o que sempre me desanimou nessa linha da Motorola.Sobre o app da câmera, me parece mais culpa de um softwate by Lenovo do que exatamente dos seus novos recursos. Aliás, esse é o tipo de coisa que está sempre se destacando negativamente nos reviews da Motorola. Diante disso, não acho que seja pura coincidência, mas sim um desleixo por parte da empresa em relação ao software.
Erick Araujo
Sim, o snap de bateria da uma duração boa ao Z2 Force, mas a diferença é bem gritante, até porque são só 2700 mah e o snap 835, e sabemos que a linha 8XX tem um péssimo histórico de bateria em comparação a 6XX. O que fiz, foi comprar 2 snaps de bateria e vou revezando eles no carregamento, me vez de carregar o cel, muito raramente eu carrego ele, quando acabo usando um e não consigo por o outro pra carregar.
Douglas Santos de Arruda
Sempre fui um defensor do Android, até ter um iPhone... E nem é grande coisa! É o SE...Estava lendo o artigo e comecei a me entusiasmar com o aparelho. Os pontos negativos, na minha opinião, são quase imperceptíveis para um usuário comum. Coisas de quem faz review de aparelho, preferências etc. Para a grande maioria tudo é adaptável...Chegando na parte da câmera, fui ler o comentário da mesma e me deparei com o "app de câmera pesado: várias vezes ele fechou sozinho durante o uso".Fim. Não sinto saudades do Android por do nada fechar os apps, independente se for topo de linha, intermediário ou básico. O iPhone tem um monte de defeitos, mas quase nunca um app fecha do nada.
Vicente Machado
eu *adoro* a bateria da linha Play....mas pelo menos a Force vem com o snap de bateria...usaria com ele...não sei mais depender de tomada/carregador...fui passar o fim de semana fora...fui na sexta e voltei no domingo...nem precisei carregar o celular lá... isso eh demais... :)
Erick Araujo
Acho que ela está dando uma repaginada no Moto Voz, por isso está em beta e bem instável
Erick Araujo
Se você gosta da bateria da linha Play, não troque pela Force! ;)
Erick Araujo
Oi Emerson, não acho que o leitor na lateral possa ser um contra, é uma mudança interessante e a posição não é tão ruim, no meu ponto de vista, que prefiro na frontal, ela pode ser tal ruim quanto a traseira, mas ainda ganha porque podemos desbloquear ele sem tirar ele da mesa, sobre não integrar o botão power com o leitor, parece que existe uma patente sobre isso que complicou a vida da Sony nos EUA, não é atoa que ela já desistiu disso, imagino que para não ter os mesmos problemas, a Motorola resolveu separar as funções. :(Um problema que eu notei na navegação por um toque, quando o teclado está aberto, a barra de navegação curta, então as vezes tento voltar para ocultar o teclado e isso não ocorre porque meu dedo acaba clicando no botão de espaço junto, aí cel vibra, curiosamente, isso não ocorre ao tentar acessar os apps recentes, já reportei no fórum da Lenovo/Motorola e estou esperando uma resposta deles.De resto, bela análise! :)
Jefferson
Sim, mas ela nem liga pra isso. Desde que foi comprada pela Lenovo fica nessa história.
Marcos
Olha, no Antutu, o resultado do benchmark foi 30% superior ao Z2 Play que eu tinha, achei bons os reviews e pelo preço que paguei, acho que foi uma boa compra. Lógico que estou com ele há menos de 24 horas, então é complicado ter uma opinião formada.
Marcos
Pelo preço deveria ter um 660 mesmo...
Niedson Barros
Só digo uma coisa: Redmi Note 5 na MESMA configuração por R$ 900,00 importando ou R$ 1.200,00 aqui no Brasil.
Jefferson
Tenho o mesmo pensamento que você no caso do processador. Tinha falado em comentário do Tecmundo que a motorola só coloca processador mediano pelo preço que é cobrado pelo aparelho.
Vicente Machado
Eu tenho um Moto Z Play (o primeiro) e não acho que vale a pena trocar por ele.E pra quem quer ter um da linha Moto Z, hoje em dia eu indicaria o Moto Z2 Force ou o Z2 Play, o custo benefício deles está bem melhor que o Z3 Play. Quando eu for trocar de celular, provavelmente no final do ano, será pelo Z2 Force ou Z3 (a depender do preço na ocasião).Tenho o snap de projetor e curto bastante... :)
Filipe Abrão
Eu nao sei voce que esta usando, mas as analises do A8 me deixaram bem com o pé atras com ele. eu preferi ir de chines mesmo, que o negocio tava bem bom.
Marcos
Pois é, esperava no mínimo um Snapdragon 660, como no zenfone. Acabei de comprar um Galaxy A8 Plus, depois de 6 Motorola (Razr, X1, X2, X Style, Z Play, Z2 Play), paguei R$ 1500 na promoção do Visa Checkout, e frente aos R$ 2000 do Z3 Play, acho que fiz um baita negócio.Se não tivessem roubado meu Z Play (o primeiro), acho que ainda estaria com ele, achei bem melhor que o segundo.
Gabriel Brito
É um aparelho lindo, por isso eu fiquei desejando um desde o primeiro vazamento. Depois que saíram as especificações, foi uma decepção total. Além disso, a câmera não evoluiu muito desde o Z Play, o que é uma decepção também.
Marcos
"Bom, a gente precisa levar em conta que própria Motorola avisa que o recurso está em beta."Só acho estranho que no X1 e no X2 funcionava maravilhosamente bem.