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Claro Box TV: IPTV com gostinho de TV a cabo

Claro Box TV é a aposta da Claro para concorrer com streaming e traz experiência similar à da TV a cabo tradicional

Lucas Braga Por
Controle remoto com comando de voz deve ser contratado a parte (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

A TV por assinatura é um serviço que possui cada vez menos relevância: de acordo com a Anatel, quase 1 milhão de contratos dessa modalidade foram desligados no último ano. O custo mensal alto e o uso de equipamentos ruins ou defasados são alguns dos motivos para o cancelamento em massa da TV a cabo em prol dos serviços de streaming.

Para continuar relevante no setor de entretenimento e atender a demanda de quem quer um produto mais barato, a Claro lançou o Claro Box TV, que utiliza tecnologia IPTV para levar canais lineares pela internet e conteúdo via streaming. Será que é bom? Funciona bem, tem delay? Testei o serviço nas últimas semanas e conto minha experiência a seguir.

Análise do Claro Box TV em vídeo

Aviso de ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.

O Claro Box TV foi fornecido pela Claro por empréstimo e será devolvido à empresa após os testes. Para mais informações, acesse tecnoblog.net/etica.

Entrega, instalação e equipamento

O equipamento do Claro Box TV foi deixado por um técnico da Claro, que geralmente trabalha com instalações e reparos de TV a cabo, banda larga e telefone fixo. Conforme esperado, o funcionário apenas entregou o kit, uma vez que o serviço de IPTV deve ser configurado e instalado pelo próprio cliente.

Caixa do Claro Box TV

Claro Box TV foi entregue por técnico da operadora (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Um detalhe que destaco é da embalagem: o equipamento de IPTV vem dentro de uma caixa, mas o controle remoto é entregue separadamente em um saco plástico. O controle do kit, por sinal, é o mesmo da TV por assinatura da NET – quem quiser o controle remoto com comando de voz precisa pagar uma taxa extra.

O kit acompanha um guia rápido sobre como montar o equipamento, além da fonte de alimentação e um cabo HDMI. O modelo da minha unidade de testes foi fabricado pela Sagemcom e tem um design simples: na parte frontal há um botão de liga e desliga; na traseira, se encontram as portas de energia, HDMI, Ethernet, USB e áudio óptico, além de um botão WPS para conexão rápida ao Wi-Fi.

Parte frontal do Claro Box TV indica compatibilidade com 4K (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Parte frontal do Claro Box TV indica compatibilidade com 4K (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Parte traseira do Claro Box TV tem porta de rede, HDMI, USB e botão WPS (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Parte traseira do Claro Box TV tem porta de rede, HDMI, USB e botão WPS (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

O processo de instalação foi bem fácil: bastou plugar o produto na tomada, conectar o cabo HDMI e seguir as instruções na tela da TV. Após colocar a senha do Wi-Fi, o sistema fez algumas atualizações antes de liberar o uso.

Claro Box TV vem com controle "padrão" usado pela NET (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Claro Box TV vem com controle “padrão” usado pela NET (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Com o sistema em dia, o primeiro passo da configuração é colocar o CPF do titular do contrato. A adesão ao Claro Box TV deve ser feita previamente através do site, televendas ou loja da operadora, ou seja, não dá pra colocar qualquer CPF ali.

Configuração inicial do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Configuração inicial do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Depois do CPF, é necessário criar uma senha numérica para compra de conteúdo pelo controle remoto; após esse processo, o cliente já fica liberado para usar o Claro Box TV.

Menus e navegação

A tela inicial do Claro Box TV dá um gostinho do que é possível fazer na plataforma, que foca em conteúdo sob demanda e TV linear. Logo de cara é possível encontrar o aplicativo da Netflix e Globoplay, além do acesso ao Claro Video e NET Now.

Tela inicial do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Tela inicial do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Minha unidade de testes veio com o plano básico, que não dá direito aos canais de TV do pacote Top HD. Felizmente é possível fazer o upgrade pelo próprio controle remoto, e foi uma tarefa super simples: caso tente reproduzir um conteúdo que não faz parte do pacote, o sistema direciona para a loja virtual; para confirmar a compra, é necessário digitar a senha numérica da configuração inicial.

