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Quais apps do iOS estão na sua pastinha de coisas inúteis da Apple?

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Desde sempre, a Apple embute uma porção de apps no iOS que não podem ser removidos. Alguns dos ícones são realmente essenciais, como o Ajustes, App Store ou Telefone (ok, talvez esse último não seja tão importante para algumas pessoas). Mas outros têm utilidade bastante duvidosa, como o Apple Watch, que aparece independentemente de você possuir o relógio, e o Bússola, que dispensa explicações.

Em vez de permitir que os usuários removam ou ocultem os apps que não usam, a Apple seguirá o caminho contrário no iOS 9, que passa a trazer nativamente o Buscar meus amigos (para encontrar contatos próximos a você) e o Buscar Meu iPhone (que também localiza iPads e Macs perdidos). O que acontecerá com eles? Bem, eu tenho uma pastinha chamada “Lixos da Apple“ só para esses apps — e imagino que você faça algo parecido.

A intenção aqui é descobrir quais apps do iOS cada um de nós coloca no limbo, e se existem opções melhores para as soluções nativas da Apple. Vamos lá? Eu começo.

Neste momento, existem 21 apps da Apple na minha pasta de inutilidades. São eles:

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  • Contatos: o próprio app Telefone já traz essa função, de forma que faz pouco sentido ter um ícone dedicado para isso.
  • Mapas: na minha opinião, existem opções melhores que os mapas da Apple. A maioria opta pelo Google Maps, mas minha escolha é o HERE Maps, que possui suporte a mapas offline e rotas de transporte público.
  • Relógio, Câmera e Calculadora: é mais rápido acessar esses apps pela central de controle, que está a um deslizar de dedo de distância. Além disso, no caso do Relógio, troco a função de despertador pelo Sleep Cycle (US$ 1,99), que me acorda num momento mais oportuno, quando estou com sono leve, e ainda gera gráficos bacanas sobre o meu sono.
  • Calendário: embora não seja ruim, uso o Sunrise, da Microsoft, que integra bem com vários serviços, como Wunderlist, LinkedIn, Facebook, Trello e até Foursquare. Mesmo antes do Sunrise, usava o Fantastical (US$ 4,99) pela interface mais elaborada.
  • Bússola: não sou marinheiro e também nunca usei a função de nivelador.
  • Game Center: pode ser útil para quem é competitivo e gosta de desafiar seus amigos que também possuem iDevices. Não é o meu caso.
  • Tempo: o Yahoo Tempo possui uma interface mais caprichada, além de mostrar informações adicionais, como a probabilidade de chuva em vários momentos do dia.
  • Apple Watch: aparentemente, não pareia com o meu relógio Citizen.
  • Dicas: é um app interessante para novatos no iOS, trazendo dicas de recursos não muito óbvios, mas tem pouca utilidade para usuários mais experientes.
  • Banca: funciona para quem lê revistas, mas também não é o meu caso. O Notícias, que virá no iOS 9, provavelmente será mais interessante.
  • Bolsa. acompanho diariamente a cotação do dólar e algumas papeis na bolsa, mas faço isso usando o widget na central de notificações.
  • Vídeos: é, talvez, o app mais inútil de todos, desde que o iOS ainda se chamava iPhone OS. Uso o VLC quando quero ver alguma coisa no iPhone ou iPad, que acessa serviços de nuvem, permite enviar arquivos por Wi-Fi e reproduz vídeos com praticamente qualquer codec, sem dores de cabeça.
  • iTunes Store: em tempo de serviços de streaming de música crescendo a todo vapor, está difícil justificar um gasto de dezenas de reais para comprar apenas um álbum — e o fato da Apple cobrar em dólar só piora as coisas.
  • Mail: o Mailbox me agrada mais e ajuda a organizar a bagunça da minha caixa de entrada, que frequentemente lida com mais de 200 emails por dia.
  • FaceTime: foram raras as vezes em que precisei fazer uma chamada em vídeo pelo iPhone. Mas, nas poucas ocasiões, o Skype sempre me serviu bem e não exigiu que a outra pessoa também tivesse um iDevice ou Mac.
  • Podcasts: melhorou muito, mas ainda prefiro o Pocket Casts (US$ 3,99), que sincroniza minhas assinaturas na nuvem e permite que eu acompanhe os mesmos episódios, de onde parei, em outros aparelhos — como estou sempre testando Androids, essa função é particularmente útil por aqui.
  • Notas e Lembretes: são apps tão simples, mas tão absurdamente simples, que não me atendem, tanto que finalmente ganharão uma repaginada no iOS 9. Para fazer anotações, uso o OneNote. Já para as listas de tarefas, minha escolha é o Wunderlist, também da Microsoft.
  • Gravador: eu gravo bastante áudio no celular, seja para entrevistas ou para alguma aula complicada que ouvirei posteriormente, mas prefiro o Recordium (US$ 9,99) pelos recursos de recorte, anotações, ajuste do volume de gravação e salvamento na nuvem.

Sua vez!