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iPhone 7: menos é mais

Sem entrada P2, sem botão home clicável e com processador ultrarrápido. Vale a pena migrar?

Por
1 ano atrás
8.9

Prós

  • Câmera com abertura maior tira fotos sensacionais
  • Tela com cores bem representadas e brilho forte
  • Desempenho de primeira
  • iOS tem ecossistema consistente e apps incríveis

Contras

  • Falta de entrada P2 ainda prejudica o consumidor
  • Dava para ter aproveitado melhor o novo "botão"
  • As gerações passam e a bateria continua ruim

Desde o primeiro iPhone, a Apple lançava um smartphone com design diferente, e depois um modelo “s” com alguma melhoria por dentro. Foi assim do iPhone 4s para o 5, do 5s para o 6… Mas esse ciclo acabou. O iPhone 7 tem poucas alterações na carcaça e outras mudanças também menores por dentro.

Um novo processador quad-core que pode ser melhor que o do seu notebook, uma câmera com lente de abertura maior e um botão home que não necessariamente é um botão. E, não, não tem mais entrada para fones de ouvido de 3,5 mm. Qual é o impacto dessas mudanças para você? Vale a pena atualizar do modelo anterior? Ele explode? Conto para você nos próximos parágrafos.

Design

Você já sabe o que esperar do iPhone 7: o acabamento é bem parecido com a geração 6/6s, com alguns pequenos ajustes. Ele tem a mesma espessura e é alguns gramas mais leve, mas a diferença de peso quase não é sentida.

Na prática, a pegada continua a mesma. Ou seja, bem escorregadia. O iPhone de 4,7 polegadas se encaixou bem na minha mão, mas eu não arriscaria usá-lo sem uma case. Qualquer movimento errado ao tirar o celular do bolso pode dar uma dor de cabeça que é melhor evitar.

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A traseira também está diferente, sem aqueles riscos brancos que eram usados para melhorar o sinal da antena. Achei a atualização mais bonita, mas o modelo que eu estou usando, na nova cor de preto matte, fica com várias marcas do dedo ao longo do dia. A outra opção, chamada de preto brilhante, tem acabamento alcançado por anodização e polimento, que deixa a traseira do aparelho bem brilhante.

“O botão home só reconhece seu dedo e mais nada”

Outra mudança sutil foi a substituição do botão home, que agora não é mais um botão. A Apple trocou aquela superfície apertável por uma fixa, que se parece mais com o Force Touch dos MacBooks. Para enganar o seu cérebro, a Taptic Engine, que cuida da vibração do celular, ficou duas vezes maior e agora vibra quando você pressiona o pseudo-botão.

Essa atualização tem alguns pontos positivos, como remover a falsa sensação que o botão está se desgastando. De qualquer forma, tenho sentimentos mistos sobre a substituição, como o fato do botão só reconhecer seu dedo e mais nada. Você terá problemas se o dedo estiver coberto com alguma coisa, como a manga da sua blusa ou até uma luva, ainda que ela seja feita para telas sensíveis ao toque.

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Também tenho a sensação que o novo botão pode ter piorado o reconhecimento do Touch ID. Se o seu dedo ou o pseudo-botão estiverem com qualquer camada de sujeira ou suor, o reconhecimento fica bem mais difícil. Poucas vezes o iPhone 7 reconheceu meu dedo de primeira — e isso é preocupante.

“Tive que cadastrar o mesmo dedo duas vezes no Touch ID”

Para melhorar o reconhecimento, tive que recadastrar o mesmo dedo mais de uma vez para ele reconhecer minha digital com mais precisão. Outras adições seriam bem-vindas para aproveitar a nova superfície, como o reconhecimento de gestos. Ah, vale lembrar que sem um botão de verdade e menos uma entrada para dar problema, o iPhone 7 também ganhou certificação IP67, resistente à respindos d’água e poeira.

De volta à parte traseira, a câmera continua protuberante, mesmo com sensor atualizado. Em vez de colocar um anel em volta, a Apple deixou a saliência mais natural, curvando a parte de trás para proteger o sensor. Apesar da mudança, o iPhone ainda não fica totalmente reto sobre a mesa e a digitação com o celular apoiado ainda faz ele pular. Esse problema também pode ser resolvido com a compra de uma case.

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E não, a sua capinha do iPhone 6 ou 6s não vai funcionar no iPhone 7, apesar dele ter exatamente as mesmas dimensões que os antecessores. A lente da câmera também aumentou, então ela precisa de um buraco maior na case. Veja a comparação na imagem abaixo:

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Uma capinha antiga também pode abafar o som estéreo, que inclusive funciona muito bem. Pela primeira vez no iPhone, a Apple fugiu do som mono, que era muito fraco. Os dois alto-falantes não ficam na parte de baixo, como você imaginou: um continua sendo aquele à direita da porta Lightning, mas a outra saída fica por conta do alto-falante de chamadas. A promessa de maior alcance dinâmico foi cumprida, finalmente.

