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Primeiro ônibus elétrico fabricado no Brasil vai circular em São Paulo

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14/07/2017 às 15h29
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No final do mês, um ônibus elétrico alimentado apenas por baterias começará a circular pela região central da capital paulista. O veículo, o primeiro do tipo inteiramente produzido no Brasil, foi apresentado nesta sexta-feira (14) pela Prefeitura de São Paulo.

A cidade conta há décadas com ônibus do tipo trólebus, que são alimentados por energia elétrica, mas devem ser ligados a uma rede área de cabos. A proposta do veículo recém-anunciado é bem diferente: a alimentação é feita por baterias de fosfato de ferro (LiFePO4) que levam cerca de cinco horas para serem recarregadas.

Ônibus elétrico - BYD e Caio

Ônibus desse tipo vêm sendo testados há alguns meses em São Paulo e outras cidades brasileiras, mas essas unidades são importadas — a grande maioria veio da China. A unidade apresentada hoje foi produzida no Brasil, como já informado.

O chassi foi fornecido pela BYD, uma empresa chinesa, mas que têm fábrica em Campinas, interior de São Paulo. Já a carroceria do ônibus foi fabricada pela Caio Induscar, essa sim uma empresa brasileira — a planta da Caio fica na região de Botucatu, também no interior de São Paulo.

Na China, a BYD produz ônibus elétricos completos (chassi e carroceria) — muitas das unidades testadas anteriormente por aqui foram fabricadas por ela. Porém, no Brasil, o mercado de ônibus funciona de maneira diferente: companhias como Scania, Volvo e Mercedes-Benz fornecem chassis; já fabricantes como Marcopolo, Comil e Caio montam a carroceria. É por isso que a BYD se limitou a produzir apenas o chassi do ônibus elétrico.

Ônibus elétrico - BYD e Caio

De acordo com a BYD, o veículo tem autonomia de 250 km a 300 km, dependendo das condições de operação. São números bons: em média, cada ônibus urbano de São Paulo roda 200 quilômetros por dia.

Em complemento às baterias, o veículo conta com motores elétricos embutidos nas rodas, além de sistemas auxiliares hidráulicos e pneumáticos. Desse modo, o sistema de tração do veículo consegue transformar energia cinética em elétrica para armazená-la nas baterias.

Por sua vez, a carroceria tem quatro portas para embarque e desembarque, ar condicionado, vidros colados, tomadas USB, Wi-Fi, capacidade para até 84 passageiros (incluindo os que ficam em pé) e interior com iluminação em LED.

Ônibus elétrico - BYD e Caio

A primeira unidade foi entregue à Ambiental Transportes, que opera na zona leste da capital paulista. Atualmente, a empresa é a única que possui linhas atendidas por trólebus.

Mais veículos com a nova proposta deverão entrar em operação. A prefeitura já fala em trocar 60 ônibus a diesel por unidades elétricas. É um número bem baixo se considerarmos que, hoje, a cidade de São Paulo conta com cerca de 14,5 mil ônibus urbanos. A expectativa, porém, é a de que essa quantidade aumente quando a licitação para o sistema de transporte coletivo da cidade for concluída.

Só não será tarefa fácil: a licitação deveria ter sido executada em 2013, mas vários problemas — em especial, divergências com o Tribunal de Contas do Município — fizeram o processo ser adiado. Atualmente, as empresas de ônibus da cidade atuam com contratos emergenciais.

Além de São Paulo, ônibus elétricos com chassis da BYD deverão circular em cidades como Campinas e Belém.

  • Primeiro, primeiro… ele não é. Três veículos da BYD já foram testados em SP, sendo que dois deles ainda estão em testes, um articulado e um 15 metros. Esse aí, na verdade é o quarto a entrar em teste, só que agora em carroceria já conhecida e apenas o chassi sendo da BYD.

    • emersonalecrim

      Sim, mas os outros vieram da China. Este foi feito no Brasil, inclusive o chassi (apesar da tecnologia ser chinesa). E eu acho estranho isso de uma empresa não fabricar um ônibus completo por aqui (salvo engano, só a Mercedes-Benz fez isso por um tempo).

