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Como o Yahoo foi do céu ao inferno

A mudança de nome para Altaba e a saída de Marissa Mayer são os efeitos mais recentes da triste situação da companhia

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10/01/2017 às 17h41
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Com Marissa Mayer no comando, o Yahoo viu funcionários então desmotivados vestirem a camisa da empresa com orgulho, a imagem da marca melhorar no mercado e vários serviços serem incorporados (como o Tumblr). A companhia finalmente havia encontrado a liderança que a levaria a ter a relevância de outrora.

Tudo deu tão certo, mas tão certo com a nova chefia que, agora, a empresa colhe os resultados: Mayer está fora e o Yahoo passará a se chamar Altaba.

O que diabos aconteceu? A trama é longa, mas eu conto os principais detalhes nas próximas linhas.

Tudo ia bem

O Yahoo nasceu em 1994 pelas mãos de Jerry Yang e David Filo, na época, estudantes de pós-graduação da Universidade de Stanford. O serviço, que no início se chamava Jerry and David’s Guide to the World Wide Web, era basicamente um diretório de links.

Pouco tempo depois, o nome Yahoo foi adotado. Aí a empresa decolou. Serviços como My Yahoo, Yahoo Messenger e Yahoo Mail vieram e tornaram a marca em um símbolo da própria web. Com a aquisição de serviços como GeoCities e a criação de portais regionais, o Yahoo se transformou em um fenômeno global.

O Yahoo em 1996

O Yahoo em 1996

Parecia que nada poderia deter a empresa. No início do ano 2000 — semanas antes da bolha da internet estourar —, o Yahoo estava tão bem que viu as suas ações atingirem o valor histórico de US$ 118,75 por papel.

O ponto máximo foi esse, todavia. Depois dali, o Yahoo não subiu mais nenhum degrau. Pelo contrário. Nos anos seguintes, a companhia não conseguiu fazer frente ao avanço de rivais como Google (principalmente) e Facebook, tornar serviços adquiridos rentáveis (GeoCities, eGroups, Musicmatch Jukebox, Broadcast.com, entre outros) ou reagir em tempo hábil ao surgimento das plataformas móveis.

Decisões erradas

O Yahoo tinha capital, funcionários qualificados, presença global, enfim, todos os elementos necessários para preservar a sua hegemonia. Exceto um: gestão engajada.

Analisando o histórico da empresa, a gente percebe que o Yahoo desenvolveu uma grande habilidade de tomar decisões erradas. Algumas delas remetem à época de ouro da companhia. Em 1998, por exemplo, o Yahoo se negou a pagar US$ 1 milhão para comprar uma pequena empresa de buscas chamada Google, sob o argumento de que esta era conduzida com filosofias incompatíveis.

Jerry Yang e David Filo

Mas tudo bem: naquela época, ninguém imaginava que o Google se tornaria um gigante da internet, certo? Certo. Só que, em 2002, quando o Google já mostrava sinais do seu poder, o Yahoo teve novamente a chance de comprar a empresa. Só não a levou porque o Google queria US$ 5 milhões — fala-se que o Yahoo ofereceu, no máximo, US$ 3 milhões.

Em 2006, uma rede social chamada Facebook dava todos os sinais de que se tornaria um fenômeno. O Yahoo viu ali a oportunidade e fez uma oferta: US$ 1 milhão. Mark Zuckerberg recusou, mas pessoas próximas afirmaram que ele teria aceitado uma oferta igual ou superior a US$ 1,1 milhão por pressão de investidores. Era só o Yahoo ter colocado um pouquinho mais de dinheiro sobre a mesa.

Já que o Yahoo estava errando a mira na hora das compras, talvez pudesse acertar na hora de ser comprada. A grande oportunidade veio em 2008: a Microsoft, desnorteada com o avanço do Google e do Facebook, ofereceu US$ 44,6 bilhões pelo Yahoo. Jerry Yang, como CEO, queria US$ 53 bilhões. Steve Ballmer, chefão da Microsoft na época, aumentou a oferta para US$ 47,5 bilhões. Yang insistiu nos US$ 53 bilhões. Aí a Microsoft desistiu.