Loja de conteúdo da Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Loja de conteúdo da Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Além do pacote de canais, é possível contratar itens extras como Telecine, StarzPlay, Paramount+, Looke, Star Premium, Premiere, Combate, entre outros. O conteúdo fica liberado para reprodução imediatamente após a compra.

Assistindo TV com o Claro Box TV

A parte de TV linear deve agradar quem usa e gosta da experiência de TV a cabo da Claro NET. A forma de encontrar conteúdo é idêntica, o guia de programação é bastante similar e a troca de canais é feita de forma quase imediata. Nem parece que você está usando um serviço de streaming ou que a transmissão depende de uma conexão à internet.

Guia de programação do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Guia de programação do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Um dos recursos mais legais é a possibilidade de assistir programas de TV que já foram exibidos no passado. Dependendo da programadora é possível reproduzir conteúdo de até 7 dias atrás, mas essa função não está disponível para todos os canais. Também há um gravador digital na nuvem (Cloud DVR), que permite salvar até 400 horas de programação para assistir quando quiser.

Claro Box TV tem gravador virtual Cloud DVR (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Claro Box TV tem gravador virtual Cloud DVR (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Reprodução de conteúdo antiga no Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Reprodução de conteúdo antiga no Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Quanto a qualidade de imagem ou som, não tenho muito do que reclamar e é bem similar ou até melhor que a TV por assinatura que tenho em casa via satélite. Minha conexão de banda larga é fornecida por um provedor local – ou seja, não uso a internet da própria Claro – e meu plano tem velocidade de 500 Mb/s.

Aferi no painel de controle do meu roteador que uma transmissão de canal linear gira em torno de 1,2 MB/s (megabytes por segundo), com picos máximos de 2,4 MB/s para fazer buffer. Definitivamente não é uma transmissão em 4K, e a alta resolução fica restrita a alguns conteúdos sob demanda.

A Claro recomenda uma velocidade mínima de 10 Mb/s (megabits por segundo) para usar o Claro Box TV, e dá pra assistir TV sem transtornos com essa taxa de transferência. O serviço de IPTV também é capaz de se adaptar para funcionar com conexões mais lentas – em um determinado momento, ajustei no meu roteador um limite máximo de 3 Mb/s para o equipamento; a qualidade não ficou excelente, mas dá pra assistir TV caso a rede esteja lenta. Com 1 Mb/s ficou inviável, com vários travamentos e muita lentidão ao trocar canais.

O delay do Claro Box TV

Mesmo com a velocidade máxima da minha conexão, observei um atraso de quase 30 segundos no comparativo da Globo no comparativo com a transmissão de TV aberta terrestre. É um delay muito alto que pode “prejudicar” em algumas situações – tomei diversos spoilers de programas enquanto acompanhava a timeline do Twitter.

Delay do Claro Box TV pode atrapalhar esportes e programas ao vivo (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

O Claro Box TV talvez não seja a melhor escolha para quem gosta de esportes ao vivo, e é provável que o vizinho comemore o gol com vários segundos de antecedência. Para quem apenas quer acompanhar a TV comum, o atraso não deve atrapalhar tanto.

Busca de conteúdo

Um dos trunfos do Claro Box TV é a busca integrada: basta procurar por um determinado filme, série, programa de TV ou evento para visualizar a disponibilidade, horário e origem, que pode ser da TV linear ou do catálogo do NOW. Trata-se de uma função muito legal, principalmente quando o conteúdo está disponível nos canais que permitem assistir a programação passada.

Busca no Claro Box TV encontra conteúdos da Netflix (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Busca no Claro Box TV encontra conteúdos da Netflix (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Um detalhe da busca é que ela está integrada com a Netflix. Por exemplo: se você procurar Modern Family, encontrará episódios tanto na Netflix como no canal Star Life. O recurso é limitado e não funciona em outros apps como Globoplay, Amazon Prime Video ou Facebook Watch.

Outra falha importante é que diferentes serviços e canais adotam nomes diversos para o mesmo conteúdo, o que pode acabar embolando a busca. O Claro Vídeo também tem Modern Family no seu catálogo, mas só é possível encontrar caso a busca seja feita com o nome em português, Família Moderna.

