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WhatsApp permite excluir mensagens enviadas em até dois dias

Prazo para apagar mensagens era de pouco mais de uma hora; mesmo com limite maior, é preciso prestar atenção a alguns pontos

Giovanni Santa Rosa
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Quem nunca se arrependeu depois de enviar uma mensagem ou mandou para o número errado, não é mesmo? Geralmente, a solução nestes casos é apagar, mas os apps costumam dar pouco tempo para isso. No WhatsApp, o limite era de pouco mais de uma hora — até agora. O aplicativo estendeu este intervalo para dois dias e 12 horas na última atualização.

WhatsApp
WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A novidade foi anunciada pela conta oficial do WhatsApp no Twitter nesta segunda-feira (8). A mecânica não muda: pressione e segure a mensagem, escolha “Apagar” e, depois, “Apagar para todos”.

Tenha cuidado nessa última parte: se você apagar só para você mesmo, não há um jeito oficial e seguro de apagar para todo mundo depois.

Outro ponto para ficar atento: quem recebeu a mensagem também precisa estar usando a versão mais recente do WhatsApp. Se não estiver, o que foi enviado continua lá — e você não recebe nenhuma notificação para avisar isso.

Obviamente, é bem improvável que o destinatário não leia sua mensagem depois de tanto tempo, mas pelo menos é um jeito de remover aquele conteúdo.

Pode ser útil caso você tenha mandado informações confidenciais, como dados pessoais ou financeiros, por exemplo. Nada impede, porém, que a pessoa tenha copiado a mensagem ou feito um screenshot.

WhatsApp chegou a testar prazo de três meses

O recurso de apagar mensagens do aparelho de quem as recebeu existe desde 2017. Há algum tempo, o WhatsApp vem testando esticar o prazo para deletar os envios. Em um código da versão beta, o limite era de três meses (!), mas a empresa optou por um intervalo bem mais modesto.

Além do novo limite para apagar mensagens, o WhatsApp já liberou vários recursos em 2022. Na lista, estão as reações com emojis, a migração de conversas entre Android e iPhone, busca por estabelecimentos comerciais próximos e chamadas de voz para até 32 participantes.

Com informações: The Verge, Tom’s Guide.

Giovanni Santa Rosa

Giovanni Santa Rosa é formado em jornalismo pela ECA-USP e cobre ciência e tecnologia desde 2012. Foi editor-assistente do Gizmodo Brasil e escreveu para o UOL Tilt e para o Jornal da USP. Cobriu o Snapdragon Tech Summit, em Maui (EUA), o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre (RS), e a Campus Party, em São Paulo (SP). Atualmente, é autor no Tecnoblog.

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