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Líder do Android desmente necessidade de nova aprovação

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No final do mês passado uma dúzia de executivos da indústria de celulares comentaram que o Google estava começando a apertar o cerco contra certas customizações. Uma das coisas que eles afirmaram foi que as fabricantes que quisessem liberar um aparelho compatível com o Android ou com aplicativos do Google incluídos, deveriam mostrar o que planejam fazer com o sistema e seus planos precisariam ser aprovados pelo líder da plataforma, Andy Rubin.

O próprio Andy Rubin negou que isso acontece. Em um post no blog oficial de desenvolvimento do Android, o líder da plataforma disse que as restrições e regras anti-fragmentação do programa que dá acesso ao código-fonte do Android já estavam lá desde 2007 e que todas as fabricantes concordaram com as elas antes mesmo da primeira versão ficar pronta e do primeiro aparelho ser lançado, um ano depois.

Rubin diz que "não existem proibições ou restrições no que os fabricantes podem fazer em termos de interface" e garante que "fabricantes são livres para modificarem o Android como quiserem" mas que se quiserem receber o selo de "dispositivo compatível com Android", vão ter que obedecer as regras já impostas. Ao que parece, os executivos só estavam mesmo reclamando da existência delas, e não de novas.

Sobre a demora em liberar o código-fonte do Android 3.0, o chefão do sistema disse que o "time de desenvolvedores ainda está trabalhando para trazer as características dessa versão para celulares" e quando esse trabalho estiver terminado, o código será liberado.