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iPhone 7: menos é mais

Sem entrada P2, sem botão home clicável e com processador ultrarrápido. Vale a pena migrar?

Por
2 anos atrás
8.9

Prós

  • Câmera com abertura maior tira fotos sensacionais
  • Tela com cores bem representadas e brilho forte
  • Desempenho de primeira
  • iOS tem ecossistema consistente e apps incríveis

Contras

  • Falta de entrada P2 ainda prejudica o consumidor
  • Dava para ter aproveitado melhor o novo "botão"
  • As gerações passam e a bateria continua ruim
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Desde o primeiro iPhone, a Apple lançava um smartphone com design diferente, e depois um modelo “s” com alguma melhoria por dentro. Foi assim do iPhone 4s para o 5, do 5s para o 6… Mas esse ciclo acabou. O iPhone 7 tem poucas alterações na carcaça e outras mudanças também menores por dentro.

Um novo processador quad-core que pode ser melhor que o do seu notebook, uma câmera com lente de abertura maior e um botão home que não necessariamente é um botão. E, não, não tem mais entrada para fones de ouvido de 3,5 mm. Qual é o impacto dessas mudanças para você? Vale a pena atualizar do modelo anterior? Ele explode? Conto para você nos próximos parágrafos.

Design

Você já sabe o que esperar do iPhone 7: o acabamento é bem parecido com a geração 6/6s, com alguns pequenos ajustes. Ele tem a mesma espessura e é alguns gramas mais leve, mas a diferença de peso quase não é sentida.

Na prática, a pegada continua a mesma. Ou seja, bem escorregadia. O iPhone de 4,7 polegadas se encaixou bem na minha mão, mas eu não arriscaria usá-lo sem uma case. Qualquer movimento errado ao tirar o celular do bolso pode dar uma dor de cabeça que é melhor evitar.

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A traseira também está diferente, sem aqueles riscos brancos que eram usados para melhorar o sinal da antena. Achei a atualização mais bonita, mas o modelo que eu estou usando, na nova cor de preto matte, fica com várias marcas do dedo ao longo do dia. A outra opção, chamada de preto brilhante, tem acabamento alcançado por anodização e polimento, que deixa a traseira do aparelho bem brilhante.

“O botão home só reconhece seu dedo e mais nada”

Outra mudança sutil foi a substituição do botão home, que agora não é mais um botão. A Apple trocou aquela superfície apertável por uma fixa, que se parece mais com o Force Touch dos MacBooks. Para enganar o seu cérebro, a Taptic Engine, que cuida da vibração do celular, ficou duas vezes maior e agora vibra quando você pressiona o pseudo-botão.

Essa atualização tem alguns pontos positivos, como remover a falsa sensação que o botão está se desgastando. De qualquer forma, tenho sentimentos mistos sobre a substituição, como o fato do botão só reconhecer seu dedo e mais nada. Você terá problemas se o dedo estiver coberto com alguma coisa, como a manga da sua blusa ou até uma luva, ainda que ela seja feita para telas sensíveis ao toque.

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Também tenho a sensação que o novo botão pode ter piorado o reconhecimento do Touch ID. Se o seu dedo ou o pseudo-botão estiverem com qualquer camada de sujeira ou suor, o reconhecimento fica bem mais difícil. Poucas vezes o iPhone 7 reconheceu meu dedo de primeira — e isso é preocupante.

“Tive que cadastrar o mesmo dedo duas vezes no Touch ID”

Para melhorar o reconhecimento, tive que recadastrar o mesmo dedo mais de uma vez para ele reconhecer minha digital com mais precisão. Outras adições seriam bem-vindas para aproveitar a nova superfície, como o reconhecimento de gestos. Ah, vale lembrar que sem um botão de verdade e menos uma entrada para dar problema, o iPhone 7 também ganhou certificação IP67, resistente à respindos d’água e poeira.

De volta à parte traseira, a câmera continua protuberante, mesmo com sensor atualizado. Em vez de colocar um anel em volta, a Apple deixou a saliência mais natural, curvando a parte de trás para proteger o sensor. Apesar da mudança, o iPhone ainda não fica totalmente reto sobre a mesa e a digitação com o celular apoiado ainda faz ele pular. Esse problema também pode ser resolvido com a compra de uma case.

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E não, a sua capinha do iPhone 6 ou 6s não vai funcionar no iPhone 7, apesar dele ter exatamente as mesmas dimensões que os antecessores. A lente da câmera também aumentou, então ela precisa de um buraco maior na case. Veja a comparação na imagem abaixo:

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Uma capinha antiga também pode abafar o som estéreo, que inclusive funciona muito bem. Pela primeira vez no iPhone, a Apple fugiu do som mono, que era muito fraco. Os dois alto-falantes não ficam na parte de baixo, como você imaginou: um continua sendo aquele à direita da porta Lightning, mas a outra saída fica por conta do alto-falante de chamadas. A promessa de maior alcance dinâmico foi cumprida, finalmente.

