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Artigos de Vivendi

Fundador da GVT está prestes a se tornar o chefe global da TIM

às 16h45 por

O fundador da GVT está alcançando cargos cada vez mais poderosos: Amos Genish já foi presidente da Vivo, e deve assumir em breve a chefia da Telecom Italia, que controla a TIM Brasil. Segundo a Reuters, o conselho da Telecom Italia vai nomear Genish como diretor-gerente da empresa, para efetivamente assumir as responsabilidades do CEO Flavio Cattaneo, que está de saída.

Anatel aprova compra da GVT pela Vivo (e o que isso muda)

às 16h25 por

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta segunda-feira (22) a compra da GVT pela Vivo. O negócio estava fechado desde o início de setembro, mas ainda precisava passar pela aprovação de entidades regulatórias. A Anatel era uma delas, e a caminhada da Vivo para assumir o controle da GVT está mais perto do fim. O conselheiro relator Igor Vilas Boas de Freitas concedeu anuência prévia para o controle integral da GVT pela Telefônica Brasil mediante algumas condições. O principal é que a Vivo deverá manter pelo período mínimo de 18 meses

Entenda a compra da GVT pela TIM ou Vivo

às 20h59 por

Não é segredo algum que a GVT, operadora de telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura, está sendo vendida. Com as crises econômicas que aconteceram na Europa nos últimos anos, o grupo francês Vivendi, atual dono da GVT, se desfez de grande parte dos seus ativos, incluindo a operadora francesa SFR e uma grande fatia da Blizzard. Chegou a hora de vender a GVT, e TIM e Vivo disputam a compra da operadora. Não é a primeira vez que a Vivendi tenta vender a GVT: em agosto de 2012, o grupo colocou a operadora à venda

Vivendi adquire GVT por R$ 3,5 bilhões

às 19h13 por

A gigante de mídia francesa Vivendi comprou hoje metade do capital da operadora de telefonia fixa e banda larga GVT. As negociações aconteceram em reuniões privadas, em que só participaram os fundadores, que detinham 30% das ações, e outros acionistas que juntos somavam 20%. Isso foi feito porque a oferta de compra não foi pública. Por enquanto a Vivendi tem apenas 50% do capital da GVT, mas deve fechar