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Amazon abre três novos armazéns no Brasil para acelerar entregas

Amazon abriu centros de distribuição em Minas Gerais, Distrito Federal e Rio Grande do Sul; entregas Prime serão mais rápidas

Felipe Ventura Por

A Amazon anunciou nesta segunda-feira (9) que abriu três novos centros de distribuição no Brasil, localizados em Minas Gerais, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. A empresa promete que, com esta expansão logística, clientes Prime em mais de 500 municípios terão entregas mais rápidas, a partir de dois dias.

Centro de distribuição (Imagem: Divulgação/Amazon)

Centro de distribuição (Imagem: Divulgação/Amazon)

Amazon tem oito armazéns para entregas no Brasil

Os novos armazéns ficam em Betim (MG), Santa Maria (DF) e Nova Santa Rita (RS). Eles somam cerca de 75 mil m², equivalente a uma área de mais de 10 campos de futebol. Segundo a Amazon, serão criados cerca de 1.500 empregos diretos, incluindo colaboradores que vão selecionar, embalar e enviar os pedidos dos clientes.

No total, a empresa agora tem oito centros de distribuição (ou CDs) no Brasil: são quatro na Grande São Paulo, localizados em Cajamar e em Barueri; mais um na região metropolitana do Recife (PE).

“Essa expansão nos ajudará a aprimorar ainda mais o atendimento aos clientes brasileiros, não apenas nos estados onde estamos abrindo os CDs, mas em todo o país”, diz Alex Szapiro, country manager da Amazon Brasil, em comunicado.

Os novos armazéns foram inaugurados em colaboração com os governos estaduais; o comunicado à imprensa tem falas de Romeu Zema, Ibaneis Rocha e Eduardo Leite, governadores de MG, DF e RS, respectivamente.

Segundo a Amazon, os novos CDs também adotarão medidas de segurança contra a COVID-19. De março a outubro de 2020, ela encomendou 1,06 milhão de máscaras faciais, 400 mil lenços desinfetantes para as mãos e mais de 50 mil luvas para os funcionários.

Amazon, Mercado Livre e Magazine Luiza são algumas das empresas que mais alugam armazéns no Brasil. O Mercado Livre possui dois armazéns no estado de São Paulo e vai inaugurar um terceiro na Bahia. O Magalu, por sua vez, tem 17 galpões espalhados pelo país, além de usar suas lojas físicas para distribuir produtos.

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@ksio89

Ao menos para os clientes do Nordeste, varejo online no Brasil se resume a Amazon e Magalu, o resto nem lembro mais que existe. As duas estão dando trabalho até para os mercados, ultimamente tenho comprado alimentos, bebidas e produtos de limpeza e higinene pessoal nas duas lojas.

Peterson (@Pet_inusitado)

Acrescente Mato Grosso, e digo por experiência própria e de terceiros.
Compras on-line hoje se restringem a Amazon, Magalu e Mercado Livre.

Amazon nas minhas ultimas compras, não cumpriu o prazo nenhuma delas.
Compra 1: 7/setembro (feriado) às 8 da noite, prazo era dia 17, entregaram dia 12
Compra 2; 13/outubro as 5 da tarde, prazo dia 30, entregue dia 27
Compra 3; 14/outubro, prazo dia 22, entregue dia 20

Está sempre entregando antes…

Sérgio (@trovalds)

Mercado eu faço compras em “atacarejo”, no caso o Atacadão. Então o online ainda não compensa. Até monitoro com alguma frequência mas os preços praticados são de supermercado e ainda por cima com algum acréscimo no geral. Eu até tentei pesar o “preço da comodidade” por não ter que sair de casa pra fazer compras mas a tal comodidade ainda sai bem cara.

Alisson Santos (@alisson)

Concorrência, meus amigos. Por muitos anos o marketplace do Mercado Livre reinou sozinho e dependia exclusivamente dos Correios e seus fretes exploratórios, principalmente para quem morava longe do eixo Rio-São Paulo. Hoje quem não tiver uma logística decente vai ficar pra trás. Ainda teremos mais notícias sobre novos CDs das grandes varejistas. Se pá alguma vai ter um em cada estado.