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O Google está para lançar uma iniciativa na qual a empresa monitora o que os internautas fazem na internet e ainda vai pagar pelo acesso aos dados. Chamado de Screenwise, o projeto oferece um modo easy no qual o internauta instala uma extensão para o navegador e, a partir daí, ganha uns caraminguás para que o Google receba as informações sobre navegação. Também tem o modo hard, que requer uma traquitana específica (fornecida pela Cisco) para o monitoramento. Leia mais

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Todo ano aqui no Brasil acontece a Campus Party, evento que reúne geeks do país inteiro e os deixa ligados na internet com conexões incríveis. Esse ano, embora a infraestrutura não tenha sido das mais confiáveis, a conexão disponível era de 20 Gb/s, cortesia da principal patrocinadora do evento, a Telefônica. Lá na Suécia a Cisco, em parceria com um provedor local de internet, fizeram algo similar mas com uma conexão de deixar qualquer campuseiro brasileiro com inveja. Leia mais

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Um já tradicional estudo sobre a banda larga no mundo foi publicado pela escola de negócios da Universidade de Oxford. Em xeque, o alcance e a qualidade das bandas largas de diversos países. No entanto, não se anime muito: as melhores bandas largas do planeta estão localizadas do outro lado do mundo, lá na Ásia. E os coreanos são os sortudos quando o assunto é acesso à internet.

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Cisco Brasil com bens bloqueados na Justiça

A Justiça determinou o bloqueio dos bens da Cisco Brasil, depois que um processo judicial acusou a empresa de praticar importação fraudulenta com uso de empresas fantasmas. A Cisco ficou sem poder movimentar bens e contas bancárias, mas a organização recorreu da decisão e já pode movimentar pelo menos os ativos financeiros. Segundo a empresa, as operações brasileiras vão continuar funcionando normalmente. | Folha.com

HP expurga Cisco de todos os seus datacenters

A briga entre a Cisco e a HP está ficando cada vez mais gostosa de ver. As duas empresas disputam, quase um a um, clientes corporativos de grande importância. E numa demonstração de arrogância auto-suficiência, a HP decidiu remover os equipamentos produzidos pela Cisco de todos os seus datacenters. Foram cinco meses de trabalho intenso para que itens relacionados a rede corporativa, como roteadores e switches, fossem devidamente trocados. Mais legal é que nenhum dos datacenters ficou offline durante o processo. Aê, HP! | ZDNet

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O tablet está mesmo em todas. Depois que a Apple bancou a ideia e criou o seu mágico iPad, um aparelho que permite fazer tudo aquilo que você já sabe, as principais empresas de itens tecnológicos saem atrás de concorrentes para o dispositivo. Até no Brasil já tem empresa importando o tablet Made in China iTablet, de olho nesse mercado.

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Quando uma empresa que fabrica notebooks entra no mercado de tablets, eu não acha estranho. Quando uma fabricante de celulares entra no mercado de tablets, não vejo problemas. Mas quando uma fabricante de roteadores entra no mercado de tablets, minha cabeça dá um nó. Foi assim com a Cisco, que anunciou hoje o Cius, um tablet que roda Android.
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Mal foi apresentado e o iPad já está no meio de uma grande polêmica por conta de seu nome. Se em português o termo “pad” pode ser traduzido como bloco de anotações, nos EUA ele também é utilizado para denominar absorventes íntimos, o que não demorou para virar piada por lá. E nem precisa ser piada nova: em 2006 o programa MadTV acidentalmente antecipou o nome do novo gadget da Apple num quadro de humor (vídeo abaixo).

Como se isso não fosse o suficiente, a fabricante japonesa Fujitsu também tem suas razões para não gostar do nome. Desde 2002 uma de suas subsidiárias comercializa um terminal para atendentes comerciais batizado com o mesmo nome da novidade da maçã e pelo visto a questão pode ser decidida nos tribunais.

E essa nem é a primeira vez que a Apple “acidentalmente” batiza seus produtos com nomes registrados por outras empresas. O próprio iPhone, lançado em 2007, foi pivô de uma polêmica semelhante com a Cisco, que tinha o registro da marca desde 2000.

Confira o vídeo do Apple iPad do MadTV:

[New York Times]

A Cisco divulgou seu “Annual Security Report 2009” e entre várias informações a mais divulgada delas foi que o Brasil ultrapassou os EUA na quantidade de spam enviado. Mas o que me chamou a atenção foi na verdade a parte que diz que as URLs curtas podem representar um grande problema de segurança.

A Cisco aponta a forma “telegráfica” de comunicação nas mídias sociais com seus 140 caracteres (Twitter e outros microblogs) como fonte de preocupação. As URLs curtas fazem parte desta forma de expressão e não dão pista do que está por trás daquele link do migre.me ou bit.ly.

Aproveitando para falar de redes sociais a Cisco diz que o Facebook foi usado em 2009 para propagar 419 tipos de scam diferentes.

Todos esses problemas acontecem pois em tese nas redes sociais você segue ou está ligado a pessoas que você conhece e confia. Clicar em links é apenas um passo. No início deste ano a Bullet, agência com sede em São Paulo, divulgou que 97% das pessoas clicam em links do Twitter de perfis que seguem.

Claro que não dá pra não usar encurtadores de URLs ou redes sociais como um todo. A questão é ficar atento a possíveis tentativas de fraude que certamente o atacarão.

Pesquisa conduzida pelas universidades de Oxford e de Oviedo determinou que apenas nove países possuem internet banda larga capaz de suportar as aplicações voltadas para web que serão desenvolvidas nos próximos anos.

A banda larga de 66 países ao redor do mundo foi pesquisada, de modo a dividir esses países em quatro grupos, de acordo com a capacidade de transmissão de dados. Sem nos causar qualquer surpresa, o Brasil está muito mal posicionado: ele se enquadra no grupo de países “abaixo das necessidades atuais”. Isso significa que a nossa banda larga mal está preparada para as aplicações web que já existem, como compartilhamento de fotos e reprodução de vídeos.

No seleto time de nações que já estão prontas para as tecnologias do futuro estão países como Japão, Coreia do Sul e Dinamarca. A internet americana foi classificada como “confortável para hoje”, junto a França, Alemanha, e Noruega. A maioria dos países europeus entrou nessa classificação.

Singapura, Austrália e Canadá, entre outras nações, ficam na terceira classificação, dos países cuja conexão é suficiente para as aplicações atuais.

A lanterna da internet mundial contempla a maioria dos países. Além do Brasil, estão China, Argentina, México e Colômbia, entre outros.

Por incrível que possa parecer, a média de download da internet global é de 4,75Mbps, enquanto que a média de upload é de incrível 1,3Mbps. Tenho a impressão de que o Brasil ainda está bem longe dessa média… [Neowin/BBC]