“Esse alto-falante estéreo é muito bom”

O uso de uma case antiga também pode te deixar triste toda vez que você vir aquela entrada para os fones de ouvido de 3,5 mm que nunca vai ser usada. Sim, aconteceu: essa entrada analógica, que sobreviveu em praticamente todo smartphone desde o primeiro iPhone, não existe mais. O som agora fica por conta da porta Lightning (e já existem fones de ouvido com essa saída) ou a cargo de fones sem fio, por Bluetooth.

O que muda sem a entrada para fones de ouvido?

Na apresentação do iPhone 7, Apple argumentou que a retirada do conector “que teve sua última atualização há 50 anos” foi para dar mais espaço para outras coisas no iPhone, como uma câmera melhor, processador mais potente e essa nova Taptic Engine.

De fato, a entrada para fones de ouvido de 3,5 mm é praticamente a única conexão analógica que existe em qualquer smartphone hoje, que está com esses aparelhos desde o começo do mercado. Ela era pouco contestada, e a Apple resolveu dar um passo à frente para incentivar a produção de fones mais modernos.

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Sem me estender muito na parte técnica, a mudança é primariamente positiva porque ela elimina o conversor DAC (digital para analógico), responsável por mediar o som digital do dispositivo para o fone de ouvido com saída analógica.

Sem essa conversão feita no smartphone, fica a cargo do fone incluir um DAC próprio, o que pode mandar sua música favorita sem perda para os fones de ouvido e agradar quem tem ouvido apurado para qualidade sonora. Claro que isso se reflete no preço: quanto melhor o DAC (e melhor a qualidade), maior o preço.

Com a compra da Beats, fabricante tanto de fones Bluetooth e provavelmente fones com Lightning, a Apple abre um precedente já explorado há algum tempo pela indústria de fones a fugir do conector de 3,5 mm.

Isso é interessante: a entrada Lightning, desde o iPhone 5, sempre pôde ser explorada além do carregamento. Para ajudar, a Apple teve a noção de colocar um fone de ouvido já com Lightning na caixa do iPhone 7 (diferente de certas fabricantes). Tem também um conversor de Lightning para P2 para quem quer manter o fone próprio.

Com um áudio de mais qualidade, e uma razoável oferta de fones, donos de iPhone 7 não devem ter dor de cabeça, certo? Bom, mais ou menos. A conexão por P2 está em todo lugar, e se você não quiser carregar o adaptador com você pode ficar sem ouvir música no Uber, por exemplo.

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Outro ponto negativo é que um fone com Lightning funciona bem… nos iPhones. Se você quiser conectar o fone no avião, emprestar para um amigo ou usar no desktop vai quebrar a cara, a não ser que ande com dois fones. E imagino que no Brasil um fone com Lightning não vai custar lá muito barato.

“Por enquanto, a falta da entrada P2 é um ponto negativo”

“Mas Jean, também tem a possibilidade de usar um fone Bluetooth”. Sim, verdade. Eu mesmo comprei um antes do iPhone 7 chegar para me acostumar com essa tendência. Mas a experiência não é perfeita: às vezes o som atrasa um pouco, a conexão por Bluetooth não é instantânea e é meio chato ter que carregar o fone de ouvido toda noite. Você também pode comprar os novos AirPods se tiver R$ 1.499 sobrando.

Por enquanto, ficamos com alguns ganhos e algumas perdas nesse quesito. De qualquer forma, por enquanto, a falta do conector P2 é, sim, um ponto negativo. Até termos uma boa oferta de produtos com entrada Lightning ou Bluetooth como tínhamos com o P2, o usuário final sofre um impacto negativo, sim.

Tela

Sem ganho na resolução, que continua com 1334×750 pixels, a Apple promete uma ampla tonalidade de cores na tela do iPhone 7, que também tem um display IPS LCD que brilha 25% mais em relação à geração anterior.

Nesse caso, as promessas foram cumpridas: a tela do iPhone 7 é impecável. Segundo a Apple, a tecnologia usada no display do novo iPhone imita as salas de cinema. E pior que é verdade: em vez do sRGB comum, esse espectro de cores é realmente maior quando você compara com outro celular.

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Aqui o meu parâmetro foi um Moto X (2014), que tem uma tela AMOLED, notável pela saturação exagerada, mas que normalmente me satisfaz. Comparada à tela AMOLED, o branco do display do iPhone é bem mais branco e todas as cores parecem ser representadas de uma forma mais fiel, mas sem prejudicar a boa saturação, sem qualquer exagero. Outro ponto é que, como esperado de um display IPS, o preto não é tão preto como em uma tela AMOLED, mas isso não me incomodou no dia a dia. O equilíbrio de cores continua excelente.

