Xiaomi Poco C65 é homologado no Brasil e deve ser lançado em breve

Smartphone de subsidiária da Xiaomi pode contar com lançamento global nos próximos dias; celular ainda não foi oficializado pela fabricante

Felipe Freitas Everton Favretto
Por e
Xiaomi lançou mais celulares em 2022 do que em 2021 (de novo) (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Xiaomi Poco C65 é aprovado na Anatel e já pode ser vendido no país. Imagem ilustrativa (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Xiaomi prepara o lançamento de um novo smartphone no Brasil, o Poco C65. O celular foi homologado pela Anatel no início desta semana e já pode ser vendido por aqui. O Poco C65 é o mesmo aparelho que o Redmi 13C, mas renomeado para atender diferentes mercados da fabricante e segmentos de consumidores.

O Poco C65 — assim como o Redmi 13C — ainda não foi oficializado pela fabricante, mas já foi certificado por agências de outros países, como Índia e Indonésia. Rumores indicam que ele será equipado com um chip MediaTek Helio G99. De certeza, o smartphone será barato e sem 5G.

Poco C65 terá recurso presente no iPhone 15

Imagem vazada do Redmi 13C/Poco C65 (Imagem: Reprodução/@SujanTharu)
Imagem vazada do Redmi 13C/Poco C65 (Imagem: Reprodução/@SujanTharu)

Mesmo sendo um celular de entrada, com um chip “fraquinho” e sem 5G, rumores apontam que Poco C65 terá um recurso do iPhone 15 Pro Max: conector USB-C — e a velocidade de carregamento também deve ser igual. Brincadeiras à parte, o USB-C está presente em outros smartphones da Xiaomi há um bom tempo.

Uma suposta imagem vazada do Redmi 13C (que é o Poco C65 com outro nome) mostra que o smartphone terá uma câmera principal de 50 MP no seu conjunto de três sensores.

O Poco C65, assim como o Redmi 13C, deve contar com 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento — expansível para até 1 TB com cartão de memória. O celular sairá de fábrica com MIUI 14 (interface baseada Android 13). O Poco C65 terá entrada para dois chips.

Redmi 13C e Poco C65: nome é estratégia da Xiaomi

Aprofundando na explicação dessas trocas de nomes, a Xiaomi costuma vender celulares iguais com suas duas marcas de smartphones para o segmento de entrada e intermediário. Desse modo, o seu portfólio pode atender diferentes fatias de mercado sem inflar o portfólio de uma marca.

A chinesa pode, por exemplo, levar para o Brasil modelos intermediários sob a marca a Redmi e deixar o nome Poco para os celulares custo-benefício/entrada.

Receba mais sobre Brasil na sua caixa de entrada

* ao se inscrever você aceita a nossa política de privacidade
Newsletter
Felipe Freitas

Felipe Freitas

Repórter

Felipe Freitas é jornalista graduado pela UFSC, interessado em tecnologia e suas aplicações para um mundo melhor. Na cobertura tech desde 2021 e micreiro desde 1998, quando seu pai trouxe um PC para casa pela primeira vez. Passou pelo Adrenaline/Mundo Conectado. Participou da confecção de reviews de smartphones e outros aparelhos.

Everton Favretto

Everton Favretto

Assistente de Conteúdo

Everton Favretto é bacharel em Tecnologias Digitais pela UCS e caça homologações da Anatel para o Tecnoblog. Gosta de telefones (velhos e novos) e está sempre pronto para falar de aviões. Consegue identificar um modelo de 737 olhando para a fotografia dele e tem um Raspberry Pi Zero W na sacada só para rastrear as aeronaves por ADS-B.

Canal Exclusivo

Relacionados