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Galaxy S8: gigante, mas compacto

Com preço sugerido de R$ 3.999, Galaxy S8 tem a missão de apagar o maior fiasco da história da Samsung nos smartphones

Por
18/04/2017 às 12h00
9.1

Prós

  • AMOLED com brilho forte e cores equilibradas
  • Continua tendo uma das melhores câmeras do mercado
  • Suporte a dois chips, finalmente
  • Tela gigante em design compacto

Contras

  • Aplicativos não estão preparados para tela mais alta
  • Posicionamento ruim do leitor de impressões digitais
  • Sem avanços na duração da bateria

Quando eu penso em smartphone com tela de 5,8 polegadas, penso em algo gigante. Mas não é o caso do Galaxy S8. O novo flagship da Samsung tem menos bordas, mais tela e a mesma fórmula de sucesso da geração anterior, além de refinamentos importantes no primeiro grande lançamento da marca depois do fiasco do Galaxy Note 7.

Ele continua com uma tela AMOLED de altíssima definição, mas que agora domina a parte frontal do aparelho, deixando a carcaça relativamente compacta. Uma das melhores câmeras do mercado também permanece no smartphone, mas sem criar nenhum calombo na traseira. E o melhor processador do mundo Android está presente, mas é acompanhado de mais capacidade de armazenamento.

O Galaxy S8 é bom? Quais foram as melhorias em relação ao Galaxy S7? E a bateria, está durando bem com essa tela enorme? Eu utilizei o Galaxy S8 como meu smartphone principal nos últimos dias e conto minhas impressões nos próximos minutos.

Review em vídeo

Design

O Galaxy S8 é um Galaxy S7 com tela maior, mas não com carcaça maior. Ele possui tela de 5,8 polegadas e mesmo assim é significativamente menor que um Nexus 6P de 5,7 polegadas, chegando a ser mais estreito que um Moto G5 Plus, que tem display de apenas 5,2 polegadas. É um sinal de que precisamos repensar a forma como medimos os smartphones: polegadas de tela não dizem nada.

Galaxy S8 (5,8 polegadas) e Nexus 6P (5,7 polegadas)

Galaxy S8 (5,8 polegadas) e Moto G5 Plus (5,2 polegadas)

A Samsung removeu os botões físicos de início, voltar e multitarefa, que foram para a tela, como já acontece em outras fabricantes. Ainda assim, a empresa manteve um sensor de pressão embaixo da região onde o botão de início é exibido. Isso significa que ele pode ser acionado a qualquer momento, inclusive com a tela desligada ou quando você estiver rodando um jogo em tela cheia. Ele é, portanto, um botão virtual que é… físico.

Uma das vantagens de ter botões exibidos na tela, para quem sempre achou ruim o fato da Samsung ser a única diferentona entre as grandes fabricantes de Android, é que você pode trocar a ordem padrão deles: é possível colocar o voltar na esquerda e o multitarefa na direita, se preferir.

De modo geral, o Galaxy S8 tem um design mais refinado que o do antecessor, eliminando totalmente o calombo na câmera traseira e herdando algumas características do Galaxy Note 7. As laterais estão mais suaves que no Galaxy S7 Edge, que tinha bordas mais “pontudas”, o que tornou o aparelho mais confortável de segurar. Além disso, o novo aparelho é equipado com um leitor de íris e uma conexão USB-C, sem deixar de lado o conector de fone de ouvido de 3,5 mm.

Vale comentar sobre os fones de ouvido inclusos na caixa, que são da AKG, marca austríaca de som, velha conhecida dos audiófilos, que veio junto com a compra da Harman. Eles têm falantes com boa qualidade de som, apresentando graves com presença, mas sem embolar o resto do espectro, além de isolamento de ruído decente e um design que encaixa bem no ouvido. Um dos detalhes bacanas é o fio, revestido com tecido, que não enrola tão facilmente quanto o antecessor.

Outro ponto que deve ser levado em conta no Galaxy S8 é que o modelo brasileiro terá suporte a dois cartões SIM, uma característica que não aparecia nos topos de linha da Samsung no Brasil desde o Galaxy S5. Infelizmente, o slot é híbrido, então você não pode colocar dois chips e um microSD ao mesmo tempo, a não ser que faça uma gambiarra meio perigosa.

Eu sou um grande defensor de aparelhos dual SIM. Antigamente as pessoas utilizavam o recurso para economizar com promoções de ligações para a mesma operadora. Hoje, com os aplicativos de mensagens a todo vapor e as mudanças nas próprias operadoras, isso faz pouco sentido — ainda mais para o público que compra um Galaxy S8, um smartphone caríssimo que provavelmente será abastecido com um plano de celular que já inclui minutos à vontade.