Também posso confirmar que o display está bem mais brilhante: quando deixei o brilho no manual, nunca coloquei a configuração no máximo a não ser quando estava sob debaixo do sol. E funciona muito bem, sem refletir o que está ao meu redor e permitindo que eu enxergue bem cada elemento da tela.

Fora isso, a tela funciona bem com o brilho no médio na maior parte do tempo. Antes de dormir, também não deixei o brilho no mínimo porque ele é bem mínimo. Acredite, a tela do iPhone 7 tem ótimos extremos que são bons em situações específicas. Em suma, é um dos melhores displays atualmente.

E alguém usa 3D Touch?

Software

Em sua décima atualização, o iOS 10 ficou mais próximo dos jovens com atualizações nem tão significativas. Na interface, as notificações agora mostram mais informações, assim como qualquer outra parte do sistema. Alguns aplicativos também foram redesenhados e o desenho de cards do Android foi implementado nas notificações e widgets.

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Como usuário de Android e na minha primeira experiência contínua com o iOS, posso dizer que o meu recurso favorito no sistema é ter uma boa relação com os aplicativos. A maioria funciona muito bem, com boa integração no sistema e experiência consistente. Com o iOS cada vez mais aberto, seja na integração com a Siri ou na remoção de apps nativos, esse discurso de “sistema fechado” não é mais verdade.

É claro que nada é perfeito: já peguei aplicativos como o Allo, do Google, sem tradução para o português e que em vez de mostrar a versão em inglês mostrava as strings, o que me obrigou a colocar o telefone em português e depois em inglês novamente. Uma vez o Telegram deu uma boa travada também e eu não conseguia voltar à tela inicial, o aplicativo estava meio congelado.

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Fora esses dois apuros, minha experiência com o iOS foi muito boa. Sair do Android e conseguir usar o mesmo teclado de terceiros (SwiftKey) em outro sistema é muito bom, mesmo que ele não funcione tão bem. Ainda não me acostumei com o 3D Touch e para ser sincero também não uso muito os widgets.

E ainda estou maravilhado como o Snapchat funciona bem no iOS. Todos os aplicativos de câmera, na verdade. E falando nela…

Câmera

Como esperado de um iPhone, a câmera é sensacional. Não tem outra palavra para descrever. Finalmente a lente está com abertura maior, passando de f/2,2 para f/1,8, se aproximando a concorrentes como o Galaxy S7 que têm por volta de f/1,7. A resolução, no entanto, continua a mesma: 12 megapixels.

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Basicamente, o iPhone 7 continua tirando fotos excelentes em boas condições de luz, com cores equilibradas, saturação no nível certo e sem exagerar no sharpening. Já em condições menos favoráveis, como ambientes internos ou noturnos, a melhora foi significativa: a Apple promete 50% mais luz no sensor em relação à geração anterior.

Achei a estatística meio otimista demais, mas as fotos noturnas estão realmente boas. Para ajudar, o iPhone novo agora tem estabilização ótica de imagem (OIS, na sigla em inglês), recurso já adotado no modelo Plus. Poucas fotos que eu tiro com o iPhone 7 saem borradas, ainda que eu só pegue o celular do bolso, capture algo rapidamente e guarde ele de volta.

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A maioria das fotos em boas condições tem um toque a mais, como uma boa profundidade de campo ou uma harmonia entre cores, saturação e exposição. É muito difícil tirar uma foto que não fique boa com essa câmera. Só consegui uma captura meio “mais ou menos” à noite e quando eu estava em algo que se mexia muito rápido, como um ônibus.

De resto, a captura de cores e aproveitamento da luz em qualquer condição é excelente. À noite, há pouco ruído, a custo de alguns detalhes se você der zoom em algumas áreas bem específicas. Ainda assim, com essa câmera, não precisa nem ser o modelo Plus para ganhar nota dez.

Desempenho e bateria

Continuando com a fama de fazer ótimos processadores, a Apple embutiu o A10 Fusion no iPhone 7, um processador de iPhone que finalmente é quad-core, mas com arquitetura interessante. Semelhante ao big.LITTLE usado em alguns chips da Qualcomm, o A10 Fusion tem dois núcleos de baixa performance, que ficam ativos na maior parte do tempo, e dois de alta performance, que entram em ação quando você precisar de mais desempenho.

Infelizmente, ao contrário do modelo Plus, o iPhone 7 não ganhou update de RAM, então continuamos com os mesmos 2 GB do iPhone 6s. Mas o desempenho, segundo a Apple, dobrou em relação ao iPhone 6. E, se você é dono de um notebook, o processador do iPhone 7 pode ser até mais potente que o que você está usando aí.

