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Galaxy A7 (2017): convence, mas não empolga

Lançado por R$ 2.299, smartphone da Samsung tem bom conjunto de recursos, mas deixa a impressão de que poderia fazer mais

Por
06/04/2017 às 10h11
8.4

Prós

  • A bateria manda bem
  • A tela também
  • Design externo interessante

Contras

  • Faltou refinamento nas câmeras
  • Cadê o Android 7.0 Nougat?

Processador octa-core Exynos 7880, 3 GB de RAM, 32 GB para armazenamento interno de dados, câmera com 16 megapixels. Essa é a configuração básica do Galaxy A7 (2017) que, por sinal, é a mesma do Galaxy A5 (2017). Sim, por alguma razão, a Samsung vê vantagem em lançar aparelhos quase iguais na mesma família.

Quase porque o Galaxy A7 ganha na tela e na bateria: são 5,7 polegadas e 3.600 mAh, respectivamente, contra 5,2 polegadas e 3.000 mAh no Galaxy A5. Mesmo assim, eu topei a missão de descobrir se há diferenças de comportamento entre ambos os modelos ou se um é simplesmente uma versão maior do outro.

Para tanto, eu testei o Galaxy A7 (2017) por duas semanas. Conto todas as minhas percepções sobre o smartphone nas linhas logo abaixo.

Design

Encontramos um bom trabalho de design aqui. Na comparação com a geração anterior, a Samsung preferiu deixar o Galaxy A7 (2017) com traços mais curvados, mas sem abusar. O resultado é um aparelho que, apesar de carregar o padrão visual que há tempos identifica a linha Galaxy, transmite um ar de sobriedade e sofisticação, características reforçadas pelas laterais de metal e a traseira (não removível) de vidro.

Galaxy A7 2017

A tela de 5,7 polegadas já denuncia que estamos falando de um dispositivo grandalhão. A minha maior preocupação foi avaliar a ergonomia, portanto. Não me decepcionei: as bordas das laterais me pareceram ter curvatura na medida certa para os dedos se dobrarem sobre o aparelho.

O único problema é que, se você estiver usando o Galaxy A7 (2017) com apenas uma mão, provavelmente não vai conseguir alcançar todos os pontos do visor. Felizmente, há um modo de operação que reduz essa limitação: aperte o botão Home três vezes seguidas para o tamanho da tela diminuir virtualmente.

Galaxy A7 2017

Esse monte de metal e vidro deixaram o modelo pesadinho: são 186 gramas ali. Mas sabe que essa não é, necessariamente, uma característica ruim? Reparei que, como a percepção de que ele é mais pesado é instantânea, automaticamente o pegava com mais cuidado para não deixá-lo cair. O mesmo aconteceu com amigos que, curiosos, pediram para dar uma olhada no aparelho.

É fácil encher a traseira de marcas, embora não tanto quanto na geração anterior

É fácil encher a traseira de marcas, embora não tanto quanto na geração anterior

Bem melhor passando um paninho

Bem melhor passando um paninho

Na parte inferior, temos uma porta USB-C e, sim, a entrada para fones de ouvido (boa, Samsung). Na geração anterior, essa parte também abrigava a saída de áudio. O recurso agora está no topo da lateral direita. No Galaxy J7 Prime, achei essa posição muito ruim, pois toda hora eu bloqueava o alto-falante com o dedo. Como o Galaxy A7 (2017) é grande, não tive problemas com isso. Meu dedo simplesmente não alcança a saída.

Galaxy A7 2017

Tela

Assim como o seu irmão menor, o Galaxy A7 (2017) tem tela Super AMOLED. É garantia de cores com intensidade (mas sem exageros), brilho forte o bastante para ambientes abertos (o ajuste automático funciona bem) e boa visualização sob ângulos variados. E agora há um adendo: o modo Always On Display, que exibe horas e outras informações na tela de bloqueio sem ativar todos os pixels.

 Até então, o Always On Display era restrito a smartphones mais caros

Até então, o Always On Display era restrito a smartphones mais caros

A resolução é de 1920×1080 pixels, de novo, a mesma do Galaxy A5 (2017). Só que este possui 424 ppi enquanto o A7 oferece 386 ppi. A diferença não é perceptível, porém. Na prática, assistir a vídeos ou jogar no Galaxy A7 são experiências muito boas. Sou do time que prefere telas menores (e você?), mas não nego que, no quesito conforto visual, displays maiores levam vantagem — as 5,7 polegadas do A7 não desapontam.