Mas ainda existe o público que possui duas linhas (uma do trabalho e outra pessoal) e, no meu caso, que costuma viajar com frequência para o exterior. Não é vantajoso pagar 100 reais ou mais para ter direito a míseros 300 MB de dados em roaming internacional: prefiro comprar um chip da operadora local, gastar 10 dólares (ou euros) e ter franquia de pelo menos 1 GB. Enquanto isso, meu chip do Brasil permanece ativo, e eu continuo recebendo SMS e sabendo quem está me ligando. Faz sentido, portanto, que um aparelho caro tenha suporte a dois chips.

O que não tem como perdoar na Samsung é a posição do leitor de impressões digitais. Eu já falei em outros reviews por que a localização na traseira é ruim e não vou repetir meus argumentos novamente, mas o caso do Galaxy S8 é ainda pior, porque o sensor biométrico está em uma posição que não é natural de absolutamente nenhum ponto de vista.

Como o leitor de impressões digitais fica muito em cima, é difícil alcançá-lo quando se está segurando o aparelho com uma mão. Sem contar que ele fica do lado da câmera, e a lente enche de marcas de dedo por causa do posicionamento ruim — tanto é que, no aplicativo de câmera, a Samsung pede que o usuário limpe a lente para tirar fotos melhores.

O fato do botão virtual ser físico é um bom indício de que a intenção da Samsung originalmente era colocar o sensor biométrico na frente, embaixo da tela. Mas o produto final não veio assim, o que acabou atrapalhando a precisão do sensor (o reconhecimento falhou mais que o esperado) e prejudicando a ergonomia.

Tela

O Galaxy S sempre foi um smartphone com tela acima da média, e isso continua na oitava geração. O painel AMOLED de 5,8 polegadas com resolução de 2960×1440 pixels é impecável, com cores equilibradas de fábrica, sem excesso de saturação, além de brilho forte, alto nível de contraste e ângulo de visão irrepreensível. Assim como aconteceu na época do Galaxy S7, o Galaxy S8 tem a melhor tela de smartphone do mercado.

Curiosamente, a tela não vem na resolução máxima por padrão, mas em 2220×1080 pixels. Isso não faz diferença a olho nu, mas faz sentido do ponto de vista de economia de bateria: a GPU é poupada, já que não precisa (e nem deveria) renderizar textos, animações de menu e ícones de aplicativos a todo vapor. É possível reduzir ainda mais a resolução (1480×720 pixels) ou aumentá-la para o máximo.

Por ter uma proporção de tela de 18,5:9, nem todos os aplicativos ocupam todo o espaço do display, ficando com faixas pretas. Você pode esperar que o desenvolvedor atualize o aplicativo ou forçar manualmente para que o software ocupe o painel inteiro — eu fiz isso em vários aplicativos e não notei problemas de compatibilidade. Quando um vídeo está rodando em tela cheia, o Galaxy S8 mostra um botão para que a imagem passe a ocupar todo o display, se você preferir assim.

Software

Para quem já conhece o Galaxy S7 com Android 7.0 Nougat, a interface é basicamente a mesma. A Samsung melhorou bastante a TouchWiz desde o Galaxy S6, e ela continua boa no Galaxy S8. É um software bem cuidado, que até traz alguns recursos de utilidade duvidosa (como a Tela Edge, que mostra atalhos rápidos), mas não tem aplicativos ou joguinhos inúteis pré-instalados e acrescenta funções importantes.

Um deles é o Always On Display, que deveria ser padrão em qualquer smartphone com tela AMOLED: sempre que o aparelho estiver em standby, ele mostra o relógio, as notificações e, agora, os controles do player de música. A Samsung também possui seu próprio serviço de nuvem, permitindo restaurar todo o histórico de ligações, SMS, galeria de fotos e configurações do sistema em um novo aparelho, algo que o iOS tem com o iCloud há muito tempo e o Android puro nunca conseguiu fazer direito.

As duas principais novidades do software em relação ao que os outros aparelhos da Samsung já tinham são o DeX, que permite conectar o Galaxy S8 a um monitor, teclado e mouse para transformá-lo em desktop (esse acessório ficará para uma próxima análise), e o Bixby, que é o novo assistente pessoal da Samsung para competir com Google Assistant, Siri, Cortana e o resto da turma.

Dois terços do Bixby funcionam no Brasil. O que não funciona são os comandos de voz, que inicialmente estarão disponíveis somente em inglês e coreano. A Samsung trabalha para lançá-lo em português, mas ainda não há previsão concreta para que isso aconteça.

O Bixby Home, um dos recursos que funcionam no Brasil, é uma espécie de cópia do Google Now. Ele mostra previsão do tempo, compromissos da agenda, e-mails importantes e momentos da câmera. Para acessá-lo, basta deslizar o dedo para a direita na tela inicial ou apertar a qualquer momento o botão dedicado do Bixby, logo abaixo do controle de volume.

