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A briga de preços no mercado de tablets continua. Em 2011, a Amazon revelou o especulado Kindle Fire por apenas US$ 199. Em junho deste ano, o Google lançou o elogiado Nexus 7 pelo mesmo preço, o que fez a Amazon começar a vender o Kindle Fire mais básico por US$ 159. Até onde isso vai parar? Segundo o Wall Street Journal, a Acer será a próxima a lançar um tablet de baixo custo: o Iconia B1 custará apenas 99 dólares.

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Mal entramos na segunda semana de outubro. Não estranhe se, até o fim do mês, membros da mídia nos Estados Unidos receberem convites vindos diretamente de Cupertino para um evento da Apple com “novidades”. O jornal estadunidense Wall Street Journal traz no domingo (7) a informação de que a companhia criadora dos iTrecos encomendou 10 milhões de unidades do suposto iPad Mini a parceiros comerciais da Ásia. Leia mais

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Corrida presidencial nos Estados Unidos. Enquanto os candidatos participam de convenções e o atual mandatário até responde perguntas no popular site Reddit, o Google prepara uma cobertura especial do pleito norte-americano. Uma série de ferramentas, para acompanhamento de notícias e receber avisos sobre os prazos para votar, foi colocada à disposição do eleitor americano. Exatamente o contrário do que o Google do Brasil vem fazendo nas eleições municipais em território nacional. Leia mais

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Considerado um dos jornais mais influentes do mundo, o “New York Times” não anda com essa bola toda em uma cidade específica: Cupertino. Conhece? É de lá que a Apple envia as informações sobre produtos revolucionários como o iPhone e o iPad para que sejam montados em fábricas na China — na Foxconn, como você bem sabe. O “Times” acusa a Apple de tê-lo colocado na lista negra. Nenhuma informação sobre o Mountain Lion antes da hora, portanto. Leia mais

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Umas das cenas do filme “Matrix” que provavelmente perturbou qualquer geek que se preze é aquela em que Neo é interrogado pela primeira vez pelo agente Smith, aos primeiros 20 minutos do filme. Não falo da passagem onde seus seus lábios parecem estar colados, mas sim daquela sequência logo a seguir, onde um pequeno malware é instalado umbigo adentro. Ugh!

Já faz um tempo que Julian Assange deixou as primeiras páginas da mídia, mas o trabalho e a polêmica que orbitam ao redor do WikiLeaks continuam à toda. Notadamente, a imprensa parece ter preferido outros focos de notícia, embora grande parte delas ainda envolva o mesmo recorte: governos, escândalos, segurança. Leia mais

Em face às fortes críticas que o CEO da Apple recentemente publicou contra a Adobe e sua tecnologia Flash, o CEO da Adobe, Shantanu Narayen, concedeu uma entrevista ao The Wall Street Journal onde comentou diversos dos aspectos citados por Steve Jobs em sua carta aberta. Veja alguns destaques da entrevista:

  • Narayen frisou em diversos momentos ao longo da entrevista “a visão da Adobe,” que contempla a produção e distribuição de conteúdo multi-plataforma em um único workflow otimizado. Ele comenta que a política da Apple de fechar suas plataformas vai contra essa maneira de pensar, e por isso o atrito ideológico entre as empresas;
  • O CEO da Adobe disse que todos os argumentos de Jobs não passam de uma cortina de fumaça para esconder os reais motivos para não querer o Flash em sua plataforma. O modelo multi-plataforma da Adobe “não beneficia a Apple, e é por isso que vemos essa reação”.;
  • Sobre a alegação de o Flash ser a maior causa de travamentos em Mac, Narayen diz que isso está relacionado com o sistema operacional da Apple. Ele comentou também que apenas recentemente a Adobe teve acesso a funcionalidades de hardware que permitiram que o novo beta do Flash Player para Mac eliminasse esses problemas;
  • Questionado sobre o discurso de Steve Jobs sobre a Apple utilizar padrões abertos e o Flash ser uma plataforma fechada, Narayen não conteve a gargalhada: “Eu acho isso fascinante, honestamente. O Flash é uma especificação aberta. […] E sistemas abertos sempre triunfaram.”
  • Curioso para saber qual é o celular do CEO da Adobe? “Eu estou usando um Nexus One,” disse ele. Sobre o iPad, comentou: “Eu acho que é um bom aparelho de primeira geração. E acho que iremos ver uma inovação tremenda em termos de tablets em múltiplos sistemas operacionais que irão emergir na segunda metade do ano.” O CEO da Adobe afirma estar trabalhando em parceria com “dúzias” dos fabricantes desses dispositivos.