Software

A linha Galaxy A é atualizada todo ano, logo, é de se esperar que os novos modelos tenham sempre os recursos mais recentes, correto? Pelo jeito, esse pensamento não vigora na Samsung, pelo menos no que diz respeito ao software: o Galaxy A7 (2017) vem com o Android 6.0.1 Marshmallow e, embora esta possibilidade não esteja descartada, não há previsão de atualização para a versão Nougat.

Pelo menos a interface TouchWiz vem sendo bem cuidada. No A7, os efeitos de transição são discretos e as alterações visuais consistem, basicamente, em menus com fundo branco e ícones com cantos arredondados — não há nada excêntrico, felizmente.

Galaxy A7 2017 - software

Há apps de terceiros pré-instalados, mas poucos, com destaque para as ferramentas do Microsoft Office (que aparecem na linha Galaxy há um bom tempo) e o Opera Max (muito útil para quem precisa economizar dados em redes móveis). Fora isso, temos os clássicos aplicativos do Google e algumas ferramentas da própria Samsung.

Vasculhando um pouco, você encontra outros recursos implementados pela companhia, como o modo Manutenção do Aparelho, nas configurações. Dá para conferir ali como está o uso de RAM e do armazenamento interno, por exemplo. O recurso também gera notificações: enquanto eu fazia um teste de benchmark, a ferramenta exibiu um alerta avisando que o AnTuTu estava exigindo muito da bateria.

Galaxy A7 2017 - software

Funcionalidades com essa são bem-vindas, mas uma atualização para o Nougat seria ainda mais. Também seria legal se a Samsung finalmente permitisse que seus smartphones atuais pudessem usar um microSD como extensão da memória interna.

Câmeras

A câmera traseira do Galaxy A7 (2017) é composta por um sensor de 16 megapixels e lente com abertura f/1,9. Esses números são adequados à categoria do aparelho. Na prática, dá para registrar boas fotos. Só que, frequentemente, você terá que tentar duas ou mais vezes para alcançar o resultado esperado.

Galaxy A5 2017

Em ambientes claros, os níveis de ruído e perda de definição ficam em patamares aceitáveis. Mas basta estar em condições apenas um pouco menos favoráveis para se deparar com fotos ligeiramente borradas, mesmo quando você tenta segurar o smartphone com firmeza.

Tentar de novo pode resolver, mas nem sempre: com menos luz, o pós-processamento pode deixar a foto um tanto “lavada”. Ao menos isso ajuda a diminuir os ruídos das fotos noturnas.

Foto registrada com o Galaxy A7 2017Foto registrada com o Galaxy A7 2017Foto registrada com o Galaxy A7 2017

O modo HDR está lá e pode mesmo melhorar algumas fotos, mas não espere perfeição: algumas vezes o modo causa tanta saturação que parece que você está aplicando um filtro do Instagram ou algo assim na imagem.

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR

Com HDR

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR

Com HDR

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR (que diferença, não?)

Com HDR (que diferença, não?)

Sem HDR

Sem HDR

Com HDR

Com HDR

Na frente também há uma câmera de 16 megapixels e abertura f/1,9, mas fiquei com sensação de que o pós-processamento desperdiça todo esse potencial: em algumas fotos, houve tanta suavização que a imagem ficou embaçada.

Cheguei a zerar as configurações da câmera achando que eu tinha feito alguma coisa errada, mas nem isso adiantou. Parece que faltou algum refinamento de software por parte da Samsung. Curiosamente, o Paulo Higa não teve esse problema no review do Galaxy A5 (2017), que possui praticamente o mesmo sensor.

Foto registrada com o Galaxy A7 2017

De qualquer forma, dá para fazer boas selfies. Mas, digo outra vez: esteja preparado para tentar duas ou mais vezes.