Steve Ballmer

Steve Ballmer

Precisamos de um herói… Digo, de um líder!

Os investidores já haviam percebido que o Yahoo tinha um problema sério de gestão e, portanto, pressionavam. Jerry Yang assumiu a direção da empresa em 2007, mas deixou o cargo em 2009 (embora tenha continuado no conselho do Yahoo até 2011).

Começava uma via-crúcis pela busca do CEO ideal. No lugar de Yang entrou Carol Bartz, que havia feito um trabalho admirável à frente da Autodesk. Não deu certo. Ela saiu do cargo em 2011. Tim Morse assumiu como interino até que, no início de 2012, Scott Thompson, com a experiência que tinha no PayPal, virou o novo CEO do Yahoo.

Só que Thompson não estava tendo um bom relacionamento com os acionistas. Um deles descobriu que o executivo havia mentido no currículo e, para não perder a chance de derrubar o desafeto, fez uma denúncia. Foi um escândalo! Thompson não ficou mais do que cinco meses no cargo.

Scott Thompson — mentir é feio!

Scott Thompson — mentir é feio!

Ross Levinsohn, que até então ocupava a função de diretor da divisão de mídia global da companhia, virou CEO do Yahoo. Mas interinamente. Estava difícil encontrar alguém que pudesse tirar a companhia daquela espiral de problemas. Até que um nome promissor surgiu no horizonte.

A chegada de Marissa Mayer

Se o Yahoo cambaleava mais do que bêbado num barco, o Google seguia em frente com passos firmes e determinados. A salvação poderia vir de lá, então.

O nome de Marissa Mayer foi levantado, e não por acaso. Mestre em ciências da computação pela Universidade Stanford e especialista em inteligência artificial, Mayer foi uma das primeiras funcionárias do Google, tendo realizado trabalhos extremamente valiosos dentro da companhia.

Várias das patentes registradas pelo Google são oriundas de seu trabalho. Além disso, ela teve participação importante no desenvolvimento de diversos produtos, como Gmail, Maps e a própria ferramenta de busca — em uma época em que as páginas eram repletas de links, ela defendeu com rigor que o buscador deveria ser o mais simples possível.

Marissa Mayer

Marissa Mayer

No Google, Mayer sempre se preocupou em encontrar o equilíbrio entre tecnologia de ponta e experiência do usuário. Ela parecia, portanto, a pessoa ideal para assumir as rédeas do Yahoo, a despeito do olhar cético de acionistas e executivos. Marissa foi nomeada CEO da companhia em julho de 2012, deixando muita gente surpresa — ela se dedicou tanto ao Google que parecia que nunca sairia de lá.

A gestão começou bem. As mudanças promovidas por ela fizeram o tráfego do Yahoo aumentar 20% em 2013, só para dar uma ideia. Funcionários receberam mimos como comida grátis e smartphones, e eram motivados a sair da “zona de conforto” — houve até quem dissesse que não era mais vergonhoso trabalhar no Yahoo.

Como resultado, o Yahoo Mail foi renovado, o Flickr ganhou cara nova e Mayer recebeu sinal verde para ir às compras. Foram mais de 30 aquisições. A principal delas, em 2013, foi o Tumblr, que custou nada menos que US$ 1,1 bilhão.

Tudo muito bom, mas e o dinheiro?

Tem que dar dinheiro. Essa é a premissa básica de qualquer negócio. Foi justamente nesse quesito que a gestão de Marissa Mayer começou a mostrar fraqueza: no início de 2014, relatórios financeiros mostravam que, apesar da boa aparência, o Yahoo tinha tido queda de receita em 2013 e que o cenário não era nada favorável para 2014.

O alarme começou a soar ali, mas só ficou audível mesmo no final daquele ano, quando o Yahoo anunciou um plano de restruturação que causaria demissões em massa.