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Tudo é realmente bem fluido no iPhone 7: não tive nenhum problema no uso diário ou em jogos. O desempenho gráfico, inclusive, é sensacional, graças à GPU de seis núcleos. Ah, e antes que você pergunte, meu iPhone não fez um ruído estranho como alguns estão relatando.

Os benchmarks também têm números animadores. A performance single-core do iPhone 7 é incrível, com 3.358 pontos no Geekbench 4, passando o Galaxy S7 Edge (1.739) e Xperia XZ (1.583), este último com Snapdragon 820 a 2,2 GHz (!). Pedi para um amigo testar em um notebook gamer Asus RoG de 2012 e o resultado foi 3.195 pontos, abaixo do iPhone 7. Bom trabalho, Apple.

Por outro lado, a bateria de 1.960 mAh é o que você já espera de um iPhone não-Plus, sem mais nem menos. Em uso intenso, com direito a reprodução de música no Spotify com um fone Bluetooth por uma hora, alguns minutos tirando fotos e o interagindo em redes sociais entre intervalos de aulas, o iPhone 7 aguentou até às 13h até o aviso de bateria fraca, aos 20%. Até o Moto X, de 2014, que tem uma bateria bem ruim, consegue aguentar mais.

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Em outro dia com uso mais moderado, em que eu tinha bem mais aulas e nem tantos intervalos para checar tudo isso, o aviso de bateria fraca apareceu lá pelas 15h30. Até o telefone desligar, dava pelo menos mais uma hora de uso moderado. Ainda assim, todos os dias que saí com o iPhone, preferi levar uma bateria externa para o smartphone não me deixar na mão.

Resumindo: sim, você vai precisar andar com o carregador porque a bateria do iPhone 7 não dura nada. Quem sabe isso não mude com o iPhone 7 Plus, que tem bateria de 2.900 mAh? A Apple promete ganho de 1 hora em relação ao iPhone 6s Plus, mas se as duas horas a mais em relação ao iPhone 6s não foram cumpridas, eu só acredito vendo.

Conclusão

Com alguns refinamentos sobre uma versão do iPhone que também estava refinada, o iPhone 7 não é uma grande novidade. O design continua praticamente o mesmo, assim como a duração da bateria, e a experiência de uso é parecida com os iPhones mais recentes. Um novo botão, uma câmera boa e desempenho ainda melhor não valem a atualização de um iPhone 6s.

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Na minha opinião, nem quem tem um iPhone 6 precisa atualizar para o 7. O desempenho no iPhone 6 continua consistente e o Touch ID, ou qualquer melhora nas especificações, não justificam a atualização. Eu só recomendo atualizar para o iPhone 7 a quem tem muito dinheiro para gastar e sente que o iPhone atual está engasgando em alguns aspectos.

“As atualizações do iPhone 7 não têm impacto imediato no usuário final”

Em suma, se o iOS e o ecossistema da Apple são fundamentais e você tem um iPhone mais antigo, é uma atualização a se considerar. Mas, fora isso, eu ainda vejo o iPhone 7 como um marco de atualizações importantes no hardware, mas sem impacto imediato no usuário final, seja em relação ao botão home, à remoção da entrada P2 ou até mesmo no processador.

Sem preço anunciado no Brasil ainda, já sabemos que o iPhone 7 vai ser caro e então vale considerar um Android que vai te oferecer o mesmo desempenho e uma câmera tão boa quanto por metade do preço. O Galaxy S7, por exemplo, entra bastante em promoção e é uma compra sólida.

No entanto, se você quer mesmo um iPhone, pode valer esperar o próximo ou pegar o Plus, que tem aquele esquema de duas câmeras, mais RAM e mais bateria. Fora dessas opções, o iPhone 7 não consegue me conquistar.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 1.960 mAh;
  • Câmera: 12 megapixels (traseira) e 7 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, Bluetooth 4.2, Lightning, NFC;
  • Dimensões: 138,3 x 67,1 x 7,1 mm;
  • Memória interna: 32 GB, 128 GB ou 256 GB;
  • Memória RAM: 2 GB;
  • Peso: 138 gramas;
  • Plataforma: iOS 10;
  • Processador: quad-core Apple A10 Fusion;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, bússola, giroscópio, impressões digitais e barômetro;
  • Tela: IPS LCD de 4,7 polegadas com resolução de 1334×750 pixels.

Notas Individuais

Design
9
Tela
10
Câmera
10
Desempenho
10
Software
9
Bateria
6
Conectividade
8
  • na minha opinião, o melhor iphone atualmente é o SE de 64gb. Se a pessoa tem fobia a tela pequena, ai terá q partir pro modelo plus que é, assim como o se, o que tem uma bateria q se espera num aparelho com tantos recursos como são os celulares contemporâneos.