A outra parte funcional é o Bixby Vision, que funciona em tempo real na câmera, nas fotos da galeria ou até mesmo no navegador da Samsung. Você pode apontar sua câmera para o rótulo de uma garrafa de vinho para encontrar mais informações por meio do Vivino, traduzir uma placa em russo para o seu idioma, encontrar sugestões de locais perto de um ponto turístico ou ler QR Code.

É bem verdade que o Bixby deve melhorar com o tempo e ainda está apenas em sua primeira versão, mas, no estágio atual, ele não passa de um Google Now mais limitado com alguns truques básicos de visão computacional.

Câmera

A Samsung praticamente não mexeu na câmera traseira em relação à geração anterior. O Galaxy S8 tem sensor de 12 megapixels e lente com abertura f/1,7 — que continua sendo uma das maiores do mercado, o que em teoria permite fotos noturnas de melhor qualidade. Ele não tem exatamente o mesmo sensor do Galaxy S7, mas tem o mesmo número de pixels, o mesmo tamanho físico e as mesmas tecnologias.

Isso é ruim porque não houve um avanço realmente significativo na qualidade das fotos, mas, por outro lado, pode ser bom porque a câmera do Galaxy S7, mesmo em 2017, ainda se sobressai na multidão.

No software, a Samsung colocou alguns efeitos especiais no aplicativo de câmera, como carimbos, stickers e máscaras em tempo real, a funcionalidade inútil mais importante e popular do momento. E houve melhorias na usabilidade, sendo possível controlar o zoom (digital, infelizmente) apenas deslizando o botão do obturador para cima ou para baixo, evitando o gesto de pinça.

Quanto à qualidade da fotografia, o Galaxy S8 continua tendo uma das melhores câmeras do mercado. A principal melhoria foi na câmera frontal, que teve sua resolução elevada para 8 megapixels, o que de fato resultou em aumento de definição nas selfies. Em conjunto com a lente, que também possui abertura f/1,7, os resultados são excelentes.

Em boas condições de iluminação, o Galaxy S8 tira de letra qualquer foto. O pós-processamento da Samsung está equilibrado, as cores ficam muito bonitas e o nível de detalhes é sensacional. O destaque fica por conta do alcance dinâmico, que é realmente muito bom para uma câmera de smartphone — ele não deixa as coisas estourarem ou ficarem escondidas na sombra tão facilmente.

Com iluminação ruim, as fotos continuam muito boas. O nível é o mesmo do Galaxy S7: a definição é muito boa, praticamente não existe ruído e as luzes não estouram. Se você fotografar um letreiro luminoso no meio de uma rua escura, provavelmente vai conseguir ler o letreiro depois (e não um borrão de luz, como aconteceria em uma câmera mais barata).

É uma câmera muito boa, que tira excelentes fotos no modo automático, com apenas um toque, sem a necessidade de nenhum ajuste, como toda câmera de smartphone deveria ser.

Hardware e bateria

O modelo brasileiro do Galaxy S8 tem processador Exynos 8895, ligeiramente mais potente que o Exynos 8890 do antecessor. Ele conta com quatro núcleos Exynos-M1 de 2,3 GHz de alto desempenho e quatro núcleos Cortex-A53 de 1,7 GHz de baixo consumo de energia. É o primeiro chip para dispositivos móveis com litografia de 10 nanômetros, junto com o Snapdragon 835.

O desempenho é muito bom. Ele tem um multitarefa eficiente, que não fica matando os aplicativos em segundo plano (diferente do que acontecia nas primeiras versões de software do Galaxy S7), não apresenta sinais de engasgo e faz qualquer coisa com um pé nas costas. Como o Galaxy S8 tem o melhor processador do mercado, se ele não rodar bem um jogo, é pouco provável que outro Android rode.

Como ainda não conhecemos as capacidades do Exynos 8895, vale dar uma olhada nos resultados de benchmarks sintéticos:

A RAM continua em 4 GB, o que pode ser um fator de gargalo no futuro, especialmente se o aparelho for utilizado com o DeX — foi um passo conservador da Samsung, já que outras fabricantes começaram a apostar em 6 ou até 8 GB de memória em seus topos de linha. Já a capacidade de armazenamento saltou para 64 GB, mantendo a entrada para cartões de memória.

O Galaxy S8 tem os sensores e conexões que todo flagship tem, além de alguns adicionais, como o LTE Gigabit (mas isso ainda é pouco útil nas redes móveis brasileiras), a dupla NFC e MST para fazer pagamentos com o Samsung Pay, além dos leitores de batimentos cardíacos e saturação de oxigênio no sangue, que algumas pessoas juram que utilizam.

