A linha de processadores Tegra da NVidia vem se instalando em cada vez mais celulares, principalmente nos Androids high-end. No começo do ano os planos da empresa eram de criar ainda em 2011 um chip quad-core para plataformas móveis. E faltando apenas dois meses para esse prazo terminar, a NVidia anunciou hoje seu Tegra 3, o primeiro chip ARM-A9 de quatro núcleos voltado para smartphones e tablets.

O poder de processamento do Tegra 3 é de 1,5 GHz e ele vem com um quinto núcleo específico além dos principais, que é usado para tarefas que exigem pouco processamento. Ele também vem com uma implementação do chip gráfico GeForce, que conta com 12 núcleos.
Em testes com protótipos realizados em fevereiro, a empresa conseguiu reproduzir vídeos em 1440p sem nenhum problema, então sabemos que ele já era em teoria bastante poderoso. Um novo vídeo liberado hoje confirmou que a empresa não parou para descansar.
Para saber se o chip cumpre mesmo o que promete na vida real, a NVidia disse que vai disponibilizar 15 novos jogos específicos para o Tegra 3 na sua loja, que distribui aplicativos principalmente para a plataforma Android. E o HTC Edge pode até ser o primeiro smartphone Android com esse chip a aparecer no mercado, mas não vai ser o primeiro dispositivo com ele: o ASUS Eee Transformer Prime vai sair na frente.
Como sempre, o processador só é tão bom quanto o sistema que tira proveito dele. O Android já tem otimizações que o permitem tirar proveito de arquiteturas multi-core, enquanto que o Windows Phone se dá muito bem com processadores single-core. Há quem diga que jogar números de núcleos e clock lá em cima é uma corrida inútil, mas eu acho que o mercado vai acabar decidindo sozinho.







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Pensei que ia ser um vilão da bateria até que li a parte em que dizia em que ele ainda vai ter um 5º núcleo para “tarefas simples”. Na minha opinião essa é a vantagem de ser multi-core, antes que
venham os windows trolls maníacosvenha a galera anti-multi-core apedrejar.Tecnologia de chips evoluindo e as baterias, nada.
Pelo contrário, tem muita coisa acontecendo na área de baterias, mas é que estamos mal acostumados e esperamos que tudo saia do laboratório para a loja em um ou dois anos quando o normal é um ciclo bem maior de pelo menos 5 anos ou até uma década de desenvolvimento e pesquisa até ser comercializado.
Mas tem muita tecnologia revolucionária para baterias em desenvolvimento. Algumas até nem podem ser chamadas de baterias no sentido como as conhecemos.
Sim, com chips acontecem a mesma coisa. Os podoresos processadores de agora são projetos de anos atrás. O que digo é que as baterias não acompanham no mesmo rítmo.
“Algumas até nem podem ser chamadas de baterias no sentido como as conhecemos.”
Seriam os super capacitores?
Tá faltando uma Lei de Moore específica pra baterias… =/
Bateria não vende celular. Processador com um milhão de núcleos vende.
Pelo contrário, muita gente analisa a bateria antes de comprar.
A questão sobre os multi-cores é que pouquíssimos aplicativos fazem bom uso deles (se é que fazem algum). Se o sistema não tiver um bom gerenciador de energia, ou se o processador não tiver uma boa eficiência energética, os multi-cores só servem para gastar mais bateria (área que não tem acompanhado a evolução dos outros setores).
O Android faz tudo isso aí, ele é muito bem paralelizado.
Android faz se a empresa que adotar integrar ele bem….
Esse negócio de ROM customizada não cola ….
Aparelho tem que ser muito bom a partir da hora que sai da caixa, sem fazer gambiarra nenhuma pra funcionar
O SII teve uma boa integração por parte da Samsung, assim como o Xperia ARC por parte da Sony
Que bom, mas paralelização não necessariamente precisa de multi-cores. Tanto é que o conceito de threads é mais antigo que os multi-cores.
A maioria dos processos em um sistema interativo passam pouco tempo fazendo uso intenso do processador (principalmente quando existe um processador gráfico separado). Normalmente os processos/threads são escalonados, agendam alguma operação de E/S e ficam inativos, esperando a operação de E/S terminar para terminar sua tarefa.
Os multi-cores são uma evolução interessante e necessária, mas é preciso ver até que ponto a troca de bateria por poder processamento em um dispositivo móvel vale a pena.
Ou ninguém mais quer baterias que durem uma semana?
O Arc não é single-core?
Não adianta nada essa potência toda sem suporte. O android nos celulares de diversas fabricantes não possuem a capacidade de tirar proveito do hardware disponível e é tudo muito pouco otimizado. Tenho um Atrix e só consegui colocar o Gigerbread nele em versão disponibilizada em foruns de desenvolvedores.
Você vai comprar um celular android e vai virar refém da fabricante do celular, porque não adianta o google lançar uma versão nova, aprimorada e otimizada do android, a Fabricante tem que ter a boa vontade de disponibilizar uma versão específica para cada celular.
Não acho que os desktops vão morrer tão cedo, mas que eles já estão em segundo plano, isso estão.
A tecnologia móvel evoluindo muito rápido. Agora falta ainda otimização para usar bem um hardware poderoso desse.
continuarei no iPhone por muito tempo….
O chip do iPhone é, basicamente, um Tegra 2 sem a GPU do Tegra 2.
Correção: o chip A5 do iPhone 4S é basicamente um SoC tipo o Tegra 2 só que sem a porcaria da GeForce ULP utilizada no Tegra 2…
Bom lembrar que as SGX da Power VR são GPUs mobile com uma década nas costas nesse ramo, enquanto a nVidia está no ramo mobile/ARM apenas desde 2008.
Vejo o Tegra 3 como um chip-tudo-em-um muito bom, mas cuja GPU é apenas razoável perante uma SGX 543 MP4+.
eu também pretendo migrar de Nokia para iPhone (assim que chegar o 4S aqui no Brasil). Mas não deixo de admirar os outros smartphones que estão evoluindo (e bem).
LEAVE NVIDIA ALONE!!!
Brincadeiras à parte, o Tegra 2 é um bom chip. A Samsung e a Apple podem ter chips melhores, mas nenhum deles é tão barato e acessível quanto ele. Deixe os (não tão) menos afortunados se divertirem também!
Um dual core já me atende muito bem.
Gosto demais do Android, mas preferia maior duração de bateria do que mais poder de processamento. Um celular vejo como algo para tarefas simples, usar canais de comunicação, e consumir conteúdo apenas. Só teria um iPhone se pudesse, como os americanos, comprar com preço subsidiado pela operadora de telefonia, pagando cerca de US$ 200. Pensando bem, rs, acho que nem assim, pois sou viciado em teclado qwerty.