    • Magnosama

      Realmente um ótimo aparelho.
      Com preço razoável.

  • FABIO NEVES

    É surreal uma bateria de menos de 2.000 mAh a essa altura da vida.

    • Pitfall2600

      Verdade deveria colocar uns 3.000 facilmente com recarga sem fio.

      • Hail Hidra

        Estão guardando isso pro iPhone 8

        • Gertrudes, a Lhama

          Duvido

      • Don Ramón

        O 8 vai ter bateria de 1980mAh.

    • Don Ramón

      E os 16gb mais caros do mundo…

    • Indisposed

      e tela HD

  • McFake

    Apps incriveis é pró agora?
    Então qlqr android tb pode ter isso como pró, ja que 99% desses apps tb estão presentes no ecossistema da google.

    • David Diniz

      MAs poucos apps que tem no ecossistema google tem o mesmo refinamento que tem no iOS. Posso dizer com base pois eu tenho um Z play também.

      • McFake

        Vc acha mesmo?

        Tenho um Nexus 6P e minhas primas todas tem iphone (são crianças né) e eu fico impressionado como os apps são pouco intuitivos… Porém, visualmente eles são bem semelhantes.

        • David Diniz

          Tenho certeza 😉

          • Thiago Lopes

            Pare de falar com Fake, eles mordem quando se sentem ameaçados.

          • McFake

            Se ler um argumento contrário ao que vc acredita é “morder” tenho uma triste notícia pra te dar.

        • Maxnoob

          Papo de usuário deslumbrado… Desconhecimento move as massas… né nom?

        • Os aplicativos são realmente uma droga no quesito intuitividade! Sem dizer que a oferta de apps da Apple Store é rizível perto da Play Store, eu usava apps muitos bens feitos no Android que pra iOS além de não exitirem as alternativas são horríveis, tanto no quesito de funcionalidade como em usabilidade e aparência. Estou usando um iPhone provisório atualmente e sinto saudades do Xperia Z1 que eu joguei no chão! Sou um feliz proprietário de um MacBook Pro há 3 anos e infeliz proprietário de um iPhone há alguns dias – quando o conjunto hardware/software é bom eu não apenas elogio como uso, mas quando é ruim… eu faço questão de opinar que já usei coisa melhor. Em breve pego meu Xperia XZ e me livro dessa encrenca. :v

          • Leonardo Caldas

            Sou usuário de iPhone a maior parte do tempo, mas concordo com seu argumento. Há vários apps disponíveis para Android que, não sei se por política da Apple ou por falta de interesse dos desenvolvedores, simplesmente não existem para iOS.

            Mas também não há dúvidas que quando o app está disponível nas duas plataformas, a versão do iOS é invariavelmente mais bem trabalhada, polida e com melhor usabilidade.

      • Chicão ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

        Na boa. Tá falando besteira.

        • David Diniz

          Sério? Puxa obrigado! Depois de usar android desde a versão 2.X e iOS 5(eu nem lembro como se chamava antes) como eu não posso ter senso crítico em dizer que alguns apps que começaram no iOS(Whatsapp, Instagram entre outros) são melhores que o mesmo app do Android. Enfim cada um com ponto de vista diferente.

  • David Diniz

    Ansioso para o Iphone 7/7+ chegar aqui no Brasil. 😀

  • Vagner Aniceto

    A remoção do DAC não implica necessariamente numa melhora do áudio. Não tem essa de o som vai puro pro fone. O som somente vai ser melhor se o DAC do fone de ouvido for melhor que o DAC que seria usado internamente no smartphone. Inclusive, nada impede que fabricantes usem DACs baratos e ruins nos fones de ouvido, tornando o som pior.

    • Fabio Maldonado

      Isso que eu estava pensando, nosso ouvido ouve “analógico”, então a conversão obrigatoriamente terá de ser feita, já que não no smart, então será nos fones, o que preocupa já que a apple tinha a responsabilidade de entregar um DAC decente no seu aparelho até pelo custo do mesmo, agora já os fabricantes de fone, para vender barato, com certeza economizarão ou no DAC ou na capsula… E essa melhor experiencia de audio mencionada na materia vai por agua abaixo…

    • Vicente Machado

      E eu posso tá enganado…mas acho que ainda tenha um DAC no iPhone…pra conseguir emitir som pelos speakers internos incluindo o alto-falante de chamadas…mas o DAC interno não poderá mais ser usado para fones de ouvidos… e concordo, o DAC usado nos iPhones costumava ser elogiado, agora vai depender do DAC de cada fone de ouvido…não sei se a diferença vai ser pra melhor na maioria dos casos…

    • Thiago Lopes

      Foi isso o que ele disse. Se quiser um audio puto é só comprar um fone caro, antes você ficava preso ao DAC que a Apple colocava no telefone. Se não se importar é só comprar um mais barato, na teoria te dá uma maior flexibilidade. Na boa, espero os adaptadores lightning para lightning e P2 com um DAC mediano, já que o da Apple é só lightning para P2 (Não entendi o motivo de não deixar a lightning sobrando igual nos adaptadores HDMI).

