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Tecnocast 018 – Uber e a economia compartilhada

Thiago Mobilon Por
Uber e a economia compartilhada

Uber e a economia compartilhada

No episódio de hoje pegamos um gancho em mais uma polêmica envolvendo o Uber. Na última semana, taxistas organizaram protestos contra o aplicativo, alegando que ele promove uma atividade clandestina e estaria prejudicando a categoria. Conversamos também sobre a tal da economia compartilhada/colaborativa e situações que já vivenciamos em Táxis. Aperta o play e vem com a gente!

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Ian Dienes
Acho o conceito de economia compartilhada incrível, esses dias achei um site muito legal, na qual moradores locais compartilham almoços e jantares na sua própria casa http://www.dinneer.com . Seria muito bacana uma matéria sobre esse modelo.
André Carezia
Pois é, Wagner. O brasileiro está tão acostumado ao estatismo que esqueceu as palavras que se referem ao livre mercado: liberdade individual, empreendedorismo, livre iniciativa, estado mínimo.

No episódio pareceu que estavam todos envergonhados de defender a livre iniciativa e a concorrência verdadeira. Recomendo ao Thiago e ao Higa este artigo do Instituto Mises intitulado "O cartel dos taxistas contra os aplicativos para carona":

http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1848
Sam Samuel
Para quem gosta de redes sociais e quer ganhar uns € extra inscrevam-se na Tsu! É só por convite!

Deixo aqui o link para os interessados: https://www.tsu.co/Samgom

Nota: A linguagem principal do site é o inglês mas existem bastantes utilizadores cuja língua base é o português (essencialmente do Brasil e Portugal)
Roberto
A indústria de táxi não investe em melhorias porquê não tem concorrência. O serviço é ruim e caro, diversas cidades não são atendidas . O Uber veio como uma facada para os taxistas ruins e para o monopólio ridículo que o sistema está submetido! A empresas já tem escritórios no Brasil e já emprega diversas pessoas, além de estar dando oportunidade a novos motoristas trabalharem não só os que possuem uma licença! Sou completamente a favor do serviço e contra qualquer proibição seja da onde vier!
Daniel Bento
Entendo que quem sofre a pressão são os governos municipais e estaduais que fiscalizam e regulamentam. Mas a decisão mesmo assim partiu da justiça. E de toda forma os sindicatos dos taxistas não querem perder seus "privilégios". Outra é o UBER não se responsabilizar, pra ganhar dinheiro a plataforma é deles, mas pra responder por possíveis erros de confiabilidade eles se calam, eles são apenas intermediadores.
Situação muito cômoda pra empresa que trabalha no nosso país e não paga um centavo em impostos.
Enfim a decisão vai de cada um, mesmo com a proibição não tem como parar a utilização do software.
Roberto
A prefeitura de São Paulo e alguns governadores já se mostraram a favor da proibição do UBER! Então tange a esfera governamental sim, mesmo não sendo o governo federal!
Daniel Bento
quem decidiu foi a justiça, Poder Judiciário, O governo é a representação do Poder Executivo. Não confunda.
Rafael Guarucoop
A plataforma UBER usa basicamente a mesma plataforma que outros aplicativos de taxi, porém ao invés de taxi utiliza carros particulares. No Brasil e em grande parte do mundo isso é ilegal, no Brasil a lei que diz respeito é a 12468, ou seja se tornam taxi clandestinos.

O único país na qual as suas leis permitem esse tipo de serviço por carros particulares é o Estados Unidos, mas vale ressaltar que hoje o número de carros particulares trabalhando em Nova York já superou o número de táxi, e isso trouxe um problema pois agora não há como controlar a qualidade do serviço e dos carros, e os órgãos públicos estão tendo muitos problemas.

Em alguns países o aplicativo já foi banido como exemplos: Alemanha, França, Coreia do Sul, Tailândia, Índia, Espanha. Em alguns casos foi banida pelo fato de não respeitar as leis do país, mas em outros casos o problema foi maior como casos de estupro, invasão de propriedade, sequestro, agressão e aliciamento de passageiros, vale lembrar que em todos os casos a empresa UBER se isentou de qualquer responsabilidade dizendo que não pode controlar os atos de seus motoristas, porém o estuprador de uma passageira indiana tinha uma ficha criminal gigante, e mesmo assim tinha contrato com a empresa UBER. Será que ela realmente não teria responsabilidade?

A UBER não recolhe impostos como INSS, IR dentre vários outros que os taxistas são obrigados a pagar, ou seja economicamente inviável para o país, pois tira o trabalho de mais de 500.000 táxis, 800.000 taxistas, além de mais 4.000.000 de pessoas entre funcionários e familiares que dependem deste trabalho para sobreviver, lembrando que são pagadores de impostos, pois caso não paguem não renovam suas licenças.

Infelizmente para quem torce contra os taxistas, o fim desta empresa no Brasil está próximo, todas as prefeituras e secretarias já declaram não reconhecer a empresa como sendo legal e informaram que irão fiscalizar e punir quem nela estiver executando este trabalho clandestino, e o ministério público federal já pediu explicações a UBER, que até o momento não se apresentou ao MPF.

Tenho que concordar que a categoria de taxistas precisa melhorar muito, mas aceitar um trabalho clandestino em um país onde a população cobra tanto contra a corrupção do governo, é no minimo hipocrisia.

Imaginem como séria o país se as pessoas passassem a comprar ônibus e atender passageiros nas ruas, ou que instalassem antenas e começassem a emitir sinal de rádio pirata e ainda pior que chegasse um aplicativo no Brasil que conectasse o traficante ao usuário de drogas, essa empresa não estaria cometendo o crime de associação ao tráfico? Já que em outros países a droga é liberada.

Reflitam, mas com seriedade, e se coloque no lugar desses trabalhadores, trabalhadores aliás iguais a vocês!
Wagner Bonfiglio
Putz, achei o episódio muito fraco. Quando li o título achei que vcs usariam os recentes problemas com o Uber para falar melhor sobre a economia compartilhada, mas no fim das contas foi uma discussão táxi vs Uber de maneira bem rasa. Vocês poderiam ter discutido sobre possíveis soluções para regularizar a economia mista, ao invés de falar em brechas que o Uber em si pode usar. Quem sabe obrigar a empresa a ter uma representatividade local, dar um mínimo de garantias que eles seriam capazes de enfrentar problemas provenientes da sua operação e responsabilizar a própria por esses problemas já daria segurança até maior do que as prefeituras ou associações dão hoje em dia ao regulamentar essas operações. Pra exemplificar, é como se o Uber fosse o responsável em caso de acidente (ou até morte), o AirBNB responsável para o caso do anfitrião deixar o hóspede na mão, etc...

Eu morei em San Francisco entre Janeiro e Maio de 2014 e peguei o começo do Lyft, concorrente do Uber que os carros usam um bigode rosa. O que aconteceu é que os taxistas deixaram os táxis e viraram donos do próprio nariz, pessoas com outros empregos virando donos do próprio nariz, pessoas complementando renda mas pensando em largar o atual emprego, e por aí vai... Além disso, se o Uber tiver espaço para atuar aqui, outras empresas virão (assim como o Lyft começou em SF) e isso vai deixar o livre mercado definir os preços, e não uma canetada de uma autoridade com relações escusas com o sindicato dos táxis.
Renato
Adorei o poscast, achei bem interessante pois nunca tinha ouvido falar do Uber... Que venha o próximo!
Roberto
Querer proibir o UBER é simplesmente ridículo! É muita falta do que fazer do governo para meter a mão onde não é chamado! Liberdade já!
Lucas Carvalho
Como assim?