Um destaque é o fato do Galaxy S8 ser o primeiro smartphone do mercado com Bluetooth 5.0. A nova versão da tecnologia de conexão sem fio traz novidades evolucionárias, como o dobro de velocidade de transmissão e quatro vezes mais alcance. A Samsung aproveitou a novidade para colocar o recurso Áudio Duplo, que permite transmitir simultaneamente para dois fones de ouvido (para compartilhar o som) ou dois alto-falantes (para amplificar o volume). Funciona bem.

Mas a principal novidade é o leitor de íris, que foi herdado do Galaxy Note 7. Ele é confiável e funciona mesmo no escuro por meio de infravermelho, mas não tem a mesma praticidade de um leitor de impressões digitais bem localizado. A câmera precisa enxergar seus olhos, então é necessário posicionar bem o aparelho na sua frente — caso contrário, você terá que digitar a senha ou (tentar) colocar o dedo ali na traseira.

Quando está bem posicionado, o leitor de íris se mostrou preciso. Ele não falhou nenhuma vez, mesmo utilizando lentes de contato, mas apresentou certa dificuldade na leitura enquanto eu vestia meus óculos e estava em ambientes muito iluminados, que causam reflexo na lente. Eu diria que, com lentes de contato, o sensor funciona 99% das vezes; com óculos, uns 90%.

Infelizmente, a bateria não aumentou de capacidade em relação ao Galaxy S7, continuando em 3.000 mAh.

Nos meus testes, tirando o aparelho da tomada às 9 horas da manhã, ouvindo duas horas de streaming de música no 4G, e navegando na web por 1h30min a 1h50min, também pela rede móvel, eu sempre cheguei em casa às 23 horas com algo entre 20% e 30% de bateria.

Isso não é ruim, mas eu sempre espero um avanço entre gerações — e, no último ano, especificamente, vimos diversos smartphones sendo lançados no mercado brasileiro com baterias acima da média, inclusive da própria Samsung, em todas as faixas de preço. Não precisa ser uma bateria de 5.000 mAh como a do Galaxy A9, mas uma capacidade maior, para aguentar com mais folga as demandas do dia a dia, seria bem-vinda.

A bateria vai durar um dia inteiro para boa parte das pessoas, mas não espere nada além disso. De qualquer forma, se a bateria acabar, pelo menos você não ficará preso a uma tomada. Nos meus testes, não demorei mais que 1h40min para levar a bateria de zero a 100% no cabo. No carregador sem fio, o tempo de recarga completa foi de aproximadamente 2h30min, o que também é uma marca muito boa.

Conclusão

Assim como aconteceu no review do Galaxy S7, a Samsung acertou em tantos pontos que é mais fácil falar para quem o Galaxy S8 não é recomendado.

Primeiro, ele não é recomendado para quem não tem ou não quer gastar os R$ 3.999 que a Samsung está pedindo. Ainda assim, já nos acostumamos com preços muito altos no lançamento que vão abaixando ao longo dos meses. Nesse sentido, o Galaxy S8 pode não ter um custo-benefício bom agora, mas pode se tornar uma das melhores opções no futuro, como aconteceu com o Galaxy S7 — que foi lançado por R$ 3.799 e atualmente pode ser encontrado pela metade desse valor.

Segundo, o Galaxy S8 pode não ser uma boa opção para quem fica pregado no smartphone, já que a bateria é apenas “boa”. Eu confesso que esperava mais da Samsung porque, do Galaxy S6 para o Galaxy S7, a empresa deixou o aparelho mais espesso (algo que poucas fabricantes têm coragem de fazer) e aumentou a bateria. Mas, na geração atual, o Galaxy S8 ficou na mesma e o Galaxy S8+ veio com uma bateria menor que a do Galaxy S7 Edge.

No ano passado, eu cheguei a comentar que o Galaxy S7 não era indicado para quem fazia questão de Android puro, mas isso não faz mais sentido aqui. O objetivo é ter um software bem cuidado, e o Galaxy S8 tem isso. A TouchWiz nem de longe é aquela coisa assustadora de quatro anos atrás e, de qualquer forma, há vários recursos intimamente ligados ao hardware, como Samsung Pay, leitor de íris, áudio duplo por Bluetooth, botão de início com sensor de pressão, dock que transforma em desktop e mais. Se ele tivesse um sistema “puro”, seria um produto muito limitado.

O Galaxy S8 é equipado com o melhor processador do mercado, a melhor tela do mercado e uma das melhores câmeras do mercado. Se dinheiro não for um problema, ele é uma compra certa. A Samsung acertou em praticamente tudo e criou um produto que deixa para trás um dos maiores fiascos de sua história.

