Nubank expande parceria para oferecer mais seguros no Brasil

Chubb, empresa por trás dos seguros de vida e de celular do Nubank, terá equipe dedicada e fará investimentos para ampliar oferta

Giovanni Santa Rosa
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O Nubank começou no mercado de cartões de crédito, mas se expandiu e agora oferece conta bancária, investimentos e seguros. A empresa parece apostar bastante nesse último produto: ela anunciou nesta quarta-feira (13) a expansão de sua aliança com a Chubb, uma das maiores companhias no ramo em todo o mundo.

Cartão do Nubank
Nubank (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A Chubb foi fundada nos EUA em 1882 e hoje está presente em 54 países e territórios. Ela é a parceira do Nubank no seguro de vida lançado no fim de 2020 e no seguro de celular disponibilizado em 2022. Ambos podem ser contratados pelo aplicativo em um processo 100% online.

A empresa do roxinho também vem sondando clientes para oferecer um produto para carros.

Agora, a Chubb terá uma equipe dedicada e fará investimentos em tecnologia, em marketing e em pesquisa e desenvolvimento. Segundo o comunicado, os seguros oferecidos atualmente foram criados pelo Nubank usando o Chubb Studio, uma plataforma de distribuição de produtos digitais.

O seguro de vida do Nubank já conta com mais de 560 mil apólices ativas, segundo a empresa. Além disso, metade dos clientes disseram que este foi o primeiro produto do tipo que eles contrataram. Já o seguro de celular ainda está sendo liberado para os clientes gradualmente.

Seguros do Nubank podem chegar a outros países

O comunicado diz que a expansão da aliança “coloca em perspectiva a introdução da unidade de negócios de seguros do Nubank também no México e na Colômbia”. Isso faz sentido com declarações e notícias recentes.

No começo desta semana, a empresa conseguiu uma linha de crédito de US$ 650 milhões para investir em seus negócios nos dois países. Atualmente, o Nubank tem mais de 1,5 milhão de clientes no exterior.

David Vélez, presidente-executivo da empresa, disse que a oferta de serviços do Brasil dá uma “ideia interessante” do caminho que a companhia vai trilhar nos dois mercados nos próximos cinco a dez anos. Parece que os seguros estarão neste caminho.

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