“Esse alto-falante estéreo é muito bom”

O uso de uma case antiga também pode te deixar triste toda vez que você vir aquela entrada para os fones de ouvido de 3,5 mm que nunca vai ser usada. Sim, aconteceu: essa entrada analógica, que sobreviveu em praticamente todo smartphone desde o primeiro iPhone, não existe mais. O som agora fica por conta da porta Lightning (e já existem fones de ouvido com essa saída) ou a cargo de fones sem fio, por Bluetooth.

O que muda sem a entrada para fones de ouvido?

Na apresentação do iPhone 7, Apple argumentou que a retirada do conector “que teve sua última atualização há 50 anos” foi para dar mais espaço para outras coisas no iPhone, como uma câmera melhor, processador mais potente e essa nova Taptic Engine.

De fato, a entrada para fones de ouvido de 3,5 mm é praticamente a única conexão analógica que existe em qualquer smartphone hoje, que está com esses aparelhos desde o começo do mercado. Ela era pouco contestada, e a Apple resolveu dar um passo à frente para incentivar a produção de fones mais modernos.

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Sem me estender muito na parte técnica, a mudança é primariamente positiva porque ela elimina o conversor DAC (digital para analógico), responsável por mediar o som digital do dispositivo para o fone de ouvido com saída analógica.

Sem essa conversão feita no smartphone, fica a cargo do fone incluir um DAC próprio, o que pode mandar sua música favorita sem perda para os fones de ouvido e agradar quem tem ouvido apurado para qualidade sonora. Claro que isso se reflete no preço: quanto melhor o DAC (e melhor a qualidade), maior o preço.

Com a compra da Beats, fabricante tanto de fones Bluetooth e provavelmente fones com Lightning, a Apple abre um precedente já explorado há algum tempo pela indústria de fones a fugir do conector de 3,5 mm.

Isso é interessante: a entrada Lightning, desde o iPhone 5, sempre pôde ser explorada além do carregamento. Para ajudar, a Apple teve a noção de colocar um fone de ouvido já com Lightning na caixa do iPhone 7 (diferente de certas fabricantes). Tem também um conversor de Lightning para P2 para quem quer manter o fone próprio.

Com um áudio de mais qualidade, e uma razoável oferta de fones, donos de iPhone 7 não devem ter dor de cabeça, certo? Bom, mais ou menos. A conexão por P2 está em todo lugar, e se você não quiser carregar o adaptador com você pode ficar sem ouvir música no Uber, por exemplo.

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Outro ponto negativo é que um fone com Lightning funciona bem… nos iPhones. Se você quiser conectar o fone no avião, emprestar para um amigo ou usar no desktop vai quebrar a cara, a não ser que ande com dois fones. E imagino que no Brasil um fone com Lightning não vai custar lá muito barato.

“Por enquanto, a falta da entrada P2 é um ponto negativo”

“Mas Jean, também tem a possibilidade de usar um fone Bluetooth”. Sim, verdade. Eu mesmo comprei um antes do iPhone 7 chegar para me acostumar com essa tendência. Mas a experiência não é perfeita: às vezes o som atrasa um pouco, a conexão por Bluetooth não é instantânea e é meio chato ter que carregar o fone de ouvido toda noite. Você também pode comprar os novos AirPods se tiver R$ 1.499 sobrando.

Por enquanto, ficamos com alguns ganhos e algumas perdas nesse quesito. De qualquer forma, por enquanto, a falta do conector P2 é, sim, um ponto negativo. Até termos uma boa oferta de produtos com entrada Lightning ou Bluetooth como tínhamos com o P2, o usuário final sofre um impacto negativo, sim.

Tela

Sem ganho na resolução, que continua com 1334×750 pixels, a Apple promete uma ampla tonalidade de cores na tela do iPhone 7, que também tem um display IPS LCD que brilha 25% mais em relação à geração anterior.

Nesse caso, as promessas foram cumpridas: a tela do iPhone 7 é impecável. Segundo a Apple, a tecnologia usada no display do novo iPhone imita as salas de cinema. E pior que é verdade: em vez do sRGB comum, esse espectro de cores é realmente maior quando você compara com outro celular.

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Aqui o meu parâmetro foi um Moto X (2014), que tem uma tela AMOLED, notável pela saturação exagerada, mas que normalmente me satisfaz. Comparada à tela AMOLED, o branco do display do iPhone é bem mais branco e todas as cores parecem ser representadas de uma forma mais fiel, mas sem prejudicar a boa saturação, sem qualquer exagero. Outro ponto é que, como esperado de um display IPS, o preto não é tão preto como em uma tela AMOLED, mas isso não me incomodou no dia a dia. O equilíbrio de cores continua excelente.