      • Vagner Aniceto

        Ficar preso ao DAC que a Apple colocava no aparelho só por não conhecer alternativas mesmo:
        http://www.theverge.com/circuitbreaker/2016/5/26/11783296/audioquest-dragonfly-dacmagic-xs-usb-dac-review
        E meu ponto é que não usar um DAC interno não implica diretamente na melhora do áudio.

        • Thiago Lopes

          Tá mas até aí… ligando adaptador em cima de adaptador você consegue transformar um Fiat 147 em um carro elétrico. Estou falando de solução dedicada por terceiros certificados ou pela própria empresa.

          • Thiago Lopes

            E assim: se uma pessoa já adaptava um DAC de terceiro no aparelho, que diferença vai fazer para ela não vir mais com saída analógica de audio? Não acha muito mimimi essa reclamação. Ao meu ver, a única reclamação pertinente é o fato do adaptador lightning-P2 não oferecer outro lightning para manter a carga do dispositivo.

          • Vagner Aniceto

            Mano, eu não tô reclamando de nada. Não sou audiófilo e atualmente nem usuário de Apple. Só tô atestando um fato (DAC externo não é necessariamente melhor) e discorrendo sobre o porque, mas por mim a Apple pode tirar o que quiser do produto dela.

          • Thiago Lopes

            Não falei que vocês está reclamando, estou falando sobre a onda de reclamações acerca disso. E aparentemente, o DAC de terceiro via USB com adaptação de lightning precisava de jailbreak. Parece que no iOS 10 que isso foi modificado para que DACs certificados possam ser fabricados.

          • Vagner Aniceto

            Que jailbreak, véio… Já tem há um tempão no mercado um monte de DAC. Desde a época do conector de 30 pinos. O próprio Garage Band para iOS suporta nativamente estes DACs. Já toquei guitarra com um troço desses num iPad 2:
            http://www.ikmultimedia.com/pt/products/cat-view.php?C=mobile

          • Thiago Lopes

            Cara, tá nervosos? Leia novamente: “o DAC de terceiro via USB com adaptação de lightning precisava de jailbreak”. Via USB com ADAPTAÇÃO para lighting. O que você enviou aí no link.

          • Thiago Lopes
          • Vagner Aniceto

            “Cara, tá nervosos?”…… Véio, uma boa sexta feira pra você, um ótimo fim de semana, um abraço e até mais.

    • tuneman

      e a ‘remoção’ do DAC deixa o iPhone ainda mais barato para a Apple.

      • Leo Martins

        Nem tanto, o fone incluso tem um dac também. Tem que ver se é do mesmo nível do 6s.

  • Jean

    quando o iPhone 7 e 7s chegarem ao Brasil, será que vai diminuir mais o preço dos antecessores?

  • Frank Vinnicyus

    O iPhone é um bom aparelho, tem bom desempenho, ótimo software, etc etc. Mas enquanto não melhorar essa bateria nem diminuir essas bordas enormes, não vou considerar a compra. Com 4,7 polegadas ele é quase do mesmo tamanho do meu Moto Maxx, de 5,2. E nem vou comparar as baterias porquê é pra lá de injusto…

  • Tálison De Paiva Ribeiro

    Obrigado pelo review. Com certeza influenciou na minha decisão, e por conta disso, não vou partir para o 7, vou aguardar a próxima atualização. =)

  • Renan Rufino

    hahahaha #ReviewSincero
    Boa, pontou muito bem sobre todos os quesitos.

  • Leonardo Souza

    Uso bastante o 3d touch nos icones dos apps e ajustes, nas páginas quando preciso salvar alguma imagem e no teclado na edição e seleção de textos… é uma ótima funcionalidade que eu sentiria falta em um aparelho sem isso.

    • Thiago Lopes

      Ia comentar isso. Uso no ajustes para acessar o bluetooth e o WiFi e no Player de Música.

    • Magnosama

      Uso muito para acessar a multi tarefas.

    • Pitfall2600

      Hj tenho iPhone 6 e sinto falta desse recurso, que já tinha no finado Samsung y : )

  • sério que em 2016 ainda tempos menos de 2000mah num iPhone?
    Meu D3 de 2013 tinha 2000mah e durava o dia inteiro com um android capenga.
    No resto, realmente um ótimo “computador de bolso”!