Demissões continuaram rolando e serviços pouco ou nada rentáveis foram encerrados nos meses seguintes. Mas não era suficiente. Se por um lado o Yahoo cortava despesas com essas medidas, por outro, Mayer continuava gastando muito dinheiro em aquisições duvidosas.

Marissa Mayer

Eric Jackson, um dos investidores mais críticos à gestão Mayer, chegou a declarar que a companhia gastou mais de US$ 3 bilhões em negócios nos últimos anos que não agregaram valor ao Yahoo.

Para piorar, há acusações de extravagâncias. Em 2015, Mayer teria gastado US$ 7 milhões com uma festa de final de ano no Yahoo totalmente excêntrica, com atrações e decoração dignas de um cassino de Las Vegas. Há quem diga que a festa foi uma estratégia de Mayer: se ela fosse demitida, receberia pelo menos US$ 25 milhões de indenização.

De Yahoo para Altaba

No final de 2015, surgiram sinais de que o Yahoo, incapaz de sustentar a situação, colocaria seus serviços à venda — um deles, o Flickr. Na prática, o que esses sinais indicavam mesmo era que o Yahoo seria vendido.

E foi. Em julho de 2016, a operadora norte-americana Verizon confirmou a compra do Yahoo por US$ 4,83 bilhões. Para uma empresa que chegou a receber uma oferta de US$ 44,6 bilhões…

A gente tem que levar em conta, porém, que essa compra é parcial. O montante diz respeito, basicamente, às divisões de publicidade e conteúdo online do Yahoo. Ficaram de fora, entre outros ativos, a participação de 15% que o Yahoo tem na Alibaba e outra de 35,5% no Yahoo Japan.

Pois bem, esta é a situação atual: se o negócio com a Verizon for concluído, a parte que restar do Yahoo passará a se chamar Altaba, um nome esquisito, mas que muito provavelmente faz referência à Alibaba (ou a Alt + Tab?).

Yahoo

Nessa mudança, alguns executivos irão rodar, entre eles, Marissa Mayer, veja só. É possível que ela permaneça na parte que for repassada à Verizon, mas ainda não há informações sobre isso. De todo modo, se cair fora, Mayer deverá receber uma indenização de até US$ 55 milhões.

Parece um season finale, mas essa novela pode ter outros capítulos. Os escândalos recentes do Yahoo referentes a vazamentos de dados mancharam ainda mais a imagem da companhia: ex-funcionários afirmaram que Marissa Mayer cortou recursos da divisão de segurança, o que teria facilitado os ataques.

Eis o resultado: a Verizon está reavaliando a sua oferta. É possível que a proposta de compra seja mantida, mas com um valor inferior aos US$ 4,83 bilhões propostos inicialmente. O Yahoo pode continuar existindo, consequentemente, mas com uma fração da relevância que teve um dia — o clima está tão ruim por lá que nem mesmo a queda de Mayer animou os acionistas.

Não é o fim, mas é quase isso. Situação triste para uma empresa cuja existência se confunde com a história da própria web.

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  • Cazalbé

    Ainda tenho e-mail do yahoo (meu principal e-mail), ainda tenho uma pontinha de esperança.

    • Carlos Alberto

      Mesmo com tantos vazamentos de senhas do serviço? Acho que o Yahoo já está com a sua imagem arranhada demais.

      • Wellington Gabriel de Borba

        O que eu percebo é que a empresa não tem uma cultura própria, enquanto todas as outras, principal as quatro gigantes (Microsoft, Apple, Facebook e Google) todas possuem. Mas tomara alguém salvar o Yahoo. A Apple na década de 1990 também respirava com a ajuda de aparelhos e virou o que é hoje.

    • Fabio Silva

      Meu e-mail principal também era Yahoo…até o final de dezembro. Deu trabalho, mas troquei meu e-mail nos principais serviços que utilizo. Alguns sites de compras impossibilitaram a troca do e-mail. Nesses casos vou esperar receber as compras ainda pendentes. Após isso, criarei uma nova conta com outro endereço de e-mail é deletarei minha conta do Yahoo para sempre. Só pra constar, um gerenciador de senhas foi fundamental em todo processo de troca de e-mail nas diversas contas.

