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Zuckerberg funda gigantesco clube do livro no Facebook

200 mil internautas já aderiram à ideia

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5 anos atrás

Criador da maior rede social do planeta (junto com alguns colegas), Mark Zuckerberg vai usá-la para alcançar uma de suas resoluções de ano novo. O bilionário inaugurou uma página com a proposta de se tornar um clube do livro. Como já era de se esperar, mais de 200 mil internautas aderiram à ideia.

Esta não é a primeira vez que Zuck aproveita a mudança de ano para apresentar uma interessante resolução. Em anos anteriores, ele disse que ia aprender mandarim, o idioma mais falado do mundo. Não só o fez, como já dá entrevistas a jornalistas na língua oficial da China. Também se comprometeu a só comer carne dos animas caçados por ele – não sabemos a quantas anda esta medida.

Espaço será moderado e é voltado somente para quem leu os livros

Espaço será moderado e é voltado somente para quem leu os livros

Por meio da página A Year of Books, Zuckerberg vai escolher um novo título a cada quinzena (ou algo assim). “Os livros te permitem explorar totalmente um assunto e imergir de um modo mais profundo do que a maior parte da mídia hoje em dia”, escreveu o CEO do Facebook. Alfinetadas à parte, o importante é que ele também convidou os leitores a participarem das discussões na página.

Entretanto, foi direto e reto ao afirmar que o espaço será moderado e é voltado somente para quem de fato leu os títulos.

O primeiro livro do clube do livro de Zuck é The End of Power, do venezuelano Moisés Naím. Os exemplares se esgotaram na Amazon poucas horas depois que o projeto foi anunciado. O autor também celebrou a permanência da versão em audiolivro como o mais procurado entre os títulos de não-ficção da iTunes. Ele agradeceu diretamente a Mark Zuckerberg pela marca.

O Fim do Poder também está à venda na Amazon brasileira. A edição digital e em bom português custa R$ 27,19 e também pode ser baixada por assinantes do Kindle Unlimited. Como bem lembra o Brainstorm 9, entretanto, as discussões na página A Year of Books tendem a acontecer em inglês mesmo.

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