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iMac colorido com Apple M1 é até 124% mais rápido que modelos com Intel

Novos iMacs coloridos passam em primeiros testes no Geekbench; iPad Pro com M1 também apareceu em testes de benchmark

Ana Marques Por

Os novos iMacs coloridos foram anunciados em abril, e devem chegar aos consumidores apenas a partir do dia 21 de maio, mas as primeiras unidades já começaram a ser testadas por alguns jornalistas e criadores de conteúdo. Isso quer dizer que agora começaremos a ver como esses computadores se comportam com o chip Apple M1, a partir dos primeiros testes de benchmark que aparecem na web.

Chip Apple M1 (Imagem: divulgação/Apple)

Chip Apple M1 (Imagem: divulgação/Apple)

De acordo com os benchmarks que apareceram no Geekbench, o iMac com M1, com CPU de 8 núcleos, atinge cerca de 1.700 em single-core e 7.400 em multi-core. O resultado coloca o computador em linha com outros Macs com M1 e o novo iPad Pro, que também conta com o processador da Apple.

Outro ponto a se observar é que o iMac com M1 supera e muito o seu antecessor com processador Intel Core i7, que fez pontuações single-core de 1.200 e multi-core de 6.400. Ao olhar para um iMac com Core i3, a diferença é ainda maior, como era de se esperar.

Novo iMac com chip M1 e várias cores (imagem: divulgação/Apple)

Novo iMac com chip M1 e várias cores (imagem: divulgação/Apple)

Na comparação, temos que o iMac com M1 é 78% mais rápido em single-core do que o iMac com Intel Core i3 de 21,5” e 42% mais rápido do que o iMac com Intel Core i7 de 21,5”. Em multi-core, os resultados passam para 124% e 15% mais rápidos, respectivamente.

iPad Pro com M1 também tem melhor desempenho

Os primeiros resultados para o iPad Pro com M1 também começaram a surgir, e indicam que o tablet é aproximadamente 56% mais rápido do que a geração anterior com o A12Z, confirmando a promessa da Apple.

No Geekbench 5, o novo iPad Pro de 12,9 polegadas faz em média 1.718 pontos em single-core e 7.284 em multi-core, contra 1.121 e 4.656, respectivamente, no iPad Pro de quarta geração.

iPad Pro de 5ª geração (Imagem: Divulgação / Apple)

iPad Pro de 5ª geração (Imagem: Divulgação / Apple)

A análise indica ainda que o iPad Pro com M1 tem desempenho virtualmente idêntico ao dos Macs com M1 lançados em novembro, o que coloca o tablet à frente de um MacBook Pro 16” com Core i9, que chega a 1.091 e 6.845 em single-core e multi-core, respectivamente.

Já o desempenho gráfico do iPad Pro com Apple M1 é até 71% superior do que o do iPad Pro com A12Z, a expectativa é de que ele entregue performance próxima às de Macs com M1, com média de 20.578.

Apesar dos resultados, vale lembrar que testes de benchmark nem sempre traduzem o que vemos na prática, com o uso diário. Para mais informações, teremos que esperar as primeiras análises, que devem ser publicadas após a queda do embargo na próxima semana.

Com informações: 9To5Mac e MacRumors

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@teh

Apple chutando bundas no desenvolvimento de processadores.

Filipe Espósito (@filipeesposito)

Cries in Intel language.

Breno (@bbcbreno)

Só digo uma coisa: Intel tá ferrada se n reagir logo.

Claro que o M1 n concorre diretamente com a Intel e a arquitetura ARM n faz milagre sozinha.

Porém, é questão de tempo para surgir os primeiros PCs com um chip similar ao M1 e daqui uns 10 anos a arquitetura x86 será passado.

A arquitetura unificada do M1 tem a desvantagem na hora do upgrade de componentes no PC, tornando impossível fazer o upgrade de placa gráfico mantendo o mesmo processador, por exemplo. Porém, o ganho de performance numa arquitetura unificada justifica essa desvantagem.

Breno (@bbcbreno)

A briga vai ser quente no PC e se for apostar numa empresa q irá dar o start no PC, aposto na AMD.

Léo (@leo_oliveira)

Da Lisa Su eu não duvido nada hahahaha Exemplo de liderança!

E AMD já tem experiência com ARM hein, com a linha Opteron A

Claudio (@claudio)

Eu diria que grande parte da população não quer nem precisa ficar fazendo upgrade em máquinas de uso doméstico.

Sem contar que aquela geração que tinha em mente que as coisas tinham que durar 20 anos tá envelhecendo e saindo do mercado. Hoje em dia todo mundo troca de celular em no máximo 3 anos. A mesma cultura pode se propagar para o mercado de notebooks usando chips ARM integrados, num futuro próximo pode se tornar normal as pessoas trocarem o notebook de 5 em 5 anos, por exemplo.

E se começarem a surgir mais chips com gráficos e RAM integrados, mais rápidos, menores, e com menor consumo de energia (Samsung já tá correndo atrás), a tendência é termos notebooks extremamente finos e eficientes para uso doméstico (e quem sabe até mais baratos).