O carregador portátil mais potente da Nokia não tem mais a marca Nokia

Paulo Higa
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• Atualizado há 1 semana

A Microsoft já lançou três carregadores portáteis no Brasil: DC-16 (2.200 mAh), DC-18 (1.720 mAh) e DC-19 (3.200 mAh), sendo que este último chegou ao país em setembro, com preço sugerido de 139 reais. Nesta quinta-feira (2), a empresa anunciou o DC-21, o maior de todos, com capacidade de 6.000 mAh. Com uma diferença: ele não possui mais a marca Nokia.

O DC-21, ou simplesmente Microsoft Portable Power, estará disponível por 49 dólares ou 39 euros quando for lançado nos Estados Unidos e na Europa, até o final de outubro. As cores do acessório são inspiradas nos próprios smartphones que a empresa têm lançado nos últimos meses — verde, laranja e branco.

A capacidade de 6.000 mAh, teoricamente, é capaz de recarregar um Lumia 630 três vezes ou um Lumia 930 duas vezes. Ele possui corrente tanto de entrada quanto de saída de 1.500 mA, então é possível recarregá-lo por completo em cerca de quatro horas. Com três horas, a bateria chega em 80%.

Mas a presença da marca da Microsoft reforça ainda mais os rumores de que o logotipo da finlandesa vai sumir em breve dos smartphones — os Lumias 730 e 830, anunciados no Brasil nesta semana, seriam os últimos Windows Phones da “Nokia”. A mudança já começou em outras áreas: o site brasileiro da Nokia já direciona os usuários para o site de celulares da Microsoft Devices do Brasil.

Oficialmente, a Microsoft afirma que licenciou a marca Nokia para usá-la nos celulares durante os próximos dez anos. A marca Lumia, por sua vez, foi comprada pela empresa junto com a aquisição da divisão de dispositivos e serviços da velha Nokia.

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Paulo Higa

Paulo Higa

Ex-editor executivo

Paulo Higa é jornalista com MBA em Gestão pela FGV e uma década de experiência na cobertura de tecnologia. No Tecnoblog, atuou como editor-executivo e head de operações entre 2012 e 2023. Viajou para mais de 10 países para acompanhar eventos da indústria e já publicou 400 reviews de celulares, TVs e computadores. Foi coapresentador do Tecnocast e usa a desculpa de ser maratonista para testar wearables que ainda nem chegaram ao Brasil.

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