Desempenho e bateria

O Exynos 7880 — um octa-core (Cortex-A53) de 1,9 GHz — está longe de ser o processador mais rápido do mercado, mas é bem competente. Contando com uma GPU Mali-T830MP3 e 3 GB de RAM, o chip executou todas as tarefas sem apresentar travamentos ou lentidão, sendo convincente inclusive no multitarefa.

Testei os jogos Need for Speed No Limits e Unkilled. Ambos, pesados, também rodaram sem problemas, embora este último tenha tido uma perceptível queda na taxa de frames quando as configurações gráficas estavam no máximo. Mas isso é esperado para a categoria: configurações medianas são suficientes para garantir a diversão.

Pontuações no AnTuTu 6.2.7, Geekbench 4 e 3DMark

Pontuações no AnTuTu 6.2.7, Geekbench 4 e 3DMark

Gostei da bateria e os seus 3.600 mAh. É relativamente fácil sair de casa cedo e voltar à noite com carga nela. Testei o componente com as seguintes atividades: filme O Poderoso Chefão: Parte 3 (2h50min) via Netflix e tela no brilho máximo, Deezer (uma hora), Need for Speed No Limits (30 minutos), Unkilled (30 minutos), navegação web (30 minutos) e uma chamada (10 minutos).

Após essas tarefas, a carga da bateria caiu de 100% para 60%, havendo um intervalo médio de cinco minutos entre elas. Levei cerca de 1h45min para fazer uma recarga de 20% para 100% usando o carregador que acompanha o smartphone — o acessório suporta recarga rápida.

O Galaxy A7 tem duas gavetas: uma para o SIM card 1, outra para o SIM card 2 e o microSD

O Galaxy A7 tem duas gavetas: uma para o SIM card 1, outra no topo para o SIM card 2 e o microSD

Fiquei convencido com a baterias, mas não com a saída de áudio: ela é mono e tem baixo volume. Use fones de ouvido ou uma boa caixinha de som Bluetooth para ser feliz.

Devo dizer que o Galaxy A7 (2017) tem sensor de impressões digitais no botão Home. Não é o mais rápido que eu já testei, mas ele funciona bem: não houve erros de leitura ou demora para desbloqueio do aparelho. E, sim, se o dispositivo estiver em standby, você consegue desbloqueá-lo só posicionando o dedo sobre o sensor, sem necessidade de pressionar o botão.

Galaxy A7 2017

Conclusão

Quando você pega o Galaxy A7 (2017) pela primeira vez, tem mesmo sensação de estar segurando um smartphone arrojado. Bom, essa é a missão da linha Galaxy A: transmitir uma noção de sofisticação que faz o aparelho parecer ser algo que vai muito além de um intermediário, só não alcançando o aprimoramento de dispositivos high-end.

Encontramos no modelo recursos que correspondem aos padrões atuais, como certificação IP68 (o dispositivo tem proteção contra água e poeira), porta USB-C, leitor de digitais e bateria como boa autonomia. Por outro lado, há algumas deficiências que esfriam um pouco as boas impressões deixadas por esses e outros atributos.

Galaxy A7 2017

Falo da não disponibilização do smartphone já com o Android 7.0 Nougat e, principalmente, da falta de refinamento nas câmeras. Repito que esses componentes não são ruins, mas não consegui me desvencilhar da sensação de que, por falta de mais cuidados com o software, o Galaxy A7 (2017) não consegue aproveitar todo o potencial dos sensores.

Aí, nas minhas divagações, me pergunto se isso acontece por causa de alguma limitação técnica (prazos apertados, por exemplo) ou porque a Samsung precisa, de alguma forma, lembrar o usuário que o A7 é um aparelho premium, mas de categoria intermediária.

De qualquer forma, quem comprar um Galaxy A7 (2017) levará para casa um bom aparelho. Mas só faça a aquisição seguindo a já clássica regra de dar uma boa pesquisada nos preços: o Galaxy A7 foi lançado em janeiro por R$ 2.299 (para variar, um exagero), mas já é possível encontrá-lo por cerca de R$ 1.800. Considerando o histórico dos smartphones da Samsung, os preços podem cair ainda mais.

Como comprar com desconto?

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Você pode utilizar a nova extensão do Tecnoblog para economizar alguns caraminguás na hora de trocar de aparelho. Ela tem um módulo Testador de Cupons que busca e aplica o maior desconto disponível na internet no seu carrinho de compras. É tudo automático, então qualquer um consegue utilizar, e é completamente grátis!