      • Hmm. Acreditava que os atuais de Campinas já tinham vindo de lá, mas são chineses também.

        Apesar de tudo, ainda tenho minhas ressalvas sobre a BYD, que quer chamar atenção. A Eletra já tem o E-Bus desde 2013, tecnicamente o primeiro ônibus a bateria feito no Brasil e atualmente operado na Metra.

        • Ligeiro

          O ruim é que a Eletra não tinha tecnologia de baterias diferentes da comum, e nisso por isso o BYD acabou chamando a atenção e passando na frente, pois no final ela tinha uma tecnologia consolidada de baterias.

          • Teoricamente também tem o agravante de não ter fabricação comercial do E-Bus pela Eletra-Mercedes-Mitsubishi & Cia, mas ainda assim isso não tira o mérito de que o primeiro ônibus totalmente a baterias é dela…

          • Ligeiro

            Sim, acompanhei a história disso e reconheço completamente. E há outros estudos (vi alguns no evento de veículos elétricos ano passado, além de acompanhar poucas matérias sobre o transporte público brasileiro).

        • emersonalecrim

          O problema do E-Bus é que ele ainda não é um projeto finalizado (e nem sei se será). Para completar, ele é todo adaptado: as baterias não são específicas para o veículo e o chassi original é da Mercedes, por exemplo. É claro que isso não tira a importância do trabalho. Mas, no caso da BYD, o projeto já está inclusive em fase de produção em larga escala: a fábrica tem capacidade para 400 chassis por ano.

      • Ligeiro

        Quando você fala sobre uma empresa não fazer um ônibus completo por aqui, você questiona só os BYD ou quaisquer outro?

  • manoel

    Eles estão sendo testados há mais de 18 meses em São Paulo. Arrume aí.

    • emersonalecrim

      Arrumar o quê?

      • manoel

        A empresa chegou aqui no Estado há 3 anos e os testes começaram há mais de “alguns meses em São Paulo”. Ele foi apresentado para testes em dezembro de 2015.

        • emersonalecrim

          Então, as unidades testadas (ou ainda em teste) foram feitas na China. Esse foi produzido no Brasil.

          • manoel

            Poxa, é verdade. Desculpe. O que estava em teste foi fabricado em 2014 na China e entrou em operação aqui em jun/2015 até acertarem a produção.

          • emersonalecrim

            Sim. Sem problemas. Eu já vi esses ônibus rodando na região da Paulista. São bem “quadradões” (e, tive impressão, mais largos que os ônibus brasileiros).

  • Tom

    Porque um onibus elétrico tem contador de rpm?

    • Bruno Correia

      Provavelmente pra indicar o acionamento dos motores, seja em modo tracionário, ou em modo regenerativo. Ou então reaproveitar o painel de algum modelo em linha sem deixar aquele espaço do mostrador vazio.

      • Tom

        Reaproveitamento não é pois sairia mais barato deixar o espaço em branco, como nos carros populares.

        • Bruno Correia

          Não se a peça for padrão e se para deixar o espaço em branco houvesse a necessidade de modificação/customização do painel.

    • ochateador

      Para evitar algum problema em exigir demais do motor elétrico ?

      • Nicolas Gleiser

        A rotação do motor elétrico não passar por uma caixa de redução ou algo do tipo, é direto na roda, então creio que seja só por motivo de não precisar readaptar muita coisa

  • Péricles Cipriano

    Os caras fabricam chassi e carroceria, mas o monopólio da Caio não permite uma carroceria diferente em SP…

    • evefavretto

      Cês gostam de ônibus feio, pqp

      • Léo Oliveira

        Real kkkkk

    • Léo Oliveira

      Aqui em Votorantim, as carrocerias são bem divididas entre Marcopolo, Caio (treco feio, pelamor) e Comil (mais feio ainda)

    • Jack Silsan

      Conte-me mais sobre o monopólio da Caio

    • Toalhinha

      E se você descobrir que a Ambiental Transportes e a Caio tem em comum o mesmo dono se surpreenderia?

