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Grooveshark pode estar com os dias contados devido a processo bilionário

Rafael Silva
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Para se manterem legais perante a lei os serviços de streaming de música precisam, naturalmente, criar acordos com as gravadoras e grandes estúdios para poder disponibilizar as canções aos seus membros. O Grooveshark provavelmente sabia disso mas o setor de licenciamento da empresa (se é que ele existe) esqueceu de pedir permissão e pagar as devidas taxas à Universal Music Group e, por isso, pode estar com seus dias contados.

Grooveshark: fim está próximo

A Universal abriu um processo contra o Grooveshark nos EUA essa semana em que eles pedem 150 mil dólares em danos para cada faixa não-licenciada que foi enviada para o site, sendo que o estúdio alega que existam existam pouco mais de 113 mil delas. O total da brincadeira? O Grooveshark vai ter que desembolsar pouco mais de 17 bilhões de dólares para se livrar dessa.

Além de dizer que o site infringe nos direitos autorais dos seus artistas ao não licenciar as músicas, o estúdio ainda conseguiu informações que mostram que seus próprios funcionários, incluindo até mesmo o CEO Samueal Tarantino, eram responsáveis por fazer o upload das músicas para o servidor. De fato, eles mantinham até um ranking de quem conseguia enviar mais canções.

Ranking: o CEO do Grooveshark só subiu 1.700 músicas.

Então se você gosta do que o Grooveshark oferece atualmente, vá lá e aproveite para ouvir tudo o que tem para ouvir até os seus fones de ouvido estourarem antes que o site seja explodido em mil pedaços. Isso vai acontecer em breve.

Com informações: ReadWriteWeb.

Rafael Silva

Rafael Silva tem 27 anos, estudou Tecnologia de Redes de Computadores e mora em São Paulo. Tem uma queda pela Apple na área de dispositivos móveis, mas sempre usou Windows em todos os seus notebooks e desktops. Vez ou outra fala alguma coisa interessante no Twitter: @rafacst. [Envie um email]

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