  • Excelente artigo Emerson.

    • Leonardo Melo

      Muito excelente! Parabéns Emerson!

    • emersonalecrim

      Obrigado 🙂

  • Já tive um GeoCities no serviço rsrsrs num lembro mais nem para quê usava ele. O e-mail faz anos que não uso, mas quando comecei a usar a Internet foi minha plataforma favorita em alternancia a da Microsoft.
    Sabe o que acho?
    É que o Yahoo! está nessa situação porque não soube agregar valor com os seus serviços, ficou no mesmo/na mesma e isso causa tédio no usuário. A Microsoft tem uma grande fatia do mercado com o seu sistema operacional Windows e sabe agregar valor com outros serviços e produtos. O Google tem o buscador mais eficiente do mercado e sabe agregar valor com os demais serviços e produtos/ferramentas que tem ou adiquiri. Ambas as empresas se tornaram gigantes porque souberam criar, inovar e se transformar em verdadeiras plataformas de tecnologia.
    Já o Yahoo! ficou no mesmo nível de jogo intermediário, apenas mantendo-se na web/internet com um monte de coisas que parece não se encaixarem.

    • Wellington Gabriel de Borba

      Exato, por um momento pensei que a Microsoft ia morrer por causa do móvel. Ai vem o Satya Nadella e diz, ninguém quer software, as pessoas querem serviço. Ainda acho que o Windows para móveis não morre, só que ele virá no momento certo se a Microsoft não deixar o Windows em si perder musculatura.

  • por muito tempo utilizei os serviços do hotmail. daí, certo dia, recebi o convite (yeap, um convite) para ter uma conta no gmail. criei a conta e fiquei espantado, era muito superior ao hotmail e ao yahoo, que na época, vivia ficando off-line. hoje, já são quase dez anos que utilizo o serviço da google e não vejo porque mudar, é excelente. esse problema recente de segurança, somado aos anteriores me mantem afastado de qualquer serviço que eles oferecem

    • Jefferson

      Eu tbem, estava satisfeito com o Hotmail e não entendia porque o pessoal amava tanto o Gmail. Aí, certo dia, tentei só separar os emails em algumas pastas no Hotmail e não consegui, foi quando decidi mudar. E me surpreendi. Não troco mais (só se acontecer uma merda mto grande com o Gmail, rsrs)

    • Renato Dantas

      Meu Hotmail era uma verdadeira fonte de SPAM e PISHING. Acho que o Gmail foi um dos primeiros com um filtro mais eficiente.

    • edilops

      Tamo junto, tb rodei pra caramba até achar o email certo. Lembra do POP que dava 1gb de espaco que não era 1Gb kkkkkk
      Usei bol, hotmail, ig, pop, e por fim GMAIL, até hoje não há nada que me faça mudar.

    • Sério? Eu acho o Gmail horrível em questão de organização e design, meus olhos e minha mente sangram pra me manter organizado com aquilo. Uma pena a minha empresa utilizar a plataforma deles e eu ser forçado a usar tbm. Pior, ainda me obrigam a me comunicar pelo Gtalk! Sofrimento diário…

    • M4

      Já utilizou o Inbox? Eu acho melhor que o Gmail. https://inbox.google.com/

      • sim. usei a primeira versão, não era boa, daí larguei mão. há algum tempo a google mandou um aviso, informaram que tinha uma nova versão. comecei a utilizá-la há mais de um ano, gostei e não voltei mais pro gmail

        • M4

          Exatamente. O que mais me agrada é a fluidez, layout e simplicidade.

    • Souza

      É.. Tem bem um ano luz que estou no Gmail. E já faz um bom tempo que uso o Gmail institucional na empresa onda comando o setor de informática.
      Também uso o Outlook que melhorou em relação ao Hotmail, mas o Gmail com os vários serviços dá Google ainda me atendem muito bem e tem só melhorado.

