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Moto 360: smartwatch está de volta por US$ 350, mas não é feito pela Motorola

Moto 360 tem tela circular sempre ativa, GPS e processador Snapdragon Wear 3100; relógio é vendido pela canadense eBuyNow

Felipe Ventura Por

O Moto 360 parecia indicar um futuro empolgante para relógios de pulso inteligentes com Android Wear, hoje Wear OS; em vez disso, o Google meio que abandonou a plataforma, e a Motorola desistiu de wearables. O smartwatch com tela redonda está de volta, mas licenciado por uma empresa canadense chamada eBuyNow.

Moto 360

O novo Moto 360 possui tela totalmente circular, sem o “pneu furado” das gerações anteriores, junto a um monitor de frequência cardíaca, GPS e NFC para pagamentos móveis.

A touchscreen OLED de 1,2 polegada tem resolução 360 x 360 e traz a opção de ficar sempre ativa, gastando menos energia ao manter a interface em preto e branco quando você não estiver usando.

Encontramos aqui dois botões na lateral do relógio: um deles é giratório, permitindo navegar pela interface assim como nos relógios da Fossil ou no Apple Watch. O botão inferior serve para abrir apps rapidamente.

O processador é o Snapdragon Wear 3100, lançado pela Qualcomm há um ano; rumores dizem que ela prepara uma nova geração chamada Wear 3300. São 8 GB de armazenamento e 1 GB de RAM. O corpo de aço inoxidável estará disponível nas cores preto, prata e ouro rosa.

Moto 360

Moto 360 tem Wear OS e recarga rápida de bateria

Assim como seus antecessores, o Moto 360 roda Wear OS. O sistema recebeu sua maior atualização no ano passado com a versão 2.0; desde então, o Google adicionou widgets à interface e corrigiu alguns bugs.

A bateria de 355 mAh promete durar o dia inteiro, e possui um modo de economia que mostra só as horas por até 3 dias. Além disso, ela tem recarga rápida, indo de 0% a 100% em apenas uma hora com o carregador wireless incluso.

A caixa também vem com duas pulseiras, uma de couro e outra de borracha. No entanto, o Moto 360 custará caro: serão US$ 350 quando ele chegar aos EUA, Canadá e Reino Unido em dezembro. A pré-venda começa no mês que vem em Moto360.com.

Moto 360

Você provavelmente não conhece a eBuyNow; eu também nunca tinha ouvido falar. Esta empresa de e-commerce está sediada no Canadá e tem 15 anos de existência, trabalhando em projetos da Microsoft, Intel e Samsung.

Ela também está por trás da Motorola Home, marca focada em babás eletrônicas, câmeras de segurança e telefones para linha fixa. Agora, a eBuyNow está expandindo essa parceria com a Motorola relançando o Moto 360.

A Motorola, por sua vez, desistiu de wearables após ser adquirida pela Lenovo. A empresa disse em 2016 que não havia apelo suficiente para desenvolver um modelo novo a cada ano.

Com informações: The Verge, Engadget.

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Fabricio de Oliveira Silva

Depois do Motorola Xoom 2 e do Moto 360, não compro mais Motorola, nem indico pra ninguém

Zanac_Compile

Impressionante, caro e hoje é peso de papel. Difícil acreditar que alguém compre algo dessa marca com esse histórico.

Fabricio de Oliveira Silva

Nem tinha muito o que dizer, o Moto 360 era bem caro também

Zanac_Compile

Claro

Keaton
A empresa disse em 2016 que não havia apelo suficiente para desenvolver um modelo novo a cada ano.

O apelo não existe por padrão, ele se cria. A empresa tem de vender o produto e não esperar que ele caia no gosto do povo por conta própria. Poha Motoroal...

John Smith

Na verdade, acho que a denominação smart band / watch se dá mesmo apenas pelo formato - a Mi Band é mesmo mais uma pulseira, ainda que tecnicamente funcione como um relógio.
Da mesma forma existem smartwatches simples que são efetivamente relógios, mas também se conectam com celulares (sendo dependente destes) para oferecer algumas poucas funções, como notificação.

MagicCarpetDriver

como é que a resolucao da tela é 360x360 se a tela é redonda?

Fabricio de Oliveira Silva

Quando diz se vangloriando você fala de pessoas que tinham o Moto 360?

Zanac_Compile

Lembro do povo metendo o sarrafo no Apple Watch na época e se vangloriando desse ser o melhor negócio da face da terra. Era um fanatismo irracional nos comentários.

Passa os anos e onde andam os fanáticos? Eu usava um PEBBLE, e migrei para um Apple Watch, uso até hoje, vale cada centavo, “caro”, com usabilidade e obsolescência mínima. Não é o melhor do mundo, só é uma questão de coerência.

Fabricio de Oliveira Silva

Acho que essa definição de smartband/smartwatch é muito ambígua. Os Peeble até onde sei são smartwatchs e são depedentes do celular, por exemplo. Eu uso mais é o tamanho do visor pra definir; seria estranho (pra mim) chamar o Amazfit Bip de pulseira.

Fabricio de Oliveira Silva

Tive um Moto 360 1st Gen. Bom relógio, mas muito mal projetado. A bateria de quase todos estufava com o tempo e estragava a tela, li relatos disso acontecendo até na segunda geração. Ele não aguentava o calor gerado pela recarga também e a tela ficava amarelada rápido. Mas também, fui early-adopter, nem posso reclamar.

Fabricio de Oliveira Silva
Tive um Moto 360 1st Gen. Bom relógio, mas muito mal projetado. A bateria de quase todos estufava com o tempo e estragava a tela, li relatos disso acontecendo até na segunda geração. Ele não aguentava o calor gerado pela recarga também e a tela ficava amarelada rápido. Mas também, fui early-adopter, nem posso reclamar.
Raul Craveiro

Por isso que eu digo que é pra entusiasta, de fato é muito caro pro que oferece atualmente....

Jean Franz

Eu também tenho uma Mi Band 4, mas ela não enquadra na categoria smartwatch, e sim em smartband (pulseira inteligente, não relógio), porque é dependente do celular, enquanto o smartwatch tem apps dedicados e pode ser configurado através do próprio relógio. E, sim, é muito útil.

A bateria chega a durar 3 semanas

wallace bad

É legal mais é muito caro pelo que faz e o os tem que evoluir muito ainda

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