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Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Câmera: 12 megapixels (traseira) e 8 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11ac, GPS, GLONASS, BDS, Bluetooth 5.0, USB-C, NFC, MST;
  • Dimensões: 148,9 x 68,1 x 8 mm;
  • GPU: Mali-G71 MP20;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 256 GB;
  • Memória interna: 64 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 155 gramas;
  • Plataforma: Android 7.0 Nougat;
  • Processador: octa-core Exynos 8895 de 2,3 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, bússola, barômetro, impressões digitais, íris, batimentos cardíacos;
  • Tela: Super AMOLED de 5,8 polegadas com resolução de 2960×1440 pixels e proteção Gorilla Glass 5.

Notas Individuais

Design
9
Tela
10
Câmera
10
Desempenho
9
Software
8
Bateria
8
Conectividade
10
  • gigante (preço), mas compacto (cabe na mão).

  • Henrique Queirós

    Análise muito boa. Sobre o leitor digitais: tenho mãos grandes, e uso MUITO MAIS o leitor traseiro do que usava o leitor na frente ou na lateral, na verdade, agora com o leitor traseiro no meu Smart, eu quase nunca digito a senha. Porém, o Leitor da Samsung falhou agressivamente, meu leitor atual fica um pouco abaixo da câmera, ótimo para mim. Já o da samsung ficou pessimamente mal localizado, realmente nem mesmo eu usaria. De resto, ficou um aparelho muito belo e com design inteligente (finalmente saiu do quadradão de sempre). Não sei se a tela curvada da realmente uma boa pegada, meu irmão disse que sentiu como se pegasse na coisa mais delicada do mundo. Higa ta mó gatão. Bateria decepcionou bastante, depois que peguei meu Ulefone Power nunca mais vou querer smart com bateria reduzida.

  • Jhon

    Eu só queria um celular com 4.7~5″ no tamanho de um de ~4″. Pra mim uma tela maior que a de 4.7″ que uso atualmente não faria muita diferença, mas um celular bem menor sim.
    No meu caso eu uso um iPhone de 4.7″ e só não troquei pelo SE de 4″ por que ele não tem hardware top.

    Em relação ao S8, pra quem não tem problema com o tamanho (acho que a maioria), é sensacional ter uma tela de 5.8″ num corpo de 5.1″.

    • Rookie naz

      Pô a não ser que você tenha um iPhone 7 o SE tem um hardware top(se considerar só processador e memória RAM).

      • Jhon

        Eu tinha um 6s e cheguei a cogitar troca-lo pelo SE, mas ele não tem 3D touch nem touch ID de segunda geração, além da câmera frontal ser ruinzinha. Usar o iPhone sem 3D touch e o novo touch ID prejudica muito a experiência, então segui com o 6s.
        E um tempo depois troquei o 6s pelo 7, cheguei até pensar novamente no SE, mas a diferença era maior ainda então peguei o 7 mesmo kkkkk

        • Rookie naz

          Então nem adianta trocar kkkkk, é esperar um 7 SE se sair

          • Jhon

            Que só vai sair quando o 8 já tiver por aí kkkk
            Valeria a pena se fosse lançado com o mesmo hardware e até 6 meses depois do top, mas isso é um sonho impossível kkkkkk

    • Willguevara

      Meu sonho é que voltem a fabricar aparelhos pequenos e com bom hardware também.

      Acho uma tremenda sacanagem quem quer aparelho pequeno só ter opção de hardware de entrada no Android.

      Estou quase comprando um iPhone SE por falta de opção.

      • Jhon

        Com esses celulares com bordas cada vez mais finas não custa nada botar um hardware top num celular menor, além disso não precisa nem diminuir a tela!
        Pra mim se o SE tivesse o mesmo hardware do iPhone 7 seria perfeito, compraria sem dúvidas.

        • Edley Santana 

          Mas a diferença nem é tão grande. O SE tem o hardware do 6S. Não muda muita coisa. Digo isso porque tive um 6S e tenho um 7 agora. A diferença foi mínima. A maior diferença foi na duração da bateria que agora dura bem mais. No dia a dia, não muda nada.

          • Jhon

            O SE não tem 3D touch, touch ID 2.0 nem é resistente a água. Pra mim isso faz muita diferença. Eu já tive um já tive um 6s e tenho um 7 agora, não consigo viver sem 3D touch e o novo touch ID.

        • Flavio Toledo

          Ele e uma versao menor do iPhone 6 ainda serve para muito coisa.

      • pedroca

        xiaomi mi 5 tem tela de 5,15 e o novo mi 6 tbm vira com o msm tamanho, corpo bem compacto e hardware top.
        e nao só a xiaomi outras fabricantes da china tbm, da uma olhada.