  • Bruno Aveiro

    Referente ao problema do Touch ID não reconhecer a digital na primeira “dedada” não pode ser algo referente ao iOS 10?
    Percebi esse problema quando atualizei meu 6S para o iOS 10.
    Ele nem sempre aceita de primeira. =/

    • Thiago Lopes

      Sim, ele precisa apertar. Mas o pessoal que não acompanhou o beta do iOS 10 não entendeu o que aconteceu. A Apple mudou a forma de desbloquear o aparelho para dar mais destaque à tela bloqueada (segundo ela o Touch ID 2 era tão rápido que não se via mais a tela bloqueada). Mas tem como mudar para a forma antiga: Vai em ‘Ajustes > Geral > Acessibilidade > Botão Início’ e desative o Mantenha o dedo para Abrir.

      • Magnosama

        Ae, Thiago
        acho que na verdade é “ative” o Mantenha o dedo pra Abrir.

        O meu estava desativado padrão. Agora ative, e abre direto. Como antes, sem parar na tela de bloqueio.

      • Magnosama

        Viajei aqui,
        apertando destrava direto das duas formas,
        com o “Mantenha…” ativado, vc desativa a tela sem precisar clicar no botão, desde que ela esteja ativa, basta ficar com o dedo sobre o botão sem clicar.

  • Gertrudes, a Lhama

    Confesso que quando vi que o review não era do Higa fiquei decepcionado, mas me surpreendi, foi realmente muito bom. Parabéns, Jean.

  • Erick Willians

    Estou com um 7 Plus e a bateria tá durando muito, mas muito. Estou usando o dia todo e ainda sobra uns 10% umas 23hrs…

  • Maxnoob

    Bateria de smartwatch

  • Desde que a bateria tenha saúde (sim, vocês entenderam), não importa que ela seja mais fraca.

    • Realmente uma bateria não explodir é digna de nota… 🙂 😀

  • Thiago Elias

    Review muito bem feito! Só percebi que foi o Jean que escreveu quando li os comentários.
    Não acho vantagem ainda trocar para o IPhone 7.

  • Christyan Yury

    Quando vi o Troye, pensei: Foi o Jean Prado quem escreveu. Haha.

    • Yago G.

      Lembrei daquele post que deu o que falar aqui neste site.

      • James Ferrara

        Que post?

  • Christyan Yury

    Passo, não quero nem de graça.

  • Quando se trata do iMágico até as críticas são escritas como elogio…

    “Outro ponto é que, como esperado de um display IPS, o preto não é tão preto como em uma tela AMOLED, mas isso não me incomodou no dia a dia. O equilíbrio de cores continua excelente.”

    • Assim como o p2 foi mencionado ter 50 anos, a Apple fará o mesmo com o “antiquado, pouco fiel e inecifiente energéticamente” IPS para lançar o iRGB OLED Retina

  • Luciano

    Essa questão do Iphone ainda vai dar muito pano para manga pelo que eu posso ver. Estava acompanhando o canal do Jerryrigeverything e ele fez uma análise sobre o caso, bem interessante sobre o assunto. A apple vai ganhar bastante com os direitos sobre a porta lightning; no geral toda empresa que fabricar um fone com essa tecnologia vai deixar uma grana pra eles, pelo que ele mostra no vídeo é um valor até que bem salgado comparado com o que as empresas pagam por exemplo para fabricar cabos HDMI.

    Ao meu humilde ponto de vista eles estão tentando fechar o telefone com suas próprias “tecnologias” para lucrar mais, nada contra, mas acho uma atitude bem questionável.

    Como os amigos disseram abaixo, não existe de fato grande inovação nisto (se alguém souber/puder comentar sobre isso com fatos técnicos e que comprovem um real avanço tecnológico eu ficaria grato!)

    No mas acho que cada empresa tem o direito de seguir como quiser, seja fazendo celulares com técnologia thief explosion ou sem a entrada P2

  • Fábio Moser

    Motorola V3 já tinha saída de áudio pela antiga porta mini-USB. E não tinha entrada 3,5. Como sempre o povo desinformado querendo colocar a Apple como precursora afff.

    • Pitfall2600

      Fone da motorola 20 reais, EarPods 200.

      • Fábio Moser

        Você quer comparar o preço de acessório de 2005 com outro de 2016?

        • Pitfall2600

          Se a qualide de som for semelhante sim, pois tirando os plugs nos dois fones o som é transmitido por fio. Já o fone sem fio da Apple é outro caso.

  • Pitfall2600

    Camera 10? Pode ser até boa, mas se for comparada com celulares da mesma categoria daria nota 8. Será que a Apple vai pular o Iphone 7s devido aos 10 anos de Iphone?