Também posso confirmar que o display está bem mais brilhante: quando deixei o brilho no manual, nunca coloquei a configuração no máximo a não ser quando estava sob debaixo do sol. E funciona muito bem, sem refletir o que está ao meu redor e permitindo que eu enxergue bem cada elemento da tela.

Fora isso, a tela funciona bem com o brilho no médio na maior parte do tempo. Antes de dormir, também não deixei o brilho no mínimo porque ele é bem mínimo. Acredite, a tela do iPhone 7 tem ótimos extremos que são bons em situações específicas. Em suma, é um dos melhores displays atualmente.

E alguém usa 3D Touch?

Software

Em sua décima atualização, o iOS 10 ficou mais próximo dos jovens com atualizações nem tão significativas. Na interface, as notificações agora mostram mais informações, assim como qualquer outra parte do sistema. Alguns aplicativos também foram redesenhados e o desenho de cards do Android foi implementado nas notificações e widgets.

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Como usuário de Android e na minha primeira experiência contínua com o iOS, posso dizer que o meu recurso favorito no sistema é ter uma boa relação com os aplicativos. A maioria funciona muito bem, com boa integração no sistema e experiência consistente. Com o iOS cada vez mais aberto, seja na integração com a Siri ou na remoção de apps nativos, esse discurso de “sistema fechado” não é mais verdade.

É claro que nada é perfeito: já peguei aplicativos como o Allo, do Google, sem tradução para o português e que em vez de mostrar a versão em inglês mostrava as strings, o que me obrigou a colocar o telefone em português e depois em inglês novamente. Uma vez o Telegram deu uma boa travada também e eu não conseguia voltar à tela inicial, o aplicativo estava meio congelado.

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Fora esses dois apuros, minha experiência com o iOS foi muito boa. Sair do Android e conseguir usar o mesmo teclado de terceiros (SwiftKey) em outro sistema é muito bom, mesmo que ele não funcione tão bem. Ainda não me acostumei com o 3D Touch e para ser sincero também não uso muito os widgets.

E ainda estou maravilhado como o Snapchat funciona bem no iOS. Todos os aplicativos de câmera, na verdade. E falando nela…

Câmera

Como esperado de um iPhone, a câmera é sensacional. Não tem outra palavra para descrever. Finalmente a lente está com abertura maior, passando de f/2,2 para f/1,8, se aproximando a concorrentes como o Galaxy S7 que têm por volta de f/1,7. A resolução, no entanto, continua a mesma: 12 megapixels.

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Basicamente, o iPhone 7 continua tirando fotos excelentes em boas condições de luz, com cores equilibradas, saturação no nível certo e sem exagerar no sharpening. Já em condições menos favoráveis, como ambientes internos ou noturnos, a melhora foi significativa: a Apple promete 50% mais luz no sensor em relação à geração anterior.

Achei a estatística meio otimista demais, mas as fotos noturnas estão realmente boas. Para ajudar, o iPhone novo agora tem estabilização ótica de imagem (OIS, na sigla em inglês), recurso já adotado no modelo Plus. Poucas fotos que eu tiro com o iPhone 7 saem borradas, ainda que eu só pegue o celular do bolso, capture algo rapidamente e guarde ele de volta.

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A maioria das fotos em boas condições tem um toque a mais, como uma boa profundidade de campo ou uma harmonia entre cores, saturação e exposição. É muito difícil tirar uma foto que não fique boa com essa câmera. Só consegui uma captura meio “mais ou menos” à noite e quando eu estava em algo que se mexia muito rápido, como um ônibus.

De resto, a captura de cores e aproveitamento da luz em qualquer condição é excelente. À noite, há pouco ruído, a custo de alguns detalhes se você der zoom em algumas áreas bem específicas. Ainda assim, com essa câmera, não precisa nem ser o modelo Plus para ganhar nota dez.

Desempenho e bateria

Continuando com a fama de fazer ótimos processadores, a Apple embutiu o A10 Fusion no iPhone 7, um processador de iPhone que finalmente é quad-core, mas com arquitetura interessante. Semelhante ao big.LITTLE usado em alguns chips da Qualcomm, o A10 Fusion tem dois núcleos de baixa performance, que ficam ativos na maior parte do tempo, e dois de alta performance, que entram em ação quando você precisar de mais desempenho.