      • Assim como 6 operações da VIP, a Cidade Dutra, Campo Belo e muitas outras do sistema de transporte de SP…

        A máfia é grande.

        • Toalhinha

          Aqui em São Bernardo do Campo a SBC Trans que é a unica prestadora da cidade toda também é dele, fora uma empresa que faz linhas intermunicipais.

    • Ligeiro

      Mas já vi Neobus, Mascarello e outras por aí.

    • Cesar Osvaldo Müller

      Relaxa que eles compraram a massa falida da Busscar, que em seus tempos áureos era a a maior fabricante de carrocerias….

      • Thiago A. Klein

        Isso mesmo, aqui em Joinville tem uma área gigante em que eram feitos os onibus da Busscar.

        • Cesar Osvaldo Müller

          Eu moro em Joinville, por isso falei kkkk

  • Jonas S. Marques

    Autonomia de 300 KM é bem pouco, na real.
    Não sei de onde a matéria tirou esse número médio de 200 KM/dia, mas, pegando uma linha que ande pouco, por exemplo Alto do Ipiranga / República “14 KM”, o ônibus não aguenta 10 viagens.
    Lembrando que viagem é ida e volta e deve-se levar em conta o tempo parado que é bem alto na cidade de SP.

    Pra um futuro próximo, talvez, por agora parece que não.

    Mas seria uma boa colocar esses aí no famigerado e natimorto Fura-fila/Expresso Tiradentes

    • João Cagnoni

      Autonomia de 300km é pouco??? Estamos falando de ônibus e não de carro, meu amigo…

      • Jonas S. Marques

        Se lesse o meu comentário veria que:
        1) Estou falando em relação a certas linhas de SP, uma cidade gigantesca e que tem linhas que chegam a andar quase 800 KM/dia;
        2) Me refiro também a gasto parado, já que essa estimativa de 300 KM deve ser feita com veículo andando, desconsiderando trechos de congestionamento e momentos parados “LUZES INTERNAS, AR, TUDO CONTINUA GASTANDO”;

        Só ler tudo amiguinho, só ler tudo

        • João Cagnoni

          Se você lesse a matéria, veria que cada Ônibus em SP roda 200km/dia. O consumo de luzes internas e AC é constante em um dia, tanto faz a km que o Ônibus vai rodar ou se pega trânsito ou não. Pensar um pouco faz bem.

        • Jonas S. Marques

          Se você lesse meu comentário veria que eu contesto esses dados de 200 KM dia percorridos, justamente porque isso aí é a média “Significa que tem muito veículo andando muito menos e muito veículo andando mais”.
          A tecnologia é boa, mas falta amadurecimento.

          PS: Procurei mas não encontrei esses dados de 200 KM/dia, sugiro que faça o mesmo http://www.sptrans.com.br/indicadores/

        • Nicolas Gleiser

          o ônibus parado só vai gastar a energia referente a iluminação interna e outros aparelhos, o “motor” elétrico só é usado em movimente, e essas 10 viagens citadas ae já chega a passar e muito do expediente de um motorista, pelo pouco que conheço é colocado uma frota imensa no horário de pico que fica ocisosa nas garantes até o próximo horário de pico, esse tempo parado poderia estar recarregando, enquanto o ônibus ta no terminal esperando sua vez de sair ou o embarque, pode esta recarregando . e por ai vai .

    • Léo Oliveira

      Pouco onde? ….

      Pensas que um único carro roda o percurso durante o dia?

      • Jonas S. Marques

        Sim, na maioria das linhas sim. Porque eu peguei ônibus a minha vida toda e ônibus vai muito além desses que saem de algum terminal localizado no metrô e vão pros bairros. Pegue como exemplo a linha que citei e que ainda hoje é feita por trólebos e vai entender do que estou falando.