Claro Música no lugar dos canais de música

Se você gosta de canais de música da TV por assinatura, saiba que o Claro Box TV não tem as esse recurso mas permite ouvir canções de um jeito diferente. É possível escolher entre mais de 50 playlists no aplicativo Claro Música de variados gêneros.

O app não permite escolher um artista ou álbum como num Spotify ou Deezer, mas deixa pular a música seis vezes por hora – exceto para quem for assinante do Claro Música Ilimitado, que não tem limites para mudar de faixa.

Aplicativos e conteúdo sob demanda

A Claro vende a ideia de que o Box TV é uma plataforma para consumir conteúdo da internet. A operadora está certa, mas há limitações bem sérias que precisam ser consideradas.

A empresa divulga que o Claro Box TV tem uma série de aplicativos, só que vários desses aplicativos não são… aplicativos.

Lista de "aplicativos" do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Lista de “aplicativos” do Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

O Telecine, por exemplo, não tem a mesma experiência do app para smart TV ou outras TV Box com Android. Todo o conteúdo da programadora fica integrado ao NOW, plataforma de streaming da própria Claro.

O mesmo acontece com o Star Premium, Paramount+, HBO, Premiere, Conmebol TV e Cariocão. Para assistir conteúdo dessas empresas é necessário contratar a assinatura com a própria Claro, e Isso é um problema: o cliente já pode ter essa assinatura de outra forma – diversos planos de banda larga incluem o Paramount+, por exemplo – e o usuário fica impedido de usar sua conta atual no Claro Box TV.

Ao ter o conteúdo apenas no NOW, o cliente também deixa de ter recursos das programadoras que estão disponíveis em seus apps, como continuar um filme da HBO que foi começado em outro dispositivo pelo HBO Go, por exemplo.

NOW tem conteúdo para compra, aluguel e streaming sob demanda dos canais lineares (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

NOW tem conteúdo para compra, aluguel e streaming sob demanda dos canais lineares (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Os únicos aplicativos “de verdade” do Claro Box TV são Netflix, Globoplay, Amazon Prime Video, Facebook Watch e NordesteFC. É possível notar um certo engasgo ao rodar esses apps; às vezes, os comandos têm um certo atraso e não possuem a mesma fluidez que a interface da própria Claro.

Ausência de apps

Algo que me incomoda é que a Claro controla quais aplicativos estão presentes na caixinha de IPTV. Isso não acontece numa TV Box com Android TV, por exemplo, que tem acesso a Google Play Store e deixa o usuário livre para escolher o que quer no seu dispositivo.

Além dos apps que não são apps, faltam diversos serviços na Claro Box TV como Spotify, YouTube, Disney+, Deezer e Apple TV. O cliente fica no escuro sem saber se um novo app vai chegar, além da insegurança sobre um possível término de contrato entre a operadora e as empresas.

Assistindo em mais de uma TV

Uma característica importante do serviço de streaming da Claro é que ele fica restrito a uma TV. Não há como contratar pontos adicionais no Claro Box TV.

É possível assistir a maioria dos canais do plano Top HD no aplicativo do NOW, que está disponível apenas para smartphone e tablet, ou no computador pela web. Até o momento, a Claro não possui nenhuma versão do NOW para smart TVs.

Dá pra assistir canais do Claro Box TV pelo smartphone, no app do NOW (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Dá pra assistir canais do Claro Box TV pelo smartphone, no app do NOW (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Para quem faz muita questão de assistir conteúdos na TV, dá pra usar o Now com o Chromecast, mas já adianto que minha experiência não foi muito boa e presenciei uma série de travamentos e encerramentos inesperados.

O app do NOW permite habilitar o serviço de streaming em até cinco dispositivos, o que é ótimo. Porém, durante meus testes, recebi diversas mensagens de erro informando que extrapolei esse limite, mesmo com o login feito apenas no meu celular e tablet.

A Claro precisa melhorar muito a experiência do seu app de streaming. Sou cliente de TV por assinatura da Vivo e costumo usar o Vivo Play às vezes, e a experiência oferecida pela concorrente é muito superior.