  • Renan Duarte

    Ja te capinha de celular dele nesse site http://www.faceincase.com.br

  • Faltou explorar no artigo para o que daria para ter aproveitado melhor o novo “botão”.
    Eu tenho um 7Plus e a bateria tem durado mais que o 6Plus, geralmente eu tiro da tomada as 6h e as 22h quando boto para carregar novamente o 6 ficava abaixo dos 20% e o 7 tem ficado acima dos 20%.

  • Remover a P3 não significa que o DAC foi removido, porque ainda tem os speakers (que agora são estério, então o DAC interno deve ser ainda melhor/mais caro). Mas que agora o DAC está confinado aos speakers internos e isso tem bem mais chances de piorar o áudio do que melhorar (mais um elemento pra se preocupar na compra dos fones e um que as fabricantes provavelmente vão querer economizar).

    No iPad, devido a posição do home, aciono ele com a unha… Com esse botão fake isso não vai mais rolar.

    Sobre bluetooth, qual a mágica pra usar acessórios bluetooth sem perder os cabelos? Comprei um teclado e um mouse (este da Apple) e já tô ficando louco, nunca conecta automaticamente, ia comprar um headset bt, mas agora tô com medo.

  • _KJ

    Tenho um S7 e por estas fotos achei a câmera do iPhone superior e mais rica em detalhes. A do S7 é estupidamente rápida, já nesse quesito acho difícil algum aparelho atual ganhar.

  • ricardopilatti

    “resistente à respindos d’água e poeira.”

    Se vale ou não o upgrade eu não sei, só sei que tô querendo muito!

  • Piero Lourenço

    A retirada da entrada do fone foi para cobrar “jabá” dos fabricantes de fones para parear com o Bluetooth… óbvio isso!!! Apple não perdoa!

  • Tiago Celestino

    “…remoção de apps nativos…” – não é uma remoção bem dita, mas tá mais para “esconder”. Outra questão dita no texto que a Apple está “mais aberta”, discordo! Se comprar a Android, SO concorrente direto do iOS com certeza a Apple não está aberta, apenas mostrando que um dia, muito longe, pode ser que ela se torne aberta. Pra mim, continua fechada e engessada. Não que isso seja ruim, até porque a empresa visa o melhor para o seu ecossistema, mas vai ter um momento que vai precisar abrir e com pequenas restrições.

  • Neto

    Meu Xiaomi Mi 5 mandou um abraço!

  • “De qualquer forma, tenho sentimentos mistos sobre a substituição, como o fato do botão só reconhecer seu dedo e mais nada”

    Ué, o que + ele deveria reconhecer?

  • Fabio Alvez

    Iphone algum me encantou até hoje. Apenas o iPad Mini que eu adquiri um tempo atrás valeu a compra, não tem tablet melhor, sem comparar com tablets Windows.

  • David Diniz

    A Apple está de parabéns em arrancar o arcaico conector analógico P2 que já deveria estar no museu a muito tempo. Pessoal o futuro é sem fio, quem fica parado é poste e quem vive de passado é MUSEU. A respeito de mimimi fone de ouvido bluetooth ser caro paguei R$ 188 em um Philips SBH 4000. Espero que daqui para frente as fabricantes tornem comum lançar celulares, tablets e outros produtos semelhantes sem esse arcaico conector.

    • Como tem sido a experiência com esse fone? Acabei de encomendar um do mesmo modelo. A qualidade de som é boa? Lendo todos esses comentários sobre DAC, acima, fiquei preocupada, pois não pesquisei sobre isso antes de fazer a encomenda. E a duração da bateria, é “aceitável”?
      Muito obrigada.

      • David Diniz

        Fez uma ótima compra esse fone é ótimo custo X benefício. E tem uma excelente qualidade de áudio e alcance do sinal.

  • ellxjwn

    iPhone sendo o que a apple faz de melhor, um celular ok, com um design já conhecido, e com umas surpresinhas a mais, o preço eu acho justificável ( não me levem a mal por favor, estou falando de preços internacionais), acho justificável porque a apple traz um acabamento bem agradavel aos celulares e as atualizações serão pontuais para mais um bom tempo de novidades de software fresco para seus usuarios que tem o que já estão acostumados o iOS é um sitema liso fixo e sem uitas modificações, é acima de tudo muito confortável. É isso, basicamente o que as pessoas que consomem apple querem e pronto

  • Guilherme

    O pior são os riscos!
    Percebi que o Iphone fica riscado e arranhado ao colocar todo o dia na mesa de mau jeito.
    Resolvi isso comprando um suporte para deixar ele na vertical.
    E o melhor é que já carrega a bateria
    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-827561631-dock-apple-iphone-5-6-e-7-_JM