    • Bruno Correia

      É um ônibus urbano, 300KMs seria pouco para um modelo rodoviário, acho bem difícil um veiculo rodar tudo isso no período de um dia dentro de uma cidade, ainda mais se levar em conta os horários de rush e seus quilômetros de engarrafamentos.

      • Jonas S. Marques

        A linha que eu citei como exemplo, Auto do Ipiranga/República, que hoje é feita totalmente por trólebos é uma linha bem curta e na qual não caberiam esses ônibus. 300 KM ainda é muito pouco

        • Bruno Correia

          14KM por viagem, se fizer 20 viagens em um dia são 280KMs, um veículo hoje faz quantas viagens por dia? São mais de 20 viagens por dia? Sem falar na possibilidade de se ter recarregadores rápidos instalados nos pontos finais.

          • Jonas S. Marques

            Mas a linha é circular 😛

          • Bruno Correia

            Mesmo sendo circular, existem momentos que esse veículo terá que parar, seja pra intervalo do motorista, seja em algum ponto “central”, nada impede que nesses pontos o veículo seja recarregado, mesmo que não seja, se for do desejo da cidade investir nesse tipo de ônibus, ainda sim poderia ser implantado em faixas seletivas recarga por indução, o veículo ainda é experimental, ainda sim, se não for o suficiente, nada impede que nesses casos veículos especiais híbridos ou com baterias maiores sejam implementados em linhas que rodem mais que isso por dia.

    • ochateador

      Bem pouco mesmo.
      Se considerar a única linha de ônibus que passa no meu bairro, isso dá apenas 5 viagens do bairro até o terminal central e volta ( é 30 KM de ida e 30 KM de volta).
      Mas aí tem que contar as paradas como você mencionou…. então reduzimos para 3 (dia normal) ou no máximo 4 (dias vazios) viagens por ônibus.

      • Jonas S. Marques

        Meu medo é que seja mais ou menos como é com os articulados hoje em dia.
        Tecnicamente um articulado não é muito maior do que um ônibus comum, um ônibus comum tem entre 16 e 18 M e um Articulado médio tem entre 18 e 23 M, mas passou de uns 15 KM do centro de SP e já não se vê mais ônibus articulados rodando, só os Mercedes que eles trocam de dez em dez anos porque tem que trocar.
        Aí fica essa ilusão dos ônibus de alta qualidade no centro expandido e a grande massa que precisa de ônibus pra chegar até um transporte como trem ou metrô continua dependendo de transporte precário.

        • Ligeiro

          Ônibus articulados são feitos geralmente para corredores e linhas de ônibus de alta demanda Por isso não acha ônibus articulado fora dos corredores principais.

    • Yago G. Oliveira

      Eu também me supreendi. E partilho da mesma ideia, 300KM é muito pouco para uma cidade do tamanho de São Paulo.

    • Cleuton Brito

      Lembrando que o veículo elétrico o consumo quando parado, é muito baixo, o principio de funcionamento é diferente da combustão. O motor realmente para. Talvez eu esteja falando bobagem ainda não olhei o esquema de um ônibus elétrico, apenas de carros convencionais como o tesla. Olhando pra aparência de cor prata do ônibus, já se nota que são aqueles que vai apenas nas avenidas, que na maioria das vezes tem um corredor. O número não é grande mesmo. Mas se pensarmos que essa era a autonomia de carro elétrico, então não está tão ruim.

    • shinodaluk

      Cada ônibus faz uma viagem (de ida e volta) a cada 2 ou 3 horas, é normal terem muitos ônibus na mesma linha (tem linhas que tem mais de 5 partidas por hora).

    • Ligeiro

      Mesmo um ônibus comum à diesel não roda mais de 10 viagens por dia dependendo da linha até porque tem manutenção a ser feita e combustível a ser abastecido. Varia a distância e complexidade das linhas.

      Existe um primeiro veículo similar em fase de testes (este ajudou na homologação deste segundo ônibus anunciado hoje) que roda aproximadamente 10 km cada passagem (Pq Continental – Lapa). A empresa fica na região da linha, então no fim do expediente (chegando próximo do previsto do fim da carga) do ônibus, o mesmo vai para a recarga depois da última viagem.