Para a entrevista na íntegra, assista ao vídeo depois do break. Mas esteja avisado, ele é todo em inglês, sem legendas. E com sotaque indiano, para dar mais emoção. ;) Leia mais

Steves Jobs e Ballmer estarão no mesmo evento

Os presidentes das duas principais empresas de tecnologia da atualidade participarão do D: All Things Digital (ou D8), uma conferência promovida pelo jornal econômico Wall Street Journal entre os dias 1° e 3 de junho em Los Angeles. A abertura do evento ficará a cargo de mr. Jobs, que aparentemente não vai se encontrar com Ballmer (a exemplo do que aconteceu em 2007, quando tio Bill Gates e Steve Jobs foram sabatinados por Walt Mossberg - vídeo aqui).

O jornalão norte-americano Wall Street Journal anunciou nesta segunda-feira uma parceria com o site FourSquare para oferecer conteúdo a seus leitores mobile de acordo com sua localização dentro da área metropolitana de Nova York.

Parte de um projeto chamado “Greater New York”, o novo serviço inicialmente permitirá que os leitores digitais do jornal tenham acesso a restaurantes, museus e outros serviços recomendados pelo jornal, além de oferecer distintivos como o “Urban Adventurer”, para os usuários que visitarem todas as cinco regiões da cidade ou o “Lunch Box”para os que passarem em todos os restaurantes recomendados pela publicação. Já os que ficarem a maior parte de seu tempo o Distrito Financeiro receberão o distintivo BankerBadge, entre outras surpresas.

Apesar do clima de gincana do serviço de geolocalização, analistas apontam que o oferecimento de notícias (e anúncios) de acordo com a localização do navegante já estão nos planos “para um futuro próximo”.

Os que tiverem me passaporte cabimbado para a grande maçã podem dar uma olhada em wsj.com/foursquare

Mockup de como o WSJ no iPad (provavelmente) não será.

O Wall Street Journal escreveu um artigo sobre a publicação de jornais e revistas no iPad e “deixou vazar” o valor da assinatura do próprio Wall Street Journal. Curiosamente, o WSJ cita como fonte uma “pessoa familiar com o assunto” ao revelar o preço planejado pelo jornal para sua assinatura mensal no iPad: US$ 17,99 (cerca de R$ 32,50 no câmbio de hoje). Comparativamente, a assinatura da versão impressa custa o equivalente a a US$ 29 por mês (R$ 52).

No artigo também são citados os preços previstos para algumas revistas. A Esquire cobraria US$ 2,99 por edição (R$ 5,20), dois dólares a menos que a versão impressa. Já a Men’s Health teria optado por vender a sua versão completa pelo mesmo preço das bancas ( US$ 4,99, equivalente a R$ 9,00), além de uma amostra de 10 páginas patrocinada que estaria disponível gratuitamente ao leitor na iBook Store.

Além disso ainda foi revelado que seis anunciantes — incluindo Coca-Cola e FedEx — acordaram a veiculação de seus anúncios na versão para iPad do WSJ. Novamente, de acordo com as “pessoas familiares com o assunto”, um pacote de quatro meses de publicidade teria sido negociado pelo valor de US$ 400.000,00 (R$ 722.000,00).

Rupert Murdoch confirma que um aplicativo do Wall Street Journal específico para o iPad está sendo desenvolvido, e comenta as medidas de segurança da Apple para proteger seu iPad, ainda não disponível para o público, mas já nas mãos de desenvolvedores escolhidos a dedo, como é o caso daqueles do WSJ.

Murdoch já esteve nas páginas do Tecnoblog News há um mês atrás por se colocar ao lado da Apple e contra a Amazon nas discussões geradas na época de lançamento do iPad sobre o modelo de negócio de e-books. Agora o magnata das comunicações está de volta por comentar que seus desenvolvedores tem acesso a uma unidade pré-lançamento do iPad. A surpresa porém não é essa, mas sim saber que nem mesmo a seus desenvolvedores mais importantes a Apple confia uma unidade do iPad, pelo menos não sem forte supervisão.

Segundo Murdoch afirmou ao MacNN, o iPad do Wall Street Journal fica trancado “sob cadeado e chave”. E disse mais: toda noite um empregado da Apple vai pessoalmente trancar o iPad para garantir que não haverá quaisquer vazamentos. Se com todo o cuidado que a Apple tem a indústria de rumores já é diariamente alimentada com informações em boa parte das vezes fidedigna, imaginem se ela não fosse assim.