Controle remoto por voz

Ao receber o Claro Box TV pela primeira vez, fiquei surpreso ao descobrir que o produto não acompanha o controle remoto por voz. Fiquei desapontado ao receber o controle remoto convencional da NET no kit de IPTV.

A Claro informou ao Tecnoblog que o controle remoto por voz deve ser contratado à parte, e há cobrança de R$ 99. Outro balde de água fria é que os clientes que desembolsarem esse valor precisam devolver o controle para a operadora em caso de cancelamento do Claro Box TV.

Controle remoto por voz da Claro (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Controle remoto por voz da Claro (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Apesar da estratégia comercial decepcionante, preciso dizer que o controle remoto por voz me impressionou mais do que imaginei. É muito prático usar o dispositivo, e facilitou muito o uso do IPTV.

O comando por voz pode ser usado para a busca inteligente, evitando procurar letras em um teclado virtual, além de abrir aplicativos ou trocar canais. Basta apertar e segurar o botão do microfone e falar o que quer – ao dizer Multishow, por exemplo, o canal é sintonizado imediatamente.

Outro detalhe legal é que o controle tem um sensor que acende luzes ao ser “pegado”. A iluminação não é perfeita e está restrita aos botões do comando de voz e do NOW. Seria melhor se tivesse em todas as teclas.

A parte chata é que o comando não funciona em todas as áreas da interface do Claro Box TV: é impossível acionar qualquer coisa por voz se você está dentro da Netflix ou no meio uma reprodução do NOW, por exemplo.

O controle remoto por voz também tem a capacidade de ligar e desligar a TV, bem como controlar o volume. Senti falta de uma opção para trocar a entrada da TV (input), como nos controles da Vivo ou Sky.

Vale a pena?

O Claro Box TV é um produto completo: o cliente leva serviço de IPTV com uma caixinha que entrega experiência muito parecida com a TV por assinatura tradicional.

Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog

Claro Box TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

É preciso ponderar se o produto vale a pena. Na data da publicação desse review, o Claro Box TV era vendido em três versões:

  • A primeira delas custa R$ 20,00 por mês, não inclui nenhum canal pago, apenas acesso ao NOW com Claro Video, alguns canais abertos e a possibilidade de compra de conteúdo, como HBO ou Telecine. Essa versão definitivamente não vale a pena; é muito mais vantajoso comprar uma TV Box com Android TV para usar qualquer aplicativo com assinaturas avulsas.
  • A operadora também comercializa o Claro Box com StarzPlay ou Claro Box com Paramount+: ambas as versões custam R$ 29,90 mensais, e basicamente é o plano padrão com a assinatura dos serviços de streaming. Também acredito que não vale a pena, e é mais vantajoso comprar uma TV Box avulsa;
  • A versão com o plano Top HD custa R$ 79,90 por mês, e inclui mais de 100 canais da TV fechada com a possibilidade de contratar conteúdo extra. Esse é o plano ideal para quem quer substituir a TV por assinatura, mas ainda assim é meio caro.

A Claro também cobra uma taxa de adesão de R$ 399 pela adesão do Claro Box TV; a cobrança é isenta apenas para clientes Claro de telefonia móvel, banda larga fixa ou na contratação do pacote Top HD, mediante fidelidade de 12 meses. O equipamento fica em regime de comodato e deve ser devolvido em caso de cancelamento da assinatura.

Ainda que o dispositivo entregue uma experiência interessante e consistente, é imperdoável que a Claro não tenha lançado seu IPTV como um simples aplicativo. A exigência da TV Box acaba afastando potenciais consumidores, que poderiam usar o serviço da operadora com um simples download.

Também é decepcionante que o Claro Box TV não inclua o controle remoto com comando de voz; quem optar por esse dispositivo terá que pagar muito caro por um produto que também ficará regime de comodato.

Controle remoto com comando de voz deve ser contratado a parte (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Mesmo para quem quer a TV Box da Claro, a ausência de aplicativos para smart TV acaba sendo um ponto negativo para quem tem mais de uma TV em casa, como é o meu caso. Usar o aplicativo do Now com Chromecast pode ser um paliativo, mas a experiência em geral é ruim.

