Espaço “ilimitado” do OneDrive agora é de 1 TB

Paulo Higa
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• Atualizado há 2 meses
OneDrive

A Microsoft chegou a oferecer espaço ilimitado no OneDrive para os assinantes do Office 365, mas a vantagem durou pouco tempo. Com o argumento de que alguns usuários estavam “abusando” do serviço ao armazenarem dezenas de terabytes, a empresa decidiu voltar ao limite de 1 TB. Quem já estava acima do limite teve um prazo para deletar os arquivos excedentes — que acabou.

Todos os usuários que tinham capacidade de 10 TB ou mais no OneDrive voltaram ao limite de 1 TB. A redução no armazenamento começou na quarta-feira (1º), sendo que a mudança levou até 48 horas para surtir efeito em todas as contas.

Quem possui mais de 1 TB de arquivos salvos no OneDrive entrou no modo “acima do limite” e não pode enviar mais nenhum arquivo. A Microsoft explica ao Neowin que esses usuários terão três meses para deletar os arquivos excedentes. Se não fizerem isso dentro do prazo, suas contas ficarão bloqueadas por, no mínimo, seis meses.

Quando a Microsoft anunciou o espaço ilimitado no OneDrive, a empresa chegou a afirmar que “limites de armazenamento acabam de se tornar coisa do passado”, mas nenhum grande serviço de nuvem seguiu a mesma estratégia — o Dropbox continua oferecendo 1 TB no Dropbox Plus, e o Google Drive ainda possui planos mais caros, de até 30 TB, por R$ 1.049,99 ao mês.

Para quem realmente precisa de muito espaço, uma possível opção é o Amazon Drive, que oferece espaço ilimitado por US$ 59,99 ao ano — desde que você não se importe em perder acesso aos seus arquivos por algumas horas de vez em quando.

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Paulo Higa

Paulo Higa

Ex-editor executivo

Paulo Higa é jornalista com MBA em Gestão pela FGV e uma década de experiência na cobertura de tecnologia. No Tecnoblog, atuou como editor-executivo e head de operações entre 2012 e 2023. Viajou para mais de 10 países para acompanhar eventos da indústria e já publicou 400 reviews de celulares, TVs e computadores. Foi coapresentador do Tecnocast e usa a desculpa de ser maratonista para testar wearables que ainda nem chegaram ao Brasil.

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