Infelizmente, ao contrário do modelo Plus, o iPhone 7 não ganhou update de RAM, então continuamos com os mesmos 2 GB do iPhone 6s. Mas o desempenho, segundo a Apple, dobrou em relação ao iPhone 6. E, se você é dono de um notebook, o processador do iPhone 7 pode ser até mais potente que o que você está usando aí.

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Tudo é realmente bem fluido no iPhone 7: não tive nenhum problema no uso diário ou em jogos. O desempenho gráfico, inclusive, é sensacional, graças à GPU de seis núcleos. Ah, e antes que você pergunte, meu iPhone não fez um ruído estranho como alguns estão relatando.

Os benchmarks também têm números animadores. A performance single-core do iPhone 7 é incrível, com 3.358 pontos no Geekbench 4, passando o Galaxy S7 Edge (1.739) e Xperia XZ (1.583), este último com Snapdragon 820 a 2,2 GHz (!). Pedi para um amigo testar em um notebook gamer Asus RoG de 2012 e o resultado foi 3.195 pontos, abaixo do iPhone 7. Bom trabalho, Apple.

Por outro lado, a bateria de 1.960 mAh é o que você já espera de um iPhone não-Plus, sem mais nem menos. Em uso intenso, com direito a reprodução de música no Spotify com um fone Bluetooth por uma hora, alguns minutos tirando fotos e o interagindo em redes sociais entre intervalos de aulas, o iPhone 7 aguentou até às 13h até o aviso de bateria fraca, aos 20%. Até o Moto X, de 2014, que tem uma bateria bem ruim, consegue aguentar mais.

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Em outro dia com uso mais moderado, em que eu tinha bem mais aulas e nem tantos intervalos para checar tudo isso, o aviso de bateria fraca apareceu lá pelas 15h30. Até o telefone desligar, dava pelo menos mais uma hora de uso moderado. Ainda assim, todos os dias que saí com o iPhone, preferi levar uma bateria externa para o smartphone não me deixar na mão.

Resumindo: sim, você vai precisar andar com o carregador porque a bateria do iPhone 7 não dura nada. Quem sabe isso não mude com o iPhone 7 Plus, que tem bateria de 2.900 mAh? A Apple promete ganho de 1 hora em relação ao iPhone 6s Plus, mas se as duas horas a mais em relação ao iPhone 6s não foram cumpridas, eu só acredito vendo.

Conclusão

Com alguns refinamentos sobre uma versão do iPhone que também estava refinada, o iPhone 7 não é uma grande novidade. O design continua praticamente o mesmo, assim como a duração da bateria, e a experiência de uso é parecida com os iPhones mais recentes. Um novo botão, uma câmera boa e desempenho ainda melhor não valem a atualização de um iPhone 6s.

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Na minha opinião, nem quem tem um iPhone 6 precisa atualizar para o 7. O desempenho no iPhone 6 continua consistente e o Touch ID, ou qualquer melhora nas especificações, não justificam a atualização. Eu só recomendo atualizar para o iPhone 7 a quem tem muito dinheiro para gastar e sente que o iPhone atual está engasgando em alguns aspectos.

“As atualizações do iPhone 7 não têm impacto imediato no usuário final”

Em suma, se o iOS e o ecossistema da Apple são fundamentais e você tem um iPhone mais antigo, é uma atualização a se considerar. Mas, fora isso, eu ainda vejo o iPhone 7 como um marco de atualizações importantes no hardware, mas sem impacto imediato no usuário final, seja em relação ao botão home, à remoção da entrada P2 ou até mesmo no processador.

Sem preço anunciado no Brasil ainda, já sabemos que o iPhone 7 vai ser caro e então vale considerar um Android que vai te oferecer o mesmo desempenho e uma câmera tão boa quanto por metade do preço. O Galaxy S7, por exemplo, entra bastante em promoção e é uma compra sólida.

No entanto, se você quer mesmo um iPhone, pode valer esperar o próximo ou pegar o Plus, que tem aquele esquema de duas câmeras, mais RAM e mais bateria. Fora dessas opções, o iPhone 7 não consegue me conquistar.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 1.960 mAh;
  • Câmera: 12 megapixels (traseira) e 7 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, Bluetooth 4.2, Lightning, NFC;
  • Dimensões: 138,3 x 67,1 x 7,1 mm;
  • Memória interna: 32 GB, 128 GB ou 256 GB;
  • Memória RAM: 2 GB;
  • Peso: 138 gramas;
  • Plataforma: iOS 10;
  • Processador: quad-core Apple A10 Fusion;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, bússola, giroscópio, impressões digitais e barômetro;
  • Tela: IPS LCD de 4,7 polegadas com resolução de 1334×750 pixels.

Notas Individuais

Design
9
Tela
10
Câmera
10
Desempenho
10
Software
9
Bateria
6
Conectividade
8