Nokia N1

A parte da Nokia que não foi comprada pela Microsoft anunciou em novembro seu primeiro tablet, o Nokia N1, que roda Android 5.0 Lollipop e tem um design bem familiar. Nesta quinta-feira (8), o tablet começou a ser vendido na China. E os primeiros números parecem bem positivos: a empresa afirma que, em apenas 4 minutos e 2 segundos, conseguiu vender 20 mil unidades.

É um número bastante respeitável, embora ainda não chegue perto da Xiaomi, que tem o costume de usar a mesma estratégia de marketing — no ano passado, a fabricante chinesa conseguiu vender 20 mil unidades do smartphone Mi3 em 2,4 segundos (!) na Índia. Como informa o ZDNet, a Nokia anunciou na rede social chinesa Weibo que 566.438 usuários estavam na “fila” para tentar comprar o tablet N1.

O Nokia N1 tem hardware de topo de linha: processador quad-core Intel Atom Z3580 de 2,33 GHz, 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento interno e bateria de 5.300 mAh. A tela é uma IPS LCD de 7,9 polegadas com resolução de 2048×1536 pixels. A carcaça é extremamente fina (6,9 mm) e leve (318 gramas), e traz um detalhe bem interessante na parte inferior: um conector USB tipo C, que pode ser encaixado dos dois lados.

Nokia N1

Curiosamente, assim como os iPads, o Nokia N1 é fabricado pela Foxconn, já que a compra da Nokia pela Microsoft também envolvia as unidades fabris da finlandesa.

Na China, o Nokia N1 está sendo vendido por 1.599 renminbis chineses, o equivalente a 690 reais. Depois de desembarcar no mercado chinês, o tablet será lançado na Rússia e em outros países europeus.

Receba mais notícias do Tecnoblog na sua caixa de entrada

* ao se inscrever você aceita a nossa política de privacidade
Newsletter
Paulo Higa

Paulo Higa

Editor-executivo

Paulo Higa é jornalista com MBA em Gestão pela FGV e uma década de experiência na cobertura de tecnologia. Trabalha no Tecnoblog desde 2012, viajou para mais de 10 países para acompanhar eventos da indústria e já publicou 400 reviews de celulares, TVs e computadores. É coapresentador do Tecnocast e usa a desculpa de ser maratonista para testar wearables que ainda nem chegaram ao Brasil.

Relacionados