      • Rod

        Sony XZ Compact

      • Saulo Benigno

        Quase? Compre, não vai se arrepender.

        É o melhor celular pequeno do mercado.

    • Comigo já é diferente… Me dá uma gastura quando vejo um iPhone ou qualquer outro telefone com telinha menor que 4,7″. Me questiono como um ser humano consegue usar uma telinha tão pequena daquelas.

      • Jhon

        Pra mim o tamanho menor da tela não faz mt diferença, só uso o celular pra internet mesmo. No seu caso vc pelo menos tem opções topo de linha pra comprar, agora quem gosta de telas menores…

      • pedroca

        tela abaixo de 5,5 me da essa agonia, as vezes vou digitar no 5s da minha namorada e saio apertando um monte de letra avulsa, passo raiva.

    • Jack Silsan

      Imagino que Sony não seja uma boa opção pra você, já que você não citou a série Compact

      • Jhon

        Sim, pois uso iOS, então fico dependendo de a Apple lançar um top menor kkkk

        • Jack Silsan

          Mas a linha Compact tem apenas smartphones tip de linha com telas de 4,6 polegadas

    • Rod

      Sony XZ Compact

      • Jhon

        É que eu uso iOS, então um celular com Android não é opção pra mim. Mas mesmo se eu usasse Android, tenho um certo preconceito com celulares da Sony haha

        • Rod

          Ah sim. Então só o SE mesmo.

    • Flavio Toledo

      gosto de aparelhos de 4 polegadas porque as vezes saiu somente com chave/carteira e incomodo aparelhos grande no bolso ate porque somente para funçoes basicas mensagem, recebe chamada, escuta musica e joga yu-gi-oh.

    • _KJ

      Continuo me perguntando de onde a galera está tirando isto que o S8 tem o mesmo tamanho do S7. Está muito mais próximo do S7 Edge na altura (comprimento), que é o mais incômodo.

      _S8 – 148.9 x 68.1 x 8.0 mm
      S7F – 142.4 x 69.6 x 7.9 mm
      S7E – 150.9 x 72.6 x 7.7 mm

  • betacaroteno

    A posição do sensor de digitais é ruim (do lado da câmera – deveria ser embaixo). Mas o fato de ser na parte de trás eu acho bom. Pode ser ruim pra quem fica dentro de um escritório, no ar condicionado, com o aparelho em cima da mesa. Mas pra quem trabalha fora, é muito mais natural, já q vc vai estar segurando o aparelho na mão, com os dedos por trás. Mas entendo o fato de o sensor estar ao lado da câmera, pra não comer espaço destinado a outras coisas, como bateria. No mais, assim como o iPhone, é um aparelho q tem seu nicho e seu público-alvo.

    • Henrique Queirós

      eu trabalho em escritório, e ainda assim prefiro o leitor atrás

      • somos 2

      • Saulo Benigno

        Quando o celular está na mesa como faz? Precisa sempre pegar e levantar para destravar?

        • A mi Band 2 desbloqueia meu Max Instantaneamente, consigo ligar a tela com dois toques.
          Sim, às vezes é bem mais rápido e cômodo levantar o celular e por o dedo “naturalmente” ali atrás.
          Nas outras vezes, sem mi band, desenho o “patern” rapidamente na tela, não leva 1,5s pra desbloquear assim.
          E em terceiro, tenho um suporte pra celular que deixa o aparelho em pé em cima da mesa, só pôr o dedo ali atrás, rapidão!

          • Saulo Benigno

            Pera aí, depois de comprar um aparelho de R$ 4.000 ainda vou ter que comprar/imporar uma mi Band 2 para desbloquear com facilidade?

            Para contornar esse problema?

          • hehehehe. A aquisição da Mi Band é optativa! Mas um celular de 4k deveria vir ao menos com uma Mi band 1S de brinde, que não custa 60 reais.

            O Max não foi 4K, apenas R$700, daí sobrou 75 pra pegar a MB2.

            Mas daí também, que o smart de 4mil vem com leitor de íris para compensar, daí ele estando sobre a mesa é mais rápido, fácil e cômodo, se colocar com a cara por sobre a mesa para identificar a íris, do que levantar ele com o dedo na traseira. (e infelizmente, não relembraram que o smart custaria 4k quando foram posicionar mal o sensor na traseira. deveriam ter posto centralizado, fato).

    • Diogo Nóbrega

      Entra dia, sai dia e o Higa nunca vai se conformar com leitor de digitais na parte de trás do celular…

    • Gnull

      Eu ainda prefiro na frente (tenho um MI5), mas acredito que o melhor local é na lateral, como a sony fez.

      • Flavio Toledo

        concorda e uma coisas sony acerta ate hoje em seus aparelhos porem para pensar com desbloqueio iris a digital fica como uma alternativa.

