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Motorola publica teste "real" sobre resistência do Razr dobrável

A fabricante classificou como "impreciso" o teste em que o Razr quebrou após ser dobrado 27 mil vezes

Victor Hugo Silva Por

A Motorola publicou seu teste de resistência para o Razr após o CNET indicar que o modelo quebrava após ser dobrado 27 mil vezes. Em seu canal no YouTube, a fabricante divulgou um vídeo curto que classifica como o teste "real" para o celular.

O vídeo demonstra o que seria um uso mais próximo ao real, em que o Motorola Razr abre e fecha por completo. O experimento do CNET, que usou uma máquina conhecida como FoldBot, tinha um ritmo mais acelerado e não fazia o smartphone ser totalmente dobrado.

Em nota ao Tecnoblog, a Motorola afirmou que o Razr tem um "sistema dobrável diferente de qualquer dispositivo no mercado" e afirmou que o FoldBot não foi projetado para testar o aparelho. De fato, ele foi criado para testar a resistência do Samsung Galaxy Fold.

"Portanto, qualquer operação realizada utilizando esta máquina colocará uma tensão indevida na dobradiça e não permitirá que o telefone abra e feche conforme o esperado, tornando o teste impreciso", continua.

"O importante é lembrar que o Razr passou por extensos testes de resistência do ciclo durante o desenvolvimento do produto, e o teste da CNET não simula nem reflete o uso real que os usuários terão com o Motorola Razr. Temos toda a confiança na durabilidade do Razr".

A empresa não revelou quantas vezes o Motorola Razr dobrou sem quebrar durante os seus testes, mas indica que a dobra deve funcionar corretamente por pelo menos dois anos. O celular está em pré-venda por R$ 8.999 nos canais da fabricante e nas lojas físicas de TIM, Claro e Vivo.

Motorola Razr (2019) - Celular dobrável

Com informações: Engadget.

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Wendel Schelhan

Não existe hoje público para estes aparelhos dobráveis que não seja entusiastas endinheirados que podem e querer tê-los pelo simples fato de ser uma novidade tecnológica. Esses aparelhos perdem em todos os outros aspectos.

Lucas Santos

Como já comentei o teste precisa ser com os possíveis movimentos da mão humana, não com uma máquina que faz exatamente o mesmo movimento milhares de vezes.

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