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Convites do Clubhouse são vendidos por R$ 100 no Mercado Livre e OLX

O Clubhouse é a rede social do momento, mas é exclusiva para convidados; alguns usuários decidiram vender convites na internet

Ana MarquesPor

O Clubhouse está em alta – a rede social do momento é baseada em conversas por áudio, e não para de receber novos usuários desde que personalidades como Elon Musk, Mark Zuckerberg e até o Boninho deram as caras por lá. Mas ela não é para todo mundo: apenas usuários de iPhone podem usar, por enquanto. Além disso, é necessário ter um convite – e se você está ansioso por um, há quem veja uma grande oportunidade de negócio nessa exclusividade toda.

Clubhouse

Clubhouse (Imagem: William Krause/Unsplash)

Sim, já existem convites do Clubhouse à venda no Brasil. Mas antes que você saia falando que isso é “coisa de brasileiro”, saiba que os gringos também estão colocando seus invites no ebay e em grupos do Facebook.

Por aqui, é possível encontrar convites por uma média de R$ 100, em sites como Mercado Livre e OLX. Há algumas opções mais baratas e com promessa de “envio rápido”.

Anúncio de convite do Clubhouse na OLX

Anúncio de convite do Clubhouse na OLX (Imagem: Reprodução)

Algumas opções no Mercado Livre chegam a quase R$ 300. Na descrição, os vendedores afirmam, geralmente, que têm um último convite sobrando, e que essa é a sua chance imperdível de entrar logo na nova rede social.

Anúncio de convite do Clubhouse no Mercado Livre

Anúncio de convite do Clubhouse no Mercado Livre (Imagem: Reprodução)

Como funcionam os convites do Clubhouse?

Quando um usuário entra no app, ele tem o direito de convidar mais um ou dois amigos para participar. Ao criar salas e participar ativamente, é possível ganhar mais convites para distribuir.

Os convites do Clubhouse são feitos com base no seu número de celular, isso quer dizer que ao optar pela compra, além de efetuar o pagamento, você deverá compartilhar esse dado com o vendedor para acessar a rede.

Além disso, a plataforma deixa claro que é feita para “usuários reais”. Quando alguém entra no Clubhouse por um convite seu, ainda que seja um completo estranho, o seu nome é exibido no perfil dessa pessoa.

Sabe a clássica frase “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”? Pois bem. Caso você venda um convite para alguém que eventualmente crie problemas dentro da rede, os holofotes também estarão virados para você. O inverso também acaba valendo.

E você, o que acha dessa história? Arriscaria a compra de um convite para chegar logo à rede social?

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Vinicius Andrade (@Toloko)

E você, o que acha dessa história?

Get a life.

Bruno (@Unknown)

Já podemos mudar o nome disso pra ‘nojo social’

Siebel (@Siebel)

Não mando e nem gosto de receber áudio no whatsapp. Quero distância dessa bomba.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

É outra proposta. É como sentar para uma conversa civilizada.

DeadPull (@DeadPull)

Rede social baseada em áudio? Pra mim, que apago áudio do WhatsApp sem nem mesmo ouvir, se chega convite dessa bagaça pra mim, é arriscado eu xingar a mãe da pessoa que enviou

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Essa rede social se for monetizara do jeito correto, terá um nicho rentável.

Imaginem poder conversar com grandes mentes ou ouvir, por um trocado ao mês. Ou ouvir um show exclusivo para os assinantes, e poder bater um papo.

Fora outras incursões no marketing, mercado financeiro.

É a evolução do podcast, era o que faltava, poder interagir com o criar do conteúdo. Está no comecinho, mas se não perderem a mão, tem potencial. Me admira que tenha pego no Brasil, em função do iPhone não ser o aparelho mais popular. Mas talvez essa audiência selecionada tenha contribuído para o boom do app no Brasil.

João M. (@RonDamon)

Não é a mesma coisa q podcast? Spotify tem um monte e com o valor pago, além deles, se escuta infinitas músicas.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

Não. Podcast você não interage com o criador de conteúdo e no clubhouse é ao vivo e você pode levantar a mão para falar e ganhar a fala ou não.

Clubhouse é gratuito, o que estava me referindo é que existe um grande potencial para monetizar salas específicas que esses criadores de conteúdo podem abrir.

João M. (@RonDamon)

Parece mais uma inferiorização da twitch heuehuehehue.

Danílio Costa da Silva (@Daniliocs)

Pegaram a vibe de conferências que estamos fazendo hoje em dia e decidiram tornar uma rede social. Parece legalzinho, mas só fico pensando em coach e essa baboseira toda. Não vi muito apelo.

@doorspaulo

Um Discord gourmet.
Passo.

Paulo Cesar (@Paulo_Cesar)

Parece o mesmo esquema dos sistemas de aula online ( aluno solicita permissão pra falar, professor libera todo mundo escuta ). Só que nesse caso tem quadro, slide e mais um monte de coisa relacionada ao ambiente de sala de aula. Mas o core do negócio é esse um orador controla quem fala, e o os outros escutam e falam quando permitido.

Já não era sem tempo de bolarem alguma rede social baseado nisso, acho inclusive que se monetizar bacaninha vai seguir bem essa linha que você mencionou. E vão surgir 2 nichos nisso ai, o ‘novo’ podcast com somente áudio, e o nicho pra youtubers com streaming de video e feedback por áudio. Hoje esse ultimo modelo está restrito aos chats de texto das streams ( até por conta da imensa quantidade de pessoas assistindo). Mas não tenho dúvida que teria muita gente pagando só pra poder falar um pouco durante a transmissão. E dependendo do que o cara pagar pra falar, pode vim ads e toda uma nova politica de regras das plataformas de streaming ( pq o ad poderia em tese vir do proprio espectador).

Esse ultimo nicho seria a TV 2.0. É promissor tudo depende da maneira como o conteudo vai ser entregue. No mais foi dada a largada da corrida desse novo tipo de rede social, aguardemos os resultados.

Paulo Cesar (@Paulo_Cesar)

É tipo uma twich, em que voce pode FALAR no meio transmissão alheia caso permitido. Vejo isso dando certo com o dono da stream liberando uns momentos de conversa com o publico selecionado sem precisar daquela gambiarra de chamar o cara pro skype/hangouts e dar share do audio na live. Já fazer tudo integrado pela plataforma.

Seria legal, mas duvido muito que a twitch va se mecher pra isso se o uso for somente esse. MAS SE um grande SE, esse negocio pegar vento e liberarem streming de video alem do audio por exemplo e streammers forem migrando não demora e toda plataforma de streaming vai ter esse recurso pra não ficar atrás das outras.

Douglas Knevitz (@Douglas_Knevitz)

O conteúdo do ClubHouse não pode ser gravado ou compartilhado.

² (@centauro)

…ainda.

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