      Existem também outras possibilidades, como recarga no próprio ponto (isso já foi experimentado em São Paulo) ou uso de sistema tipo “trólebus” (ônibus com catenária).

    • Se ficar para um futuro, esse futuro nunca virá…
      É preciso começar de algum jeito, mesmo que tímido.

  • Espero que esses motores individuais tenham ótimo isolamento externo, ou não vai andar nos dias de tempestade com enchente

  • Jack Silsan

    Fico contente em ver que combustíveis fósseis finalmente estão perdendo espaço para soluções renováveis.

    • ochateador

      E como será gerada a energia elétrica?

      • Sander Sabino

        A base da produção energética no Brasil é majoritariamente renovável, boa parte hidroelétrica e as outras formas de geração eólica e solar tem aumentado bastante, apesar de ter uma boa parte termoeletrica.

      • Tom

        Mesmo que seja de um termoeletrica já é benefício pois o veículo elétrico tem mais eficiência no consumo de energia gerando menos poluentes que um motor a combustão tradicional, e além disso o poluente gerado estará fora da cidade causando menos danos a saúde da população.

      • Jack Silsan

        Me parece que tecnologias relacionadas a energia solar e eólica darão um salto muito em breve, tanto em qualidade quanto em popularização, muito embora eu ainda considere este como sendo um investimento geracional, que beneficiará mesmo de verdade aos nossos netos e além

  • raphaela1

    E se instalar placas solares no teto do ônibus?.

    • Cleuton Brito

      A eficiência de um painel elétrico ainda é baixa, em números, em tornos dos 17% para um bom painel de medidas padrão de mercado, próximo de 1 m², dado a potência necessária do ônibus, não ajudaria muito. Mas já seria bom para as tomadas USB para carregar celular e iluminação. Existe painel melhor, tipo aqueles usado em satélites e estação espacial, mas não se aplica neste caso, mas o importante é começar a usar, assim aumenta a demanda e o investimento na tecnologia. Mesmo fracos, se olhar ao longo dos anos, evoluiu muito.

      • Nicolas Gleiser

        os painéis dariam no máximo 5~10% a mais na autonomia, sem falar q tu ta adicionando mais peso e uma peça muito cara e que não é tão resistente, seria um gasto extra que pode ser usado em outra coisa .

  •  david

    João Dória !!!

    • Ligeiro

      A BYD tem ônibus em teste em SP já há um ano e meio (gestão Haddad), e desde há alguns anos há experimentos para busca de tecnologias diferentes. Não é culpa do Doria este ônibus não.

  • Saulo Benigno

    O que muda para mim usuário? Fica mais barato na passagem?

    O que eu como passageiro vou ganhar com isso? Porque devo me importar?

    • Cesar Osvaldo Müller

      Menos poluentes, sem ruido de motor, sem fumaça de escape…

  • Natthan Fruche Terzi

    Só não entendi uma coisa, a prefeitura que compra os ônibus e ambiental transportes que vai operar?? Vão lucrar sem ter que desembolsar.

  • O primeiro não tinha sido o que a Metra desenvolveu em parceria com a Mitsubishi?
    http://www.emtu.sp.gov.br/emtu/imprensa/imprensa/rede-de-transporte/e-bus.fss

    • emersonalecrim

      O E-Bus ainda não é um projeto finalizado. Além disso, ele é todo adaptado: as baterias não são específicas para o veículo e o chassi original é da Mercedes, por exemplo.

  • EMANUEL FLORIPA

    A notícia mente ao afirmar que é o primeiro.

    A Universidade de SC já opera com um ônibus elétrico desde março desse ano que além de elétrico, é alimentado por energia solar.
    Mas também não é o primeiro elétrico, apenas o primeiro com alternativa solar, como confirma a notícia abaixo.

    https://diariodotransporte.com.br/2017/07/16/historia-o-primeiro-onibus-eletrico-no-brasil/