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Mi Smart Band 6 chega com tela maior, oxímetro de pulso e preço baixo

Xiaomi Mi Smart Band 6 é oficializada pela Xiaomi com tela colorida de 1,56 polegadas e oxímetro de pulso (SpO2) embutido

Bruno Gall De Blasi Por

Ao lado do Mi 11 Ultra, a Xiaomi também apresentou a nova geração de sua pulseira fitness. Trata-se da Xiaomi Mi Smart Band 6, anunciada nesta segunda-feira (29) com tela maior, oxímetro (SpO2) embutido e recursos para monitorar exercícios. Na Europa, o preço sugerido do wearable é de 44,99 euros (cerca de R$ 305 em conversão direta).

Xiaomi Mi Smart Band 6 (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Xiaomi Mi Smart Band 6 (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Como nos modelos anteriores, o gadget possui formato de pílula. A grande mudança fica pelo tamanho da tela AMOLED colorida, que subiu de 1,1 polegadas para 1,56 polegadas. A resistência à água de 5 ATM e a pulseira de silicone permanecem. Além disso, o usuário conta com mais de 60 temas para personalizar o dispositivo.

A nova geração da pulseira é capaz de registrar 30 atividades físicas, sendo seis delas detectadas automaticamente pelo gadget. A pulseira também possui oxímetro embutido (SpO2) e é capaz de monitorar os batimentos cardíacos, a qualidade do sono e o nível de estresse do usuário. O dispositivo se conecta com o celular via Bluetooth.

A bateria é de 125 mAh, como na geração anterior. De acordo com a Xiaomi, o componente é capaz de fornecer até 14 dias de carga, a depender do uso no dia a dia.

Xiaomi Mi Smart Band 6 (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Xiaomi Mi Smart Band 6 (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Na China, a Xiaomi Mi Smart Band 6 será comercializada sem NFC, por 229 iuanes (cerca de R$ 200 em conversão direta), e com NFC, por 279 iuanes (cerca de R$ 245). A pulseira também estará disponível nas lojas da Europa por 44,99 euros (cerca R$ 305).

No ano passado, a Xiaomi apresentou a Mi Band 5 com tela de 1,1 polegadas e sensor para medir o nível de oxigênio do sangue (SpO2). Mas, ao contrário da edição chinesa revelada em junho, a versão global chegou no mês seguinte sem oxímetro.

Com informações: XDA-Developers e Xiaomi (Blog)

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André Gorgen (@Banana_Phone)

É legal ver como a MiBand vem evoluindo bastante a cada geração e como é comum ver pessoas usando. O preço atrativo tornou possível que muitas pessoas aderissem a essa tecnologia.
Pra muita gente é a porta de entrada, minha irmã tinha uma mas acabou partindo para um smartwatch com GPS.

Vinicius Andrade (@Toloko)

Eu também tenho a 4, também to pensando e trocar e também estou de olho em um Haylou, porém um que lançou esses dias e se parece mesmo com relógio ‘convencional’ - Haylou LS05S. Depois de uma olhada, é bem massa!

Tem as versão clones de Apple Watch (que acho o formato legal, pena que é muito caro ) - HW16, HW22, IWO46, mas nenhum deles parece ter um sistema legal e fluido

Bruno Gall De Blasi (@brunogdb)

Pra muita gente é a porta de entrada

Participo desse grupo! Comprei uma Mi Band em 2017 para exercícios, senti que queria mais e hoje uso Apple Watch.

Felipe Silva (@Felipe_Silva)

Eu tenho a 5, não tinha comprado antes por causa do sistema de carregamento da bateria que precisava desmontar ela, agora to esperando lançarem uma com sistema de pagamento por aproximação, enquanto isso fico com a atual.

🤷‍♀️ (@xavier)

Mais um dono de uma MiBand 4 e esperando lançarem uma com NFC que possa ser habilitado (no Brazew) pra pagamentos.