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Sity, concorrente brasileiro da Uber, chega a mais cidades

Até o final de 2020, a Sity espera operar em 29 cidades pelo país e atender dois milhões de passageiros

A Sity, empresa de transporte por aplicativo, anunciou que está expandindo o seu serviço pelo Brasil. Após se consolidar em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ), a companhia começa a operar em outras dez cidades: Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Salvador (BA), Florianópolis (SC), Cascavel e Curitiba (PR), Porto Alegre e Caxias do Sul (RS), Goiânia (GO) e em Brasília (DF).

Ao contrário do concorrente direto (Uber), que já anunciou demissões e fechamento de escritórios pelo mundo, a Sity tem crescido durante a crise do novo coronavírus (SARS-CoV-2).

Além de iniciar operações em outras cidades, a empresa anunciou que está contratando. Na cidade de São Paulo, onde possui um escritório, ela conta com 60 colaboradores e esse número pode subir para quase 200 até dezembro.

Fernando Ângelo, CEO da Sity

A Sity cobra uma taxa menor do motorista. Com as corridas, a companhia fica com cerca de 10% do que é cobrado do cliente, enquanto outras gigantes do setor cobram de 20% a 30%.

Como a crítica sobre a falta de segurança é recorrente entre os motoristas, a Sity solicita várias informações dos passageiros, entre elas, uma foto do rosto. Os condutores parceiros ainda contam com um botão de pânico no app, que pode ser acionado em situações de perigo.

“Apesar do momento de crise, estamos consolidando nossa base de motoristas, para ter uma boa frota para atender à demanda após a pandemia, e também de usuários”, informou a assessoria da Sity ao Tecnoblog.

“Outro ponto importante é que transportamos passageiros a preço justo para ajudar a todos nesse momento tão difícil, o que traz mais usuários. Com essa fórmula conseguimos nos diferenciar e crescer durante a pandemia como opção de transporte mais seguro e de qualidade a todos”, completou.

Recentemente, Fernando Ângelo, fundador da Sity, informou à Exame que espera operar em 29 cidades até o final de 2020. O CEO deseja encerrar o ano com dois milhões de passageiros cadastrados e 80 mil motoristas parceiros.

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