  • Mago Erudito

    O email e o messenger do yahoo eram os melhor da época, mas seguidas decisões erradas e pior não aprender com elas matou a empresa.

  • Wellington Gabriel de Borba

    Acho que o pior para o Yahoo é que ele deixou de ditar tendência e de entrar no serviço móvel.

  • jairo

    Resumindo, RIP Yahoo

  • Keaton

    Sei lá, de repente é uma boa idéia começar a procurar todos cadastros que fiz e migrar pra algum email alternativo no GMail…

  • Tiago Celestino

    Sair de todos o serviços do Yahoo! Hoje, só mantenho o YMail! para receber os emails de backups do Gmail.

    Pra quem tinha tudo para ser a maior empresa de tecnologia/internet do mundo, realmente teve uma má gestão.

  • Ricardo – Vaz Lobo

    O Y! foi a 2ª conta de e-mail que criei, a primeira foi o Zipmail. Tenho carinho à beça por ele e seria MUITO triste tirá-lo da minha vida, afinal boa parte da minha existênciainternética passou tanto pelo buscador (que comprou o C@dê, alguém lembra?) quanto pelo correio eletrônico. Que se reinvente.

  • Isaias Freitas

    E agora, quem vai querer Mayer pra trabalhar?

    • Rafael Andrade

      E agora, que trabalho a Mayer vai querer?
      55 milha no bolso, cara…

  • Thiago Teodoro

    Parei de ler quando teve a chance de compra o Facebook… Meu Deus. Não custava adicionar 100 mil??

    • Willian Nobuo

      Nisso vemos que não adianta ter só criatividade, tem que ter visão estratégica.

  • Willian Nobuo

    Como faz pra afundar ainda mais uma empresa e sair com 55mi no bolso? Acho que a Mayer ganhou Bel Pesce. Hahahah

    • Antony

      Nossa, comparar alguém do currículo da Marissa Mayer com Bel Pesce?

      • Willian Nobuo

        Não comparei currículo, até pq nem pesquisei. Comparei vexames.

  • Louis

    Marisa Mayer estava parecia mais interessada em aparecer em capas de revistas, ensaios e na mídia em geral do que comandar o Yahoo!.

  • Marcvs Antonivs

    E o Flickr?? Como é que fica??

  • Manoel Guedes

    Aff eu tentei rolar a barra da primeira figura ¯_(ツ)_/¯

  • Gesonel o Mestre dos Disfarces

    Não sabia que a moça era do Google. Tá parecendo que ela seria um cavalo de tróia, tipo o Elop na Nokia.

    • Antony

      Quando a Marisa saiu do Google, o Yahoo já não representava nenhum perigo

  • Qual deve ser o destino do flickr?

  • O Yahoo Mail não morrendo está sereno.

  • JOSE HAROLDO SENA DE O. FILHO

    Logo que o Yahoo Mail foi lançado em 1999 eu me inscrevi o domínio só era Yahoo.com pois a Yahoo Brasil foi lançado em 2000 e até hoje ainda o tenho. Yahoo é uma parte importante da história da internet. Vale a pena ler a obra de Walter Isaacson Os Inovadores que tem uma resumida e proveitosa história deste companhia.

  • Felipe Souza

    Só eu não curto da identidade visual dos produtos do Yahoo? Entrando no site principal, https://br.yahoo.com/ sinto como se estivesse entrado em um portal de 2007, principalmente se comparar com o http://www.msn.com/pt-br.

  • Souza

    Um história que daria um bom filme. Quem sabe um documentário… São ensinamentos para toda vida.

  • Rodrigo Freijanes

    Por essas e outras que o Mark Zuckerberg fica como louco comprando tudo que é empresa que começa a dar sinais de sucesso.
    E quando não consegue comprar, imita igualzinho.

  • R’icaardo T’eddy

    Gmail tenho 10 contas hackeadas kkkkkk Xploitz.net é o bicho os que se diz hacker descobre a senha e não tem inteligência para mudar elas e perdem as contas que eles próprios descobriram a senha hahahaha