Um negócio que movimenta R$ 150 bilhões por ano e se concentra nas mãos de quatro grandes empresas. Essa é a realidade do mercado de benefícios corporativos no Brasil. O grosso desse dinheiro circula através dos vales refeição e alimentação, normalmente associados a um cartão de bandeira específica, num modelo fechado e nem sempre vantajoso para o usuário.

Tecnocast 206 – Não existe almoço grátis (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Tecnocast 206 – Não existe almoço grátis (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Em resposta a esse modelo, aparecem os benefícios flexíveis. Para entender melhor essa alternativa, trazida por startups que tentam abocanhar uma fatia do mercado, conversamos com Pedro Lane, um dos fundadores da Flash Benefícios. Dá o play e vem com a gente!

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Emanuel Schott (@Emanuel_Schott)

Problema é que daí é considerado salário. E como salário, é preciso pagar previdência, FGTS e demais encargos. Não vale a pena nem pra empresa (teria que pagar mais) e nem pro funcionário (receberia menos).

Como sou servidor público, recebo diretamente no meu salario pelo meu regime de contratação ter regras próprias e não precisar pagar encargos (nem IRPF é descontado desse valor), mas se fosse celetista, não teria como.