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Google já indexa com mobile-first metade das páginas web (e o que é isso)

Páginas devidamente otimizadas para dispositivos móveis tendem, cada vez mais, a aparecer primeiro nos resultados de busca do Google

Emerson Alecrim Por

O Google revelou nesta semana que o seu mecanismo de busca já está considerando o mobile-first em mais da metade das páginas indexadas. Esse é um anúncio mais relevante do que parece: ele indica que o buscador está tratando com mais prioridade sites otimizados para dispositivos móveis, especialmente smartphones.

Google - escritório

Mobile-first não é um conceito recente. Fala-se sobre o assunto pelo menos desde 2010, quando ficou claro, com a ascensão de plataformas como iOS e Android, que o futuro da web seria moldado em torno dos dispositivos móveis.

Basicamente, o que o mobile-first defende é a ideia de que páginas e serviços web em geral devem ser pensados desde o início para funcionar em dispositivos móveis. A lógica que vigorava até um passado recente — e que, na verdade, ainda está presente — é a de desenvolver projetos web voltados ao desktop e depois adaptá-los a smartphones e afins.

Não faz mais sentido que seja assim porque o número de pessoas que faz buscas na web com celulares e tablets supera há algum tempo as pesquisas realizadas no desktop. Além disso, simplesmente oferecer versões alternativas de páginas para dispositivos móveis pode não bastar: é preciso otimizá-las para que não haja problemas estruturais ou de desempenho.

Em 2016, o Google começou a priorizar o mobile-first nas pesquisas. Daí a importância de tratar o assunto com seriedade. Isso não quer dizer que páginas direcionadas a desktops estão sendo banidas. Elas continuam sendo indexadas, no entanto, páginas concorrentes preparadas para mobile terão mais chances de aparecer antes nas buscas via dispositivos móveis.

Google Search Console

Google Search Console

Via de regra, sites com layout responsivo (quando a página se adapta adequadamente ao tamanho da tela) já são tratados pelo Google com prioridade. Mas nem sempre isso é suficiente: a companhia alerta que, em muitos casos, a versão móvel não conta com dados estruturais, como o atributo alt para descrever imagens.

Em outros, informações importantes do conteúdo acabam não sendo disponibilizadas quando o acesso é feito a partir de um dispositivo móvel, aparecendo apenas na versão para desktops.

É por isso que o Google tem um rastreador específico para dispositivos móveis: ele faz o rastreamento "enxergando" como um usuário que utiliza smartphone e, assim, indexa as páginas que são adequadamente exibidas nas telas pequenas — o rastreador para desktops pode acabar desconsiderando elementos importantes para pesquisas móveis.

Para administradores de sites, um jeito rápido de saber como as suas páginas estão sendo indexadas é entrando no Google Search Console. Conforme mostra a imagem mais acima, o serviço indica se determinada página foi indexada com o rastreador para mobile. Se aparecer “Googlet para smartphones”, está tudo indo bem.

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johndoe1981
Queria mesmo que acabassem com aquele satanás do AMP, ô troço do meu ódio. Tenho que recarregar a página sem o recurso porque ele quebra plugins, scripts e frames, como o Disqus.
Kodos Otros
Alô Gizmodo.
X-Tudãoᴳᴼᵀ
tem a primeira vez para tudo.
DeadPull
Tu vive no Giz e ainda não aprendeu como se faz isso? Tu tem que digitar @ + o id do disqus da pessoa + :disqus.Ex.Pra alguém te marcar em uma conversa que tu não entrou, a pessoa digita #supergenesys:disqus (@ no lugar de #).
X-Tudãoᴳᴼᵀ
como é que marca fakes pessoas que não estão na conversa?
Trovalds
Texto com altos teores de baixo calão no link. Encurtei pra não expor demais. Sim, passa uma boa mensagem a respeito do assunto.https://bit.ly/28JLs4e
Eliézer José Lonczynski
Já esta insuportável acessar sites em TVs e notebooks, páginas muito "vazias" e "compridas" que não tiram proveito do espaço.
Alisson Santos
O que me incomoda um pouco no conceito de mobile-first é que alguns programadores simplesmente fazem um site puramente mobile (e não responsivo) e ao acessá-lo no PC, fica aquela aparência horrível, com excessos de espaços em branco, letras gigantes, etc.