  • Uma tela dessas é bonita de se ver, mas cadê a ergonomia? As fabricantes se preocupam em entregar algo ~sedutor~ aos olhos do consumidor, que cai igual um patinho numa proposta que só prejudica a experiência dele.

    • Bruno Martins Santana

      Migo, então, é tipo vc pedir que uma ferrari seja espaçosa q nem o tal do Space Fox, que consiga andar em todos os terrenos como um Bom Uno consegue, o Galaxy S8 está na linha de Luxo já, é tipo as Ferraris e Lamborgines, é feito pra ser Bonito mesmo,
      vc pode muito bem pegar um Moto G1, ele é super Ergonomico e vc acha por uns 300 conto

      • Jhon

        Essa comparação não faz o menor sentido. Uma Ferrari não é feita pra você usar de segunda a sexta no engarrafamento levando as crianças pra escola. Pra isso um Space Fox vai servir muito melhor.
        Não estou dizendo que o S8 é ruim, mas o ponto do Gabriel faz sentido, de que adianta uma Ferrari se a experiência de uso é pior que a de um Space Fox?

        • Eu também não entendi essa comparação, já que não entendo tanto de carros, mas enfim: espero que a Samsung tenha pensado nisso, já que as bordas ajudam na ergonomia, mesmo prejudicando a beleza do aparelho.

        • E um celular de quase 4 mil reais é feito para esse uso? Por esse preço ele é um produto de nicho e de luxo, é ainda mais caro que um Iphone 7 ( levando em conta a politica de mercado dela aqui no Brasil). Acredito que o S8 se encaixe no nicho de produtos Inovadores, é uma mudança na forma de se construir o produto – e o software – e nas próximas versões a Samy deve refinar (colocar o sensor de digitais sob a tela como a Xiaomi faz num dos modelos já seria uma boa, um bateria maior é outro ponto).

          • Jhon

            Os Galaxies S são os celulares mais vendidos do mundo depois do iPhone, não são de um nicho de luxo. No Brasil pode ser, mas o Brasil não é referência de mercado.

    • gust4v8

      vc ja usou? segurou nas mãos? testou a ergonomia ao vivo? cale-se!

      • hehehehe é só testar um aparelho com a tela maior que dá pra ter essa noção, logo o S8 tem o mesmo problema por dedução. De qualquer forma, estou disposto a mudar de opinião se usar um, e sigo comentando (com educação, claro).

        • Saulo Benigno

          Deduçao! É isso aí!!

  • Muito bom, mas só não compro por causa da tela…

    A tela que diz: SALDO INSUFICIENTE!

  • Michel Rafael

    Grande aparelho o grande trunfo da Samy é a camera e a tela nesses dois itens a mesma é destruidora a duvida é essa bateria dá conta do recado ? Por se tratar de um top de linha merecia pelo menos 3.500 para cima, bola fora da Samy no meu ponto de vista .

    • pedroca

      e o cu apertando para esse nao explodir? tem que levar isso em conta.

  • João Deiró

    Dúvida boba: quando recebem um aparelho para review, o fabricante disponibiliza uma verba para refeições interessantes a serem fotografadas?

    Pergunto pois em qualquer review vemos fotos de pratos elaborados (camarão!), cervejas especiais (vi uma Ballast Point por aqui outro dia, é caro!), etc. Nunca tem um podrão, uma Antarctica SubZero, e que tais…

    Simples curiosidade.

    • Não, hahahahaha!

      No outro review calhou de eu estar na Califórnia para cobrir o lançamento do Snapdragon 835 (e a cervejaria é de lá).

      • João Deiró

        Aguardamos um review dentro da realidade brasileira, com foto de prato com estrogonofe (de frango, claro) e batata palha ou algo parecido.

        • Aguarde e confie.

        • Pode adaptar de acordo com a faixa de preço do aparelho. Num Alcatel de R$ 300 vai ter foto de coxinha e guaraná Dolly.

          • Flavio Toledo

            hahahahaha essa foi boa!

    • Fabio Silva

      Verdade! Cada Review do Higa é um foodporn que coloca os programas de culinária no chinelo. Queria que meu chefe me desse um vale refeição igual ao que o Mobilon dá pró Higa.

  • Artur Domingues

    Não acredito que vem até com MST
    Ocupação até no S8

  • Jack Silsan

    “(…) se ele tivesse Android puro, seria um aparelho muito mais limitado”.
    É isso, assunto encerrado.

  • Thiago Elias

    Cadê a foto das canetas ? =/ #chatiado

  • Thiago Elias

    Uma dúvida.
    Aquele efeito de embelezar saiu da câmera frontal ?

    • É só desativar.