Se você usa apenas uma TV em casa, possui assinatura de TV a cabo e quer manter essa experiência economizando alguns trocados, o Claro Box TV é uma opção muito interessante.

Para quem tem smart TV, faz questão de poucos canais e não se importa em ter uma experiência pior que a de uma TV por assinatura tradicional, vale a pena conferir outros serviços de IPTV, como o DirecTV Go ou Guigo TV.

Especificações técnicas – Claro Box TV Sagemcom S4KW1

  • Processador: Broadcom BCM72604
  • Memória RAM: 2 GB
  • Armazenamento: 4 GB
  • Portas: HDMI 2.0 (HDCP 2.2), RJ-45, USB 2.0, áudio óptico S/PDIF
  • Resolução da saída HDMI: 4K (3840x2160p), Full HD (1920x1080i/p) e HD (1280x720p)
  • Conectividade: Wi-Fi 802.11ac (suporta 2,4 GHz e 5 GHz), Bluetooth 4.2 Low-Energy
  • Codecs de vídeo: H264 HPL4.1 (MPEG4 AVC), MPEG2 (MP@HL), HEVC/H.265 e VP9
  • Codecs de áudio stereo: MPEG-1 layer I & II, MPEG-2 layer II, MPEG-2 layer III, AAC-LC, HE-AACv1, HE-AACv2, AC3, E-AC3 passthrough ou downmixing
  • Codecs de áudio 5.1: AC4, AC3, E-AC3 passthrough, E-AC3 para AC3 transcoding
  • Preço: a partir de R$ 20 mensais, taxa de adesão de R$ 399

Comentários da Comunidade

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Emanuel Schott (@Emanuel_Schott)

Eu sinceramente não vejo sentido em ter que ficar preso num aparelho físico pra ter acesso.

Podia substituir tudo por aplicativos, como é o Directv Go.

Felipe Silva (@Felipe_Silva)

Não acho um bom exemplo, acho a experiência de uso do DIrectv go bem meia boa, fora que eu nem imagino como deve ser ruim o suporte deles já que estão em muitas plataformas.

No directv go tu não consegue fazer o básico que é trocar de canal sem voltar pra lista de canais e nem ver qual o próximo programa que vai passar no canal que tu tá.

Felipe Silva (@Felipe_Silva)

Depende, pra minha vó eu consigo ensinar a usar esse box da claro, agora o directv não tem chances disso, só de ser difícil de trocar de canal já mata toda a experiência.

 • 令和 • Ward'z de Souza 🇯🇵🎌🦊🔥 - Risonho e Límpido (@Wardz_de_souzA)

EXATAMENTE!

Minha mãe não consegue usar o DirecTV. Eu já sugeri para eles tornarem o botão de avançar e retroceder do controle do Roku e FireTV como o equivalente aos de canais na programação ao vivo do app.

Mas hoje em dia tô desapontado com o serviço por vários bug que, juntando, não compensa pagar os 60 reais.

Só continuo nele porquê a alternativa se não é cara (custo de adesão em plano século XXI… e menos canais) é criminosa (Loja do Paulo Coelho).

² (@centauro)

Problemas muito menores para quem?
Tem que lembrar que o mercado não é formado apenas de gente como você.

Kadu (@kadu)

Mas vamos combinar que nenhum serviço regular vai oferecer o mesmo valor do serviço pirata, pois o serviço pirata não financia toda a estrutura de produção e distribuição de conteúdo, pelo contrário, ele usa da infraestrutura que é financiada pelos usuários do serviço regular. Acho que o valor de R$ 60 cobrado pelo Directv GO deve estar no limite do que se consegue cobrar, e nesse sentido acho que é um preço bem aceitável.

Felipe Silva (@Felipe_Silva)

A questão é que o modelo de licenciamento não deve ser muito favorável em vender 1 ponto só, imagina vender 1 ponto por 49,90 e 2 por 59,90?
E vender mais de 2 pontos acaba incentivando muito o compartilhamento da conta (tu pode ter a conta logada em mais de 2 dispositivos, só não pode assistir em mais de 2 pontos ao mesmo tempo)