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Outro recurso muito legal é histórico de preços. Quando você acessar a página de um smartphone, por ex, a gente já consegue te dizer se ele está com um preço legal. Esse recurso te ajuda a não cair em nenhuma "promoção", dessas que oferecem tudo pela "metade do dobro". Tenho certeza que vai ser muito útil em datas especiais, como na Black Friday.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 3.600 mAh;
  • Câmeras: 16 megapixels (traseira) e 16 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, Bluetooth 4.2, USB-C, rádio FM, NFC, MST;
  • Dimensões: 156,8 x 77,6 x 7,9 mm;
  • GPU: Mali-T830MP3;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 256 GB;
  • Memória interna: 32 GB (23,5 GB livres para o usuário);
  • Memória RAM: 3 GB;
  • Peso: 186 gramas;
  • Plataforma: Android 6.0.1 Marshmallow;
  • Processador: octa-core Exynos 7880 de 1,9 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, bússola, impressões digitais, luminosidade;
  • Tela: Super AMOLED de 5,7 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels e proteção Gorilla Glass 4.

Notas Individuais

Design
9
Tela
9
Câmera
7
Desempenho
8
Software
7
Bateria
9
Conectividade
10
  • Henrique Queirós

    Acho extremamente “feio” os smarts da Samsung. Não me desce desde que foi lançado. sempre busquei outras opções que achava lindo (saudades Nokia C2)
    Hoje em dia meu conceito de design mudou, e continuo achando os da Samsung feios

    • Jefferson Rodrigues

      Todos com a mesma cara. O meu Gran prime se parece com qualquer outro intermediário dela.

    • Josué Júnior

      Eu amo a Samsung, mas o seu design realmente não ajuda. Você pega um bom intermediário e ele aparenta ser um intermediário de entrada da marca. Eles tem a mesma frente, potz é triste. Já me aventurei em todas as marcas, exceto Sony. E em questão de hardware, e facilidade de ROMs a Samsung está na frente. =)

      • Henrique Queirós

        sim, é questão de necessidade mesmo. ROMs e Hardwere pra mim são meros detalhes com tanta opção no mercado, Design é o mínimo pra mim. o S8 Se saiu muito bem, mas pelo preço…

      • Filthy Assistants

        Facilidade de ROMs + ou – , como lançam muitos aparelhos dificulta pros desenvolvedores. Meu J7 Prime ainda não possui, enquanto no moto g4 já estava na Lineage OS. Acho difícil a Lineage lançar pro J7 Prime

        • Renan Araújo

          Se não me engano, o que complicou pro J7 Prime em relação a ROMs foi o Chipset dele

  • David Diniz

    Tenho um A7 2017 e é um bom smart mas realmente não empolga muito e foi caro pra burro.

    • Wellington Gabriel de Borba

      Quanto de espaço dos 32 GB são ocupados pelo sistema da Samsung e as coisas que ela empurra guela abaixo.

      • David Diniz

        Cerca de 12GB e de 3GB de RAM 1,5GB é “comido” pelo sistema e aplicativos inúteis.Sobrando apenas 1,5 para se utilizar.

  • Alberto Prado

    Pergunta ao Emerson ou a quem souber responder.
    Se vc usar um App de terceiro para tirar a foto (Camera Zoom Fx ex.). Como isso é tratado pelo OS? É o sistema que faz uma captura, faz esse dito pós processamento e depois entrega o resultado para um App nativo ou de terceiro? Ou o app de terceiros funcionaria sobre o app nativo e dessa forma seriam camadas de software? Pergunto isso pq fico curioso pra saber se o resultado seria diferente… Não teria esse pós processamento e as fotos ficariam melhores.

    • FABIO NEVES

      As fotos continuam sendo processadas pelo software e kernel/Driver da Samsung.
      Esses apps tem como único objetivo mudar a interface da câmera e te entupir de filtros para as pós edições.

      • Maxnoob

        Nem sempre. Uso o app “Google Câmera”, pra mim é o que deixa a foto mais “limpa” em relação ao app que vem de fábrica.