      • Thiago Elias

        No S7 eu desabilitava e ainda continuava com esse efeito.

  • Victor Gadder

    Ele cabe no meu bolso… Mas não cabe no meu bolso! Que paradoxo!

  • Wilson Cardoso

    Seria uma pena se eu tivesse o S7EDGE que não recebeu o Android 7.0 ainda, ter que vender e comprar o S8. Infelizmente ainda não podemos ter um TOP de linha na casa dos 3 mil (o que já é UM ABSURDO).

  • shinodaluk

    Vi que está em pré-venda no site da samsung, porém em sites como o magazine luíza já fala em pronta entrega em até 15 dias úteis, sabem se essa entrega é certa ou temos que esperar até o dia 12 de maio mesmo?

  • Leonardo

    Buffalo Springfield!!!

  • “A RAM continua em 4 GB, o que pode ser um fator de gargalo no futuro, especialmente se o aparelho for utilizado com o DeX — foi um passo conservador da Samsung, já que outras fabricantes começaram a apostar em 6 ou até 8 GB de memória em seus topos de linha.”

    E aí espeta 6 ou 8 GB de RAM e é obrigada a fazer que nem a OnePlus, que pra economizar bateria teve que fazer um gerenciamento de memória tão agressivo que… os 6GB de memória acabam não servindo pra nada.

  • Rod
  • Rod
  • Luis Gustavo

    Higa, o som do aparelho, é estéreo ou mono??? porque no S7 é mono… continua assim? só usa o alto falante inferior???

  • Saulo Benigno

    “melhor processador do mercado”

    Higa, melhor que o processador da versão americana?

    • Sim, o Exynos 8895 é melhor que o Snapdragon 835 nos benchmarks (mas a diferença é bem pequena).

  • Alexander Denarelli

    Belíssimo Aparelho !!! 🙂

  • Igor Silva

    Depois do que aconteceu com a bateria do note 7 era de se esperar que a samsung apostaria em segurança ao invés de maior amperagem no s8.

  • Jonas S. Marques

    O Higa chamou de perfumaria o recurso Vision do Bixby, mas lá fora ele está sendo muito elogiado por um público específico, pessoas cegas e ou com baixa visão. Basicamente é um recurso útil para que eles consigam ler embalagens, identificar produtos, dinheiro, roupas, placas, enfim, tudo o que se pode ler com isso aí.

    E, bem, quando é uma perfumaria que nenhuma fabricante fez antes eu não sei se chamaria assim.
    É bem diferente de um recurso bobo como aquele GIF com Áudio da Apple, por exemplo.

    • Eu pensei nisso na hora, mas o Bixby Vision é inútil nesse caso porque o reconhecimento de objetos não funciona direito. Ele só encontra objetos “parecidos” visualmente — você aponta para um alto-falante Bluetooth, ele retorna fotos de peneiras; aponta para uma caneta, retorna uma escova de dente. Talvez o reconhecimento de texto fosse útil, mas no estágio atual o OCR da Samsung é incapaz de retornar um texto limpo, mesmo com uma página limpinha de um livro. Em resumo, pelo menos por enquanto, é um recurso pouco útil para quem enxerga e menos útil para quem não enxerga.

      • Jonas S. Marques

        Então;
        Pelo que li de quem já está com o aparelho lá fora existe uma integração justamente com o Assistant da Samsung, uma espécie de Talkback próprio, e dizem que funciona bem com isso, porque o sistema trata como texto mesmo não havendo texto.

        Eu precisaria testar pra ter certeza, mas, é informação que vem de listas de discussão de lá =)

  • Alberto Carneiro

    Uma tela esticada (compacta?), um assistente meia-boca, um preço caríssimo, um software ruim a ser abandonado e um review de babão. Ainda bem que a bateria não explode.

  • KARALBPIN

    Comprei um A9 preto em dezembro por 1999 e outro A9 dourado em abril por 1499. Com o valor que paguei pelos dois celulares, que são muito bons, não compraria nem um S8.

  • Cassio

    @paulohiga:disqus Esse S8 volta a ter o infravermelho que nos permite controlar TV, Ar condicionado e demais eletrônicos?

    Parabéns pelo review, estou com S7 por sua indicação, sinto falta desse recurso… de possuir controle remoto no celular, ajudava bastante em algumas ocasiões.

    • Não. A LG era a única grande fabricante que mantinha o infravermelho, mas removeu no G6. 🙁

      • Cassio

        Muito obrigado pelo retorno… que pena! 🙂

  • Rodrigo Moralles

    Hora de pegar o S7?

  • Guilherme Ferreira

    Vi pessoalmente hoje na loja da Samsung e achei fantástico, impressiona pela beleza e sofisticação. Talvez um dos celulares mais belos já feito.