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Este é o primeiro celular da Redmi como marca independente da Xiaomi

Redmi Note 7 faz parte da marca independente da Xiaomi para celulares acessíveis, e deve ter câmera de 48 megapixels

Felipe Ventura Por

A Xiaomi vai realizar um evento no próximo dia 10 de janeiro para “a nova marca independente Redmi”. A empresa decidiu criar uma submarca para se concentrar em celulares mais acessíveis, e a TENAA (equivalente da Anatel na China) mostra como será um desses aparelhos — o Redmi Note 7 deve ter câmera de 48 megapixels.

A documentação da TENAA revela poucos detalhes sobre o Redmi Note 7 (código M1901F7): o celular possui tela de 6,3 polegadas, bateria de 3.900 mAh e 8,1 mm de espessura. Além disso, temos um leitor de digitais na traseira e uma câmera dupla — que provavelmente tem um sensor de 48 MP, como a Xiaomi adiantou.

As fotos do Redmi Note 7 revelam uma traseira com degradê. Além disso, há apenas a marca “Redmi”, em vez de “Mi” como em outros aparelhos da linha.

Submarca Redmi dará maior foco para a Xiaomi

Por que a Xiaomi decidiu tornar a Redmi uma submarca independente? O CEO Lei Jun explica na rede social Weibo que isso trará mais foco para as diferentes estratégias da empresa.

Os celulares Redmi miram em um preço mais baixo e são vendidos principalmente através de plataformas de comércio eletrônico; enquanto os dispositivos Mi se concentram no high-end e têm maior presença em lojas físicas.

Dessa forma, a Xiaomi terá três marcas de smartphones: Mi para aparelhos premium, Poco para “premium acessível”, e Redmi para modelos populares. É uma estratégia semelhante à adotada pela Huawei, que criou a submarca Honor para celulares de baixo custo. Enquanto isso, a Oppo tem a marca Realme que opera de forma independente.

Saberemos mais detalhes na semana que vem, quando a Xiaomi realizar seu evento em Pequim; ela vai anunciar seu primeiro smartphone com um sensor de 48 megapixels. A Huawei saiu na frente com o Nova 4 e Honor View 20; e rumores dizem que veremos essa resolução de câmera no Galaxy S10 e no sucessor do Motorola One.

Com informações: GSMArena, Gizmochina.

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LuizSantos

Melhor gif de 2019, expressão Bozoré dando entrevista!

Yamaha Mt-09

Famoso tijolar tá voltando.
Me lembro da época que a gente sonhava com celular pequeno, e super fino quem não lembra do tão sonhado motorola V3.

Yamaha Mt-09

Xiaomi lança submarca Xiaomi e já anuncia novo aparelho.

Hemerson Silva

Redmi sempre focou nisso kkkk nunca teve Redmi top de linha, isso é com os Mi.

felipegcoutinho

Pode. E eu posso expor a minha também :)

Yury Martins

Depende. Fabricantes podem ter componentes em comum, a não ser que seja algo exclusivo como os processadores da Apple, mas claro, não é só uma empresa que produz essa tecnologia de sensor biométrico sob a tela (e parece que tem 3 tecnologias desses sensores).

Não falo só do preço do componente em si, mas os custos de pesquisa e desenvolvimento da tecnologia que são amortizados com volume de vendas. Por esse motivo, toda tecnologia nova de celular sai antes nos flagships e depois que vão para intermediários e celulares de entrada!

Claro que um grande pedido de componentes também trará maiores descontos, como você disse, mas não é só isso!

Lucas Gonçalves

Saudades quando haviam aparelhos de entrada, intermediário e top de linha. Hoje eles colocam cada especificação em aparelhos diferentes. Se quiser todas juntas, que comprem o Top de linha da empresa. Lembro da SONY, quando lançaram a linha Xperia. Tinha o Xperia U (Entrada), Xperia P (Intermediário) e o Xperia S (Top de linha). Depois virou esculhambação igual as outras empresas.

Capitão Caverna

O preço de um componente não tem relação com quantos modelos já tem aquilo.
O preço de um componente tem relação com quantas unidades o fabricante quer.
Por mais que a tecnologia seja a mesma, a peça da Vivo vai ser diferente da peça da Motorola.
Então o valor vai depender de quantas unidades a motorola pedir pra fabricarem.
Quanto mais peças, mais barato.

@Sckillfer

Lindo, mas já tiraram 100mAh de bateria, só falta manterem a microUSB ao invés de mudar logo pra USB-C.

Tô pensando em pagar bem mais caro em um mi max 3 do que pegar um redmi note 5 por isso, não que seja fanboy da USB-C (eles existem), mas a fragilidade da microUSB é demais pra mim, comprei um pendrive duo caro da Sandisk e a microUSB não durou nem um ano

Yury Martins

Sim, não trabalho para nenhuma das duas fabricantes para ter acessos sobre dados de custo de produção. Claro que empresas podem ter diferentes margens de lucros em seus produtos, mas foi só uma "suposição" e te questionei se não acha que esses "extras" do Vivo não o fizeram ficar mais caro!

O que eu quis dizer desde o início, é que nesse momento provavelmente NÃO é viável para a linha Redmi implantar tal sensor, mas eventualmente os aparelhos de baixo custo o receberão também!

Li uma matéria a respeito e projeta-se que até o fim de 2019 apenas 6,3% dos aparelhos possuam esse sensor e aí sim o preço de produção poderá cair pela metade.

É assim com todas as tecnologias, o próprio sensor biométrico tradicional apareceu primeiro no Motorola Atrix, um top de linha na época, foi aperfeiçoado no iPhone para só depois de um tempo aparecer em aparelhos de baixo custo.

Nessa mesma matéria diz que a Xiaomi vai adotar esses sensores, mas obviamente começará pelos seus tops de linha para depois ir para os intermediários e celulares de entrada!

Capitão Caverna

Comparando preço de produção com preço de consumidor?
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Yury Martins

Sobre o Notch, as modificações necessárias (em relação a telas convencionais) são bem menores que as necessárias para instalar um sensor biométrico embaixo da tela! Ainda assim demorou um cadinho para começar a aparecer notches em celulares intermediários!

Yury Martins

Acabei de fazer uma rápida pesquisa, e o Vivo V11 Pro custa cerca de 1.400 reais na Índia (o mais barato que vi com sensor de digital embutido na tela) e vem com processador intermediário enquanto o Redmi Note 6 custa cerca de 750 reais. (26 mil rúpias e 14 mil rúpias respectivamente). Vendo os modelos antigos da linha Redmi Note, sempre estiveram nessa faixa de preço em seus respectivos lançamentos. A Vivo também é chinesa e lançou um aparelho intermediário por quase o dobro do preço da Xiaomi, acha mesmo que essa tecnologia de sensor biométrico não deu uma inflada no preço? O preço desse Vivo já entra no patamar da linha principal da Xiaomi a "Mi". Faz muito mais sentido lançarem algo do tipo na linha Mi que na Redmi, pelo menos por enquanto...

Capitão Caverna

O notch surgiu ontem e quase todos adotaram.
Se novidade fosse preço em se tratando de produção na china, o notch não teria se popularizado.

Yury Martins

É uma tecnologia relativamente nova, enquanto o leitor na traseira já tá aí há "décadas"... mesmo preço que não vai ser, certo? Até pq pra por debaixo da tela, a própria tela precisa ser diferente!

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