Como é jogar Street Fighter 4 em 6000 x 1600 pixels

Rafael Silva
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Em uma palavra: f*da. Em várias palavras: impressionantemente espetacular e assustador. Se você é um leitor antigo do TB, sabe que esse jogo específico é constantemente usado como benchmark nos notebooks que testamos aqui. Para se ter uma ideia de quanto poder de processamento é necessário para rodar esse jogo, nem todos os notebooks que testamos conseguiram uma nota A no teste. E isso em resolução normal. Agora imagine o jogo em 6000 x 1600 pixels. Ou melhor, veja abaixo como fica.

O PC rodando o jogo não é nada modesto: ele conta com um processador AMD Phenom II com 3,2 GHz de clock, 8GB de memória RAM e uma placa ATI Radeon 5870 com 2GB de RAM integrado. Mas a resolução monstra só é possível graças à tecnologia Eyefinity, presente nas placas de vídeo da ex-ATI e agora AMD. Ela permite que você conecte dois ou mais monitores em uma placa só e faça com que o Windows detecte todos os monitores como fossem apenas um. No caso das fotos acima são cinco telas enormes de LCD combinadas para exibir a incrível resolução que você leu no título.

E não é só Street Fighter 4 que fica fantástico nessa resolução. Abaixo você também pode ver como ficam Dirt 2, Need For Speed: Hot Pursuit e até o Google Earth. Mas claro, os donos de uma placa com Eyefinity também podem escolher uma opção boring e abrir uma tabela Excel se quiser.

Você duvida que esses jogos fiquem espetaculares com 6000 x 1600 pixels de resolução? Faça o teste. Confira ao vivo no estande da AMD na área Expo da Campus Party. E também fique ligado no Twitter da AMD Brasil, eles vão promover um campeonato de Street Fighter 4 ainda hoje. 😉

Rafael Silva

Ex-autor

Rafael Silva estudou Tecnologia de Redes de Computadores e mora em São Paulo. Como redator, produziu textos sobre smartphones, games, notícias e tecnologia, além de participar dos primeiros podcasts do Tecnoblog. Foi redator no B9 e atualmente é analista de redes sociais no Greenpeace, onde desenvolve estratégias de engajamento, produz roteiros e apresenta o podcast “As Árvores Somos Nozes”.

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