        • FABIO NEVES

          Placebo. O Software que faz o processamento da imagem é o da Samsung.

          • Maxnoob

            Então, por qual razão as imagens ficam nitidamente diferentes?

          • FABIO NEVES

            Da mesma forma de quando você aplica um filtro na foto e ela também fica diferente.
            Você está confundindo imagem com pós processamento.
            A imagem é gerada pelo software da Samsung e isso é impossível de ser modificado.
            O que esses outros apps fazem é um pós processamento ( Leia lá em cima na minha primeira postagem )
            Quem gera a imagem é o sensor + driver da câmera da Samsung.
            Outros apps aplicam “efeitos” sobre a imagem gerada pelo telefone.

          • Alberto Prado

            Então um app de câmera seria um pós-pós processamento certo?!
            Se for isso é uma pena. Seria muito melhor o sistema gerar uma imagem bruta vinda do HW e deixar o app que o usuário mais gosta trabalha ela.

          • FABIO NEVES

            Exato. Um aplicativo de câmera de terceiros não passa de um programa de pós processamento, já que eles não tem permissão ou o código do driver para fazer alterações na captura da imagem.
            Pelo que me consta, a Samsung nunca liberou o código dela para projetos open source.
            Se for pensar, faz até sentido, já que a empresa gasta muito dinheiro desenvolvendo um software para deixar o código liberado ao público em geral.

    • emersonalecrim

      Muitos smartphones, entre eles o A7 (2017), suportam a API Camera2 do Android. Com ela, um app de terceiros consegue ter acesso aos controles manuais de câmera. Isso pode até ajudar na obtenção de fotos melhores, mas sem fazer milagres. O processamento em si continua cabendo ao sistema do dispositivo, como já comentaram aqui.

      • Alberto Prado

        Obrigado Emerson.

  • David

    Essa linha A da samsung tem o DNA Sony de fazer negócio, só precinho camarada.

  • Matheus Souza

    A foto da mulher de costas não está trocada? A foto marcada com HDR está com as cores do céu estouradas

    • emersonalecrim

      Trocadasso! Já corrigido, valeu!

  • Andre

    O downgrade no design é absurdo. O A5 2016 talvez seja um dos mais bonitos que a Samsung já fez. Única coisa superior é agora ter o modo Always On Display.

  • Maxnoob

    Eu gostei do design do A7, do fato dele ter certificação IP e da interface “menos pior” do que as anteriores. Porém, o ideal seria que ele tivesse um processador mais poderoso, uma câmera melhor e uma opção de tema preto pra aproveitar essa tela Amoled.
    Mas se a Samsung fizesse isso, talvez a galera nem se interessaria pelo S7.

  • Lucas

    quando sai o review do Moto G5? queria saber se é melhor pegá-lo já, ou se compensa mais o Moto G4 Plus abaixo dos R$ 1 mil.

  • Luander Falqueto Beltrame

    E os reviews em vídeo? Pq parou, parou pq?

  • Vandre Luis Barbosa

    O meu A7 2017 já está dando problema. Os links dos app sumiram. Não quero ficar reiniciando as configurações de fábrica. Até pq o link das configurações também sumiu.

  • Leandro Gonçalves

    Por um intermediário desse preço,as fotos deveriam ser mais apresentáveis,digamos assim…
    Mas foto de qualidade,na samsung,apenas com os galaxys S6,S7,S8 e alguns da linha note…Nos demais é frustrante quando se analisa o custo do aparelho…

    Quando vai sair o review do zenfone3 zoom ??!!!

  • Gabriel Tôrres

    Eu amei a linha A 2017

  • Fernando Ribeiro

    Boa tarde a todos,estou com o meu galaxy A7 2017 a uma semana e notei essa falha nas fotos,podem me dizer com a atualização do software quando tiver disponível possa resolver esse problema.

  • Lucas Coelho

    Ótimo review. Mas eu acho que o tecnoblog devia investir mais em smartphones que não vendem no Brasil. Hoje em dia muitas pessoas estão tomando coragem r importando smartphone da China,por exemplo. Então seria bom pra nós leitores do Tecnoblog alguno aparelhos mais comuns que estão sendo importados com mais frequência. Abraço ☆